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domingo, 21 de julho de 2019

A Mordomia da Família


INTRODUÇÃO

A família é uma instituição divina. Possui atribuições como: vida íntima conjugal, propagação do gênero humano, subsistência, educação, proteção e afeto. O Criador possui um propósito específico ao estabelecê-la, portanto, confere responsabilidades a cada membro dela e um dia teremos de prestar-Lhe contas. Cada um de seus membros deve fazer a sua parte a fim de promover a felicidade, a integridade e o fortalecimento da união familiar; e desempenhar sua missão bíblica para a glória de Deus.

I - A FAMÍLIA NO PLANO DE DEUS

1. A instituição do casamento.

Qual é a origem do casamento? Quase todos conhecem bem os relatos de Gênesis, capítulos 1 e 2. Adão foi a única criatura que Deus criou, que no princípio vivia sozinho no jardim do Éden. Todos os animais foram criados aos pares, mas o ser humano masculino foi feito antes da sua  figura feminina. Adão foi criado para viver eternamente, feito à imagem do seu Criador (Gênesis  1.26; 2.7). Uma simples parceira seria incapaz de suprir as necessidades orgânicas, emocionais e sociais de Adão, por esta razão, ao formar Eva, Deus não os fez parceiros, mas companheiros conjugais. Deus poderia ter trazido Eva à existência formando-a do pó da terra, assim como fez com aquele que viria a ser o seu esposo, para que houvesse um relacionamento mais íntimo entre os dois, formou-a a partir da costela do homem (Gênesis 2.24; Efésios 5.28-29).

A narrativa se encerra com as seguintes palavras: “para o homem não se achava uma auxiliadora que fosse semelhante a ele”. Em seguida temos a história de como Deus fez uma provisão especial para Adão. Retirou uma costela dele, criou a mulher, "e a levou até ele” (Gênesis 2.19, 20). E daquele dia até hoje, nenhum outro fator tem tido maior importância para homem do que sua esposa. Criado com elevados objetivos em todos os sentidos da vida, o matrimônio é uma instituição essencial para o ser humano. Sozinho o homem é incompleto.

Usando como base bíblica Gênesis 1.28 "Frutificai, e multiplicai-vos" (ARC), por muito tempo ensinou-se que a única finalidade primordial da relação sexual entre duas pessoas casadas era a procriação. De fato, o Criador assegurou a dádiva da fertilidade e ordenou a reprodução do homem para que houvesse o povoamento do gênero humano na terra. E como se dá tal multiplicação? Pela união física do casal, que deve fluir do amor e do acordo mútuo.

Deus criou e abençoou o casamento para ser permanente (Gênesis 2.24). Moral e legalmente marido e esposa estão vinculados por toda vida. Assim o lar é estabelecido e a família mantida de acordo com a determinação divina.

2. A origem da família.

Antes de estabelecer a família, Deus instituiu o casamento. Consequentemente, é de suma importância zelar com extremo cuidado tanto da união matrimonial quanto das pessoas que estão ligadas a nós pelos laços do parentesco sanguíneo ou da adoção.

Qual a origem da família? Lemos que Adão viveu por algum tempo sozinho no Éden, dava nome aos animais que passavam diante dele, até que o Criador providenciou para ele aquela que seria a mãe de seus filhos e pôs fim ao seu período de solidão. Lemos, em Gênesis 1.24-27, que no sexto dia da criação, após criar os animais que vivem sobre a Terra, criou o homem e a mulher, e os pôs para cuidar de toda a natureza. A bênção do Senhor para eles, então foi: "Sejam fecundos, multipliquem-se, encham a terra e sujeitem-na. Tenham domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra" (versículo 28).

A família não é um grupo de pessoas rivais, alheia aos interesses uma das outras. Em termos de unidade, é o conjunto de todas as pessoas que vivem sob o mesmo teto, proteção ou dependência do dono da casa ou chefe, que visam ao bem-estar do lar; que se comunicam, se amam e se ajudam.

Quando o casal não aplica os princípios do plano de Deus  para a família, que regem o casamento cristão, a relação matrimonial se transforma em caos e afeta profundamente de modo negativo o ambiente do lar.

Após criar a família (Gênesis 2.18-25), Deus estabeleceu o governo (Gênesis 9.4-7; 10.5; Romanos 13.1-8) e muito tempo depois a Igreja (Mateus 16.18). As três instituições formam o elemento básico de uma sociedade firme e bem estruturada.

II - A MORDOMIA DA FAMÍLIA

1. Os princípios que regem o casamento cristão.

A monogamia foi instituída pelo Criador, porém a poligamia foi criada pelo ser humano. O primeiro polígamo da história foi o quinto descendente de Caim, chamado Lameque, ele teve duas mulheres e tal qual Caim foi um assassino (Gênesis 4.17-19, 23-24). A declaração bíblica "e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" (Gênesis 2.24) fala de monogamia, ou seja, o princípio do casamento de um homem com uma única mulher e da mulher com um só homem. O Novo Testamento ratifica o princípio monogâmico apresentado em Gênesis (Ler em Mateus 19.5; 1 Coríntios 7.2 e 1 Timóteo 3.2).

O corpo do cristão é membro de Cristo e templo do Espírito Santo, assim sendo as Escrituras proíbem marido e esposa de realizarem práticas sexuais ilícitas (1 Coríntios 6.16). São consideradas transgressoras, dentre outras, as relações incestuosas (Levíticos 18.6-18), o coito com animal (Levíticos 18.23), o adultério (Êxodo 20.14) e a homossexualidade (Romanos 1.26-27). O corpo não pode servir a libertinagem (1 Coríntios 6.13), entretanto deve prestar adoração a Deus em todas as circunstâncias (1 Coríntios 6.20).

A família não é um grupo de pessoas rivais, alheia aos interesses uma das outras. Em termos de unidade, é o conjunto de todas as pessoas que vivem sob o mesmo teto, proteção ou dependência do dono da casa ou chefe, que visam ao bem-estar do lar; que se comunicam, se amam e se ajudam.

No plano de Deus para a família, os princípios que regem o casamento cristão são a monogamia e a heterossexualidade. Quando o casal não aplica os fundamentos bíblicos em seu matrimônio, a relação humana se transforma em caos no ambiente do lar.

2. A prioridade da família.

A Palavra de Deus nos ensina a valorizar a família, esclarece a missão dos pais em ensinar a criança no ambiente familiar tradicional (Deuteronômio 6.1-9). É vontade de Deus que cada criança tenha um pai e uma mãe para zelar por ela e cuidá-la.

2.1 - Exemplo dos fiéis como marido e pai.

Ao escrever sobre as qualificações de presbíteros e diáconos, isto é, fazer uma abordagem destinada às classes ministeriais do pastorado e do diaconato, o apóstolo Paulo inicia o assunto com uma frase que diz muito sobre uma ação exterior e não interior: "se alguém deseja o episcopado, excelente obra almeja" (1 Timóteo 3.1). Desejar e almejar são duas palavras que juntas descrevem bem a pessoa que possui uma motivação muito forte para conquistar um objetivo.

Em seguida, o apóstolo passa a falar sobre a necessidade do pretendente ao ministério eclesiástico possuir um estilo de vida que representa um comportamento exemplar (3.1-12). Entre outras exigências, aquele que pretende liderar o rebanho de Cristo na igreja, antes de assumir o posto, precisa:
• provar na intimidade da sua família que é capaz de guiá-la à salvação e à edificação. (3.4, 12).
• ser um testemunho-vivo em ambiente público que é capaz de guiar sua família à salvação e à edificação. (3.4, 12).
• viver relacionamento excelente ao relacionar-se com a esposa e seus filhos no ambiente familiar;
• viver relacionamento excelente como marido e pai em ambientes longe do lar;
• precisa ter bom relacionamento com sua companheira e sua prole em momentos de crises internas e externas que os envolva diretamente;
• ser um modelo daqueles que sabem usar a autoridade (que não é o mesmo que autoritarismo) sobre tudo o que está relacionado à sua casa;
• possuir a imagem de pai que todos os filhos gostariam de ter tanto na infância, quanto na adolescência e ao atingir a maturidade.
Ao ser alguém que tem índole de pessoa justa e afável ao  relacionar-se com a esposa e seus filhos, e possuir histórico familiar contendo lições de boa convivência entre os familiares,  o pretendente ao ministério eclesiástico é apto para realizar a governança espiritual.

A pergunta perspicaz do apóstolo sobre esta condição deve ressoar nos tímpanos de todos os cristãos: "Pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?" (3.5).

2.2 - Qual tipo de esposo e pai você tem sido para sua família?

Não é apenas as pessoas que pretendem ser ministros na Obra do Senhor que precisam exercer boa liderança no lar. Todo cristão tem o dever de cuidar bem da instituição familiar que Deus lhe confiou o papel de mordomo. Que espécie de impressão sua esposa e seus filhos têm da sua pessoa? Sua mulher quase não o vê acordado, porque está dominado pelo cansaço? Os filhos se relacionam com um pai que costuma ler a Bíblia com eles, orar e brincar junto, ou o diálogo entre vocês é apenas no momento de repreendê-los? Será que as crianças conhecem um pai dedicado a gastar toda a energia fora de casa trabalhando, alguém não que não tem nenhum, ou tem pouco tempo de atenção para dar a eles?

Logicamente, é compreensível o esforço de estar muitas horas longe de casa, gastando quase toda a energia em um labor que produz o meio de sustento para a família. Porém, não é aceitável aceitar isso como se fosse uma situação natural, sem buscar a Deus em oração para que Ele, que criou a família, estenda suas mãos abençoadoras e crie condições para você ter espaço de tempo satisfatório para estar no lar desempenhando as funções de marido e pai.

3. O relacionamento entre pais e filhos.

O primeiro mandamento que Deus deu a Adão e Eva foi: “Sejam fecundos, multipliquem-se, encham a terra” (Gênesis. 1.28). Eles não são estorvos na vida do casal.

Deus tem posto os pais cristãos por seus mordomos ao confiar a eles as crianças. Pai e mãe são os responsáveis pela atmosfera do ambiente familiar, o bom andamento da rotina diária depende muito das atitudes pessoais e da maneira de pensar dos pais. Se eles têm comportamento seguro quanto ao exercício da fé no Pai celeste, tal conduta se refletirá nas relações familiares, pois seus exemplos - tanto positivo quanto negativo - são estímulos nas relações com todos os membros do lar.

Nos últimos anos, a ciência coloca ao alcance dos casais recursos que possibilitam a limitação de filhos, e até, em muitos casos, a ausência total deles. É importante ter cautela quanto ao planejamento familiar. Não há pecado quando o casal coloca em execução o plano de limitação ou espaçamento do nascimento de seus filhos, porém, comete pecado se isso é feito por mero interesse material e arrogância. Não convém a mulher evitar a gravidez para não mudar a anatomia do seu corpo; e também não é correto ao homem evitar procriar para fugir da responsabilidade paternal.  O cristão que consulta ao Senhor, e aceita a vontade divina na limitação do número de seus filhos, é abençoado em toda a esfera de sua família.

Cada bebê que nasce ou criança que é aceita na família envolve o pai e a mãe nas seguintes responsabilidades:
• cuidar do corpo (prover roupas, manter sua saúde etc);
• alimentá-la;
• estruturar sua personalidade convenientemente;
• educá-la;
• conduzi-la a Cristo, seu Salvador e Senhor. 
Toda pessoa cristã, que é um potencial pai ou mãe, analisando cuidadosamente a situação de gerar e criar uma vida, deve meditar nas palavras do salmista: “Herança do SENHOR são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão' (...) 'Feliz o homem que enche deles a sua aljava" (Salmos 127.3-5).

III - A FAMÍLIA CRISTÃ SOB ATAQUE

1. O ataque do Estado materialista.

Vivemos em uma época em que uma classe intelectual desprovida da fé em Deus age completamente contrária aos valores cristãos. É óbvio que existe um grande sentimento de incômodo de movimentos progressistas em relação ao modelo tradicional da família. A cultura pós-moderna impulsiona a parcela não cristã da sociedade a afrontar e desvalorizar o núcleo familiar constituído de um casal heterossexual, monogâmico e com gênero definido.

As influências da civilização, regida pela doutrina marxista, atrapalham, de muitas maneiras, a tarefa dos pais na educação dos filhos. O modelo tradicional da família está sob ataque de forças destruidoras, dia após dia há ameaças veladas e diretas sendo dirigidas à integridade e ao bem-estar da família.

Quando os valores morais e éticos do cristianismo são debatidos e em alguns casos até trocados por membros desta sociedade pós-moderna, o cristão o autêntico, não é complacente com tal prática. Ao crente em Cristo que verdadeiramente ama a Deus, a Lei de Deus é mantida acima da Lei dos homens. Se os interesses dos homens contrariam as diretrizes das Escrituras Sagradas, o servo do Senhor faz posicionamento firme e declara em alto e bom som para todos - principalmente para sua família - quais são os princípios estabelecidos pelo Criador que todos devem obedecer.

2. O ataque da famigerada Ideologia de Gênero.

Ideologia de Gênero é uma maneira de esconder o que há por trás de uma campanha comunista asquerosa, pois não se trata apenas de uma "ideologia", mas de um conjunto de propostas, ideias e práticas que visam cumprir as pretensões de Karl Marx e Friedrich Engels de destruir a estrutura familiar judaico-cristã. Segundo essa filosofia, ninguém nasce com o "gênero masculino" ou "gênero feminino". Ela também apregoa que quem faz o "homem" e a "mulher" é a sociedade, "homem" e "mulher" é uma construção social. o sexo biológico criado por Deus não interessa. Tal investida é uma grande afronta diabólica contra os princípios do Criador, que fez o ser humano "macho" e "fêmea" (Gênesis 1.27, 28).

Marx e Engels, preconceituosos contra o judaísmo e o cristianismo, ateus e fundadores do comunismo, ao mentirem dizendo que nenhuma pessoa nasce com o sexo masculino ou feminino, tentaram em vão destruir a identidade biológica do ser humano. Absurdamente, possuem seguidores repetindo tal absurdo como se fossem papagaios. Ninguém mudará o que Deus criou (Gênesis 1.26, 27).

Usando o conhecimento elementar da ciência, líderes de igrejas, pais e mães podem rebater a Ideologia de Gênero. O cristão precisa estar atualizado quanto a essas investidas de cunho materialista. Ao estarem conscientizados que a família é de importância vital para a criança, protegê-la de indivíduos que tentarão confundir sua crença e a verdade quanto a sua masculinidade ou feminilidade. O temperamento herdado dos pais constitui uma forte contribuição para a formação dos filhos, a educação recebida na família é que determina a direção que o temperamento irá tomar na fase adulta. A família é, sem dúvida alguma, a influência de impacto mais profundo no futuro da criançada, não existe outra instituição que possua tão grande capacidade de moldar o caráter e personalidade das pessoas.

No exercício da mordomia da família cristã, a valorização da Palavra de Deus no ambiente do lar, a escolha de boas literaturas cristãs; momentos devocionais em família e o culto doméstico, são estratégias eficazes para vencer o ataque do mal. O convívio e a boa comunicação entre os familiares indica o grau e o nível das relações com o Pai celeste e determina o curso do sucesso do casal como pais de família.

3. Um ataque a  Deus e à ciência.

Notamos que em muitas passagens das Escrituras, ao fazer menção à Humanidade, o Criador a denomina de "homem". A designação do gênero masculino retrata a Humanidade. Movimentos feministas se empenham para mudar esse critério, não se conformam com o tratamento fixado por Deus, de igual maneira os ativistas das causas ligadas aos homossexuais brigam pelo fim do uso dos termos que apontam os gêneros sexuais, homem e mulher. Há feministas que defendem "a libertação da mulher da prisão da maternidade", para que ela desfrute total liberdade sexual, e que o ser humano pode fazer sexo com quem quiser, inclusive com crianças, parentes sanguíneos de primeiro grau, e um número incontável de pessoas desconhecidas. No entanto, Deus deu para a mulher a bênção de ser mãe, abomina a pedofilia, o incesto, o adultério e a prostituição.

A Ideologia de Gênero despreza a base científica e ataca de maneira desonesta a realidade biológica do ser humano. Veja:
• A séculos que a Biologia mostra que uma pessoa é homem porque seu aparelho reprodutor é masculino, além de ter hormônios masculinos, dos quais a testosterona é o principal responsável pelas características do homem, e em sua genética tem os cromossomos XY, como marcadores biológicos que são impossíveis de serem apagados.
• A ciente mostra que uma pessoa é mulher porque seu aparelho reprodutor é feminino, além de ter hormônios femininos, como o estrogênio e a progesterona. Em sua genética, as mulheres possuem os cromossomos XX, que marcam sua identidade feminina, e também é impossível apagá-los.
A Ideologia não tem nexo algum. Está reprovada por cientistas de alto nível. A Associação de Pediatria Americana rejeita-a, repele o seu ensino nas escolas, principalmente a crianças. O Conselho de Medicina de São Paulo, órgão da classe médica e de caráter normativo sobre a ética na Medicina, divulgou uma resolução contra ela; segundo esta entidade paulista que responde pelos profissionais de Medicina, "a Ideologia de Gênero não tem que ser banida apenas das escolas ou das políticas de saúde, ela tem que ser banida da vida pública".

CONCLUSÃO

A Palavra de Deus é um guia para tudo na nossa vida. É dela que vamos extrair o padrão de comportamento que cada membro da família deve ter, a partir da mais tenra infância. Procedendo assim, a vida de cada um de nós se aproximará bastante do ideal estabelecido por Deus.

O artigo encontra-se em fase de desenvolvimento. 

Você sabe aonde está a chave do seu sucesso?

Você se considera importante naquilo que faz?

Você já experimentou alguma circunstância prática e por meio dela soube que desempenha bem sua atividade e que esta atividade pode descrevê-lo como uma pessoa de sucesso? É preciso esclarecer desde já que, ao falar de sucesso, não estamos nos referindo tão somente à popularidade ou à fortuna. Ser pessoa famosa e ter dinheiro sobrando nem sempre significa ser bem-sucedido. A definição de sucesso é apenas atingir aquilo que se deseja.

Quem não quer ser alguém alegre e satisfeito? Sentir-se e estar são estados diferentes. Portanto, estar alegre e satisfeito não é o mesmo que se sentir alegre e satisfeito. Estudos científicos constataram que pessoas que não se consideraram boas no que faziam, continuaram com essa impressão negativa mesmo depois de conquistarem sua meta. A insegurança e a dúvida sobre o que realmente queriam conquistar fizeram com que elas não se sentissem realizadas, embora outras pessoas considerassem que elas eram bem-sucedidas. A chave do sucesso é estabelecer a meta ideal para si próprio, descobrir aquilo que corresponda aos anseios do coração, pois só assim os sentimentos se equilibram dentro de nós e nos carregam ao objetivo que nos fará gente de sucesso real.

A persistência, o compromisso e a forma de enfrentar os desafios inesperados que aparecem ao longo do caminho são fatores que fazem toda a diferença entre os conquistadores e os infelizes. Parar de tentar conquistar é intolerável. Barreiras que parecem intransponíveis são oportunidades importantíssimas. São momentos para aprender mais sobre a importância daquilo que queremos obter, mas também é a ocasião de aprender sobre nós mesmos, saber mais sobre a nossa capacidade de nos comprometer com uma tarefa complicada e de lidar com descobertas, administrar os resultados parciais, quer eles sejam desanimadores ou entusiasmantes.

Para conseguir chegar aonde queremos, é fundamental não esquecer a direção do rumo da caminhada. Manter avivado na mente o objetivo a ser alcançado, ter definido e delineado etapas e os meios necessários para atingir o objetivo. Cuidar da saúde. Ter boas noites de sono, para não esgotar as forças físicas e mentais. Esforçar-se, porém, não se deixar escravizar pela obstinação embrutecida.

Ao prosseguir, não espere a derrubada de barreiras para olhar-se no espelho e considerar que tem competência. A origem da competência está no fato de saber aprender com os fracassos. Não diga “não posso vencer”; diga “eu posso vencer com a ajuda de Deus”. Não se esqueça que Deus é quem o sustenta ao longo da sua jornada. Nenhuma conquista é acidental, todas elas são produtos do esforço investido no processo.

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Conteúdo pincelado durante a leitura de “Os 100 Segredos das Pessoas de Sucesso”, de David Niven (Editora Sextante).

sábado, 20 de julho de 2019

O que fazer depois que os filhos cresceram e foram embora de casa?

Existe um número imenso de casamentos que não terminam bem, depois que o casal passou mais de 30 anos juntos, criando seus filhos. O momento em que os filhos saem de casa para construir as suas famílias e marido e mulher ficam sós na casa, é o que se chama A Idade do Lobo (a). O comportamento deles, certo ou errado, é a decisão de pessoa para pessoa. Quem não tem Cristo no coração, passa por muitas situações ridículas nessa fase. 

Assim como na educação de crianças, os pais precisam prepará-los para o período da adolescência, e quando já adolescentes prepará-los para serem pessoas independentes financeiramente quando adultos, marido e esposa devem se preparar para viverem a dois quando não mais tiverem o compromisso de educar seus filhos. O casal pode experimentar a Idade do Lobo (a) voltando a namorar um ao outro, apreciar um ao outro no começo e durante toda a sua velhice. É o que Deus quer de cada um de nós, cristãos casados, cristãos pais e mães.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

A idade do lobo


Por Marco Thomazi

O relacionamento matrimonial passa por várias etapas. Desde o início do casamento até as bodas de ouro o trajeto é longo e desafiador em vários aspectos. Para cada estação, coisas positivas e negativas acontecem e também existem áreas que requerem maior atenção.

Em especial, os casais devem ter cuidado com a chamada "idade do lobo", que representa o período em que a pessoa sai em busca de novas aventuras, assemelhando-se ao lobo que sai para a caça, buscando sua presa. Essa analogia reflete a busca do homem, e também da mulher, por novas experiências.

Este comportamento sobrevém após a criação e a educação dos filhos. A situação ocorre de forma semelhante nos lares: os filhos deixaram o ninho e voaram para ter suas próprias experiências, casando-se ou estudando fora. Esse fato produz um vácuo no coração dos pais, que sentem que há uma lacuna emocional e afetiva a ser preenchida. Quando, entretanto, retornam seus olhos para o cônjuge, notam que o relacionamento esfriou.

No desejo de ajudar os filhos, é comum o casal cometer o erro de não alimentar seu relacionamento amoroso e afetivo. Ano após ano a relação vai sofrendo com a subnutrição, consequentemente, enfraquecendo-se. Isso ocorre porque a afetividade é direcionada aos filhos e não ao cônjuge. Tanto o marido como a esposa não percebem que o relacionamento de origem, que é a base da família, está se deteriorando. E quando os filhos saem de casa, ficam surpresos ao descobrir que quase não restou nada de relacionamento afetivo e amoroso do começo do casamento, tornando-se mais evidente que se perdeu alguma coisa na caminhada.

Este é um momento sensível, o casamento correr perigo! Na busca para preencher a lacuna, é comum abrir a guarda e dar espaço para outros tipos de sentimentos e relacionamentos. Estes fatos, chamados internos, aliados a fatores externos da sociedade moderna, como a sensualidade, libertinagem sexual, apelo pela banalização do casamento, que produzem um pensamento libidinoso, abrem portas para armadilhas sagazes.

Aos quase cinquenta anos, pais de três filhos que aprenderam a voar, avós de duas netinhas e já tendo celebrado, há alguns anos, as bodas de prata, minha esposa Lucia e eu atuamos como conselheiros matrimoniais. Em quase trinta anos de pastoreio temos notado que as armadilhas sempre parecem inofensivas, quase justificáveis. No entanto, as consequências para deslizes são sempre traumáticas e de difícil resolução, e é certo que deixam um rastro de destruição.

O melhor antídoto contra essas armadilhas é a continuidade do relacionamento caloroso entre o casal, colocando-se como base para a criação dos filhos a gênese de tudo, que é o amor ao cônjuge. Para isso deve haver contínuo investimento e nutrição do amor, que suportará as fases mais difíceis que um casal atravessa, por ter saúde e resistência de uma aliança aprofundada ao longo dos anos.

Com razão a Palavra de Deus ensina que o marido deve amar a esposa, entregando-se e cuidando dela como Cristo fez com a Igreja (Efésios 5.25-26).

E também ensina que a mulher deve respeitar o marido, sujeitando-se a ele inteligentemente, e assim sendo protegida por ele (Efésios 5.24, 33). 

Desta forma o "lobo" deve voltar-se para a mulher da mocidade, e a recíproca deve ser verdadeira, pois estes anos trazem grande felicidade e aprofundamento nas raízes do relacionamento a dois, podendo se tornar os melhores anos do casamento.
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Marco Thomazi é advogado, pastor, fundador da Comunidade Ministério Ipiranga.
Fonte: Lar Cristão, ano 23, número 116, setembro a outubro de 2010, página 16. São Paulo/sp (Editora Fôlego Ltda).

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Pastor Carlos Moyses canta Tente Outra Vez, música do roqueiro Raul Seixas


Carlos Moysés, pastor evangélico, e vocalista do conjunto Voz da Verdade, canta Tente Outra Vez, música de autoria do roqueiro Raul Seixas, e estarrece muitos cristãos evangélicos. Ele não apenas entoa a canção, faz isso em um ambiente de culto.


O vídeo está postado na plataforma YouTube, no canal oficial da igreja que Moyses pastoreia. No momento da apresentação, não estão presentes todos os integrantes do grupo musical Voz da Verdade.

Com certeza, os cristãos que se sentem escandalizados com este episódio não se lembram de uma passagem bíblica importante, escrita pelo apóstolo Paulo.

O apóstolo Paulo usou texto extra bíblico ao escrever algo que agora faz parte do Novo Testamento. Qual pai de família ou pastor ainda não fez uso de 1 Corintios 15.33? Está escrito nesta passagem bíblica, o seguinte: “As más conversações corrompem os bons costumes”. Muitas pessoas ainda não sabem que o autor desse conselho é o teatrólogo Menandro. A frase faz parte do roteiro de uma comédia composta por ele, uma peça teatral chamada Thais, que nada tinha de cristianismo. Menandro nunca foi cristão.

Talvez, Carlos Moyses tenha se inspirado na atitude de Paulo, para fazer o que fez. Se convém ou não, é outra história.

E.A.G

terça-feira, 16 de julho de 2019

A mordomia da alma e do espírito

Por Eliseu Antonio Gomes

Ao negar a existência de Deus, o Criador, os materialistas negam a existência do espírito humano, admitem que o homem possui apenas um corpo com um cérebro inteligente; não acreditam em nada de ordem espiritual; dizem que a Bíblia Sagrada é um livro cheio de lendas, contos e invencionices religiosas;  acreditam que o ser humano surgiu "por acaso" e "evoluiu "por acaso". Estão enganados pela falsa "Teoria da Evolução". "Em sua soberba, o perverso não investiga; tudo o que ele pensa é que Deus não existe (10.4); diz o insensato no seu coração: 'não há Deus.' Corrompem-se e praticam iniquidade; já não há quem faça o bem" (53.1).

Desta maneira, os materialistas se enquadram na classificação de "néscios" (Salmos 14.1, ARC).  As três palavras hebraicas traduzidas por "néscio” focalizam  deficiências morais ao invés da deficiência mental. É o insolente, imprudente. Retrata a pessoa de má vontade em aprender ou fazer o que é certo, aquele que tem sua alma fechada a Deus e à moralidade. E sendo eles desse jeito, obviamente, desprezam a necessidade de exercer a mordomia da alma e do espírito.


A tricotomia do ser humano - "O mesmo Deus da paz os santifique em tudo. E que o espírito, a alma e o corpo de vocês sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo" - 1 Tessalonicenses 5.23.

Nós, os cristãos evangélicos, concordamos que Deus nos criou como uma unidade física e incorpórea. Entendemos que a natureza humana é dividida em três partes: o corpo, a alma e o espírito. A dimensão imaterial, subdividida em alma e espírito aparace nas Escrituras em Hebreus 4.12: "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para julgar os pensamentos e propósitos do coração."

Em 1 Coríntios, Paulo se refere aos seres humanos como "segundo a alma" (em grego: psuchikos, 2.14), "espiritual" (pneumatikos, 2.15) e "carnal" (sarkiros, 3.1, 3). Esta percepção do apóstolo parece mostrar a dimensão corporal e abstrata do ser humano.

O texto 1 Tessalonicenses 5.23 distingue "alma" de "espírito". Nesta passagem, temos "alma" significando a parte interior do ser, distinta do "espírito", porém, intrinsecamente ligada a ele, formando o "homem interior" (Romanos 7.22).

A alma,  a mentalidade, a vontade e as afeições. são apenas expressões diferentes para a variedade de funções do singular aspecto imaterial da natureza humana.  Em sentido teológico, a alma é a sede das emoções do amor (Cantares 1.7): ela fica triste (Marcos 14.34); ansiosa (Salmos 36.62); alegre (Salmos 86.4).

Na tradução grega do Antigo Testamento (a Septuaginta), a palavra “alma” ou "psique" ocorre cerca de 950 vezes. É freqüentemente a palavra usada para traduzir a palavra hebraica "nephesh". Possui uma gama de significados, que é pertencente a esta existência física em que estamos: pessoa; vida; respiração; apetite.  A alma é a sede das emoções e sentimentos. Descreve-se a alma como a parte interior do homem, ou seja, a sua personalidade; entende-se que é a base das experiências conscientes; e que no sentido impessoal da vida, é a própria vida.

O termo hebraico "nephesh" renderiza a palavra "coração" cerca de 25 vezes no Antigo Testamento.

O cristão deve andar no Espírito. "Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito" - Gálatas 5.25.

O vocábulo "pneuma" se refere a "espírito" no Novo Testamento. O termo alude à parte imaterial da personalidade do homem (1 Coríntios 7.1, 34); sua fonte de discernimento (Marcos 2.8) e emoções e vontades (João 11.33; Atos 19.11). Quando o espírito está regerado, submete-se ao senhorio de Cristo, é capaz de atender sem dificuldades  ao que o Espírito Santo lhe diz, e incorpora ao seu dia-a-dia a produção do fruto do Espírito.

A expressão "andar no Espírito" tem o mesmo sentido de ‘‘guiados pelo Espírito” (v. 18). Quando o cristão vive pela fé, permanece sensível ao Espírito, à medida que a vontade do Senhor dirige sua caminhada. As nossas decisões e ações mostram se vivemos na dependência do Senhor, a constatação de que andamos com Ele depende de nossas atitudes, se elas são marcadas pelo pecado ou pelo fruto do Espírito.

A alma humana comunica-se com Deus através do espírito. O crente espiritual é destacado pela atuação do Espírito Santo em sua vida, enquanto que o carnal é identificado por sua natureza guiada pelos próprios desejos desenfreados (Gálatas 5.16-25). Paulo esclarece aos crentes gálatas, e consequentemente aos cristãos de todos os tempos, que a opção que adotamos, seja esta satisfazer os desejos da carne ou ser submisso ao Espírito, terá impacto definitivo e irreversível sobre o momento presente e sobre a existência além túmulo, na  eternidade (ver 6.7-10).

                 
O pecado atingiu a todos. "Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado veio a morte, assim também a morte passou a toda a humanidade, porque todos pecaram"- Romanos 5.12.

Deus nos fez constituídos de três partes, portanto, o homem é um ser tricotômico, constituído de corpo, alma e espírito. E no exercício da mordomia da alma e espírito, que estão envolvidos pelo corpo, o cristão necessita entender que precisa buscar a santificação completa do seu ser, pois a prática do pecado o separa de seu Criador.

Muitos teólogos observam Romanos 5.11-12 e discutem sobre como a morte é transmitida a todos os homens através do pecado de Adão. Paulo explica a questão,  afirma que a nossa herança racial de Adão é de pecado, morte, alienação. Agora, no entanto, pertencemos a Cristo e recebemos por Ele a herança de justiça e vida.

A morte é um termo que envolve detalhes de difícil compreensão, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Na Bíblia Sagrada, em um parcela considerável de vezes, ela não é citada abordando o caráter biológico, mas, dentro de uma descrição da condição espiritual do homem, incapaz de compreender a corrupção moral interior que separa os seres humanos de Deus e faz do julgamento final uma certeza amedrontadora. O pecado de Adão tem como consequência ambas as mortes: a biológica e a espiritual. Jesus, por outro lado, oferece a vida, a oposição a morte, nos faz viver para Deus ao garantir um futuro brilhante e eterno para nós.


Não há homem que não peque. "Não há nenhum justo sobre a terra que faça o bem e que não peque" - Eclesiastes 7.20.

O pecado pode se referir a atos específicos que violam padrões estabelecidos por Deus, mas também podem centralizar a atenção na corrupção natural do homem. Neste último sentido, o pecado é um princípio que habita na personalidade humana. É a distorção da criação de Deus, uma perversão de nossos desejos naturais egocêntricos e mesquinhos (Romanos 7.17).

É preciso crer no fato de que Jesus Cristo já pagou a penalidade pelo nosso pecado. O Evangelho do Senhor diz que Ele viveu uma vida sem pecado e que Deus tirou de nós o nosso pecado e colocou-o sobre Ele enquanto Ele estava na cruz. Aprouve a Deus que Jesus Cristo morresse em nosso lugar para pagar a dívida que nós jamais teríamos condições de pagar.

Os materialistas se avaliam uns pelos outros, lidam com graduações de bom e mau tendo como base a filosofia que criaram, anti e extrabíblica. Por este motivo as Escrituras declaram que a humanidade está corrompida, "não há quem faça o bem" (Salmos 53.1). Assim como Davi, o cristão autêntico anela pela salvação que Deus dá, em Cristo alcançamos o resgate dos nossos pecados (53.6).


Sem santificação ninguém verá a Deus. "Procurem viver em paz com todos e busquem a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor" - Hebreus 12.14.

O crente alcança santidade através da obra de Cristo ao responder ao Espírito, que trabalha para fazer o crente cada vez mais santo. A  palavra “santificar” tem vários significados. Representa a obra definitiva de Cristo, aplicada ao indivíduo na salvação, através da qual somos puros diante de Deus (Romanos 15.16; 1 Coríntios 1.2). Indica a transformação moral gradativa em direção à verdadeira santificação operada à medida que o crente atende às orientações da Palavra de Deus e ao Espírito (João 17.17; Hebreus 10.29).

Na atividade de exercer a mordomia da alma e do espírito, o cristão deve rejeitar o sentimento de amargura (12.14-15). O autor de Hebreus nos exorta a vivermos firmes na graça de Deus, empreender esforço à paz e à pureza. Se falhamos em não notar o amor e o objetivo subentendido às orientações de Cristo, registradas na Bíblia Sagrada, é provável que nos transformaremos em pessoas amarguradas, o que nos fará perder a comunhão com Deus. Para evitar isso, precisamos considerar as dificuldades, que experimentamos nessa vida, conforme a perspectiva da graça de Deus.


O sangue de Cristo nos purifica de todo o pecado. "Se andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" - 1 João 1.7.

Ao interpretar o texto de João, no capítulo 1 e versículo 7 da sua primeira carta, muitos entendem a ''luz” como pureza, mas este texto nos diz que quando andamos na luz, o sangue de Cristo nos purifica de todo o pecado. Se formos honestos conosco mesmos e com Deus, veremos nossos pecados à luz da Palavra de Deus e clamaremos a Cristo por purificação. Ao orar, é necessário que se faça a confissão dos pecados, conforme a instrução de João nos versículos 9 a 10, da sua primeira carta.

O vocábulo grego para confissão é "homologeo", que significa “dizer a mesma coisa”, isto é, admitir. Confessar não é pedir desculpas, se apresentarmos desculpas ou nos recusarmos a admitir que determinado procedimento é pecaminoso, construímos uma barreira entre nós e Deus, mas ao concordar com Deus que a prática de determinada ação é pecado Deus nos perdoa e é quando o sangue de Jesus nos purifica e há  a continuidade ao processo de purificação das injustiças que o Espírito começou em nós.

Vejamos um pouco mais a respeito do sacrifício vicário de Cristo em nosso favor? "Portanto, se o sangue de bodes e de touros e a cinza de uma novilha, aspergidos sobre os contaminados, os santificam quanto à purificação da carne, muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!" - Hebreus 9-13-14.

Adore a Deus na tricotomia de quem você é. "E todos nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor, segundo a sua imagem estamos sendo transformados com glória cada vez maior, a qual vem do Senhor, que é o Espírito" - 2 Coríntios 3.18.

Aqui na Terra encontramos limitações e contrariedades, mas não será para sempre que viveremos sujeitos às tribulações deste mundo. O Criador fez o ser humano perfeito, criados pelo Todo-Poderoso para louvá-lo. Se na plenitude que fomos criados, voluntariamente, o adoramos na beleza de sua santidade, somos por Ele transformados em tamanho espiritual, crescemos no espírito até chegar à estatura de Cristo. E num dia determinado por Ele seremos levados deste mundo caótico para estar para sempre num lugar de paz e alegria eternas, que é o Céu. Ali, na morada celestial, este corpo que agora é sujeito às doenças, ao cansaço e envelhecimento, será transformado e ficará parecido em glória ao corpo de Cristo. Então, não sentiremos dor, nunca mais adoeceremos, não haverá motivos para lamentar, não haverá mais mortes (1 Coríntios 15.51-54; Filipenses 3.20-21; 2 Tessalonicenses 2.10; Apocalipse 21.4). É tempo de adorar ao Senhor no corpo, na alma e no espírito. Convém fazer isso.

Conclusão.

Para os materialistas, a única coisa que se pode provar existente é a matéria, as energias físicas e os processos físicos. Em face desta visão míope que domina uma parcela da humanidade incrédula, muita gente caminha para a perdição eterna (1 Coríntios 3.7). Os crentes em Cristo sabem que alma e espírito, entes distintos que constituem o "homem interior" do ser humano, são a essência de cada pessoa que vem ao mundo numa estrutura tricotômica, e o seu corpo nada mais é do que o seu "invólucro", que embora sujeito às limitações físicas, com suas necessidades orgânicas, é o templo do Espírito Santo (1 Coríntios 6.19-20).

Diante deste panorama, mantenhamos o nosso ser, em sua plenitude, preparado para o dia do Arrebatamento da Igreja. Na condição de mordomo, o cristão deve conservar a si mesmo preparado para a Segunda Vinda do Senhor Jesus Cristo.

E.A.G.

Compilações

Guia do Leitor da Bíblia - Uma análise de Gênesis ao Apocalipse capítulo por capítulo, Lawence O. Richards, quinta edição, 2006, Rio de Janeiro/RJ (Casa Publicadora das Assembleias de Deus - CPAD).

Lições Bíblicas. Tempo, Bens e Talentos - Sendo Mordomo fiel e prudente com as coisas que Deus nos tem dado. Elinaldo Renovato. Lição 3: A Mordomia da Alma e do Corpo. Terceiro trimestre de 2019. Bangu, Rio de Janeiro/RJ (Casa Publicadora das Assembleias de Deus - CPAD).

Tempo, Bens e Talentos - Sendo Mordomo fiel e prudente com as coisas que Deus nos tem dado. Elinaldo Renovato. Bangu, 1ª edição 2019, capítulo 3 - A Mordomia da Alma e do Espírito Humano. Rio de Janeiro/RJ (Casa Publicadora das Assembleias de Deus - CPAD).


domingo, 14 de julho de 2019

Padre Marcelo Rossi empurrado de altar por mulher durante missa


Aconteceu hoje no período da tarde durante transmissão pela emissora de televisão Canção Nova. O padre Marcelo Rossi ministrava aos católicos, de repente surge uma mulher correndo com braços estendidos e joga-o para fora do ângulo de visão da multidão que o acompanha em seu discurso religioso. O povo se levanta, assustado com a cena que os pega de surpresa.

Apesar de ser atirado de altura considerável da estrutura, Rossi disse depois: "Estou bem, nada de grave aconteceu comigo, sinto uma pequenina dor, o que é normal...". Ele deu glórias a Deus por não ter acontecido nada pior, fez menção a Maria também. Disse não ter intenção de prestar queixa à polícia e não querer ver a pessoa que o atacou, mas que havia concedido-lhe o perdão. 

Ao delegado, a agressora falou: "É uma coisa entre eu e ele, eu e ele...", alegou sofrer de transtorno bipolar. A missa não chegou ao fim. A identidade da agressora não foi revelada, foi afirmado que teria 40 anos de idade e que havia sido trazida ao local por uma excursão junto com um filho em idade infantil; a criança foi conduzida para uma equipe do Conselho Tutelar.

Atitude inaceitável, deplorável, digna de todo repúdio.

Fonte: TV Canção Nova via https://youtu.be/H8eYFszwDb0

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Lições Bíblicas 2019

Tabernáculo: Símbolo da Obra Redentora de Cristo


EBD - Escola Bíblica Dominical.

13 Lições comentadas por Elienai Cabral (CPAD)

Entre 7 de Abril e 30 de Junho, as igrejas evangélicas que usam o currículo pedagógico da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) estarão lecionando as treze matérias da revista Lições Bíblicas, cujo comentarista é Elienai Cabral e o tema é O Tabernáculo: Símbolos da Obra Redentora de Cristo.

A vontade deste Blogueiro é trazer aos Leitores de Belverede postagens relativas aos assuntos abordados pelo articulista da CPAD. Se assim Deus permitir, é o que farei, pois é perceptível que o subsídio é algo de extremo interesse do povo cristão. Certa vez, um irmão moçambicano declarou ter enorme expectativa por esta espécie de postagem.

Abaixo, os nomes de 13 lições. As lições marcadas em negrito e sublinhadas possuem hiperligação, ao clicar sobre elas você será encaminhado para outro espaço deste blog, abrirá para você a página da postagem correspondente.

A nossa oração é para que cada publicação seja de bom proveito espiritual a todos, lembrando que cada uma delas não substituem o conteúdo criado pelo Pastor Elienai Cabral.

Não existe interesse comercial nesta iniciativa. Peço sua gentileza, divulgue estas matérias, tanto presencialmente quanto em suas redes sociais.

Sumário

Lição 7
O Lugar Santo

Lição 8
O Lugar Santíssimo

Lição 9
A Arca da Aliança

Lição 10
O Sistema de Sacrifícios

Lição 11
O Sacerdócio de Cristo e o Levítico

Lição 12
A Nuvem de Glória

Lição 13
O Sacerdócio Celestial

Introdução aos livros da Bíblia Sagrada.
Objetivo ainda em fase de conclusão.

Antigo Testamento
GênesisÊxodoLevíticosNúmerosDeuteronômioJosuéJuízesRute1 Samuel • 2 Samuel • 1 Reis • 2 Reis • 1 Crônicas • 2 Crônicas • Esdras • Neemias Ester • Jó • Salmos Provérbios • Eclesiastes • Cantares • Isaías • JeremiasLamentações • Ezequiel • Daniel • Oseias • JoelAmósObadiasJonas • Miqueias • NaumHabacuqueSofonias Ageu ZacariasMalaquias