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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

O DOM DA PROFECIA E O CHAMADO VOCACIONAL DOS PROFETAS NO NOVO TESTAMENTO E EM NOSSA GERAÇÃO

Existe diferença entre o dom da profecia e o ofício de profeta. O primeiro é um dom do Espírito e o segundo é uma função ministerial a ser utilizada na Igreja do Senhor, que é o Corpo de Cristo.

Determinado pregador certa vez afirmou o seguinte: O profeta poderá ser encontrado com o dom de profecia, mas nem toda pessoa que tem o dom de profecia poderá ser considerada profeta. No mesmo sentido acontece em Medicina: o médico presta atendimento médico, mas nem toda pessoa que oferece cuidados médicos é um médico.

Com isso, podemos dizer que nem todos que profetizam são profetas, nem todos os que têm o dom da profecia são chamados para o cargo de profeta.

O dom da profecia

O Espírito Santo distribui nove espécies de dons à Igreja de Cristo, entre eles a capacidade de comunicar mensagens visando exortar, consolar e edificar, de forma individual ou coletiva (Romanos 12:6 ; 1ª Corintios 14.3-4).

“A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito para o proveito comum. Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; a outro a operação de milagres; a outro a profecia; a outro o dom de discernir espíritos; a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação de línguas” - 1ª Corintios 12.7-10.

“Porque todos podereis profetizar, cada um por sua vez; para que todos aprendam e todos sejam consolados” - 1ª Corintios 14.31.

Um cristão portador de dom da profecia não é aquele que é usado para trazer correção para o corpo de Cristo de maneira específica. Este dom traz três resultados de acordo com 1ª Coríntios 14.3:

• Ela produz a edificação da vida cristã e caráter;

• Encoraja os crentes desanimados;

• Fortalece os crentes ao dar espaço à esperança.

Os profetas

Jesus Cristo fundou a Igreja. Nas páginas do Novo Testamento vemos que Ele organiza a liderança dela criando cinco ofícios ministeriais, cada qual com sua especificidade.

Os profetas são porta-vozes de Deus e porta-vozes que falam para a humanidade em nome de Deus.

"Ora, havia na igreja em Antioquia alguns profetas e mestres" - Atos 13.1.

“E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro mestres, depois operadores de milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. Porventura são todos apóstolos? são todos profetas?” - 1ª Corintios 12.28-29 a.

“E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo” - Efésios 4.11-12.

Em virtude da construção gramatical no grego, fica claro que as cinco funções possuem estreita proximidade de ações entre si, porém, são distintas em suas funcionalidades.

Os profetas são as pessoas as quais Deus revela uma mensagem para o povo que atende às suas necessidades ou situações específicas na Igreja. Ele não age separado dos outros quatro ministérios.

As pessoas vocacionadas ao cargo de profetas proclamam a mensagem de arrependimento e esperança, denunciam o pecado e predizem o juízo futuro, inclusive em questões nacionais, ao receber revelações da parte de Deus. Eles têm consigo autoridade divina, embora não poucas vezes sejam reconhecidos assim no ambiente em que vivem. O próprio Jesus disse isso sobre os profetas, avisou que eles não encontram honra em sua pátria (João 4.44).

A mescla de proclamação e predição são encontradas no Novo Testamento. Como cristãos somos ordenados a viver como Cristo e proclamá-Lo a todos da nossa geração, anunciando o arrebatamento da Igreja e o Juízo Final.

A vocação profética tem origem em Deus

Em Atos 21.10-14, lemos o profeta em ação. Ágabo entrega ao apóstolo Paulo um recado do Espírito Santo, avisando-lhe que seria preso por judeus em Jerusalém e em seguida entregue aos gentios. A maneira que a mensagem é ministrada é totalmente diferente da forma ministrada por pastores, mestres, evangelistas ou apóstolos.

A função de profeta é uma função designada por Jesus Cristo e não pelos homens. Ninguém tem capacidade por si mesmo para se promover ao cargo e nenhuma denominação evangélica tem aval do Senhor para designar seu membro ao posto de profeta.

Infelizmente, muitas pessoas têm se autoproclamado como profetas por iniciativa pessoal, objetivando glória e vantagens para si mesmo e seu círculo social. Após se apresentar com este título, se acham no direito de criticar, repreender e prejudicar desafetos, criando “recados divinos” em mensagens que com muita clareza entendemos serem missões em causas próprias ou das intituições eclesiásticas que representam.

O profeta verdadeiro trabalha para converter almas para Cristo e jamais para si mesmos ou suas denominações evangélicas.

Leia mais: Efésios 4.11, Atos 11.27-30, 13.1; 15.32, 19.6.

E.A.G.
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Artigo liberado para cópias, é solicitado que sejam citados o link (HTML) do blog Belverede e o nome do autor.

O presente texto é publicado com o objetivo de servir de subsídio à revista Lição bíblica - O Ministério Profético na Bíblia; lição 11 - O dom ministerial de profeta e o dom de profecias – O ministério profético no Novo Testamento; comentários do Pr. Esequias Soares (CPAD).

sexta-feira, 9 de abril de 2010

PASTOR ESDRAS COSTA BENTHO COMENTA SOBRE PROSPERIDADE BÍBLICA NO BLOG BELVEREDE

Kharis kai eirene

Prezado Eliseu, suas palavras são dignas de serem refletidas pelos teólogos assembléianos. Entendi que o caro amigo não é defensor da Teologia da Prosperidade, mas também não defende a Teologia da Mendicidade, mas aproveitou a oportunidade para criticar com mestria tanto uma como a outra. Já comentei a respeito da prosperidade em meu blog de acordo com a visão veterotestamentária, uma vez que a maioria dos pregadores da prosperidade usam e abusam das perícopes desse tomo sagrado.

Segue abaixo, algumas dessas considerações que, embora não definitas, contribuem para uma reflexão a respeito do tema:

Cinco termos hebraicos que descrevem a prosperidade no Antigo Testamento.

1. Tsālēach: a prosperidade como fruto de uma vida bem-sucedida. No Antigo Testamento a palavra hebraica mais comum para descrever a prosperidade é tsālēach, isto é,"ter sucesso", "dar bom resultado", "experimentar abundância" e "fecundidade". Esse termo é usado em relação ao sucesso que o Eterno deu a José (Gn 39.2,3,33) e a Uzias (2 Cr 26.5). No contexto bíblico, a verdadeira prosperidade material ou espiritual é resultado da obediência, temor e reverência do homem a Deus. A Escritura afirma que Uzias "buscou o SENHOR, e Deus o fez prosperar". A prosperidade de Uzias nesse período foi extraordinária. Como rei desfrutou de um sucesso e progresso imensurável (2 Cr 26.7-15). Deus deu-lhe sabedoria para desenvolver poderosas máquinas de guerra para proteger Jerusalém (vv.14,15). A prosperidade de Uzias era subordinada à sua obediência a Deus. O profeta Zacarias o instruía no temor do Senhor, razão pela qual o monarca prosperou abundantemente. O homem verdadeiramente próspero é como a "árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará" (Sl 1.3). Porém, a soberba destronou o rei de seu palácio e prosperidade (confira shālâ).

2. Chāyâ: a prosperidade de uma vida longeva. Um outro termo hebraico que descreve a vida próspera é chāyâ. Literalmente a palavra significa "viver" ou "permanecer vivo", entretanto, em certos contextos significa "viver prosperamente": "Até que eu venha e vos leve para uma terra como a vossa, terra de trigo e de mosto, terra de pão e de vinhas, terra de oliveiras, de azeite e de mel; e assim vivereis e não morrereis" (2 Rs 18.32). Em 1 Samuel 10.24, a frase "Viva o rei!", quer dizer "Viva prosperamente o rei!"; "Viva o rei em prosperidade". Nesses dois contextos, chāyâ se refere à "fartura de dias", "longevidade", "livrar-se da morte" e, consequentemente, "prosperidade". O termo também relaciona-se à saúde física e a cura de enfermidades. Em Js 5.8, o termo é traduzido por "sarar", "recuperar a saúde".

3. Śākal: a sabedoria que traz prosperidade. Um outro termo muito significativo no Antigo Testamento é śākal. Textualmente significa "ser sábio", "agir sabiamente" e, por extensão, "ter sucesso". Esta palavra está relacionada à vida prudente, ao agir cautelosa e sabiamente em todos os momentos e circunstâncias. Um exemplo negativo que serve para ilustrar a importância do que estamos afirmando é o marido de Abigail. Nabal, do hebraico nābāl, ipsis litteris, "louco", "imprudende", "tolo", demonstrou imprudência, tolice e loucura ao negar socorrer a Davi em suas necessidades. Embora rico, não era sábio e prudente (1 Sm 25.10-17); sua estultice quase o leva à morte pelas mãos de Davi, mas não impediu que o mesmo fosse morto pelo Senhor (1 Sm 25.37,38). Nabal não agiu com śēkel, isto é "sabedoria", "prudência"; não procedeu prudentemente, portanto, "não teve sucesso", "não foi próspero". Davi, por outro lado, viveu sabiamente diante de Saul, dos exércitos de Israel, do povo e diante do próprio Senhor: "E Davi se conduzia com prudência [śākal] em todos os seus caminhos, e o Senhor era com ele" (1Sm 18.14 ler vv.12,15). Nestes versículos temos a relação mútua entre dois conceitos: O Senhor era com Davi, razão pela qual o filho de Jessé foi prudente em suas ações; Davi era sábio, justo e prudente, motivo pelo qual o Senhor era com ele. Em alguns textos śākal diz respeito à prosperidade que advém do comportamento sábio e prudente.

4. Shālâ: o estado de impertubabilidade da prosperidade. O vocábulo procede de uma raiz da qual se deriva as palavras "tranquilidade" e "sossego". O termo significa "estar descansado", "estar próspero", "prosperidade". O termo também diz respeito à prosperidade do ímpio (Jr 12.1). Porém, o foco que pretendo destacar é o flagrante estado de "impertubabilidade" que pode levar ao orgulho. No Salmo 30. 6 o poeta afirma: "Eu dizia na minha prosperidade [shālâ]: Não vacilarei jamais". Derek Kidner (1981, p.148) afirma que a raiz hebraica que dá origem a palavra prosperidade nesse versículo refere-se às "circunstâncias fáceis, ao ponto de vista despreocupado, ao descuido e à complacência fatal" (Jr 22.21; Pv 1.32). Provérbios 1.32 revela com muita propriedade que "a prosperidade dos loucos os destruirá". O Salmo 30 descreve o louvor pelo recebimento da cura divina e pelo livramento da morte: "Senhor, fizeste subir a minha alma da sepultura; conservaste-e a vida para que não descesse ao abismo" (v.3). A salmodia foi composta logo após o restabelecimento da saúde física do salmista. Neste poema o rapsodo fala a respeito de sua prosperidade e de como sentia-se seguro, tranqüilo e impertubável até que a calamidade adentrou nos umbrais de sua frágil vida e seu orgulho e confiança na riqueza foi abatido. A confiança na estabilidade da prosperidade cede lugar à confiança inabalável na bondade divina: "Ouve, Senhor, e tem piedade de mim; Senhor, sê o meu auxílio" (v.10).

O patriarca Jó também alude ao "descanso" e "tranquilidade" advindas da prosperidade e como de súbito foi apanhado pelas adversidades: "Descansado [shālâ] estava eu, porém ele me quebrantou" (Jó 16.12a). Paulo, muito tempo depois orienta ao jovem pastor Timóteo para que exorte os ricos a não porem a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente dá todas as coisas (1 Tm 1.17). A prosperidade anunciada por meio do vocábulo shālâ pode produzir, como afirma o teólogo Victor Hamilton, "despreocupação" (Ez 23.41; Pv 1.32). Portanto, esse termo afirma o perigo que subjaz na prosperidade. Esta não deve substituir a confiança em Deus e nas santas promessas das Escrituras.

5. Dāshēm: a prosperidade abundante. Este termo é mais frequente nos textos poéticos do que nos prosaicos. Logo, trata-se de um vocábulo poético e idiomático hebreu. Literamente significa "engordar", "ser gordo" e, consequentemente, "ser próspero". Em nossa obra, Hermenêutica Fácil e Descomplicada (CPAD) explicarmos detalhadamente o hebraísmo "gordura" nas páginas 212, 213, 214 e 215. O Salmo 63.5, por exemplo, diz: "A minha alma se farta, como de tutano e de gordura [dāshēm]; e a minha boca te louva com alegres lábios". O hebraísmo dāshēm, isto é, gordura, descreve duas verdades concernentes à prosperidade: suficiência e sentimento de bem-estar advindo da prosperidade. Em Gênesis 41 aprendemos que as vacas gordas representam prosperidade, suficiência, abundância e felicidade (vv.26,29), enquanto as magras, necessidade, escassez, fome e tristeza (vv.27,30). Imagagens como essas eram freqüentes np Crescente Fértil. Nos períodos áureos, o gado sempre gordo refletia a prosperidade da terra, trazendo alegria a seus proprietários, enquanto o rebanho magro refletia a miséria e infortúneo. Desde então, os judeus, nada afeitos a termos abstratos, preferiram designar a prosperidade utilizando-se de imagens como gordura, vacas gordas e tutanos (gordura do interior dos ossos). Veja, por exemplo, a bênção de Isaque sobre o seu filho: "Assim, pois Deus te dê do orvalho do céu, da gordura da terra, e da abundância de trigo e mosto" (Gn 27.28 Edição Contemporânea de Almeida). Na tradução, a ARA (Almeida Revista e Atualizada) omite o hebraísmo "gordura da terra", mas traduz por "exuberância da terra". Embora o termo hebraico em Gênesis seja outro, participa do mesmo campo semântico de dāshēm, gordura, assim como o vocábulo chādal, isto é, ser gordo ou próspero. Este termo, por sua vez, diz respeito a prosperidade abundande, que salta aos olhos e traz extrema felicidade e contentamento (Pv 11.25; 13.4).

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O conteúdo acima está postado em meu blog, como comentário ao artigo publicado na data de ontem neste blog, cujo nome é Carta Aberta aos Pastores Filiados à CGADB
O Pr. Esdras Costa Bentho é um dos idealizadores do UBE Blogs, juntamamente com o Pb Valmir Nascimento Milomen e Pr. Altair Germano. É paraibano, teólogo, graduando em Pedagogia e escritor. Na ciência pedagógica é pesquisador nas áreas de educação infantil, formação de professores e gestão educacional. Na ciência teológica, é biblicista e hermeneuta, especialista em Hermenêutica Bíblica e pesquisador na área de Hermenêutica Filosófica, com ênfase no período clássico da hermenêutica alemã. Aprecia os filósofos alemães, principalmente Heidegger, Kant e Gadamer, e os franceses Rousseau e Ricoeur; além de ávido leitor da poesia pessimista de Augusto dos Anjos. Edita o blog Teologia & Graça.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

PASTOR ESDRAS COSTA BENTHO CONCEDE CURSO DE HERMENÊUTICA PELA INTERNET



Pastor Esdras Costa Bentho, que dispensa maiores comentários, em fevereiro estará ministrando um curso de hermenêutica avançada, bíblica e filosófica, em seu blog.

Não perca!

Você, blogueiro, se ainda não possui entre os seus sites favoritos o Teologia com Graça, sugiro que dê tal destaque. Seus leitores agradecerão.

E, se possível, passe essa informação adiante.


http://teologiaegraca.blogspot.com/ 

sábado, 17 de novembro de 2007

PROSPERIDADE - OS TEÓLOGOS NA MINHA ESTANTE E OS TEÓLOGOS NA BLOGOSFERA - A RESPOSTA

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Na última quarta-feira, 14, deixei uma postagem neste blog com uma pergunta ao Pr Esdras Bentho. Queria saber qual o sentido do termo paz nos idiomas hebraico e grego, segundo o parecer dele, uma grande mente, um expoente importante na CPAD e nas Assembléias de Deus. Ele, solícito como todo pastor deve ser no que tange ao alimentos das ovelhas, esteve em meu blog e respondeu.

A resposta do Pastor Esdras abrilhantou meu blog, veio dizendo que paz também significa prosperidade, está em perfeito paralelo com a linha de pensamento que adotei sobre esse termo ao ler os teólogos na minha estante.


Pastor Esdras Bentho, ipsis leteris:

"Kharis kai eirene

Prezado Eliseu Gomes, meus parabéns pela perspicácia e lembrança. Não existe em ambos os sacros Testamentos a idéia de uma prosperidade sem a paz, seja ela shālôm ou eirēnē.

O substantivo shālôm significa literalmente “completude”, “perfeição”, “bem-estar” e saúde, elementos necessariamente implícitos no termo Tsālēach: a prosperidade como fruto de uma vida bem-sucedida.


Somente depois que o termo shālôm quer dizer “paz”. Essa paz dentro do contexto histórico do AT está, como sabiamente afirmou Vine (2003, p.217), relacionado a “uma relação bem-sucedida” que envolve, necessariamente Śākal: a sabedoria que traz prosperidade.

Do substantivo shālôm procede o adjetivo ou verbo shālêm que se traduz por “completar”, “estar inteiro”, “completo”, “perfeito”; talvez relacionado à Dāshēm: a prosperidade abundante.


Quanto ao termo grego eirēnē, usado pela Septuaginta em muitas ocasiões para traduzir o hebraico shālôm, não foge do significado já perfilado pelo seu referente hebraico. Entretanto, em alguns contextos em que o termo aparece em o Novo Testamento, o sentido do semema distingui-se daquele pretendido pelos gregos (ataraxia) e também da pax romana, uma vez que refere-se ao estabelecimento da comunhão com Deus através do sacrifício expiatório de Cristo no Calvário: Paz de Deus e paz com Deus.Devo, portanto, lembrar que o contexto das passagens é que determina o sentido de shālôm e eirēnē, e não necessariamente o significado isolado desses termos.

Estou colocando um link de sua página em nosso blog:
http://www.teologiaegraca.blogspot.com/

Um abraço."
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E.A.G.
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quarta-feira, 14 de novembro de 2007

PROSPERIDADE - OS TEÓLOGOS NA MINHA ESTANTE E OS TEÓLOGOS NA BLOGOSFERA - A PERGUNTA

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Graças a Deus, por meio da internet, temos acessos que jamais teríamos. Através do BLOGGER, do site ORKUT e também do MSN tenho chegado em muitos lugares que jamais estive e provavelmente, de forma presencial, jamais chegarei.

No passado a viagem era pelos livros. Ainda é, mas nem tanto quanto antes. O resultado é a minha biblioteca, porte médio mas com valor inestimável. Boas literaturas cristãs, fontes de consultas importantes: Dr. S.I. Scofield; Orlando S. Boyer; A.R. Buckland; Frank Charles Thompson; Gleason Archer; S.E. MacNair entre muitos outros mais. São publicações voltadas à teologia.

Hoje, mais uma vez, estive no blog Teologia com Graça, do Pr Esdras Costa Bentho. Ele deixou uma definição interessante sobre o que é teologia: "Segundo o étimo helênico, é a ciência que estuda sobre Deus e todos os assuntos pertinentes à fé e à religião. O Theólogo é tanto o que fala a Palavra de Deus quanto aquele a quem Deus fala. A fé, do ponto de vista da theologia, é axioma indispensável à compreensão do Inefável".

Para quem não o conhece, recomendo acessá-lo. O Pr Esdras é pedagogo, teólogo, escritor, professor universitário (FAECAD-RJ) e redator das Lições de Jovens e Adultos da CPAD.

Li seu mais recente artigo (A Prosperidade no Antigo Testamento ), abordagem de um assunto que "desde sempre" chamou minha atenção e por causa disso tenho estudado freqüentemente sobre esse assunto. O artigo dele é uma resposta para alguns alunos da escola dominical, sobre a atual revista Lições Bíblicas (CPAD), matérias sobre as lições 9, 10, 12 e 13, de autoria do Pr. Geremias do Couto, outro pensador e comunicador importante para todos nós que amamos a Palavra de Deus.

Com os teólogos da minha estante aprendi os significados do termo paz em aramaico e grego. Tanto no Velho como no Novo Testamento (shalom e eirene, respectivamente). Significam a mesma coisa: é ausência de brigas, guerras, doenças e pobreza. Tem à ver tanto com a estabilidade espiritual quanto com a estabilidade financeira e física.

Mas tanto na Lições Bíblicas quanto no artigo, supracitados, não houveram tal explicação. Então, resolvi perguntar ao Pr Esdras sobre a definição que ele tem sobre os temos paz. Deixei minha pergunta, lá. Estou aguardando uma resposta dele.

Essa resposta é muito importante, quero me enriquecer, também, com o cabedal de conhecimento teológico encontrado na internet.
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E.A.G.
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Veja mais: OS TEÓLOGOS NA MINHA ESTANTE E OS TEÓLOGOS NA BLOGOSFERA - A RESPOSTA
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terça-feira, 24 de julho de 2007

A força dos internautas

Pesquisa revelou que usuários da internet dão mais valor a informações publicadas por amigos. De acordo com o levantamento do grupo E.LIFE, que analisou os dados de 5 mil internautas que publicam conteúdo na web, 74% deles são jovens com menos de 25 anos.
Só 5% dos blogueiros ou donos de comunidades no Orkut, por exemplo, tem mais de 40 anos. Estou entre eles...

O estudo revela ainda que blogueiros e donos de comunidades têm elevado poder de disseminar informações, promover ou prejudicar a imagem de produtos e empresas. 

A E.LIFE cita estudo da Forrester Research que aponta a opinião de amigos e conhecidos como mais valiosa que as informações veiculadas na mídia, por exemplo.

Assim, avalia a E.LIFE, as informações recebidas de amigos em redes sociais tendem a ser absorvidas com maior valor pelos usuários do que dados divulgados em meios tradicionais.

Segundo o estudo, as ferramentas de web 2.0 representam grandes oportunidades de marketing viral para divulgar ações, ideias e produtos. Assim sendo, cada vez mais é preciso conscientização por parte dos usuários, acho que o conhecimento é o melhor antivírus.

A pesquisa aponta ainda que, no Brasil, mais de 80% do conteúdo gerado pelo usuário está concentrado em 7 ferramentas. São elas o Orkut (50,78%), Blogger (13,48%), Blogspot (11,55%), Wordpress (2,96%), ReclameAqui.net (2,22%), YouTube (2,19%) e Flickr (1,10%).

O que eu penso? Acho que a internet revoluciona a comunicação. E parece que nem todos ainda se deram conta do poder que ela tem. E lamento muito ver que nesta lista de desapercebidos estão, inclusive, muitos evangelistas cristãos.

Eu uso o Blogger, MSN Space, Orkut e Youtube, e confesso que esta matéria me deixou admirado por não possuir a noção exata do que representa ser um blogueiro, um dono ou moderador das comunidades do Orkut.


Fonte: Gazeta Web.Com e Informática