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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

O apóstolo Paulo legitima a prática do dízimo

Antes de tudo o mais, esclareço que sou uma pessoa totalmente independente de arrecadação de dízimos, ofertas, cestas básicas ou qualquer outro tipo de benefício. Nem eu e nem qualquer familiar recebe valores cuja origem é a igreja. É exatamente o contrário, entregamos com o objetivo que outros sejam beneficiários.

O dízimo ensinado de maneira contextualizada

Todos concordamos que é preciso usar a Bíblia Sagrada de maneira contextualizada.

Nas igrejas evangélicas, o ensino cristão sobre o dízimo não deve ter como base textual Malaquias 3.8-10. A base de contexto é a voluntariedade de Abraão e Jacó (Gênesis 14 e Gênesis 28), a profecia no Salmo 110.4 e Hebreus 5 e 7. Textos desvinculados das imposições da Lei de Moisés.

O dízimo e a acusação de barganhas com Deus

"E disse-me o SENHOR: ...eu velo sobre a minha palavra para cumpri-la" - Jeremias 1.12.

Algumas pessoas que não são dizimistas se fazem de desentendidas, ou não entendem mesmo, que Deus fez promessas aos dizimistas e ofertantes e Ele cumpre o prometido. Esperar que Deus cumpra o que prometeu é exercício de fé, apenas crer que Ele não mente. O nome dessa esperança não é barganha. Se o contribuinte espera que o Senhor cumpra o prometido, então, isso seria uma barganha? Se for, é uma barganha criada por Deus.

"Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra; conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre" - 2 Coríntios 9:7-9.

"E Deus é poderoso para para fazer abundar em vós toda a graça". Graça significa favor que não merecemos. A promessa divina  está aí... É conteúdo da Palavra de Deus. Devo duvidar da fidelidade de Deus? Se crer nesta promessa estou agindo no sistema da barganha? É claro que não. Estou sendo crente em Deus!

O apóstolo Paulo e a citação de textos referentes aos dízimos


O apóstolo Paulo, em suas cartas, faz referência ao dízimo levítico para extrair dele o principio de que o obreiro cristão é digno de seu salário.

Vejamos:

“Porque na lei de Moisés está escrito: Não atarás a boca ao boi que trilha o grão. Porventura tem Deus cuidado dos bois? Ou não o diz certamente por nós? Certamente que por nós está escrito; porque o que lavra deve lavrar com esperança e o que debulha deve debulhar com esperança de ser participante. Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais? Se outros participam deste poder sobre vós, por que não, e mais justamente, nós? Mas nós não usamos deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho de Cristo. Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.” - 1 Coríntios 9:9-14.

Esta orientação de Paulo é baseada em Levíticos 6.16, 26 e Deuteronômio 18.1.

Vejamos, então:

“E o restante dela comerão Arão e seus filhos; ázimo se comerá no lugar santo, no pátio da tenda da congregação o comerão. O sacerdote que a oferecer pelo pecado a comerá; no lugar santo se comerá, no pátio da tenda da congregação.” – Levíticos 6.16, 26.

“Os sacerdotes levitas, toda a tribo de Levi, não terão parte nem herança com Israel; das ofertas queimadas do SENHOR e da sua herança comerão.” – Deuteronômio 18.1

O que fez Paulo? Usou textos da Lei de Moisés, trechos sobre a manutenção do templo judaico, para falar da necessidade de arrecadação de valores para a manutenção do templo cristão.

Paulo afirma que, assim como os sacerdotes da Lei comiam do que era originado de dízimos, a liderança cristã tem o mesmo direito. Assim sendo, Paulo reconhece que há legitimidade na prática do dízimo como forma de manter o serviço cristão.

Não existe contradição alguma nesta abordagem. Não estamos fazendo defesa da volta das práticas da Lei de Moisés para justificar dízimos. Estamos observando que a prática de manter a manutenção do serviço a Deus não está restrita ao Antigo Testamento, é incentivada pelo apóstolo.

A forma e a liturgia de cultuar com ofertas e dízimos mudaram da Antiga Aliança para a Nova Aliança, mas a função de adorar a Deus tem o mesmo princípio. É preciso manter a Obra de Deus colocando a mão no bolso.

Se o apóstolo Paulo não reconhecesse a legitimidade da prática do dízimo, jamais teria feito uso de textos sobre dízimos!

Conclusão


Reflitamos sobre a voluntariedade e o respeito com relação ao dízimo

O dízimo é usado na Igreja como prática de fé e amor ao Senhor e ao próximo. "Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria" - 2 Coríntios 9.7.

Aquele cristão que não quer ser dizimista não seja... Nenhum ministério cristão quer receber dinheiro de quem não está disposto a colaborar voluntariamente.


Todo cristão precisa estar consciente que a arrecadação é feita para investimentos em missões, em evangelismos, em ajuda humanitária, construções e manutenções de templos. Todos esses empreendimentos visam o bem-estar do homem, por quem Jesus Cristo morreu. Dízimo é ato de fé e de amor.

Quem quer colaborar entregando dízimos na igreja tem o direito de fazer isso e precisa ser respeitado nessa decisão. Ele colabora porque se propôs a contribuir com 10% do seu salário, é alguém livre para exercer sua fé e se sente feliz assim. Não critique-o. Ele não pede opinião e nem assessoramento financeiro de quem é contra o ato de entregar dízimos na igreja.


O dízimo não salva o dizimista. Mas, Deus conhece todos os corações. O coração  do cristão que não entrega o dízimo tem alguns motivos para não entregá-lo. Deus sabe quais são... E se esses motivos forem nomeados como ganância e avareza, é claro que este cristão não  entrará no céu, porque todo ávaro e ganancioso ama mais as coisas do que ao Senhor  e ao próximo.


Veja neste blog: : EBD 2012 primeiro trimestre: Verdadeira prosperidade - vida cristã abundante


E.A.G.

Consultas: Pequena Enciclopédia Bíblica O. S. Boyer, 19ª impressão, 1992 (Editora Vida); Lições Bíblicas, A Verdadeira Prosperidade - Vida Cristã Abundante, José Gonçalves, lição 6, 1º trimestre de 2012 (CPAD).

28 comentários:

Marcos Crecchi disse...

A profissão do apóstolo Paulo era fazedor de tendas (Atos 18:3) Concordo com o dízimo sim, mas também discordo daqueles,que não querem trabalhar para o seu sustento. Existe muito abuso por parte dos "lideres" que vivem com mania de opulência!

Paulo josue quos Quos disse...

Esses são mercenários e não " pastores"

Eliseu Antonio Gomes disse...

Paulo,

Quero crer que não é o seu caso, mas é preciso esclarecer que não é antibíblico uma pessoa na posição de "pastor" solicitar a arrecadação de dízimos. O erro se consiste naqueles que obrigam ao membro que o dízimo seja efetuado.

Abraço.

Bonfá-ray Bonfá disse...

desculpa mas todos essas citaçoes biblicas a cima nao reafirmam nada no tocante a entrega de dizimos

Eliseu Antonio Gomes disse...

Bonfá,

O que o artigo mostra? Mostra-nos que Paulo fala de entrega de oferta voluntária na igreja, por cristãos, abordando texto do Antigo Testamento, referente ao dízimo.

Deus continue abençoando você.

Abraço.

Claudenisia Eloy disse...

Bom dia na paz de Cristo...

O principio da do dizimo é correto... Agora usar a palavra dizimo... não dar mais. Dizimo é lei e estamos na graça... Dizimo era obrigatório, Segundo o que Paulo falou: "Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. Ele quis dizer que não tem um percentual,a decima parte. Acho que o nome certo é contribuição e não dizimo.

Gerson Siqueira disse...

Essa foi a melhor resposta sobre dízimo q ja encontrei.... UFA! Na internet é dificil encontrar ... só tem babozeira, parabéns elizeu Deus abençoe q Deus ajude q mais pessoas possam ler sua versão...

Eliseu Antonio Gomes disse...

Olá, Gerson.

Obrigado por suas palavras amigáveis.

Penso que existem muitas matérias boas na Internet, assim como aquelas que em nada edificam. Como internautas, precisamos aumentar a acuracidade do filtro do discernimento para escolher o que há de aproveitável.

Deus continue a abençoar você.

Mateus Vidal disse...

Todo tipo de arrecadação que Paulo fez foi em prol dos irmãos necessitados e não em prol de templo cristão como foi citado a cima. Se os líderes religiosos querem tanto o dízimo então deveriam destina-los aos necessitados como de fato era feito segundo a lei de Moisés. Hebreus cap7 é enfático ao afirmar que somente os descendentes da tribo de Levi tem direito, segundo a lei, de tomar dízimo das outras tribos. #### Pergunta: Quem é da tribo de Levi????

Eliseu Antonio Gomes disse...

Prezado Mateus.

Obrigado por participar deste blog. É uma honra tê-lo por aqui.

“Todo tipo de arrecadação que Paulo fez foi em prol dos irmãos necessitados e não em prol de templo cristão como foi citado a cima.”

Caro irmão, penso que você se esquece ou não teve a oportunidade de ler as passagens bíblicas Filipenses 4.18 e 1 Timóteo 5.17-18. Ora, na primeira referência, o próprio Paulo é beneficiário da oferta dos crentes e na segunda relação o apóstolo escreve o Obreiro é digno de salário.

”Se os líderes religiosos querem tanto o dízimo então deveriam destina-los aos necessitados como de fato era feito segundo a lei de Moisés.

Amigo, é pífia essa a de que o cristão é um idiota, porque colabora financeiramente na igreja, e os pastores são os “espertalhões” aproveitadores. Acredito que quem adota este tipo de pensamento não tem o hábito de racionar.

Descanse a sua mente, porque a coleta de dízimos também é usada para atender às necessidades matérias de crentes, não é apenas revertida aos líderes como salários.

Hebreus cap7 é enfático ao afirmar que somente os descendentes da tribo de Levi tem direito, segundo a lei, de tomar dízimo das outras tribos. #### Pergunta: Quem é da tribo de Levi????

Tenho a impressão que você possui forte disposição de combater a prática de entrega de dízimos por cristãos, sem considerar que esta prática é apenas um sistema de oferta usando percentual vinculado com o resultado do trabalho. Penso que deve ponderar que em nenhuma parte do Novo Testamento existe a proibição para o crente não ser dizimista.

Quanto ao capítulo 7 de Hebreus, veja que o autor do livro aborda o dízimo para apresentar as figuras do sacerdote Melquisedeque e de Cristo, afirmando que Jesus é um sacerdote incomparavelmente superior (versículos 14 ao 17 e 21 ao 24 e 27).

Pense bem, sem pensamento preconcebido a respeito deste assunto: se Melquisedeque era um sacerdote em importância inferior a Cristo, e recebeu dízimos de Abraão, porque Jesus, sendo maior que Melquisedeque não pode receber dízimos de cristãos?

Fraternalmente,

E.A.G.

Pedro disse...

Penso assim também que não é uma obrigação pois o antigo testamento se referia a Israel, mas quem deseja entregar não faça por obrigação mas por amor e quem não queira fazer que não deixe de fazer por ganancia.

jonas correia disse...

Amigo gostaria de saber porque quem prega Corinthio capítulo 9 versiculo14 não prega o versiculo seguinte ler versiculo e não o contexto de todo capitulo é isto q muitos pregadores fazem Corinthios9:15 eu porem não me tenho servido de nenhuma destas coisas e não escrevo isto para q assim se faça comigo porque melhor me fora morrer antes que alguém me anule a glória 9:18 nesse caso qual é o meu galardão? É que evangelizando proponha de graça o evangelho para não me valer o direitoq ele me dá pois ai esta amigo o q paulo queria nos ensinar leia e entenda o contexto paulo não vivia do Evangelho como vc frisou paulo tinha temor a Deus de ser julgado de se aproveitar do q era ofertado olha ofertado e não dizimado leia todas as cartas de orientação as igrejas cristãs primitivas e veja se paulo as orientou a dar o dizimo não né agora a oferta de coração sim

Eliseu Antonio Gomes disse...

Caro Pedro (21 de outubro de 2016).

Desculpe demorar tanto para responder.

Obrigado por sua participação emitindo sua opinião. E, que bom que temos opinião igual.

Abraço.

Eliseu Antonio Gomes disse...

Caro Jonas.

Eu nunca afirmei que Paulo sobrevivia das ofertas da igreja. Releia o que escrevi, por favor..

É importante que considere que o dízimo também é oferta. Sim, trata-se de uma oferta sob a regra de valores estipulados em dez por cento do salário.

Respondendo sua pergunta sobre 1 Coríntios 9.14-15, em que Paulo escreve que Deus ordenou que quem anuncia o Evangelho deve viver do Evangelho, mas ele Paulo não vivia, veja minha resposta logo abaixo.

Quando estudamos a biografia do apóstolo Paulo, percebemos com clareza que ele não solicitava ofertas para manter-se, mas incentivava que os irmãos fossem contribuintes e colaborassem para que Timóteo fosse sustentado pela igreja.

Então, é aceitável que se pergunte: por quê? Ele agia assim porque era um missionário, chegava à determinada localidade onde não havia gente cristã e começava o trabalho de evangelização, ele lidava com pessoas que estavam se convertendo; Timóteo era pastor, dirigia congregação que Paulo havia fundado, estava subordinado à liderança de Paulo, trabalhava na obra lidando com pessoas que já estavam num estágio um pouco mais avançado na fé e, portanto, consciente sobre a responsabilidade de se usar o dinheiro com as coisas de Deus.

Diante desta situação, percebemos que nunca será razoável que se faça comparações entre os ministérios de pastor e missionários.

Sobre seu comentário quanto aos pregadores, e suas abordagens em 1 Coríntios 9.14-15. Penso que não devemos generalizar nenhuma situação, se você conhece quem evita pregar o versículo 15, não significa que o restante dos pregadores ao redor do mundo faça o mesmo. Eu conheço muitos que ensinam o assunto fazendo profunda explanação deste tema, usando o púlpito, por vídeo e por livro.

Obrigado por sua participação neste blog.

Abraço.

Hanniel disse...

"É preciso manter a Obra de Deus colocando a mão no bolso"

O único jeito de viver sem colocar a mão no bolso é se vc viver como uma tribo de índio no meio do estado do Amazonas. Não faz sentido o dízimo ser da nova aliança. Pelo menos vc não falou sobre o tal "devorador". Sobre asua "ofertas" é só ler um dicionário que podemos intender oq significa.

Vamos dar ouvidos para a verdade enquanto temos liberdade.

caugustoof disse...

Olá ! Tbm buscando referências sobre o assunto vim parar aqui e pude ler os comentários, logo, me senti a vontade para discorrer sobre o tema:

1 A origem da problemática consiste nos "mais testemunhos" pastores com salários acima de 10mil reais, jatinho, fazendas, carros importados e blindados sendo que não tem emprego, renda, recursos, apenas vivem da "obra" onde o "o obreiro é digno do seu salário". Minha pergunta aqui é, e as obrigações de quem recebe os valores? (Sejam de dízimos ou de ofertas) Por que precisamos de templos em locais nobres , de mármore, ar condicionado , vitrais e tantas e tantas e mais tantas coisas supérfluas, inúteis e hipócritas?

2 A premissa é o amor! Dar em amor, "ainda que vendesse todos os meus bens e repartisse aos pobres, sem amor, nada seria"(!) Ora, logo tenho a resposta das questões anteriores, a premissa não é o precioso, a premissa não é a 1a parte, a premissa não é 10%, A PREMISSA É O FAZER EM AMOR!

E de amor Deus entende, "amar a Deus acima de todas as coisas e teu próximo como a ti mesmo". Quando dou o dízimo ou a oferta para manter um templo (com foi colocado aqui no artigo e nos comentários) estou amando a Deus? E se ao invés, alimentasse mendigos, pessoas com câncer, casas de recuperação, meu vizinho desempregado pai de filhos, ou outrem não estaria amando meu próximo como a mim mesmo?

Conclusão: Na minha humilde opinião, pecamos por dar no templo por obrigação ou não dar a "estes pequeninos" por falta de amor, MAS quem deveria nos ensinar a dar com amor, seria aqueles cujos nomes tem o pronome de tratamento de "Pastor", "Bispo", "Apóstolo", "semi deus", "décimo Dan" cujo discurso é:

1 Vc tem obrigação seja pelo amor seja pela graça , essa obra não pode parar, temos contas para pagar e bla bla bla... Não ensinam o amor, não ensinam a repartir, a compartilhar, querem ser servidos e não servir, querem receber em nome de Deus.

2 Nós temos contas, projetos sociais, missionários, campos missionários, rádios, TVs ou horários em TVs. Mas a bem dá verdade são péssimos administradores, gastam mais do que arrecadam e seus salários e patrimônios testificam como são interesseiros.

Por fim, ao entrar em algum lugar que não queira construir, comprar, embelezar, reformar um templo as custas de sacrifício do povo, Pastores e Líderes que trabalham, se doam e tem unção de Deus e não tem uma conduta é patrimônio que testifique contra eles próprios e que no púlpito, ou nas casas ou na rua pregam o amor, a cruz, o reino de Deus, então teremos achado refúgio nesse mundo que jás no maligno, tbm por outro lado, aquele que não concorda com dízimo, oferte, aquele que não quer "enricar pastor e ministérios interesseiros" , procure um trabalho sério (que existe é são vários) e doe em amor seja dízimo, seja oferta, seja tempo, seja uma habilidade, um trabalho ou serviço, tendo seu coração AMOR E INFLAMADO DE QUE É MELHOR DAR DO QUE RECEBER e que assim possamos nos ater ao propósito que é AMAR, O CORE DE DEUS É AMAR. EM AMOR POSSAMOS ALEM DE DAR, DOAR DE CORACAO E SEM REATRICOES OU RESSALVAS. Eu recebi o amor de Deus, porque havia um templo, porque tinha uma rádio com uma pregação forte, depois vi e recebi pela TV, outrora me visitaram, me deram alimento, mas tbm uma Bíblia, me ajudaram com passagem de ônibus para ir à igreja e por meios como estes e pessoas como estás Deus tocou meu coração e hoje sou salvo, porque tiveram aqueles que ficaram em amor para o templo, TV, rádio, Bíblia, cesta básica, transporte, refeição e todo o restante, assim também possamos alcançar muitos outros, famintos e sedentos de Deus e de alimento e recursos tão básicos e comuns a nós no natural também... Deus abençoe, paz e graça! Glórias a Deus e a Jesus pelo amor, pela salvação e por ter vazia que semeiam e abençoam livremente!

caugustoof disse...

Este é o mesmo só que corrigido,Obrigado!

Olá ! Tbm buscando referências sobre o assunto vim parar aqui e pude ler os comentários, logo, me senti a vontade para discorrer sobre o tema:

1 A origem da problemática consiste nos "maus testemunhos". Pastores com salários acima de 10mil reais, jatinho, fazendas, carros importados e blindados sendo que não tem emprego ou renda ou recursos que os justifiquem, apenas vivem da "obra" onde o "o obreiro é digno do seu salário". Minha pergunta aqui é, e as obrigações de quem recebe os valores? (Sejam de dízimos ou de ofertas) Por que precisamos de templos em locais nobres , de mármore, ar condicionado , vitrais e tantas e tantas e mais tantas coisas supérfluas, inúteis e hipócritas?

2 A premissa é o amor! Dar em amor, "ainda que vendesse todos os meus bens e repartisse aos pobres, sem amor, nada seria"(!) Ora, logo tenho a resposta das questões anteriores, a premissa não é o "precioso", a premissa não é a "1a parte", a premissa não é "10%", A PREMISSA É FAZER EM AMOR!

E de amor Deus entende, "amar a Deus acima de todas as coisas e teu próximo como a ti mesmo". Quando dou o dízimo ou a oferta para manter um templo (com foi colocado aqui no artigo e nos comentários) estou amando a Deus? E se ao invés, alimentasse mendigos, pessoas com câncer, casas de recuperação, meu vizinho desempregado pai de filhos, ou outrem não estaria amando meu próximo como a mim mesmo?

Conclusão: Na minha humilde opinião, pecamos por dar no templo por obrigação ou não dar a "estes pequeninos" por falta de amor, MAS quem deveria nos ensinar a dar com amor, não seriam aqueles cujos nomes tem o tratamento por "Pastor", "Bispo", "Apóstolo", "semi deus", "décimo Dan" cujo discurso é:

1 Vc tem obrigação seja pelo amor e graça ou seja pela lei e obrigação , essa obra não pode parar, temos contas para pagar e bla bla bla... Não ensinam o amor, não ensinam a repartir, a compartilhar, querem ser servidos e não servir, querem receber em nome de Deus em benefício próprio.

2 Nós temos contas, projetos sociais, missionários, campos missionários, rádios, TVs ou horários em TVs. Mas a bem da verdade são péssimos administradores, gastam mais do que arrecadam e seus salários e patrimônios testificam contra si e mostram como são interesseiros.

Por fim, ao entrar em algum lugar que não queira construir, comprar, embelezar, reformar um templo as custas de sacrifício do povo, Pastores e Líderes que trabalham, se doam e tem unção de Deus e não tem uma conduta e patrimônio que testifique contra os mesmos, que no púlpito, ou nas casas ou na rua pregam o amor, a cruz, o reino de Deus, então teremos achado refúgio nesse mundo que jás no maligno!
Por outro lado, aquele que não concorda com dízimo, oferte, aquele que não quer "enricar pastor e ministérios interesseiros" , procure um trabalho sério (que existe e são vários) doe em amor seja dízimo, seja oferta, seja tempo, seja uma habilidade, um trabalho ou serviço, tendo seu coração AMOR!
INFLAMADO DE QUE É MELHOR DAR DO QUE RECEBER e que assim possamos nos ater ao propósito que é AMAR, O CORE DE DEUS É AMAR. EM AMOR POSSAMOS ALÉM DE DAR, DOAR DE CORAÇÃO E SEM RESTRIÇÕES OU RESSALVAS. Eu recebi o amor de Deus, porque havia um templo, porque tinha uma rádio com uma pregação forte, depois vi e recebi pela TV, outrora me visitaram, me deram alimento, mas tbm uma Bíblia, me ajudaram com passagem de ônibus para ir à igreja e por meios como estes e pessoas como estas Deus tocou meu coração e hoje sou salvo, porque tiveram aqueles que em amor, ofertaram, dizimaram, contribuíram para o templo, TV, rádio, Bíblia, cesta básica, transporte, refeição e todo o restante, assim também possamos alcançar muitos outros, famintos e sedentos de Deus e de alimento e recursos tão básicos e comuns a nós no natural também...
Deus abençoe, paz e graça! Glórias a Deus e a Jesus pelo amor, pela salvação e por ter vazia que semeiam e abençoam livremente!

Eliseu Antonio Gomes disse...

Caro Caugusto

Meu amado, suas perguntas, com relação a pastores com salários acima de R$ 10.000,00 e de posse de jatinho, fazendas, carros importados e blindados é incompreensível. Assim como a pergunta sobre a necessidade da existência de templos decorados com mármores, contendo ar condicionado e vitrais. Lendo estas perguntas, fico pensando que você deve considerar algum tipo de pecado e viver em conforto alguma espécie de iniquidade. E digo que não são pecado e nem iniquidade.

Alguém que passe fome e outra que tenha mais do que o suficiente, se viverem em amor, não há motivo para fazer censura contra ela.

Amado, ninguém está obrigado a entregar dízimos e ofertas em determinada igreja. Aquele que faz isso, faz com liberdade de escolha. Considero uma atitude bastante fora dos bons costumes, criticar tais opções. Se o dinheiro é meu, foi conquistado com honestidade, ninguém tem o direito de me dizer como devo usá-lo. Você quer alimentar mendigos, ajudar na manutenção do hospital do câncer, em casas de recuperação de drogados, seu vizinho desempregado? Ok, vá fazer isso, mas não obrigue que outros façam igual você decidiu fazer. ? E não estrague a tranquilidade de quem queira custear as obras da igreja com seus dízimos e ofertas...

E muito perigoso pensar que os pastores pedem as ofertas porque seus corações são cheios de ganância. Quem acredita que pode fazer isso sem errar em suas conclusões, é que estão agindo como se fossem Deus. Como dizer que pastor X ou Y é péssimo administrador, se não convive com ele, se não possui acesso aos detalhes administrativos? Não é apenas Deus quem tem o atributo da onisciência? Por que acredita que está certo?

Deus o abençoe.

E.A.G.

Anônimo disse...

Paulo hora nenhuma fala de dízimos e sim de ofertas, você propor no seu coração não é dízimo pois o dízimo é 10 % seria isso naturalmente ofertas. Malaquias fala dos Levitas que não tiveram parte na herança da terra prometida e ficaram com os dízimos por herança. Abraão pagou dízimo de espólio de guerra a Melquiseldeque. Trazei todos os dízimos a casa do tesouro. Essa casa fica em Jerusalém e a palavra fala que que os dízimos não são dinheiro e sim plantações para que não falte mantimentos na minha casa disse o Senhor. E por vossa obediência repreenderei o devoradorar que não vos consumirá a vide as suas plantações. Quando Jesus censura os fariseus ele lhes fala que são dizimistas do endro da hortelã e do cominho e não de dinheiro e contudo desprezais o mais importante que é a fé a misericórdia e o amor. Quando Jesus fala em dinheiro Ele fala da oferta da viúva que ofertou menos mas foi do seu sustento da sua falta e não dá sua sobra.

Anônimo disse...

Nada poderia estar mais longe da verdade. Como um rabino judeu, Paulo estava entre os que insistiam em trabalhar com as próprias mãos pelo seu sustento (Atos 18:3; 1 Tessalonicenses 2:9-10; 2 Tessalonicenses 3:8-14). Embora ele não tenha condenado os que recebiam sustento pela obra em tempo integral, também não ensinou que tal sustento fosse ordenado por Deus, para difusão do Evangelho. (1 Coríntios 9:12). De fato, duas vezes em Atos 20:29, 35 e também na 2 Coríntios 12:14, ele até mesmo encoraja os anciãos da igreja a trabalharem para manter os necessitados da igreja [Eu só queria ver um dos pastores atuais trabalhando para ajudar os pobres da igreja!].

Para Paulo, a expressão “viver do evangelho” significava “viver segundo os princípios da fé, do amor e da graça” (1 Coríntios 9:14). Conquanto verificasse ter “direito” a alguma ajuda, ele concluía que a “liberdade” de pregar o seu evangelho era mais importante, a fim de cumprir a sua vocação de Deus (1 Coríntios 9:15; 11:7-13; 12:13,14; 1 Tessalonicenses 2:5-6). Enquanto trabalhava como artesão de tendas, Paulo aceitou uma certa ajuda, porém se gloriava de que o seu pagamento ou salário era o fato de poder pregar livremente, sem se tornar um fardo para os outros (1 Coríntios 9:16-19).

Eliseu Antonio Gomes disse...

Caro Anônimo.

Entendo que seria melhor você se identificar, caso considere este assunto realmente importante. Ficar atrás de um anonimato não é atitude bonita e nem me entusiasma a trocar ideias contigo.

Mas, vamos lá...

Paulo escreveu sobre o assunto de contribuições: “segundo propôs em seu coração” (2 Coríntios 9.7). A proposta do coração de um cristão dizimista é entregar 10% do salário. Não é difícil entender isso.

Com todo respeito, digo a você que todas as citações da Bíblia que fez, citações comuns aos que são antidizimistas, não servem como argumento aos que gostam de contribuir com dízimos. Por quê? Porque entregar dízimos é um ato voluntário de fé.

Abraço.

Eliseu Antonio Gomes disse...

Prezado Anônimo (21 de abril de 2017; 09h03).

Também digo a você o mesmo que disse ao anônimo da postagem anterior: "Entendo que seria melhor você se identificar, caso considere este assunto realmente importante. Ficar atrás de um anonimato não é atitude bonita e nem me entusiasma a trocar ideias contigo".

Precisamos esclarecer que existem muitos pastores da Assembçleia de Deus e de outras denominações, que exercem o pastorado sem receber salário.

Abraço.

Marcos disse...

Parece que ninguém pode falar contra o dizimo obrigatório por aqui. Mesmo que digam que é por fé em cada igreja que se vai é dito que quem não dá o dizimo vai para o inferno. Essa é a nossa verdade.

Eliseu Antonio Gomes disse...

Marcos.

Acredite, as coisas estão mudando nesta questão de se pregar que o dízimo é obrigatório, ao menos nos templos da Assembleia de Deus. A mudança acontece mais com a troca de pastores das gerações do passado por pastores mais jovens, com formação teológica.

Não espere que tudo mude da noite para o dia, é algo que se transforma lentamente.

Abraço.

Fabiana Calazans disse...

Tenho uma desejo enorme em eu coração de ser dizimista, porém são tantos absurdos que vejo em certas igrejas que esse desejo aos poucos vai sumindo.....

Eliseu Antonio Gomes disse...

Prezada Fabiana.

Você usa o verbo ver com o sentido figurado ou literal? Realmente viu algo absurdo ou ouviu alguém falar sobre ocorrências de desatinos "em certas igrejas"? Se você realmente sente o “desejo enorme” de colaborar financeiramente à Obra do Senhor, creio que deve fazer isso, sem se deixar levar pelo discurso de antidizimistas. A maioria deles faz críticas porque amam mais ao dinheiro do que ao nosso Deus e ao próximo, eles não têm contato com o Espírito Santo e desconhecem as Escrituras Sagradas como Palavra de Deus.

Se é testemunha direta de alguma espécie de despautério por parte de algum pastor, entendo que o mais sensato a fazer é afastar-se desse ministério, ir para outra igreja onde o outro pastor leve as coisas de Deus de maneira séria. Faça a entrega do dízimo lá, pois o dinheiro será usado para a expansão ministerial.

Cuidado com a generalização. Não trate o todo como se fosse a parte. Seria uma injustiça tratar todos os pastores como o pastor equivocado que conhece, ou ouviu dizer algo sobre ele.

Abraço, com a paz de Jesus Cristo.

Unknown disse...

2co9.7 cada um contribua segundo oropos no seu coraçao com alegria e boa vontade.
Em nenhum momento paulo determinou aqui uma porcentagem.
Por isso devemos fazer como paulo que escreveu segundo o espirito santo de Deus.pois se vivemos pela lei tambem devemos ser julgados conforme a lei nais se vivemos degundo o coração e a graça de cristo somos justificados por ele.

Eliseu Antonio Gomes disse...

Prezado Unknown

Não acredito que você ou qualquer outra pessoa, que goze de saúde mental, tenha dificuldade de entender o que Paulo disse em 2 Corintios 9.7.

Disse: Cada um contribua segundo propôs em seu coração, com alegria e boa vontade.

Ora, se a pessoa aceita, de boa vontade, contribuir entregando dez por cento de sua renda para a obra da igreja, está agindo conforme o apóstolo ensina, segundo o Espírito Santo. Paulo não fala em porcentagem, mas em liberdade de escolha em como contribuir, e isso é abrir a oportunidade e não o veto ao dizimista cristão.

Amigo, o dízimo foi usado na Lei de Moisés, no entanto veio a existir antes dela ser promulgada. Não é certo fazer esse vínculo, pois o dízimo é mais velho que Lei.

Concordo que o cristão vive segundo o coração e a graça de Cristo, sim, somos justificados por Jesus. E nenhum dizimista entrega dízimo como meio de obter salvação e justificação. Contribui para sustentar o ministério no qual está arrolado como membro.

Abraço.

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Bola colorida na areia da praia. By Eliseu Antonio Gomes

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Cidade Ocean - Praia Grande - São Paulo/SP - Brasil.