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quinta-feira, 4 de julho de 2019

Mateus 6.31 - Deus quer apenas nos dar o que comer, beber e vestir?


"E por que se preocupam com o que vão vestir? Observem como crescem os lírios do campo: eles não trabalham, nem fiam. Eu, porém, afirmo a vocês que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não fará muito mais por vocês, homens de pequena fé? Portanto, não se preocupem, dizendo: “Que comeremos?”, “Que beberemos?” ou “Com que nos vestiremos?” Porque os gentios é que procuram todas estas coisas. O Pai de vocês, que está no céu, sabe que vocês precisam de todas elas. Mas busquem em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas lhes serão acrescentadas" - Mateus 6.28-31 (NAA).

Usando este texto bíblico, mais de uma vez presenciei cristãos, cheios de boa intenção, interpretá-lo afirmando categoricamente que o nosso Pai celeste não está interessa em nos abençoar além do prato de comida de cada dia, do copo de água e das roupas que precisamos nos resguardar.

É complicado ouvir pregadores dizer que Deus não pretende nos abençoar no campo financeiro ou material, após haver orado e ter sido atendido pelo Pai celeste. O Senhor é soberano, age de muitas formas, deseja o nosso bem-estar. Milagres acontecem na vida do crente em Cristo, e não há como explicar tais ocorrências,  só nos resta agradecer por cada uma delas. O que dizer mais? Orei considerando meu Deus o meu Pai e simplesmente após isso esqueci que havia feito a oração e o milagre aconteceu.

O apóstolo Tiago (capítulo 4 e versículos 1 ao 3) nos ensina a orar e receber a resposta positiva do Pai celeste. Ele escreveu: "De onde procedem as guerras e brigas que há entre vocês? De onde, senão dos prazeres que estão em conflito dentro de vocês? Vocês cobiçam e nada têm; matam e sentem inveja, mas nada podem obter; vivem a lutar e a fazer guerras. Nada têm, porque não pedem; pedem e não recebem, porque pedem mal, para esbanjarem em seus prazeres".

Ao orar ao Pai, o Pai vê quais são as nossas motivações e o nosso jeito de se relacionar com as pessoas em nossa volta, vê se há dentro de nós ambição egoísta, sabe se existe ou não intenção de compartilhar com os irmãos a bênção que solicitamos. Não seremos atendidos caso faltar em nós o amor ao próximo. Ao orar, que o objetivo seja nobre.

Numa pesquisa do grego koiné, sobre Mateus 6.31, vi que os verbos “comer” e “beber” estão restritos ao sentido em português que usamos, porém, “vestir” vai além do sentido de vestuário. O termo (“peribalô”) abrange tanto as roupas quanto investimentos. 

A raiz dessa palavra é “peri”, usado como superlativo, indica figurativamente tempo , assunto e ocasião e lugar; literalmente, conota “circunstância” e “propriedade”.

“Ballõ” é um verbo, significa lançar (-se) com veemência.

Disto, podemos entender que além de “o que iremos vestir?”, a tradução também poderia ser outra, remetendo às situações de trabalho digno, salário justo, residência, estabilidade financeira. Mas observando diversas traduções da Bíblia, os tradutores que consultei, tanto em português quanto em inglês, escolheram verter “peribalô” se referindo apenas às vestes.

E.A.G.

quarta-feira, 3 de julho de 2019

A ação da Bíblia Sagrada na vida de quem a lê com humildade e reverência

O que transmito ao postar a frase “O objetivo de estudar a Bíblia não é apenas encontrar informações, mas viver as transformações que nos capacitam a entrar no céu”?

É importante considerar o seguinte:

O poder da Palavra do Senhor age positivamente na vida de quem se sujeita a obedecê-la de corpo, alma e espírito. Reconhecemos que a nossa salvação vem por meio da misericórdia de Deus. O mérito da nossa salvação pertence exclusivamente a Deus, que enviou Jesus, que por sua vez é o Verbo (Palavra) que se fez gente como a gente, viveu sem pecar, morreu como Cordeiro mudo e nos abriu as portas celestiais.

 “Quem despreza a palavra terá de pagar por isso, mas o que teme o mandamento será recompensado” – Provérbios 13.13 (NAA).

“Sejam praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando a vocês mesmos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante assemelha-se àquele que contempla o seu rosto natural num espelho; pois contempla a si mesmo, se retira e logo esquece como era a sua aparência. Mas aquele que atenta bem para a lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte que logo se esquece, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar” – Tiago 1.22-25 (NAA).

"Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para julgar os pensamentos e propósitos do coração." - Hebreus 4.12 (NAA).

Reflita com seriedade sobre as seguintes informações e reserve um momento para ler as referências bíblicas a respeito delas:
• Sem fé é impossível agradar a Deus e a fé surge e se desenvolve no coração quando ouvimos a Palavra, isto é, escutamos ou tomamos conhecimento dela pela leitura com a firme intenção de obedecê-la. Ver Hebreus 11.6 e Romanos 10.17.
• Paulo exorta a persistir em ler as Escrituras Sagradas: 1 Timóteo 4.13-16.
• A Bíblia é a Escritura Sagrada: Marcos 12.10; Romanos 12.1; 2 Timóteo 3.15.
• A Bíblia é nosso alimento espiritual, comparável ao pão e ao leite: Salmos 81.16; Joel 2.19; Mateus 4.4; 1 Pedro 2.2.
• A Bíblia como prata: Salmos 12.6.
• A Bíblia como Palavra: Tiago 1.21-23; Hebreus 4.12; e Colossenses 3.16.
• A Palavra é poderosa para salvar. Tiago 1.21. 
Conclusão:

A Bíblia Sagrada se descreve como transformadora da alma humana. Quem abre seu coração para ela, é abençoado, afinal, trata-se do poder de Deus na vida de quem dá espaço para a ação divina. 

Sigamos o exemplo de Davi, que teve a sábia decisão de fazer da Palavra de Deus a sua regra de fé e conduta. Ele escreveu sobre essa tomada de atitude, o seguinte: “Guardo a tua palavra no meu coração para não pecar contra ti. Bendito és tu, SENHOR; ensina-me os teus decretos.

quinta-feira, 6 de junho de 2019

O Dia dos Namorados - pureza sexual é questão moral e de saúde


Até cinco anos atrás, a palavra sexo recebia cerca de quatrocentos milhões de acessos no Google por mês, o que correspondia a quase cinco bilhões por ano. Hoje, este número, que já era impressionante, é bem maior. Diante desse quadro, como os adolescentes representam a maioria dos internautas, "essa tendência revela duas coisas: quando se trata de sexo, os adolescentes têm questionamentos e eles estão procurando as respostas no lugar errado" - afirma o apologista cristão Josh MacDowell.

A principal questão dos jovens nessa área geralmente é: "Por que esperar?" A propaganda e a cultura do sexo sobre a juventude é tão forte hoje em dia que muitos deles, até mesmo cristãos menos solidificados na fé, têm se feito essa pergunta. A mensagem de Deus sobre o sexo não é 'Não faça isso porque é pecado ou errado'. Sua mensagem é 'Espere, pois o sexo de acordo com este projeto é tão maravilhoso que vale a pena protegê-lo'. O desejo de Deus é nos dar coisas boas (Salmos 31.19; Jeremias 29.11).

O mundo pode ver os limites na sexualidade como negativos, mas na verdade é o contrário. Deus não é contra o sexo. Deus o criou. Ele é tão a favor disso que deseja que todo homem e toda mulher experimentem o sexo de acordo com seu projeto original. Se escolhemos acreditar em Deus quando promete o melhor para nós, podemos seguir seu plano para o sexo sabendo que Ele deseja que experimentemos o sexo em seu melhor.

Além de evitar gravidez indesejada e doenças sexualmente transmissíveis, a preservação sexual até o casamento também evita problemas de ordem psicológica. Não inventaram até agora nada melhor para se preservar nessa área do que a abstinência, mesmo os métodos preservativos usados são falhos.

Pesquisas mostram que adolescentes sexualmente ativas são 300% mais propensas a cometer suicídio do que adolescentes virgens; e os adolescentes sexualmente ativos são 700% mais propensos ao suicídio. Mais de 25% das meninas sexualmente ativas entre 14 a 17 anos dizem que se sentem deprimidas boa parte do tempo contra 7,7% das virgens.

Uma das consequências emocionais mais devastadoras do sexo fora do casamento é um coração partido. Por causa da reação neuroquímica de seu cérebro ao sexo, é fácil confundir sexo com amor. Pela liberação de ocitocina, o sexo cria um laço entre você e seu parceiro. O sexo sempre forma um vínculo emocional. Quando esse vínculo é rompido, pode ferir.

Além de todos esses dados, mais um surgiu recentemente para realçar a sabedoria divina em orientar-nos à preservação sexual até o casamento. Um novo estudo do Center of Disease Control (CDC), dos Estados Unidos que examinou os comportamentos de saúde de adolescentes em relação à sua atividade sexual autorreferida  mostra que aqueles adolescentes que se mantêm abstinentes sexualmente são muito mais saudáveis em várias frentes do que outros adolescentes sexualmente ativos.

Os adolescentes devem saber que há evidência científica muito convincente e em vários níveis que mostra que reservar o dom precioso da sexualidade para o porto seguro do casamento não tem nada a ver com o moralismo dos velhos tempos ou repressão sexual. O oposto é verdadeiro. Tem a ver com saúde, não com doença.

As vantagens de se abster de sexo durante a adolescência não são apenas físicas. Os jovens castos não têm a angústia que tantas vezes se atribui à idade adulta jovem. Evitar a atividade sexual evita um monte de dramas psicossociais que vêm junto com ela: 'Será que ele ainda gosta de mim?'; 'O que ela está fazendo com o outro, agora?'; 'Ele realmente se importa comigo?'; etc.

O problema é que muitas pessoas educam as crianças nas escolas e até mesmo seus próprios pais a assumirem uma atitude fatalista. A outra questão problemática, que eu não vejo ninguém abordar é: existe alguma coisa benéfica para todos os adolescentes que se envolvem em atividades sexuais? A resposta é claramente não. Logo, talvez o que realmente precisa ser feito é educar os pais a agirem como pais, ao invés de incentivarem a experimentação sexual entre os adolescentes, curvando-se à ideia equivocada de que eles vão fazer sexo antes do matrimônio de qualquer maneira.

À luz do fato de que 90% de todos os financiamentos federais nessa área vão para programas que tratam como normal o sexo entre adolescentes, a maioria dos adolescentes estão esperando por sexo. Esta expectativa aumentou nos últimos 28 anos, declara Valerie Huber, fundadora e presidente da We Ascend, com sede em Washington, Estados Unidos.

A propaganda e cultura do sexo impostos à juventude e iniciados desde a revolução sexual na década de 1960 têm feito mal aos jovens, tornando muitos deles viciados em sexo. É preciso enfatizar: ninguém nunca morreu de não ter relações sexuais; mas as pessoas às vezes se sentem como se elas fossem morrer sem sexo. Os adolescentes que não têm contato sexual têm comportamentos de risco à saúde muito menores em comparação com os demais que tiveram contato sexual. O sexo após o casamento equivale à segurança. O sexo fora do casamento leva á insegurança, culpa, vergonha, depressão, desesperança e sofrimento.

E.A.G.

Postagem adaptada de maneira resumida ao blog Belverede.
Fonte: Geração JC, ano 27, número 116, janeiro a fevereiro de 2017, páginas 13 a 15, Bangu, Rio de Janeiro/RJ (Casa Publicadora das Assembleias de Deus - CPAD). Título da matéria: "Pureza sexual: questão não apenas de moral, mas de saúde". Autoria não fornecida.

sábado, 1 de junho de 2019

Adoção: um ato de amor


A adoção é um ato de amor que pode salvar vidas. No Brasil há cadastrados mais de 6 mil crianças e adolescentes aptos para serem adotados. Em contrapartida existem 35.226 pretendentes a pais adotivos igualmente cadastrados (isso mesmo, cerca de 5 pretendentes para cada criança ou adolescente necessitado).

Os números de crianças em situação de abandono já poderiam estar zerados, mas adoção não é uma questão de matemática. Entendemos que há muitas variáveis nesse processo, tais como crianças especiais, ou com irmãos que precisam ser adotados juntos, entre outros. A adoção não é apenas uma questão de amor, mas é principalmente um compromisso cheio de responsabilidades.

A Bíblia apresenta histórias que ilustram alguns tipos de adoção. Vejamos:


a) Adoção parental

A Bíblia mostra alguns exemplos desse tipo de adoção. Um caso bem conhecido é o de Moisés, que foi adotado pela filha de Faraó (Êxodo 1.22; 2.5-6). Tal ato lhe poupou a vida e (como passou a ser membro da realeza egípcia) isso lhe deu oportunidade de aprender ciências, política, sobre liderança e principalmente a ler e escrever. Habilidade esta que permitiu que, no futuro, Deus usasse para escrever 5 livros que hoje estão em nossa Bíblia.

Há também a história da orfã Hadassa, criada por seu primo Mardoqueu, que lhe encaminhou de tal forma que a tornou rainha de um império que escravizava o povo hebreu (Ester 2.5, 7).

E a mais decisiva de todas: a adoção de Jesus por José (Mateus 1.19-21). Jesus "precisava" ser reconhecido como filho de José, pois haviam profecias que anunciavam o Messias como um descendente de Davi (Mateus 1.1, 16). Além disso, todo o cuidado, educação, proteção e sustento que José promoveu a Jesus, preservou a vida do Salvador ao longo dos anos de vulnerabilidade da infância e adolescência (Mateus 2.13-14). Jesus foi um filho adotivo!


b) Apadrinhamento material

Algumas adoções são um comprometimento de proteção e sustento. Esse foi o caso do adulto, enfermo e órfão Mefibosete. Ele foi adotado por Davi porque era filho do seu grande amigo Jônatas. Davi o tirou da miséria, o hospedou, lhe devolveu terras e garantiu a preservação de sua vida (2 Samuel 9.6-9).


c) Adoção espiritual

Ocorre quando alguém assume a responsabilidade de ensinar, ajudar e fortalecer outra pessoa que necessita de apoio e auxílio na fé. Podemos citar o nome de Saulo e Barnabé. Saulo era um perseguidor da Igreja, e sua conversão era questionada por muitos. Ele foi enviado pelos irmãos da comunidade para sua terra natal. Foi Barnabé quem o buscou, quem acreditou no potencial dele e quem iniciou Paulo no ministério (Atos 11.25).

Barnabé era um homem dedicado a gerar filhos na fé, da mesma forma que ele orientou Paulo, ele também acolheu e ensinou João Marcos. E perseverou em cuidar dele, mesmo quando o próprio Paulo não o apoiou (Atos 15.37-39). O resultado nós sabemos, este jovem se tornou o autor do Evangelho de Marcos e o Apóstolo dos Gentios reconheceu o seu valor futuramente (2 Timóteo 4.11).

Entretanto, a história mais incrível de adoção que há na Bíblia é a nossa. Nós fomos adotados por Deus. Em Cristo recebemos o direito de sermos chamados filhos de Deus (João 1.12). Deus nos adotou mesmo conhecendo os nossos defeitos, nossos pecados e nosso caráter. Ele nos tornou seus filhos, transformando-nos também em herdeiros simplesmente porque nos amou (Romanos 8.17; Efésios 1.4,-5; Gálatas 4.6-7).


d) Adoção é um desafio atual

Em nosso país, qualquer pessoa adulta pode adotar, seja solteira, casada ou viúva, desde que tenha condições de proporcionar uma vida digna para a criança. Claro que existe um processo burocrático e outras avaliações que visam garantir a segurança do adotado. Mas não é impossível!

Todos os que desejam amar a alguém assumindo a paternidade ou a maternidade de alguma criança ou adolescente em situação de abandono podem procurar a Vara da Infância e da Juventude de seu município.

Outra forma de praticar é procurar alguma família, criança ou adolescente que precise de ajuda financeira, oportunidade de estudo, que necessite de abrigo ou mesmo de apoio emocional e oferecer apoio pessoal. Há pessoas e famílias que praticam esse tipo de "apadrinhamento".

Todo cristão pode praticar a adoção, especialmente a espiritual. Discipulado é outro nome para adoção espiritual. Assumir a paternidade espiritual de alguém novo na fé é um desafio para todos. Abra seu coração para este tema e veja em qual dessas três opções e Espírito Santo te desafia.
_______
Fonte: Mensageiro da Paz, ano 89, número 1608, maio de 2019, página 6, coluna Em Tempo, Bangu, Rio de Janeiro/RJ (Casa Publicadora das Assembleias de Deus - CPAD).

Flavianne Vaz, autora deste artigo, é historiadora, possui formação teológica pela FTSA e trabalha no Centro de Estudos do Movimento Pentecostal (Cemp/CPAD).

sábado, 25 de maio de 2019

Lições Bíblicas: Tempo, Bens e Talentos - Sendo mordomo fiel e prudente com as coisas que Deus nos tem dado

“Tempo, Bens e Talentos – Sendo mordomo fiel e prudente com as coisas que Deus nos tem dado”. Este é o tema escolhido pela Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), ao terceiro trimestre de 2019, para ser lecionado nas igrejas que adotam as revistas Lições Bíblicas - Adulto. O comentarista das trezes lições é o Pastor Elinaldo Renovato.

Sumário:

Lição 1 – O que é a Mordomia Cristã
[ Cinco etapas para você otimizar seu tempo ]
Lição 2 – A Mordomia do Corpo
Lição 4 – A Mordomia da Família
Lição 8 – A Mordomia do Tempo
Lição 9 – A Mordomia do Trabalho
Lição 10 – A Mordomia das Finanças
Lição 13 – Seja um Mordomo Fiel

domingo, 5 de maio de 2019

As cortinas do Tabernáculo

INTRODUÇÃO

Os tecidos para a cobertura do Tabernáculo eram exatamente como Deus determinou a Moisés. Em nada havia iniciativa humana. O texto bíblico em Êxodo 26.1-14, revela que as cores usadas possuem relação com verdades espirituais. É importante extrair dessa comparação lições que edifiquem a vida cristã. 

Deus, ao longo da revelação das Escrituras Sagradas, sempre usou coisas simples para ensinar verdades espirituais. Assim, o Tabernáculo - que tipificava a morada de Deus e as características redentoras e salvíficas expressas na obra expiatória de Jesus Cristo -, tinha cortinas compostas de cores que apontavam para a obra completa da salvação.

O Tabernáculo. Símbolos da Obra Redentora de Cristo. Blog Belverede. Eliseu Antonio Gomes. https://belverede.blogspot.com.br

I - AS COBERTAS E AS CORTINAS DO TABERNÁCULO

Na natureza, há uma variedade inumerável de tons. Esta variedade é usada para a simbologia das cortinas do Pátio do Tabernáculo. As  coberturas estavam classificadas em "coberta exterior" e "cortinas internas".

As cortinas internas e as externas do Tabernáculo foram feitas com especial primor e beleza para, em primeiro lugar, enaltecer a presença divina no Tabernáculo e, em segundo lugar, para dar um sentido de santidade aos serviços sacerdotais no seu interior. A coberta exterior, assim como a interior, representavam símbolos importantes.

As cortinas externas não tinham acabamento primoroso, o aspecto era simples e tosco, contrastando com a beleza do cortinado interior. Por isso, tanto as cortinas de fora quanto as de dentro, usadas no Tabernáculo, revelam tipologicamente, a figura de Jesus Cristo quando se fez homem, cumprindo assim a profecia de Isaías 53.2, que nos que o Messias "foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca; não possuía beleza e nem formosura". Leia também: Mateus 13.55; Filipenses 2.6-8.

É necessário resgatarmos o senso do que é santo e do que é profano. Isso não significa legalismo, muito menos uma visão maniqueísta da vida cristã. Na verdade, trata-se de um conselho bíblico. Ora, Deus, é santo, e por isso, a Igreja de Cristo precisa viver como povo santo.

1. A coberta exterior.

Uma das finalidades da cobertura exterior era resistir às intempéries climáticas do deserto e por isso era rústica. O forro, que servia para cobrir a parte superior e as paredes do lado de fora, era feito de material para resistir às intempéries do deserto, confeccionados de peles de animais marinhos, texugo ou golfinho, madeira de cetim cortadas em tábuas, a qual tinha uma lâmina de ouro que sustentava as peles estendidas (Êxodo 26.15-30). O trabalho era resultado da inspiração dos artesãos, os quais receberam de Deus todo o desenho, com o sobreaviso que o lugar serviria como habitação de Deus no meio de seu povo.

As quatro colunas da entrada do Tabernáculo e os véus têm também um significado muito importante. Em Êxodo 27.16, na tradução Nova Almeida Atualizada, lemos: o seguinte "À porta do átrio, haverá um cortinado de oito metros e oitenta de comprimento, de pano azul, púrpura, carmesim e linho fino retorcido, obra de bordador; as suas colunas serão quatro, e as suas bases, quatro." Estas quatro colunas figurativamente falam da oportunidade de salvação para todos. Todos têm oportunidade de entrar no Santuário (Mateus 24.31; João 3.16).

Os quatro véus que cobrem as quatro colunas de entrada da tenda, por suas cores significativas, apontam-nos os quatro Evangelhos, pela ordem em que estes aparecem no Novo Testamento.
1. Mateus, em seu Evangelho, focaliza a pessoa de Jesus do ponto de vista de sua realeza, e isto nos leva ao Lugar Santíssimo do Tabernáculo, onde Deus habitava sobre o Propiciatório, entre os querubins da glória (confira: 13.23). Este Evangelho apresenta Jesus como o Rei dos reis; é o Evangelho do Rei. Mateus enfatiza este aspecto do caráter de Jesus, por 14 vezes, o chama de Filho de Davi, o famoso rei cuja descendência Deus prometeu perpetuar no trono de Israel. O Messias viria como Rei, conforme a profecia de Zacarias 9.9: "Eis aí o teu Rei". Por isso Mateus registra a genealogia de Jesus, pois um Rei precisa provar a sua ascendência real.
2. No Evangelho segundo Marcos Jesus é mostrado como Servo fiel e sofredor. Um servo não precisa de genealogia, por isso Marcos não trata da ascendência do Senhor, apenas aponta os traços de Jesus do ponto de vista da cruz, e isto nos leva ao altar de bronze, ou dos holocaustos. Percebemos esse ponto de vista claramente expressos no capítulo 4 e versículos números 8 e 20. A leitura da obra de Marcos apresenta o Messias descrito na profecia de Isaías (42.1):“Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se agrada. Pus sobre ele o meu Espírito, e ele promulgará o direito para os gentios".
3. No Evangelho segundo Lucas temos a apresentação Jesus como o homem de caráter justo, de conduta perfeita; o evangelista apresenta a pessoa do Salvador como o Filho do homem. E como todo homem perfeito, ilustre e nobre precisa de uma genealogia, o médico Lucas registra a ascendência de Jesus. O Senhor, em Lucas, cumpre a profecia de Zacarias 6.12: "E diga-lhe: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: “Eis aqui o homem cujo nome é Renovo. Ele brotará do seu lugar e edificará o templo do SENHOR". O linho branco acena para o homem perfeito, para o caráter justo de Jesus.
4. Vemos em João o Evangelho do Filho de Deus. Jesus, como Filho de Deus, cumpre a profecia de Isaías 40.9: "Ó Sião, você que anuncia boas-novas, suba a um alto monte! Ó Jerusalém, você que anuncia boas-novas, levante a sua voz fortemente! Levante-a, não tenha medo. Diga às cidades de Judá: “Eis aí está o seu Deus!” João não registra a genealogia de Jesus, pois Deus não tem genealogia.
O acesso geral e livre ao Tabernáculo pelos lados do Pátio não era permitido. . A única entrada  de acesso ao Pátio era a porta que ficava no meio, ela possuía quatro colunas, que simbolizam os quatro evangelhos.

Ao entregar a sua vida como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, a cortina do templo foi partida do alto para baixo. O rasgo da cortina no momento do sacrifício de Jesus sinaliza que derramamento de sangue e morte serviram como uma expiação suficiente pelos pecados em caráter definitivo. Significa que o caminho para o Santo dos Santos, outrora bloqueado agora está acessível para todas as pessoas, em todos os lugares e tempos, tanto aos judeus quanto aos gentios. Naquele momento, a Antiga Aliança teve seu término e começava a Dispensação da Graça (Hebreus 8.13; 9.8-9).

Jesus é a Porta aberta a todos os pecadores arrependidos, que confessam os seus pecados e os deixa (Provérbios 28.13; João 10.9).

2. As cortinas internas.

A coberta interna era tingida de vermelho, apontava para Cristo e seu sacrifício na cruz. No ritual do Tabernáculo, o vermelho simbolizava o sangue de Cristo para a remissão do pecado.

A coberta sem tingimento, feitas de peles de cabras brancas, revelava a ideia de pureza e justiça do nosso Senhor, e, também, tipificava a pureza de seres angelicais que servem junto ao Trono de Deus.

O Tabernáculo. Símbolos da Obra Redentora de Cristo. Blog Belverede. Eliseu Antonio Gomes. https://belverede.blogspot.com.br

II - O CORTINADO DO PÁTIO DO TABERNÁCULO

1. A simbologia descritiva das cortinas do Tabernáculo.

As dimensões do Pátio retangular, envolto por cortinas e varais ao redor do Tabernáculo, foram fornecidas com precisão, tinha 44 metros de cumprimento e 22 de largura (27.9-19).

As cortinas do Tabernáculo eram do mesmo material e padrão da quarta cobertura. A cortina do átrio simbolizava a salvação; a cortina da Tenda tipificava ministração; a cortina interna, o véu, representava a mediação.

2. O significado da separação.

O Tabernáculo estava separado das tribos por uma cerca constituída de 60 colunas de bronze, sobre as quais apoiava-se um cortinado de linho branco, de dois metros e meio de altura. Isso fala da separação entre Deus e o pecador (Êxodo 38.10- 15,19 31; Isaías 59.2). Visto que o lugar era santo e representado pelo cortinado branco de linho fino torcido, toda a área do Tabernáculo constituía-se em lugar isolado. As dimensões dessas cortinas, compridas em largura e altura, tinham, por objetivo tornar todo aquele ambiente, entre a cerca e o Tabernáculo, delimitado e fora da visão dos pecadores.

Essa restrição nos ensina que é necessária a justiça perfeita de Deus para ter acesso a Ele (Romanos 3.22-26; 10.3). Para adentrar ao Pátio, o hebreu deveria levar a sua oferta pelo pecado. Assim, as cortinas faziam a separação entre o santo e o profano.

É importante enfatizar que os dois véus, o primeiro do Pátio para ao Lugar Santo; e o segundo, do Lugar Santo para o Lugar Santíssimo; somado o pano de linho branco, que constitui a cerca do Pátio traz, claramente, o ensino bíblico da separação, que precisa haver entre o que está consagrado e o que  desrespeita os preceitos religiosos. É necessário resgatarmos o senso do que é ato de reverência. Isso não significa legalismo, muito menos uma visão maniqueísta da vida cristã. Na verdade, trata-se de um conselho bíblico. Ora, Deus, é santo, e por isso, a Igreja de Cristo precisa viver como povo santo.

3. O significado da santidade.

Santidade é a separação absoluta do pecado e dedicação exclusiva a Deus. Assim, ter a consciência da santidade bíblica significa ter a disposição para viver na contramão do mundo (1 João 2.15).

Jesus Cristo ainda intercede por nós hoje em dia da mesma maneira que orou no capítulo 17 de João. Como nosso Mediador diante de Deus, está rogando ao Todo Poderoso que nos livre do mal. Ele quer que todo crente seja santificado. A santificação nos faz um com o Senhor Jesus e nos faz santo com Jesus (Hebreus 2.11).

Paulo, escrevendo aos crentes de Tessalônica, revela que a vontade Deus é que todo crente viva em santidade, separado dos pecados atuais e do pecado original (1 Tessalonicenses 4.3). Os pecados atuais são os que cometemos voluntariamente, ao passo que o pecado original é o que herdamos do primeiro Adão.

O Tabernáculo. Símbolos da Obra Redentora de Cristo. Blog Belverede. Eliseu Antonio Gomes. https://belverede.blogspot.com.br

III. AS CORES DAS CORTINAS DO TABERNÁCULO

Nenhum crente pode chegar a dizer que está totalmente livre do pecado (1 João 1.8, 9). Somos culpados dos pecados de omissão pelo fato de nenhum de nós adorar de modo suficiente, amar e servir a Deus suficientemente, isto sem mencionar os pecados que cometemos de tempos em tempos. É por esta razão que o sangue de Jesus nos purifica continuamente de todo o pecado (João 1.7 - o tempo presente do verbo grego do verbo demonstra ação repetida ou contínua).

1. O significado especial das cores.

Simbolicamente, para nós, os discípulos de Cristo, a diversidade de cores do cortinado do Tabernáculo apontava para a revelação obra completa de Cristo, que envolve a remissão do passado, do presente e do futuro. É a obra completa da salvação. O véu foi rasgado, o homem foi reconciliado com Deus, a divisão foi jogada por terra, pois o Calvário no deu o direito de entrar na presença de Deus.

As cores tinham significados especiais para a vida espiritual da nação. israelita e também são muito significantes para a Igreja de Cristo.

2. A cor azul celeste (Êxodo 27.16)

Dentre as referências ao azul no Antigo Testamento destaca-se à do cordão azul em Números 15.38-40: "Fale aos filhos de Israel e diga-lhes que ao longo das suas gerações coloquem franjas nas extremidades das suas capas e ponham um cordão azul em cada franja. E as franjas estarão ali para que, ao vê-las, vocês se lembrem de todos os mandamentos do SENHOR e os cumpram, para que vocês não se deixem arrastar à infidelidade, seguindo os desejos do seu coração e dos seus olhos. As franjas estarão ali para que vocês se lembrem de todos os meus mandamentos, os cumpram e sejam santos ao Deus de vocês."

Por ser um dos principais símbolos do céu, o azul revela o propósito profundo de Deus, de conduzir o seu povo a uma constante atitude de comunhão como Pai celeste, de quem deveriam receber graça e inspiração para uma vida santa, de fidelidade aos seus elevados preceitos e, conseqüentemente, de separação das concupiscências mundanas. Assim, mediante o memorial das fitas azuis fixadas nas franjas das suas vestes, os israelitas deveriam lembrar-se da sua responsabilidade de obediência à Lei do Concerto do Sinai, e de sua chamada para ser o povo santo do Senhor.

Havia uma cortina interna que podia ser vista apenas do lado de dentro do Tabernáculo. Ela era feita de linho branco e fino com bordados das figuras de querubins e tinha as cores púrpura, escarlate e azul (Êxodo 26.1-6). A visão que se tinha dessa cortina interna lembrava o céu de glória, pois essa cor indica sempre o céu ou aquilo que é celeste. As figuras dos querubins, impressas e bordadas naquela cortina, representavam tipos de seres angelicais que servem junto do trono de Deus. Em relação a Cristo, a cor é uma figura da realeza e divindade de Jesus (Efésios 1.20, 21), bem como a sua manifestação triunfal para implantar o Reino Milenar.

3. A cor púrpura (Êxodo 27.16).

A palavra hebraica para "púrpura" é "argaman e, no aramaico, é "ar'wan (2 Crônicas 2.7; Daniel 5.7). Na Antiguidade, era obtida de uma espécie de molusco encontrado no fundo mar Mediterrâneo. Por causa do seu brilho, a púrpura foi uma cor preferida nos palácios reais (2 Crônica 2.14). Era usada nas roupas do sumo sacerdote (Êxodo 28.4-6; 39.1, 2).

A tonalidade púrpura expressava a majestade de Cristo, fala de realeza, seu simbolismo remete ao que Cristo é agora no céu, lugar onde assumiu a divindade depois de sua ascensão (Efésios 1.20, 21). A cortina com a tintura púrpura também apontava ao futuro escatológico, porque a soberania de Cristo será um dia revelada na segunda etapa da Vinda em glória, momento em que Ele assumirá o governo da terra como Rei e Senhor de todas as coisas (Salmos 110; Isaías 9.6; Lucas 1.32).

Para o pintor que faz quadros no estilo realista criar a tonalidade púrpura real, o processo é misturar as cores azul com vermelha e preta. A mistura das três tintas nos faz lembrar que o Verbo divino a si mesmo "se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se semelhante aos seres humanos” (Filipenses 2.7). Cristo trocou o céu pela terra, deixou de lado sua autoridade celestial tornando-se semelhante aos homens, sujeitos à tentação e ao pecado, assumiu a figura humana com o objetivo de morrer pelos seres humanos que estavam em trevas, ressuscitar sem pecado e em seguida levá-los para o céu (João 1.1-4; e 14.1-6).

4. A cor escarlate (carmesim) (Êxodo 27.16).

A palavra "escarlate" é a combinação de duas palavras hebraicas: "laath e shahl. Encontramos a primeira traduzida como "verme" no Salmo 22.6; a segunda está subentendida no texto de Apocalipse 19.13.

Escarlate é a tinta vermelha com matiz a pender ao tom laranja. No círculo cromático, é a cor do sangue e da chama do fogo. Na Antiga Aliança, e por conseguinte na peregrinação dos israelitas pelo deserto, o escarlate remetia ao sangue expiatório, toda a tonalidade vermelha representava o sangue vertido na cruz, que remiu os nossos pecados.

Segundo os estudiosos, para a feitura do tom escarlate, ou carmesim, os hebreus usavam um inseto fêmea, ainda na fase de larva, encontrados em árvores. O inseto era moído até se transformar em pó e depois misturado em outro composto líquido para colorir tecidos e fios (Gênesis 38.28, 30; Josué 2.18, 21; 2 Samuel 1.24).

 Tal coloração de tintura remete aos textos bíblicos das profecias messiânicas:
• Salmos 26.1, 10 - “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? (...) ‘eu sou verme e não um ser humano; afrontado pelos homens e desprezado pelo povo”.
•  Isaías 53.10 - “Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do Senhor prosperará na sua mão”.
5. A cor branca do linho torcido.

O tecido de linho branco possuía trabalho bordado com fios tingidos em azul. O corante biológico azulado, tinha pigmentação luminosa extraída de um molusco que produzia tal efeito brilhoso. A cor branca representava a pureza e o tom azulado e brilhante lembrava o firmamento. A gradação das duas cores transmite a mensagem que o ser humano precisa de Deus; revela que o Salvador é o nosso Emanuel (Deus conosco), diz que Jesus é ser celestial (João 3.31).

O branco simboliza pureza e santidade. No plano da obra redentora de Cristo, o destino final das almas é o céu, mas para chegar no céu é necessário mortificar os desejos da carte e viver em santidade (Salmos 15; Gálatas 5.16-23). 

CONCLUSÃO

A Igreja de Cristo não se fecha dentro de uma cerca como se fosse um casulo que esconde seu bichinho, mas está sempre pronta para receber todo pecador arrependido que confessa Jesus Cristo como o seu Cordeiro expiatório. O propósito de ser cristão não é tão-somente ser salvo do inferno e ir para o céu. Implica em assumir o caráter de Cristo, como filho de Deus e permanecer fiel em todas as circunstâncias.

Na última noite da vida do Senhor, Ele reuniu-se com seus discípulos no Cenáculo. Ali, aconteceu o ato final entre eles, a consumação de toda a sua vida. Sentaram à mesa para cearem. Jesus tomou o pão, partiu-o e os ensinou a tomar e comer. Considerando que o Senhor estava ainda em carne, o ato de Jesus declarava, diante dos anjos e dos homens, que Ele não hesitaria em morrer pelo mundo, não haveria limites para sacrificar-se pela Humanidade, seria fiel até à morte.

Se o caráter de Jesus está em você e em mim, então, em termos de propósito, isso nos fez de fato como Ele. O seu Espírito nos é dado, temos em nós a mesma fidelidade inextinguível, que caracterizou o Filho de Deus. Caso necessário, até quando houver um sentenciamento de pena máxima, à morte. Ser cristão fiel é recusar-se a se curvar, preferir morrer a desonrar o Filho de Deus.

E.A.G.

Compilações:
Lições Bíblicas. Professor. Adultos.Elinaldo Renovato. O Tabernáculo, Símbolos da Obra Redentora de Cristo. Lição 4: O Altar do Holocausto. Abril a Junho de 2019, páginas 43 e 47. Bangu, Rio de Janeiro/RJ . Casa Publicadora das Assembleias de Deus no Brasil (CPAD).
Ensinador Cristão, ano 20, número 78, segundo trimestre de 2019, página 39. Bangu, Rio de Janeiro/RJ . Casa Publicadora das Assembleias de Deus no Brasil (CPAD).
O Tabernáculo e a Igreja - Entrando com ousadia no santuário de Deus; Abraão de Almeida, páginas 14 a 16, Rio de Janeiro. Casa Publicadora das Assembleias de Deus no Brasil (CPAD).
O Tabernáculo - Símbolos da Obra Redentora de Cristo; Elienai Cabral, páginas 67 a 70, e 74 a 76; 1ª edição 2019; Bangu, Rio de Janeiro / RJ (Casa Publicadora das Assembleias de Deus / CPAD). 

As adjetivações da esquerdopatia brasileira


- Gosto de ser negro.
- Legal. Gosto de ser branco.
- Racista!

- Sabia? Eu sou gay.
- Ok. Legal. Eu sou hétero.
- Homofóbico!

- Sou da esquerda.
- Legal. Eu sou da direita.
- Facista!

- Sou liberal.
- Legal. Sou conservador.
- Intolerante!

Charlie Brown é um personagem criado pelo cartunista americano Charles Monroe Schulz [26/11/1922 - 12/02/2000]. O próprio Schulz escreveu e desenhou as estórias, de outubro de 1950 até o ano no qual aconteceu o seu falecimento. Em companhia do cão Snoopy, Charlie ficou popularizado nos Estados Unidos na tirinha de jornais intitulada Peanuts [no Brasil, Minduim], traduzida para cerca de 40 idiomas. Além das tirinhas, Charlie Brown também foi usado em 43 desenhos animados na televisão, sendo que um número considerável foram especiais de Natal.

E.A.G

Atualizado em 11 de maio de 2022 às 4h22.