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Este site tem a finalidade de, com toda a simplicidade das pombas, prudentemente, mostrar o que o crente em Jesus espera. Reflexão. Informação. Opinião. Troca de ideias. Blog idealizado por Eliseu Antonio Gomes. Criado em 12 de junho de 2007.

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domingo, 5 de maio de 2019

As cortinas do Tabernáculo

INTRODUÇÃO

Os tecidos para a cobertura do Tabernáculo eram exatamente como Deus determinou a Moisés. Em nada havia iniciativa humana. O texto bíblico em Êxodo 26.1-14, revela que as cores usadas possuem relação com verdades espirituais. É importante extrair dessa comparação lições que edifiquem a vida cristã. 

Deus, ao longo da revelação das Escrituras Sagradas, sempre usou coisas simples para ensinar verdades espirituais. Assim, o Tabernáculo - que tipificava a morada de Deus e as características redentoras e salvíficas expressas na obra expiatória de Jesus Cristo -, tinha cortinas compostas de cores que apontavam para a obra completa da salvação.

O Tabernáculo. Símbolos da Obra Redentora de Cristo. Blog Belverede. Eliseu Antonio Gomes. https://belverede.blogspot.com.br

I - AS COBERTAS E AS CORTINAS DO TABERNÁCULO

Na natureza, há uma variedade inumerável de tons. Esta variedade é usada para a simbologia das cortinas do Pátio do Tabernáculo. As  coberturas estavam classificadas em "coberta exterior" e "cortinas internas".

As cortinas internas e as externas do Tabernáculo foram feitas com especial primor e beleza para, em primeiro lugar, enaltecer a presença divina no Tabernáculo e, em segundo lugar, para dar um sentido de santidade aos serviços sacerdotais no seu interior. A coberta exterior, assim como a interior, representavam símbolos importantes.

As cortinas externas não tinham acabamento primoroso, o aspecto era simples e tosco, contrastando com a beleza do cortinado interior. Por isso, tanto as cortinas de fora quanto as de dentro, usadas no Tabernáculo, revelam tipologicamente, a figura de Jesus Cristo quando se fez homem, cumprindo assim a profecia de Isaías 53.2, que nos que o Messias "foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca; não possuía beleza e nem formosura". Leia também: Mateus 13.55; Filipenses 2.6-8.

É necessário resgatarmos o senso do que é santo e do que é profano. Isso não significa legalismo, muito menos uma visão maniqueísta da vida cristã. Na verdade, trata-se de um conselho bíblico. Ora, Deus, é santo, e por isso, a Igreja de Cristo precisa viver como povo santo.

1. A coberta exterior.

Uma das finalidades da cobertura exterior era resistir às intempéries climáticas do deserto e por isso era rústica. O forro, que servia para cobrir a parte superior e as paredes do lado de fora, era feito de material para resistir às intempéries do deserto, confeccionados de peles de animais marinhos, texugo ou golfinho, madeira de cetim cortadas em tábuas, a qual tinha uma lâmina de ouro que sustentava as peles estendidas (Êxodo 26.15-30). O trabalho era resultado da inspiração dos artesãos, os quais receberam de Deus todo o desenho, com o sobreaviso que o lugar serviria como habitação de Deus no meio de seu povo.

As quatro colunas da entrada do Tabernáculo e os véus têm também um significado muito importante. Em Êxodo 27.16, na tradução Nova Almeida Atualizada, lemos: o seguinte "À porta do átrio, haverá um cortinado de oito metros e oitenta de comprimento, de pano azul, púrpura, carmesim e linho fino retorcido, obra de bordador; as suas colunas serão quatro, e as suas bases, quatro." Estas quatro colunas figurativamente falam da oportunidade de salvação para todos. Todos têm oportunidade de entrar no Santuário (Mateus 24.31; João 3.16).

Os quatro véus que cobrem as quatro colunas de entrada da tenda, por suas cores significativas, apontam-nos os quatro Evangelhos, pela ordem em que estes aparecem no Novo Testamento.
1. Mateus, em seu Evangelho, focaliza a pessoa de Jesus do ponto de vista de sua realeza, e isto nos leva ao Lugar Santíssimo do Tabernáculo, onde Deus habitava sobre o Propiciatório, entre os querubins da glória (confira: 13.23). Este Evangelho apresenta Jesus como o Rei dos reis; é o Evangelho do Rei. Mateus enfatiza este aspecto do caráter de Jesus, por 14 vezes, o chama de Filho de Davi, o famoso rei cuja descendência Deus prometeu perpetuar no trono de Israel. O Messias viria como Rei, conforme a profecia de Zacarias 9.9: "Eis aí o teu Rei". Por isso Mateus registra a genealogia de Jesus, pois um Rei precisa provar a sua ascendência real.
2. No Evangelho segundo Marcos Jesus é mostrado como Servo fiel e sofredor. Um servo não precisa de genealogia, por isso Marcos não trata da ascendência do Senhor, apenas aponta os traços de Jesus do ponto de vista da cruz, e isto nos leva ao altar de bronze, ou dos holocaustos. Percebemos esse ponto de vista claramente expressos no capítulo 4 e versículos números 8 e 20. A leitura da obra de Marcos apresenta o Messias descrito na profecia de Isaías (42.1):“Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se agrada. Pus sobre ele o meu Espírito, e ele promulgará o direito para os gentios".
3. No Evangelho segundo Lucas temos a apresentação Jesus como o homem de caráter justo, de conduta perfeita; o evangelista apresenta a pessoa do Salvador como o Filho do homem. E como todo homem perfeito, ilustre e nobre precisa de uma genealogia, o médico Lucas registra a ascendência de Jesus. O Senhor, em Lucas, cumpre a profecia de Zacarias 6.12: "E diga-lhe: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: “Eis aqui o homem cujo nome é Renovo. Ele brotará do seu lugar e edificará o templo do SENHOR". O linho branco acena para o homem perfeito, para o caráter justo de Jesus.
4. Vemos em João o Evangelho do Filho de Deus. Jesus, como Filho de Deus, cumpre a profecia de Isaías 40.9: "Ó Sião, você que anuncia boas-novas, suba a um alto monte! Ó Jerusalém, você que anuncia boas-novas, levante a sua voz fortemente! Levante-a, não tenha medo. Diga às cidades de Judá: “Eis aí está o seu Deus!” João não registra a genealogia de Jesus, pois Deus não tem genealogia.
O acesso geral e livre ao Tabernáculo pelos lados do Pátio não era permitido. . A única entrada  de acesso ao Pátio era a porta que ficava no meio, ela possuía quatro colunas, que simbolizam os quatro evangelhos.

Ao entregar a sua vida como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, a cortina do templo foi partida do alto para baixo. O rasgo da cortina no momento do sacrifício de Jesus sinaliza que derramamento de sangue e morte serviram como uma expiação suficiente pelos pecados em caráter definitivo. Significa que o caminho para o Santo dos Santos, outrora bloqueado agora está acessível para todas as pessoas, em todos os lugares e tempos, tanto aos judeus quanto aos gentios. Naquele momento, a Antiga Aliança teve seu término e começava a Dispensação da Graça (Hebreus 8.13; 9.8-9).

Jesus é a Porta aberta a todos os pecadores arrependidos, que confessam os seus pecados e os deixa (Provérbios 28.13; João 10.9).

2. As cortinas internas.

A coberta interna era tingida de vermelho, apontava para Cristo e seu sacrifício na cruz. No ritual do Tabernáculo, o vermelho simbolizava o sangue de Cristo para a remissão do pecado.

A coberta sem tingimento, feitas de peles de cabras brancas, revelava a ideia de pureza e justiça do nosso Senhor, e, também, tipificava a pureza de seres angelicais que servem junto ao Trono de Deus.

O Tabernáculo. Símbolos da Obra Redentora de Cristo. Blog Belverede. Eliseu Antonio Gomes. https://belverede.blogspot.com.br

II - O CORTINADO DO PÁTIO DO TABERNÁCULO

1. A simbologia descritiva das cortinas do Tabernáculo.

As dimensões do Pátio retangular, envolto por cortinas e varais ao redor do Tabernáculo, foram fornecidas com precisão, tinha 44 metros de cumprimento e 22 de largura (27.9-19).

As cortinas do Tabernáculo eram do mesmo material e padrão da quarta cobertura. A cortina do átrio simbolizava a salvação; a cortina da Tenda tipificava ministração; a cortina interna, o véu, representava a mediação.

2. O significado da separação.

O Tabernáculo estava separado das tribos por uma cerca constituída de 60 colunas de bronze, sobre as quais apoiava-se um cortinado de linho branco, de dois metros e meio de altura. Isso fala da separação entre Deus e o pecador (Êxodo 38.10- 15,19 31; Isaías 59.2). Visto que o lugar era santo e representado pelo cortinado branco de linho fino torcido, toda a área do Tabernáculo constituía-se em lugar isolado. As dimensões dessas cortinas, compridas em largura e altura, tinham, por objetivo tornar todo aquele ambiente, entre a cerca e o Tabernáculo, delimitado e fora da visão dos pecadores.

Essa restrição nos ensina que é necessária a justiça perfeita de Deus para ter acesso a Ele (Romanos 3.22-26; 10.3). Para adentrar ao Pátio, o hebreu deveria levar a sua oferta pelo pecado. Assim, as cortinas faziam a separação entre o santo e o profano.

É importante enfatizar que os dois véus, o primeiro do Pátio para ao Lugar Santo; e o segundo, do Lugar Santo para o Lugar Santíssimo; somado o pano de linho branco, que constitui a cerca do Pátio traz, claramente, o ensino bíblico da separação, que precisa haver entre o que está consagrado e o que  desrespeita os preceitos religiosos. É necessário resgatarmos o senso do que é ato de reverência. Isso não significa legalismo, muito menos uma visão maniqueísta da vida cristã. Na verdade, trata-se de um conselho bíblico. Ora, Deus, é santo, e por isso, a Igreja de Cristo precisa viver como povo santo.

3. O significado da santidade.

Santidade é a separação absoluta do pecado e dedicação exclusiva a Deus. Assim, ter a consciência da santidade bíblica significa ter a disposição para viver na contramão do mundo (1 João 2.15).

Jesus Cristo ainda intercede por nós hoje em dia da mesma maneira que orou no capítulo 17 de João. Como nosso Mediador diante de Deus, está rogando ao Todo Poderoso que nos livre do mal. Ele quer que todo crente seja santificado. A santificação nos faz um com o Senhor Jesus e nos faz santo com Jesus (Hebreus 2.11).

Paulo, escrevendo aos crentes de Tessalônica, revela que a vontade Deus é que todo crente viva em santidade, separado dos pecados atuais e do pecado original (1 Tessalonicenses 4.3). Os pecados atuais são os que cometemos voluntariamente, ao passo que o pecado original é o que herdamos do primeiro Adão.

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III. AS CORES DAS CORTINAS DO TABERNÁCULO

Nenhum crente pode chegar a dizer que está totalmente livre do pecado (1 João 1.8, 9). Somos culpados dos pecados de omissão pelo fato de nenhum de nós adorar de modo suficiente, amar e servir a Deus suficientemente, isto sem mencionar os pecados que cometemos de tempos em tempos. É por esta razão que o sangue de Jesus nos purifica continuamente de todo o pecado (João 1.7 - o tempo presente do verbo grego do verbo demonstra ação repetida ou contínua).

1. O significado especial das cores.

Simbolicamente, para nós, os discípulos de Cristo, a diversidade de cores do cortinado do Tabernáculo apontava para a revelação obra completa de Cristo, que envolve a remissão do passado, do presente e do futuro. É a obra completa da salvação. O véu foi rasgado, o homem foi reconciliado com Deus, a divisão foi jogada por terra, pois o Calvário no deu o direito de entrar na presença de Deus.

As cores tinham significados especiais para a vida espiritual da nação. israelita e também são muito significantes para a Igreja de Cristo.

2. A cor azul celeste (Êxodo 27.16)

Dentre as referências ao azul no Antigo Testamento destaca-se à do cordão azul em Números 15.38-40: "Fale aos filhos de Israel e diga-lhes que ao longo das suas gerações coloquem franjas nas extremidades das suas capas e ponham um cordão azul em cada franja. E as franjas estarão ali para que, ao vê-las, vocês se lembrem de todos os mandamentos do SENHOR e os cumpram, para que vocês não se deixem arrastar à infidelidade, seguindo os desejos do seu coração e dos seus olhos. As franjas estarão ali para que vocês se lembrem de todos os meus mandamentos, os cumpram e sejam santos ao Deus de vocês."

Por ser um dos principais símbolos do céu, o azul revela o propósito profundo de Deus, de conduzir o seu povo a uma constante atitude de comunhão como Pai celeste, de quem deveriam receber graça e inspiração para uma vida santa, de fidelidade aos seus elevados preceitos e, conseqüentemente, de separação das concupiscências mundanas. Assim, mediante o memorial das fitas azuis fixadas nas franjas das suas vestes, os israelitas deveriam lembrar-se da sua responsabilidade de obediência à Lei do Concerto do Sinai, e de sua chamada para ser o povo santo do Senhor.

Havia uma cortina interna que podia ser vista apenas do lado de dentro do Tabernáculo. Ela era feita de linho branco e fino com bordados das figuras de querubins e tinha as cores púrpura, escarlate e azul (Êxodo 26.1-6). A visão que se tinha dessa cortina interna lembrava o céu de glória, pois essa cor indica sempre o céu ou aquilo que é celeste. As figuras dos querubins, impressas e bordadas naquela cortina, representavam tipos de seres angelicais que servem junto do trono de Deus. Em relação a Cristo, a cor é uma figura da realeza e divindade de Jesus (Efésios 1.20, 21), bem como a sua manifestação triunfal para implantar o Reino Milenar.

3. A cor púrpura (Êxodo 27.16).

A palavra hebraica para "púrpura" é "argaman e, no aramaico, é "ar'wan (2 Crônicas 2.7; Daniel 5.7). Na Antiguidade, era obtida de uma espécie de molusco encontrado no fundo mar Mediterrâneo. Por causa do seu brilho, a púrpura foi uma cor preferida nos palácios reais (2 Crônica 2.14). Era usada nas roupas do sumo sacerdote (Êxodo 28.4-6; 39.1, 2).

A tonalidade púrpura expressava a majestade de Cristo, fala de realeza, seu simbolismo remete ao que Cristo é agora no céu, lugar onde assumiu a divindade depois de sua ascensão (Efésios 1.20, 21). A cortina com a tintura púrpura também apontava ao futuro escatológico, porque a soberania de Cristo será um dia revelada na segunda etapa da Vinda em glória, momento em que Ele assumirá o governo da terra como Rei e Senhor de todas as coisas (Salmos 110; Isaías 9.6; Lucas 1.32).

Para o pintor que faz quadros no estilo realista criar a tonalidade púrpura real, o processo é misturar as cores azul com vermelha e preta. A mistura das três tintas nos faz lembrar que o Verbo divino a si mesmo "se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se semelhante aos seres humanos” (Filipenses 2.7). Cristo trocou o céu pela terra, deixou de lado sua autoridade celestial tornando-se semelhante aos homens, sujeitos à tentação e ao pecado, assumiu a figura humana com o objetivo de morrer pelos seres humanos que estavam em trevas, ressuscitar sem pecado e em seguida levá-los para o céu (João 1.1-4; e 14.1-6).

4. A cor escarlate (carmesim) (Êxodo 27.16).

A palavra "escarlate" é a combinação de duas palavras hebraicas: "laath e shahl. Encontramos a primeira traduzida como "verme" no Salmo 22.6; a segunda está subentendida no texto de Apocalipse 19.13.

Escarlate é a tinta vermelha com matiz a pender ao tom laranja. No círculo cromático, é a cor do sangue e da chama do fogo. Na Antiga Aliança, e por conseguinte na peregrinação dos israelitas pelo deserto, o escarlate remetia ao sangue expiatório, toda a tonalidade vermelha representava o sangue vertido na cruz, que remiu os nossos pecados.

Segundo os estudiosos, para a feitura do tom escarlate, ou carmesim, os hebreus usavam um inseto fêmea, ainda na fase de larva, encontrados em árvores. O inseto era moído até se transformar em pó e depois misturado em outro composto líquido para colorir tecidos e fios (Gênesis 38.28, 30; Josué 2.18, 21; 2 Samuel 1.24).

 Tal coloração de tintura remete aos textos bíblicos das profecias messiânicas:
• Salmos 26.1, 10 - “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? (...) ‘eu sou verme e não um ser humano; afrontado pelos homens e desprezado pelo povo”.
•  Isaías 53.10 - “Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do Senhor prosperará na sua mão”.
5. A cor branca do linho torcido.

O tecido de linho branco possuía trabalho bordado com fios tingidos em azul. O corante biológico azulado, tinha pigmentação luminosa extraída de um molusco que produzia tal efeito brilhoso. A cor branca representava a pureza e o tom azulado e brilhante lembrava o firmamento. A gradação das duas cores transmite a mensagem que o ser humano precisa de Deus; revela que o Salvador é o nosso Emanuel (Deus conosco), diz que Jesus é ser celestial (João 3.31).

O branco simboliza pureza e santidade. No plano da obra redentora de Cristo, o destino final das almas é o céu, mas para chegar no céu é necessário mortificar os desejos da carte e viver em santidade (Salmos 15; Gálatas 5.16-23). 

CONCLUSÃO

A Igreja de Cristo não se fecha dentro de uma cerca como se fosse um casulo que esconde seu bichinho, mas está sempre pronta para receber todo pecador arrependido que confessa Jesus Cristo como o seu Cordeiro expiatório. O propósito de ser cristão não é tão-somente ser salvo do inferno e ir para o céu. Implica em assumir o caráter de Cristo, como filho de Deus e permanecer fiel em todas as circunstâncias.

Na última noite da vida do Senhor, Ele reuniu-se com seus discípulos no Cenáculo. Ali, aconteceu o ato final entre eles, a consumação de toda a sua vida. Sentaram à mesa para cearem. Jesus tomou o pão, partiu-o e os ensinou a tomar e comer. Considerando que o Senhor estava ainda em carne, o ato de Jesus declarava, diante dos anjos e dos homens, que Ele não hesitaria em morrer pelo mundo, não haveria limites para sacrificar-se pela Humanidade, seria fiel até à morte.

Se o caráter de Jesus está em você e em mim, então, em termos de propósito, isso nos fez de fato como Ele. O seu Espírito nos é dado, temos em nós a mesma fidelidade inextinguível, que caracterizou o Filho de Deus. Caso necessário, até quando houver um sentenciamento de pena máxima, à morte. Ser cristão fiel é recusar-se a se curvar, preferir morrer a desonrar o Filho de Deus.

E.A.G.

Compilações:
Lições Bíblicas. Professor. Adultos.Elinaldo Renovato. O Tabernáculo, Símbolos da Obra Redentora de Cristo. Lição 4: O Altar do Holocausto. Abril a Junho de 2019, páginas 43 e 47. Bangu, Rio de Janeiro/RJ . Casa Publicadora das Assembleias de Deus no Brasil (CPAD).
Ensinador Cristão, ano 20, número 78, segundo trimestre de 2019, página 39. Bangu, Rio de Janeiro/RJ . Casa Publicadora das Assembleias de Deus no Brasil (CPAD).
O Tabernáculo e a Igreja - Entrando com ousadia no santuário de Deus; Abraão de Almeida, páginas 14 a 16, Rio de Janeiro. Casa Publicadora das Assembleias de Deus no Brasil (CPAD).
O Tabernáculo - Símbolos da Obra Redentora de Cristo; Elienai Cabral, páginas 67 a 70, e 74 a 76; 1ª edição 2019; Bangu, Rio de Janeiro / RJ (Casa Publicadora das Assembleias de Deus / CPAD). 

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