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domingo, 31 de março de 2019

Bolsonaro e Netanyahu - artigo de importante portal de notícias israelense diz que transferência de embaixada para Jerusalém é questão de tempo

Itamar Eichner
Publicado: 29 de maio de 2019

Netanyahu e Jair Bolsonaro

A palavra "Jerusalém" não foi proferida nas declarações conjuntas do primeiro-ministro de Israel e do Presidente do Brasil. A estimativa israelense é que Bolsonaro cumprirá a sua promessa de transferência da embaixada brasileira para Jerusalém, mas não se sabe quando isto acontecerá - escreveu o articulista do jornal local.

sexta-feira, 29 de março de 2019

A Paixão de Cristo - comentários contrários e favoráveis ao filme do ator Mel Gibson

Blog Belverede. A Paixão de Cristo, o filme de Mel Gibson. https://belverede.blogspot.com.br

Por Eliseu Antonio Gomes

A Paixão de Cristo (o título em inglês é Passion) é uma produção cinematográfica americana de 2004. Drama épico. O ator Mel Gibson co-escreveu, dirigiu e produziu; teve Jim Caviezel interpretando Jesus Cristo. A maior parte foi filmado no estúdio italiano Cinecittà.

O filme foca as últimas doze horas de Jesus. Em algumas partes do filme aparecem cenas de momentos anteriores às doze horas, surgem como se fossem lembranças o tempo da infância e da juventude, durante o Sermão do Monte, em preleção particular ao seleto grupo de discípulos e o episódio da partilha do pão na Ceia.

A equipe de divulgação do filme alardeou que as falas dos atores aconteceram nos idiomas em que as pessoas da geração de Jesus se comunicavam, mas eruditos no aramaico e hebraico dos tempos bíblicos criticam a informação, alegando que os diálogos eram sofríveis.

Premiações e bilheterias

O ator Jim Caviezel recebeu três indicações de Melhor Ator. Sendo duas do MTV Movie Awards, nos Estados Unidos e México, mas só ganhou a do Movie Guide Awards - cerimônia anual de premiação para o entretenimento cristão e familiar, realizada todos os anos em Hollywood e transmitida no Hallmark Channel na mesma época em que é realizada a festividade de distribuição do Oscar.

Quanto ao Oscar, o mais popular entre os prêmios para a indústria de cinema em todo o mundo, o filme de Gibson concorreu nas categorias de Melhor Maquiagem (venceu Desventuras em Séries), Melhor Fotografia (o vencedor foi O Aviador) e Melhor Trilha Sonora (Em Busca da Terra do Nunca foi o premiado).

Segundo uma teoria publicada às vésperas da premiação pela revista Newsweek, os olhos de soslaio e a torcida de nariz, - feita pelos membros da Academia premiadora da estatueta do Oscar - contra A Paixão de Cristo, ocorreu porque entre os jurados haviam muitas pessoas de origem judaica, que consideraram o filme como veiculador de mensagem fundamentalista e de discórdia, desrespeitoso, preconceituoso, violento e o acusaram de anti-semita.

Em óbvia estratégia mercadológica, A Paixão de Cristo estreou nos Estados Unidos em 25 de fevereiro de 2004, na quarta-feira de cinzas e começo da Quaresma. Na primeira semana de exibição, alcançou $83,848,082, ficando em quarto lugar no ranking de lançamentos de filmes durante o período de sete dias. No total, lucrou $370,782,930 naquele país e continua a ser o filme restrito de maior bilheteria na história do cinema americano. No mundo, é o filme com fala não inglesa de maior arrecadação de todos os tempos.

De acordo com uma declaração de Rubens Ewald Filho, em 23 semanas em cartaz, o filme obteve a cifra de R$ 45 milhões.

Gibson versus comunidade judaica

A opinião negativa da comunidade judaica ocorre porque o roteiro original do filme trouxe a passagem de Mateus 27.24-25, referente ao episódio em que Pôncio Pilatos lava suas mãos e lança a maldição do sangue contra os judeus que incriminavam Jesus e queriam vê-lo morto. Pilatos diz que o sangue inocente de Cristo recairá sobre os judeus e os judeus respondem "o sangue dEle caia sobre nós e os nossos filhos".

Este texto bíblico é interpretado ao pé-da-letra por muita gente, que acredita que a Diáspora de 2 mil anos e o Holocausto aconteceram por causa do pedido de morte ao Messias. Se sim ou não, o fato é que ao lançar o filme em VHS e mídias mais modernas, Gibson extraiu as cenas mais violentas e a trecho bíblico sobre a maldição do sangue.

O Gêtsemani

O cenário de abertura é o Jardim do Getsêmani. As primeiras cenas de A Paixão de Cristo é composta por Jesus sendo tentado por Satanás, que aparece em forma humana, circunstância que não está registrada nas páginas da Bíblia Sagrada. Jesus está angustiado e os discípulos sonolentos ou a dormir sob o relento. Seu suor cai em gotas de sangue.

Mel Gibson, em nome da arte contemporânea, mostra Jesus pisando na cabeça de uma serpente ali naquele momento. Embora a situação tenha o seu sentido teológico, os Evangelhos não apresentam isso naquele lugar.

Na sequência, a deslealdade de Judas Iscariotes. De posse das trinta moedas, ele perpetua a traição com um beijo. Tentando evitar a prisão de seu Mestre, Pedro usa sua espada e corta a orelha de um dos guardas do templo. Então, milagrosamente, Jesus coloca o órgão cartilaginoso em seu devido lugar. A tropa prende-o e o conduz ao Sinédrio. Pedro segue-os de longe. E João avisa sobre a ocorrência para a mãe de Jesus e para Maria Madalena.

Jesus no interrogatório, perante Pilatos e Herodes

O Sumo Sacerdote Caifás toma para si o julgamento de Jesus e expulsa sacerdotes contrários ao tribunal religioso. Pergunta a Jesus se Ele é o filho de Deus e Ele responde "Eu sou". Em sinal de repúdio a resposta proferida por Cristo, Caifás rasga suas vestes, condena-o como judeu blasfemo e sentencia-o à morte.

Distante, Pedro assiste o desenrolar do drama sem se identificar, por três vezes perguntam a ele se seria um dos doze discípulos e ele mente sobre isso. Os olhares dele e do Mestre se encontram, e Pedro foge daquele ambiente em lágrimas. 

Em outro lugar, amargurado com o que fez, Judas quer devolver o dinheiro recebido em troca da sua traição, os sacerdotes que o pagaram se recusam a ter as trinta moedas de volta. Ele é afligido de maneira deplorável por espíritos malignos, encontra uma corda amarrada em um animal morto e afastado do centro populacional de Jerusalém usa-a para dar cabo de sua vida por meio do enforcamento. A ação demoníaca não está relatada na Bíblia Sagrada.

Caifás envia Jesus para Pôncio Pilatos, para que ele endosse a pena capital contra Jesus, porém, ao interrogá-lo o governador da Judeia não reconhece nenhuma conduta errada nEle e manda à presença de Herodes com o objetivo de Herodes proferir a decisão definitiva, então Jesus é tido como inocente por Herodes e devolvido para Pilatos.

Então, Pilatos, pergunta ao povo se preferem a soltura de Barrabás, um criminoso, ou de Jesus, considerado um inocente. Em polvorosa, a multidão escolhe a soltura do malfeitor. Desolado, ordena que Jesus seja chicoteado mas não morto. Com as mãos presas em um pilastra e a pele das costas à mostra, um soldado lança as correias do chicote em Jesus, enquanto sua mãe assiste a tudo sem nada poder fazer. Soldados zombam dEle, colocando em sua cabeça a coroa de espinhos. Caifás não aceita apenas a tortura, quer vê-lo morto; apoiado pela multidão grita palavras de ordem: crucifica-o. Pilatos, com receio da reação da multidão não faz caso da liberdade de Cristo, não se importa em restabelecer a ordem e fazer justiça, lava as mãos diante dos olhos de todos os presentes, solta Barrabás e ordena a crucificação do Cordeiro de Deus.

A constituição da cena das chibatadas é realista e forte. e passam sensação de realismo; as tiras do instrumento torturante possuem peça cortante e realmente parecem machucar. Nesta altura do filme, eu vi pessoas na plateia da sala de cinema chorando.

O trajeto da Via Dolorosa

Ao carregar a cruz em direção ao Calvário, Jesus encontra-se com sua mãe, diz uma frase que não está registrada nos Evangelhos, apenas no Livro do Apocalipse: "Veja mãe, eu farei tudo novo", que alude à "Eis que faço novas todas as coisas". Dentro deste cenário, a sentença messiânica não parece ter o mesmo brilho escatológico em que está posta nos escritos de João.

Simão de Cirene é forçado a ajudar carregar a cruz.

Ainda na caminhada ao Calvário, uma mulher desconhecida enxuga o rosto de Jesus com seu véu. Tal situação não consta em nenhuma das quatro narrativas dos Evangelhos. Gibson faz uso do capítulo 7 do livro apócrifo Atos de Pilatos, escrito no quarto século e também do livro medieval Meditações Sobre a Vida de Cristo, escrito por volta de 1.380, atribuído a Pseudo Boaventura (sic). Segundo a lenda, a toalha utilizada teria ficado marcada com as feições do rosto do nosso Senhor, coisa parecida com a tradição católica, que defende o mesmo suposto em relação ao Santo Sudário. É dito que esta mulher seria a mesma pessoa a quem Jesus curou de um problema hemorrágico, embora os evangelistas não tenham citado seu nome (Mateus 9.20-22; Lucas 8.43-48). A tradição diz que depois ela teria usado a toalha para curar o imperador Tiberius; muitos católicos acreditam que este mesmo pano está preservado na Basílica de São Pedro. Católicos referem-se a ela como Santa Verônica.

No Calvário

Os pés e mão de Jesus são pregados ao madeiro. O madeiro é fincado ao chão e Ele agoniza entre dois bandidos, sendo que um deles é Barrabás. Cristo ora em favor de todos que lhe fazem tamanho mal, pedindo que os perdoe por aquela ignorância. Ele redime o criminoso que arrependido de seus pecados, anunciando que naquele mesmo dia estaria junto a Ele no Paraíso.

Em agonia, Jesus brada "nas tuas mãos entrego o meu espírito" e falece. Para este momento, Mel Gibson se dá ao direito de apresentar novamente uma licença artística: uma única gota de água cai do céu, talvez, como um simbolismo remetido ao choro de Deus. Quando o pingo encontra o solo, a natureza se agita: a luz do sol desaparece e a escuridão domina o entorno da crucificação, abalos sísmicos atingem o templo e rasga em duas partes, de cima abaixo, o pano que cobre o Santo dos santos.

Soldados quebram as pernas dos criminosos, um dos lados do corpo de Jesus é perfurado. O Novo Testamento não relata Satanás gritando, nada fala sobre a mãe e os amigos de Cristo abraçarem o corpo sem vida do Salvador, porém, o filme tem estas cenas.

A produção termina com Jesus ressuscitando e levantando-se do túmulo.

Conclusão

A licença artística em contagem de histórias bíblicas não é aceitável. Então, para muitos cristãos, A Paixão de Cristo é um filme controverso, pois não teve como base apenas os relatos de Mateus, Marcos, João e Lucas. Além dos Evangelhos, bebeu nas fontes A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, em Sexta-Feira das Dores, escritos da freira Anna Catarina Emmerich, entre outras, que já foram citados neste artigo.

E.A.G. 

A Paixão de Cristo (2004), Rubens Ewald Filho - https://cinema.uol.com.br/resenha/a-paixao-de-cristo-2004.jhtm/

Aborto: cantora canadense Celine Dion e o sacerdote católico

quinta-feira, 28 de março de 2019

Três memes sobre telefones celulares e seus usuários

Algumas pessoas hoje em dia:
- Socorro!

Seu celular já substituiu seu relógio, câmera, calendário, e
alarme. Não deixe-o substituir sua família.

Quando o telefone estava amarrado ao fio, seus usuários
eram mais livres.

E.A.G.

Tabernáculo: Símbolo da Obra Redentora de Cristo.



EBD - Escola Bíblica Dominical.

13 Lições comentadas por Elienai Cabral (CPAD)

Entre 7 de Abril e 30 de Junho, as igrejas evangélicas que usam o currículo pedagógico da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) estarão lecionando as treze matérias da revista Lições Bíblicas, cujo comentarista é Elienai Cabral e o tema é O Tabernáculo: Símbolos da Obra Redentora de Cristo.

A vontade deste Blogueiro é trazer aos Leitores de Belverede postagens relativas aos assuntos abordados pelo articulista da CPAD. Se assim Deus permitir, é o que farei, pois é perceptível que o subsídio é algo de extremo interesse do povo cristão. Certa vez, um irmão moçambicano declarou ter enorme expectativa por esta espécie de postagem.

Abaixo, os nomes de 13 lições. As lições marcadas em negrito e sublinhadas possuem hiperligação, ao clicar sobre elas você será encaminhado para outro espaço deste blog, abrirá para você a página da postagem correspondente.

A nossa oração é para que cada publicação seja de bom proveito espiritual a todos, lembrando que cada uma delas não substituem o conteúdo criado pelo Pastor Elienai Cabral.

Não existe interesse comercial nesta iniciativa. Peço sua gentileza, divulgue estas matérias, tanto presencialmente quanto em suas redes sociais.

Sumário
Lição 7
O Lugar Santo

Lição 8
O Lugar Santíssimo

Lição 9
A Arca da Aliança

Lição 10
O Sistema de Sacrifícios

Lição 11
O Sacerdócio de Cristo e o Levítico

Lição 12
A Nuvem de Glória

Lição 13
O Sacerdócio Celestial



Elienai Cabral definido por ele mesmo



quarta-feira, 27 de março de 2019

Jair Bolsonaro está brincando de presidir o Brasil?



Li, há poucos minutos na página do jornal Folha de São Paulo, versão online: "Bolsonaro está 'brincando de presidir o país', diz Maia. Presidente da Câmara rebate Bolsonaro e diz que 'está na hora de parar de brincadeira'".

A matéria está assinada por Angela Boldrini e tem as seguintes informações de data e horário: 27 março de 2019; 18 horas mais 18 minutos.

O que eu penso disso?

A verdadeira evolução