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sábado, 11 de fevereiro de 2017

O modo curioso que o padre usou para aconselhar sobre a transmissão do Carnaval na televisão brasileira

“Olha o que o padre fez na missa! 

Um padre colocou um vídeo nos telões da igreja, a Globeleza dançando seminua, toda pintada e o vídeo durou uns 15 segundos. 

O povo da Igreja ficou todo escandalizado, então o padre perguntou:

- Alguém se incomodou com esse vídeo aqui na casa de Deus?

É claro que o povo se incomodou, mas não falaram nada. Então o padre disse:

- Aqui na casa de Deus não é lugar de passar essas coisas, mas na casa de vocês isso passa o dia todo, nas novelas ensinam seus filhos e filhas como trair seus maridos e esposas; a mentir; a um homem a beijar outro homem na boca. E vocês não fazem nada! Será que a casa de vocês não é também a casa de Deus? Hipócritas, são os que se escandalizam quando falam dos erros que ocorrem na casa dos outros, na igreja do outro, na vida do outro e se esquece dos erros que comete em sua própria casa.”

Fonte: rede social G + | Autoria indefinida

terça-feira, 24 de maio de 2016

No blog Point Rhema: Padre Marcelo Rossi pede para brasileiros não votarem em religiosos


https://www.flickr.com/photos/galvaocaricaturas/6716565839/in/photolist-8EzBCM-8EErbU-8EzE8F-8EB26w-bewa2i-8sCTz5-9seKER-51EbtQ-8rY6cv-aYPXq6-8SQj9y-oKLx6c-p3fHMP-p3dPm5-p2Zqak-91U1ZV-kjk6hu-p3dPF3-pesFrV-9qGDmN-6jYBUx-kjpUKh-kjk1gM-axem1H-9qHeZZ-kjo83N-8sCTzj-kjhDrr-kjkeQb-h3agik-rpqjmW-kjhUUF-kjiTtc-kjiWWV-crs18d-qbdBR8-kjiv76-9qH3FL-51ExH3-kjp7Lo-9seqZZ-kjigX2-kjnGxX-9bBqZU-kjitc4-kjkCWG-kjmk2m-crrQEU-kjkwwh-h37jFw
PADRE MARCELO ROSSI PEDE PARA BRASILEIROS NUNCA VOTAREM EM RELIGIOSOS  [ * ]

Meu comentário  a respeito desta informação, postado lá no Point Rhema:

Pastor Carlos Roberto.

Se para o Marcelo Rossi ser "religioso" significa gente fanática por uma determinada corrente religiosa, eu concordo com ele, mas se pede para não votar em cristãos, então, discordo veementemente do padre. 

Ser cristão é diferente de ser fanático religioso, o primeiro é equilibrado e o segundo não se equilibra e tende a querer desequilibrar a todos.

Não penso ser correto que pastores abandonem suas funções eclesiásticas para entrar em atividades da política partidária. Digo isso não "demonizando" o "fazer política partidária", também penso não ser conveniente que estejam em outras áreas seculares, em atividades remuneradas de todos os tipos que conhecemos. Para mim, o pastor deveria ocupar-se apenas de almas, das coisas espirituais.

São poucos os pastores que exercem o ofício em tempo integral. Se durante o dia eles são advogados, comerciantes, bancários, vendedores, não há motivo de impedir que também sejam vereadores, deputados estaduais e federais, senadores... (Presidente da República?!) Que não haja nisso barreiras de contraditórias por parte de ninguém. Se pastores seguem de um lado, que possam seguir pelos dois... 

Na minha opinião, o ideal seria que os pastores indicassem pessoas, crentes maduras na fé, para representá-lo no meio político, não estar lá em pessoa. Creio que evoluiremos para esta situação um dia. E quando este tempo chegar, os cristãos serão mais abençoados por Deus.

Abraço.

E.A.G.

* - http:// pointrhema. blogspot. com.br/ 2016/05/ padre-marcelo-rossi-pede-para. html

terça-feira, 22 de março de 2016

O destino final dos mortos

Lições Bíblicas. Lição 13: O final de todas as coisas - esperança e glória para os salvos. Elinaldo Renovato (CPAD)
Por Eliseu Antonio Gomes

"Respondeu-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" - Lucas 23.43.

O que será depois da morte? Os salvos que estiverem nos túmulos, na vinda de Jesus, ressuscitarão em corpo glorioso (Filipenses 3.21), e irão ao encontro do Senhor, juntamente com os salvos transformados (1 Tessalonicenses 4.16, 17).

Há uma dificuldade em lidar com a morte e a finitude da vida. Inconscientemente, o ser humano tem a "consciência" da eternidade.

Após a morte e antes da ressurreição, os salvos não irão direto para os céus, a habitação de Deus, eles irão para um "lugar intermediário", onde aguardarão a primeira ressurreição (Apocalipse 20.6).

O Estado Intermediário

A Bíblia revela a realidade da eternidade em poucas referências, mas nos permite vislumbrar o que está reservado aos salvos e aos perdidos após a morte física (João 5.28, 29; Daniel 12.2, Apocalipse 22.12-14).

As Escrituras mostram com clareza que o Estado Intermediário, também nomeado como Estado Eterno, é o estado entre a morte física e a ressurreição, tanto dos salvos como dos ímpios. A morte não acaba com a existência humana; inicia outra fase dela. Portanto, ouçamos a pergunta de Jesus, na parábola do rico insensato, e meditemos: "Mas Deus lhe disse: Insensato, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?" - Lucas 12.20.

As duas ressurreições

"Não vos admireis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo" - João 5.28-29.

a. A primeira ressurreição. 
É a ressurreição dos salvos, na primeira fase da vinda de Jesus. Apocalipse 20.6 nos mostra que é "Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele durante os mil anos"
b. A segunda ressurreição.
O livro de Apocalipse, no capítulo 20 e versículo 6, esclarece que haverá uma segunda ressurreição, que será para aqueles que passarão pela "segunda morte", ou seja, os perdidos, os ímpios. O salvo só morre uma vez (se não participar do arrebatamento da Igreja). O ímpio morre duas vezes: a morte física e a morte espiritual. Ressurgirão na "ressurreição da condenação".

O Lugar dos Mortos

Baseados no texto capitulado em Lucas 6, que se refere a Lázaro e o rico, os judeus criam que o Lugar do Mortos está dividido em duas partes: o rico, no Hades, "ergueu os olhos", e viu Lázaro ao longe (em cima), no "Seio de Abraão".

Não se trata de um lugar físico, mas de estado ou situação dos mortos. Provérbios 15.24 define este "lugar" com dois "compartimentos": Um chamado Paraíso, que está nas regiões celestiais "para cima"; outro, chamado Hades, "para baixo".

Lázaro, no "Seio de Abraão" corresponde ao Paraíso, que é o lugar de espera, dos justos, antes da primeira ressurreição; o Hades, corresponde ao lugar intermediário e provisório dos ímpios, que aguardam o julgamento final e a condenação definitiva ao sofrimento no inferno.

Paraíso

"Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: "Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo" - Mateus 25.34.

A palavra "paraíso" é de origem persa, significa um parque ou jardim de prazer. Foi usada pelos tradutores da Septuaginta para descrever o jardim do Éden (Gênesis 2.8). Aparece três vezes no Novo Testamento (Lucas 23.43; 2 Corintios 12.4; Apocalipse 2.7).

O paraíso está reservado para aqueles que pela fé foram alcançados pela graça de Deus, deram lugar a uma nova natureza, passaram a agir com amor no coração, vivendo com o objetivo de fazer o bem para o outro. Serve de "lugar de espera" para os justos, que aguardam a primeira ressurreição, quando irão ao encontro de Jesus para viverem eternamente com o Senhor.

A Palavra de Deus diz que quando nos encontrarmos com Cristo estaremos imediatamente com Ele num estado de descanso (Apocalipse 14.13), de serviço (Apocalipse 7.15) e de santidade (Apocalipse 7.14).

O Sheol (inferno)

"Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai- vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos" - Mateus 25.41.

Sheol é um termo hebraico que às vezes significa tumba, ou lugar ou estado dos mortos, e outras vezes, um lugar ou estado dos mortos em que existe o elemento de miséria e castigo, mas nunca um lugar de felicidade ou bem-aventurança depois da morte. (Salmos 9.17; 49.15).

No Novo Testamento, o termo Sheol, é traduzido por Hades, significa "o mundo dos espíritos idos", descrito como um lugar destinado aos ímpios. É o destino de perversos em natureza, sem amor no coração, que vivem a vida com o objetivo de fazer o mal e a perversidade para o outro. Ali eles aguardam a "segunda ressurreição", quando irão para o juízo do trono branco, o Juízo Final. E receberão o castigo por suas obras e serão lançados definitivamente no inferno (Salmos 9.17; Apocalipse 20.15; 21.8; 22.15).

Ideias equivocadas acerca do Estado Intermediário

A vida após a morte dá margem para muitas especulações. As teorias do estado intermediário, ou situação após a morte, não significa um estado de purificação, retorno eterno, ou de uma inconsciência sem fim. Para se ter uma ideia das especulações que proliferam ao longo da história da humanidade, veja:

• Purgatório
A Igreja Católica prega que há o Purgatório, lugar onde os fiéis, mesmo que não vivam em corrupção, têm de passar, para purgar-se os pecados chamados "veniais". Afirma que mesmo os mais fiéis passarão por um processo de purificação antes de tornarem-se aptos para entrar na presença de Deus.
A Bíblia não autoriza esse ensino, tal doutrina católica foi aceita por volta do século XII e posta em prática após o Concílio de Tentro no século XVI.
• Reencarnação (Espiritismo, Hinduísmo, Budismo e outras religiões orientas)
O Espiritismo, e adeptos de outras religiões orientais, ensina que após a morte ocorre o processo de reencarnação, que se consiste em períodos de purificação. Tal doutrina declara que as pessoa reencarnadas recebem outra identidade, podem reencarnar como seres humanos, animais, plantas ou coo um deus.
A Bíblia condena esta crença herética. Disse Jesus: "Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entra em juízo, mas já passou da morte para a vida" - João 5.24. A declaração de Cristo está com os verbos no presente, assim descarta a ideia de que alguém possa ser salvo após a morte física por meio de reencarnações (Confira: 2 Coríntios 6.2; Romanos 8.1).
O Espiritismo ensina que é possível comunicar-se com espíritos de pessoas falecidas por intermédio de um médium. Deus proíbe tal prática: Levíticos 19.31; 20.6, 7; Deuteronômio 18.9-12; Isaías 8.19-22. Na passagem bíblica do rico e Lázaro, vemos que não é permitida a comunicação dos vivos com os mortos (Lucas 16.27-30).
• Sono da alma
Os Adventistas do Sétimo Dia ensinam que as pessoas, após a morte física, passam para um estado chamado "sono da alma": a crença de que a alma permanece em um estado inconsciente até a ressurreição. Para isso, tomam ao pé da letra textos como o de Mateus 9.24 e João 11.11, que dizem que Lázaro dormia, bem como a filha de Jairo.
A equivocada interpretação da Bíblia pode ser refutação com as citações de Abraão, Isaque e Jacó em Mateus  22.32, que declara que Deus é Deus de vivos e não de mortos; e, Lucas 16, que em cujo relato apresenta o rico plenamente consciente, solicitando ajuda ao Pai Abraão.

Conclusão

Enfim, o estudo da Escatologia é muito edificante aos cristãos em todos os tempos. Diversos sinais dão a entender que a vinda de Jesus é um evento que pode ocorrer a qualquer instante. Que estejamos aguardando o retorno do Messias; o arrebatamento da Igreja do Senhor Jesus Cristo.

E.A.G.

Ensinador Cristão, ano 17, nº 65, janeiro a março de 2016, Rio de Janeiro (CPAD).
Lições Bíblicas Adultos - O final de Todas as Coisas: Esperança e glória para os salvos, Elinaldo Renovato, página 96, 1º trimestre de 2016, Rio de Janeiro (CPAD). 
O Final de Todas as Coisas - Esperança e glória para os salvos, Elinaldo Renovato, páginas 144, 145,146 1ª edição 2015, Rio de Janeiro (CPAD).

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

A cadela "católica" que virou notícia na Rede Globo


Em Tanquinho, interior da Bahia, uma cadela, que após ser abandonada por seu dono foi adotada por todos os moradores da cidade, é protagonista de uma situação hilária. Ela vai às missas realizadas pelo padre Edmundo Almeida, sempre que ouve o sino tocar e assiste a reunião religiosa com atenção. O bicho se chama Menina.



A cachorra  é católica? É óbvio que a irracionalidade do animal não lhe permite optar por uma religiosidade, é a sua índole dócil que faz com que queira estar perto das pessoas que lhe tratam bem. E se os seus benfeitores vão ao templo, e lhe permitem entrar nele, então, lá está ela também.



Esta história pitoresca, relatada pelo repórter José Raimundo, foi ao ar no Jornal Hoje nesta data.

Talvez, por ser final de ano, ainda respirarmos o ar de Natal, que se foi há poucos dias atrás, assiste-se algo lúdico como esse. 

O vídeo está disponível na página oficial da emissora Rede Globo. Caso queira conferir, acesse Globo Play,

E.A.G.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Como cristãos evangélicos e católicos ajudam no crescimento da cristofobia no Brasil?

"Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado" - Tiago 4.17.

Nós cristãos brasileiros temos um país com sistema político democrático. E nesta condição está em nossas mãos os rumos da nação. Podemos mudar a situação apresentada nesta foto aviltante, realizar a mudança de maneira ordeira, civilizada, pacífica. Como? Votando corretamente.

Sabe porque o episódio da Parada Gay 2015 aconteceu? Porque católicos e evangélicos votaram em Lula duas vezes, Dilma Rousseff duas vezes e no Fernando Haddad (prefeito de SP). 

Eu faço este post para que os crentes que estão dormindo acordem e percebam que são responsáveis diretos por este acinte contra simbologias religiosas, que ocorreu na Avenida Paulista no domingo passado, são culpados pelo crescimento da cristofobia no Brasil!

No trio elétrico em que está a pessoa da foto, havia logotipos da Petrobras e Caixa Econômica Federal. Ou seja, tudo aconteceu com uso da verba pública (nosso dinheiro, nosso suor). O atual governo federal (entenda-se senhora Dilma Rousseff)) está fazendo "caridade" aos anticristãos com impostos arrecadados de cristãos! 

No meio evangélico, existem alguns que defendem a inércia política, a alienação de cristãos quando o assunto é política. A argumentação para isso é dizer que Jesus não veio ao mundo para promover uma revolução de governo (no caso, libertar Israel do domínio de Roma). Quem afirma assim sobre a missão de Jesus está certo, porém, precisa analisar melhor a missão dos cristãos aqui na Terra.

Todo crente em Jesus precisa entender que não temos a mesma missão de Cristo, nossa missão não é exatamente igual a do Salvador da humanidade. Jesus não teve filhos biológicos, mas eu tenho. Jesus não tinha cidadania brasileira, mas eu tenho. Eu sou casado e o Filho de Deus não se casou. Lá na Terra de Israel, não havia o sistema democrático que garantisse aos cidadãos escolherem seus governantes, mas aqui no Brasil eu posso escolher quem me governará nas esferas federal, estadual e municipal. Então, Jesus também nunca exerceu direito ao voto, porém eu sim.

Veja bem, tenho compromissos de marido, pai e de cidadão brasileiro que Jesus não teve. Isto posto, como cristão eu preciso cumprir minhas obrigações de acordo com os ensinos do Evangelho. Entre minhas obrigações existe o compromisso como cidadão, que é votar a cada dois anos escolhendo políticos sérios. E o ato de votar precisa ser uma ação com critérios coerentes, impedindo que sejam eleitas pessoas que irão exercer o cargo criando problemas em minha vida e na vida de meus concidadãos, não é inteligente da minha parte eleger quem agirá contra minha fé, a fé da minha família e de todo o povo cristão. Exemplo: se como cristão você é contra o aborto, qual seria o motivo de escolher o político que defende essa causa?

Cristão, se você vota no PT, e outros partidos comunistas, está votando contra a liberdade religiosa, contra a sua liberdade de adorar a Deus, contra a sua liberdade de confessar sua fé publicamente. O cristão que é eleitor do PT, e outros partidos comunistas, precisa entender, o mais rápido possível, que ao votar em políticos, que possuem linha política de esquerda, está votando contra si mesmo e contra todas as pessoas que ama!

E.A.G.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Não terás outros deuses

Por Eliseu Antonio Gomes

"Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor" - Deuteronomio 6.4. Israel é convidada a responder a Deus com a mesma plenitude de amor demonstrada por Deus em favor de seu povo. O Senhor deve ser o único alvo de adoração, lealdade e amor de Israel. A palavra "um", ou "único", implica em monoteísmo, mesmo que não o afirme, com todas as sutilezas da formulação teológica.

O primeiro mandamento do Decálogo (Deuteronômio 5.6-7; 6.1-6) é muito mais do que uma apologia ao monoteísmo; trata-se da soberania de um Deus que libertou Israel da escravidão do Egito. Mesmo que alguém admitisse a existência de outros deuses, a afirmação de que apenas Jeová era Soberano e único objeto de obediência de Israel fazia soar o toque fúnebre para quaisquer posições de idolatria.

O primeiro mandamento divino era o fundamento da vida em Israel, ensinava aos israelitas quanto à idolatria. Eles eram o povo escolhido por Deus para revelá-lO às demais nações que estavam ao redor, deviam anunciar Jeová como o único e verdadeiro Deus em meio a uma cultura politeísta.

Quando Moisés desceu do monte Sinai com as duas tábuas da lei, Israel seguia em direção à Terra Prometida, onde estavam os cananeus, idólatras como eram todos os seus vizinhos. Naquela época, o cenário religioso do antigo Oriente Médio era composto de cultos envolvendo sacrifícios de crianças e prostituição. O monoteísmo era uma inovação, visto que as nações da época adoravam a mais de uma divindade.

A Mesopotâmia é o berço da civilização humana e o centro irradiador da idolatria. A terra do Nilo foi grandemente afetada por essa idolatria. E Israel e seus ancestrais tiveram vínculos com as culturas mesopotâmica e egípcia.

O primeiro e grande mandamento do Decálogo não se refere meramente à questão nacional e religiosa dos deuses dos antigos, como a questão exata de divindades no céu. Ou se podemos, ou não, ter fotografias, artes plásticas representando alguma pessoa, estátuas em casa. Muitos pensam, equivocadamente, que idolatria é apenas adorar imagens, mas o texto bíblico não se restringe a proibir as imagens de esculturas da época veterotestamentária ou da igreja romana.

O problema hoje quanto à idolatria não se dá no campo do politeísmo, pois a maioria da população, ao menos no Brasil, não acredita nos deuses adorados pelos povos gentios mencionados nas páginas da Bíblia Sagrada.

O que é idolatria? Idolatria é o amor excessivo por alguma pessoa ou objeto. É necessário analisar este pecado do ponto de vista dos "deuses" que disputam a atenção da nossa mente e coração. Qualquer pessoa ou coisa que ocupe o lugar de Deus se configura em idolatria: o cônjuge, o líder evangélico, crianças, a casa, o carro, o dinheiro, etc. Tudo pode se tornar um ídolo.

O amor ao dinheiro e o desejo desenfreado pelo poder estão entre os deuses deste século. Encontramos no Novo Testamento a admoestação de Jesus que expressa o cuidado que o cristão deve ter para não apegar-se demasiadamente ao desejo de dinheiro e ao desejo pelo status e pelo poder, esquecendo-se da fragilidade das coisas materiais (Mateus 6.24; Lucas 16.9-13). A exortação  de Cristo menciona Mamom, palavra advinda da língua aramaica, mantendo o significado de “riquezas”, nos orientando que é impossível servir a dois senhores ao mesmo tempo e agradar a ambos simultâneamente. Mamom foi o único "deus" que Jesus Cristo chamou pelo nome. Muitos são os elementos produzidos por Mamom: o "deus" dinheiro, a competição, o "deus" televisão, o "deus" internet, o consumismo, etc.

O convite de Deus para o seu povo é o de amá-lO de todo coração, com toda a força do pensamento e de toda a alma, com a máxima dedicação e devoção. O crente não pode permitir que nada e ninguém tome o lugar do Senhor em seus corações, pois somente Ele é o único fundamento de nosso viver, o único e eterno Deus em nossas vidas!

Deus tem aversão à idolatria, por isso encontramos várias referências tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, que nos mostram que devemos evitá-la: Deuteronômio 4.23-24; 6.14; Josué 23.7; Juízes 6.10; 2 Reis 17.35, 37, 38; 1 Coríntios 10.7, 14; Colossenses 3.5; Apocalipse 22.15.

E.A.G.

Compilações:
Deuteronômio, Introdução e Comentário, J. A. Thompson, reimpressão 2011, página 117, São Paulo (Vida Nova).
Ensinador Cristão, ano 16, nº 61, página 31 e 37 , jan/fev/mar 2015, Rio de Janeiro (CPAD)
Lições Bíblicas - Professor, Os Dez Mandamentos - Valores divinos para uma sociedade em constante mudança, Esequias Soares, 1° trimestre de 2015, páginas 19 a 26, Rio de Janeiro (CPAD). 
Os Dez Mandamentos - Valores Divinos para uma Sociedade em Constante Mudança, Esequias Soares, 1ª edição outubro de 2014, páginas 39, Rio de Janeiro (CPAD). 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Pombas brancas soltas da janela do Papa Francisco são atacadas por predadores

Faz parte do ritual católico. Antes de falar aos presentes na praça São Pedro, o Pontífice liberta duas pombas brancas. No dia 26, domingo, foi assim. No entanto, as aves não voaram em paz para muito longe, foram atacadas por predadores. Enquanto uma era perseguida por um corvo preto, outra era fustigada por uma gaivota, diante de uma multidão perplexa. Os quatro pássaros saíram dali, e não foi possível saber qual o desfecho das pobres pombas.















Imagens coletadas em

Aol.com - http://www.aol.com/article/2014/01/26/birds-attack-peace-doves-freed-from-popes-window/20816102/#!slide=2172760 
Jornal do Brasil - http://www.jb.com.br/internacional/noticias/2014/01/26/pomba-da-paz-solta-por-papa-e-atacada-por-gaivota-e-corvo/ 
Messa in Latino Italia - Messa in Latino Italia http://blog.messainlatino.it/2014/01/non-praevalebunt.html 
Voz da Rússia - http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_01_27/foto-pombos-de-paz-do-vaticano-atacados-com-bicadas-a-olhos-dos-crentes-3084/?slide-4 
Yoyo Press - http://yoyopress.com/2014/01/26/en-fotos-el-papa-lanza-una-paloma-de-la-paz-y-fue-atacada-por-una-gaviota-y-un-cuervo/ 

domingo, 28 de julho de 2013

Oscar Schmidt ajoelha-se aos pés do papa

Alceu Figueiredo

Cristãos de várias confissões ficaram entristecidos quando viram pela televisão, o grande atleta e campeão; o ex-jogador da seleção brasileira de basquete, Oscar Schmidt, ajoelhar-se diante do papa de Roma. No encontro, tirou o chapéu que usava e ficou de joelhos e, aos pés do pontífice, recebeu uma bênção especial, com direito a gesto de arremesso e bom humor do papa. 

Em seguida, muito emocionado, o ex-atleta disse: “Se não curar agora não vai curar nunca mais. A maior bênção que você pode ter é a bênção do Papa", disse, chorando. 

Até entendemos o nosso campeão, pois se acha em tratamento de um câncer agressivo e, portanto, vulnerável às emoções; também é direito seu adorar como, e quem quiser. Provavelmente não deve ter lido a Bíblia como regra de fé. Aliás, não vi o próprio papa portar uma Bíblia ou ler a mesma nenhuma vez; esporadicamente citava alguns textos.

O que questionamos é o “humilde Francisco” não agir como Pedro, o grande apóstolo da circuncisão que, quando enviado a casa do capitão da corte italiana, o gentio Cornélio, e este percebendo que Pedro fora enviado de maneira especial, tocado por Deus numa divina revelação que lhe mostrava os gentios incluídos no plano de salvação; emocionado, humildemente se ajoelhou diante do apóstolo.

Mas o apóstolo Pedro, cheio do Espírito Santo, disse: “Levante-se! Eu não sou um deus! (Bíblia Viva)”; ou, na tradução católica (Edições Paulinas): “Levanta-te, que eu também sou homem”; ou, na tradução italiana de Giovanni Diodati: “Levati, io ancora son uomo” (Atos 10:26). Qualquer pessoa de mente ainda não cauterizada, que consegue raciocinar por si mesma, sabe que o ato de ajoelhar-se é um ato de adoração; e Jesus disse: “É somente ao Senhor teu Deus que tens de adorar” (Mt 4:10).

Tanto é um ato de adoração, que nem mesmo um anjo de Deus que trazia profundas revelações sobre as últimas coisas, aceitou o ajoelhar-se diante dele. João, na ilha de Patmos, sob forte emoção das visões, ajoelhou-se diante do anjo que lhe falava, mas este disse: “Não faças isso! Eu sou um servo, como tu e teus irmãos, possuidores do testemunho de Jesus. Adora a Deus” - (Bíblia católica, Editora Ave Maria - Apocalipse 19:10; 22:9).

Esse costume condenável de ajoelhar-se diante do papa, como se fosse Deus, teve início no ano 709, e foi uma copia dos imperadores pagãos. Relatos mais antigos mostram que ajoelhar e “beijar” objetos sagrados, como paredes de templos vem de Khajuraho, da Índia, e remota ao ano 2500 a.C.

Diz-se que na Suméria, antiga Mesopotâmia, as pessoas costumavam enviar beijos aos deuses, costume comum entre gregos e romanos também; mas foram os romanos que difundiram a prática, e os imperadores permitiam que os nobres mais influentes beijassem os seus lábios, e os menos importantes às mãos. Os escravos podiam beijar apenas os pés.

Havia ainda três tipos de beijos: O basium, entre conhecidos; o osculum, entre amigos; e o suavium, o beijo dos amantes; foi em razão disso que o apóstolo recomendou aos novos convertidos que saudavam com o “osculum”, que este “ósculo”, agora, deveria ser santo” (Rm 16:16).

É calar ou falar; agradar aos homens ou a Deus. A caridade nos manda falar, com bondade e mansidão. Maria, a escrava [serva] do Senhor [no Magnificat, Lc 1:46-55]; nos forneceu o exemplo de que ao escravo não compete escolher, mas obedecer.

Fonte: Linha do tempo Facebook, postagem cujo título é Um Pouco de Luz (28/07/13).

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Papa Francisco: móveis e imóveis da Igreja Católica

Jorge Mario Bergoglio está prestes a pisar solo brasileiro como o papa Francisco, para dar andamento na Jornada Mundial da Juventude, evento católico criado por João Paulo II em 1985.

Dias atrás o para Francisco passou um recado bonitinho, sobre viver modestamente (endossando a ideia de S. Francisco de Assis: pobreza = santidade). Ele solicitou aos padres que usem automóveis modestos. Se houver plena sinceridade em sua recomendação, lembrará de imóveis em nome da Igreja Católica Apostólica Romana aqui no Brasil, milhões de hectares, e trabalhará para transferir a posse deles, doará essas terras para tantas famílias que estão vivendo em casas alugadas e tanta gente vivendo como sem-teto. 

Esperamos que, como chefe do estado do Vaticano, não dê andamento em negociações da visita anterior de um papa ao Brasil, que reuniu-se com o então presidente Lula, objetivando ter a homologação ao nome da ICAR de diversas propriedades imobiliárias que sua igreja pretendia possuir gratuitamente.

E.A.G.

domingo, 9 de junho de 2013

Crescimento evangélico na mira do papa

Segundo o bispo emérito de Washington DC (EUA), Theodore McCarrick, a vinda do papa Francisco ao Brasil no mês de julho vai servir também como estratégia para minimizar a conversão de católicos à fé evangélica no país. O religioso fez a afirmação durante o Diálogo Interamericano de Washington, que ocorreu um mês depois da escolha de Jorge Mario Bergoglio como novo líder da Igreja Católica.

"Quando o papa visitar o Brasil fará com que os cidadãos vejam a importância da Igreja Católica e ali fará com entusiasmo, dirigindo diretamente às pessoas, fazendo com que vejam que existe uma grande diferença entre essa confissão e a evangélica", disse o bispo MacCarrick , que esteve no conclave que elegeu o cardeal argentino como o novo papa, mas não pôde votar por contar 83 anos de idade.

Fonte: Mensageiro da Paz, junho de 2013, ano 83, nº 1.537, página 12.


domingo, 13 de fevereiro de 2011

BRASILEIROS TROCAM IGREJA CATÓLICA POR EVANGÉLICA

Brasileiros estão abandonando a Igreja Católica

Os católicos correspondiam a 73,79% da população brasileira em 2000, mas vêm caindo, enquanto aumenta o número de evangélicos. A porcentagem de católicos, a ser confirmada pelo censo 2010 do IBGE, deve estar por volta de 65%.

“A evasão de fiéis é talvez o problema mais grave que a Igreja sofre na sua consciência. Não é, mas ela se pôs como se fosse o problema mais grave. Evasão para onde? Para as igrejas pentecostais e neopentecostais”, analisa padre João Batista Libânio, professor da Faculdade de Teologia dos Jesuítas, em Belo Horizonte.

Recentemente uma das maiores revistas do País publicou uma série de matérias em que fazia previsões para o Brasil em 2020. Em uma dessas publicações, a revista aborda o crescimento evangélico. “Estima-se que 50% da população brasileira poderá ser evangélica” daqui a 11 anos, segundo estatísticas do Sepal (Servindo aos Pastores e Líderes).

Ainda de acordo com a revista, “a influência evangélica em 2020 contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos, já que a família é prioridade para os evangélicos”.

Se a debandada não é maior, é porque a Igreja Católica reage com leigos envolvidos nas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), movimentos carismáticos e instituições como o Opus Dei, de tendências diferentes, mas todos comprometidos com a fé.

As CEBs sobrevivem, mas estão em baixa, na avaliação do sociólogo Pedro Ribeiro de Oliveira, professor de mestrado em Ciências da Religião, na PUC – MG. “O prestígio delas é pequeno na hierarquia, mas continuam sendo uma referência para a sociedade, nas associações de bairros e movimentos de trabalhadores”, afirma. Há bispos que resistem às CEBs, mas a resistência não impediu que 80% do episcopado votassem a favor delas na última assembleia-geral da CNBB, em Brasília.

“As CEBs estão muito fragilizadas, assim como a Teologia da Libertação, que tem nelas sua matéria-prima”, concorda Frei Betto, partidário e um dos teóricos da linha social que marcou a Igreja após as conferências episcopais de Medellín (1968) e Puebla (1979). “Nos seminários, não há mais interesse pela Teologia da Libertação, que é analisada nas universidades como um fenômeno do passado.” Frei Betto lamenta, “porque o fundamento da Teologia da Libertação não é o marxismo, mas a existência da pobreza, que continua na América Latina e no Brasil”.

Fonte: Estadão
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Comentário deste blog: Para ir à igreja, em meu trajeto eu sempre passo por um enorme templo católico. Durante todo o ano, observo que permanece vazio. Existem três épocas em que há movimento: dias da quaresma, festa junina e a noite da missa do galo.

E.A.G.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Jesus Cristo e a idolatria da Igreja Católica Apostólica Romana - resposta para um católico

Algum tempo atrás, fiz uma postagem sobre a idolatria católica referente a Maria (veja-a aqui), quando afirmei que dificilmente um católico reconhece ser idólatra.

Naquela postagem, citei duas passagens bíblicas:

Atos 4.12: "E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos".

1ª Timóteo 2.1,5: "Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; (...) Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem" - 1ª Timóteo 2.1, 5.

E, recentemente, recebi uma postagem de um blogueiro católico replicando a postagem:  

“Digamos que eu venha a concordar com sua definição para idolatria: 'É trocar o lugar que só pertence a Deus por uma ou mais pessoa ou coisa'. Essa definição não deixa de estar certa, mas não é precisa e clara".

Assim sendo, partirei aos esclarecimentos nesta nova postagem.

O internauta católico escreveu sobre minha citação de Atos 4.12 o seguinte: 

“Ora, o que isso tem a ver com a intercessão de Maria? Sua intercessão não é a redentora, aquela operada por somente Cristo. Sua intercessão, é igual a que seus amigos, parentes, pastores fazem por você, ou seja, orar para Deus por alguma pessoa”.

Resposta: Com todo respeito aos católicos, preciso dizer que sinto tristeza ao vê-los rezando a Maria. Explico a razão.

Sei que Maria foi uma mulher que buscava viver em santidade, ela já faleceu. Os mortos em Cristo dormem no Senhor, afirmam as Escrituras Sagradas em 1ª Corintios 11.30.

Então, pedir para uma pessoa interceder em vida é diferente de pedir para alguém interceder em morte. Se eu peço ao meu pastor para orar por mim, saiba que nunca pensei em dobrar os joelhos perante ele e ele jamais aceitará qua alguém faça isso. Tal situação é diferente daquelas em que o católico acende vela e dobra seus joelhos para uma falecida. Por favor, não interprete essa frase como desrespeito a você.

A reza é mais ou menos assim: "Santa Maria mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte, amém".

Leia, ou releia, Hebreus 9.27. Está escrito: Depois da morte segue-se o juízo. 

E, além de neste momento Maria dormir e aguardar o juízo eterno, em vida ela nunca teve os atributos da onipresença e onisciência, ou seja, ela não pôde, e não pode, estar em todos os lugares tendo ciência de todas as coisas que aconteceram, e acontecem hoje, ao mesmo tempo, em todas as partes do mundo.Como ser humano, ela não teve, e não tem hoje, a possibilidade de fazer mediação em nível global.

Sobre 1ª Timóteo 2.1,5, a crítica foi essa:
 
"Se você tivesse passado o que completa esse versículo entenderia o que estou falando. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos. Ora, a intercessão de Maria, como as do seu pastor não tem nada a ver com essa mediação única, que só Cristo faz, ou seja, salva-nos. Suas próximas colocações, logo são feitas partindo por a premissa errada. :)".

Resposta:
Maria foi uma mulher admirável, se consagrava ao Senhor, porém isso não lhes tirou  as falhas de ser humano. Exemplo: perdeu o menino Jesus por três dias. Confira:  Lucas 2.43-46..

Respeito você, respeito todos os católicos, e admiro Maria como a mulher que Deus escolheu para gerar seu Filho. E digo: ela cumpriu seu papel como mãe de Jesus Cristo. E a missão dela é apenas o que está relatada na Bíblia Sagrada.

Embora respeite você e os católicos em geral, divirjo da doutrina do catolicismo romano no ponto doutrinário da intercessão, pelos motivos expostos acima.

Entendeu? Por exemplo, nunca foi possível Maria tomar notas de solicitaçoes das oraçãos de brasileiros, um católico fervoroso rezando em Campinas, e ao mesmo tempo anotar petições de  um italiano na Itália, ajoelhado lá na Sicília. Embora virtuosa, ela não teve, e não tem,.atributos de divindade. Ela foi uma pessoa com limitações.

Tais poderes de mediadora, ouvir a todos em todos os lugares simultaneamente, se equiparam aos atributos divinos de Deus. Só Deus é onisciente, onipresente e onipotente!

Por causa disso sinto tristeza. Essa crença católica no poder de intercessão de Maria se configura em idolatria, sim. Crer que ela tenha os atributos iguais ao de Deus, em vida ou em morte, não tem aval bíblico. É o mesmo que endeusá-la.

Infelizmente, esta doutrina da intercessão não parou na pessoa de Maria. São muitos os nomes que os papas ao longo dos séculos têm canonizado, "alçado" ao posto de mortos intercessores de vivos, com poderes de estar em todos os lugares ao mesmo tempo, ouvindo preces e levando solicitações para Deus..

E.A.G.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A história da impressão da Bíblia evangélica no Brasil

A primeira tradução da Bíblia em português, foi feita por um evangélico: o pastor João Ferreira de Almeida, que construiu sua obra magistral a partir das línguas originais das Escrituras. Fato interessante é que o trabalho foi realizado fora de Portugal, sendo o tradutor nascido português, em 1628, numa localidade perto de Lisboa. A cidade onde efetuou a tradução chamava-se Batávia - atual Jacarta -, capital da república da Indonésia, na Ilha de Java, no Oceano Índico.

A primeira Bíblia completa na língua portuguesa foi impressa em 1753.

Almeida foi ministro do Evangelho da Igreja Reformada Holandesa, a mesma que evangelizou no Brasil, com sede em Recife durante a ocupação holandesa, no século 17 . Faleceu em Java em 1691.

A Igreja Católica através do tribunal da inquisição, não tendo podido queimá-lo vivo queimou-o em estátua em Goa, antiga possessão portuguesa na Índia. Essa Igreja nem mesmo agora, no chamado Ecumenismo, se desculpou de tais coisas.

1. A Versão de Almeida

O Novo Testamento.

Almeida traduziu primeiro o Novo Testamento (NT), que foi publicado em 1681 em Amsterdam, Holanda. Na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, há um exemplar da  terceira edição de O Novo Testamento de Almeida, feita em 1712.

O Antigo Testamento.

Almeida traduziu o Antigo Testamento (AT) até o livro de Ezequiel. A essa altura Deus o chamou para o lar celestial, em 1691. Ministros do Evangelho, amigos seus terminaram a tradução, a qual foi publicada completa em 1753.

A sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, de Londres, começou a publicar a tradução de Almeida em 1809, apenas o NT. A publicação da Bíblia completa, num só volume, aconteceu a partir de 1819. O texto em apreço foi revisado em 1894 e 1925. A Bíblia de Almeida foi publicada a primeira vez no Brasil em 1944 pela Imprensa Bíblica Brasileira, organização batista. A Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira tem sido maravilhosamente usada por Deus na disseminação da Bíblia em português, em trabalho pioneiro e continuado.

1. As versões ARC (Almeida Revisada e Corrigida) e ARA (Almeida Revista e Atualizada.

A Imprensa Bíblica Brasileira publicou em 1951 a edição revista e corrigida, abreviadamente conhecida por ARC.

Uma comissão de especialistas brasileiros trabalhando de 1945 a 1955, preparou a edição Revista e Atualizada de Almeida, conhecida abreviadamente por ARA. É uma obra magnífica, com melhor linguagem e melhor tradução. O NT foi publicado em 1951. O AT, em 1958. A publicação é da Sociedade Bíblica do Brasil. Foi usado o texto grego de Nestle para o NT e o hebraico.

A Comissão Revisora Permanente da ARA.

Revisão é uma atualização do texto em vernáculo, para que se o entenda melhor. Razão: uma língua viva evolui como todas as coisas vivas. Há uma comissão viva permanente de revisão da ARA, mantida pela Sociedade Bíblica Brasileira, acompanhando os progressos da crítica textual.

2. Antônio Pereira de Figueiredo.

Padre católico, romano. Grande latinista. Editou o NT em 1778 e o AT em 1790. Tradução feita em Portugal.

3. A " Tradução Brasileira"

Feita por uma comissão de teólogos brasileiros e estrangeiros. O NT foi publicado em 1910 e o AT em 1917. É tradução mui fiel ao original. Esgotada.

4. Huberto Rhoden.

Padre brasileiro, de Santa Catarina. A obra foi publicada em 1935. Esse padre deixou a igreja Romana. A versão feita por ele é muito usada na crítica textual. Encontra-se esgotada.

5. Matos Soares.

Padre brasileiro. Traduziu da Vulgata. Foi publicada no Brasil em 1946. Já o era em Portugal desde 1933. É a Bíblia popular dos católicos romanos de fala portuguesa. Um grave inconveniente são os itálicos que às vezes são mais extensos do que o texto em si, e conduzem a preconceitos e tendências.

6. A versão da Imprensa Bíblica Brasileira.

A Imprensa Bíblica Brasileira (IBB) lançou em 1968, após  longos anos de cuidadoso trabalho, uma nova versão em português, conhecida como VIBB, baseada na tradução de Almeida. Ela foi publicada  apenas em formato grande, o formato de púlpito. Em 1972 foi lançado o formato popular, comum, Nessa versão foram utilizados os melhores textos em hebraico e grego. Ótima versão.

7. Outras Versões.

A Igreja Católica Romana tem publicado mais edições dos Evangelhos e  do Novo Testamento. Os itálicos, notas e apêndices, conduzem às doutrinas do catolicismo. Os Testemunhas de Jeová publicam uma versão falsificada de toda a Bíblia - "a Tradução Novo Mundo". O texto é mutilado e cheio de interpolação. Foi preparado para apoiar as afirmações antibíblicas da seita.

8. A importância da Bíblia em português.

A língua portuguesa é falada em todos os continentes, fato que revela a importância da Bíblia estar traduzida em português.

Autoria indefinida.

Fonte: SOS Espiritual

segunda-feira, 14 de junho de 2010

O senhorio de Jesus Cristo e as obras humanitárias de Madre Tereza de Calcutá

O fundamento da fé cristã
Existem várias religiões no mundo, a minha é a cristã evangélica.
No cristianismo, aprendemos que a salvação é através de Jesus, apenas Cristo nos salva. Cremos que para ser salvo, é preciso reconhecer-se pecador e reconhecer a Jesus como Senhor.
Com prazer, declaro que eu pauto a minha vida pelos fundamentos de Cristo. O fundamento do cristianismo é apenas um: Jesus Cristo.
Sempre ao declarar isto, saiba que estarei aludindo ao Novo Testamento, à declaração do apóstolo Paulo: “Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele. Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo”- 1ª Corintios 3. 10-11.
Não existe outro recurso para o ser humano ser salvo. Crer diferente disso é ter uma noção estranha ao cristianismo.
A Pessoa de Jesus Cristo e a biografia de Madre Tereza de Calcutá
Ela nasceu em 26 de agosto de 1910, em Skpje, Macedônia, com o nome Agnes Gonxha Bojaxhiu, e, doente, veio a falecer em 5 de setembro de 1997, conhecida mundialmente como Madre Tereza de Calcutá, em Calcutá - Índia.
A história diz que ela fez um excelente trabalho humanitário. Discursou na ONU, recebeu o prêmio Nobel da Paz, por socorrer os necessitados da Índia e diversos outros países. Porém, com toda a bela biografia que possui, com toda a honraria que mereceu em vida e merece receber postumamente, esteve incluída na condição de toda Humanidade, para ela também existiu a necessidade de dobrar seus joelhos e reconhecer a Cristo como único Senhor e Salvador pessoal, para ter o direito de entrar na esfera da existência pós túmulo na presença de Deus.
Quando Madre Tereza de Calcutá, em avançada idade, estava hospitalizada, creio que muitos cristãos evangélicos oraram a seu favor, pediram a Deus pela salvação de sua alma. Ao orar em favor da alma desta mulher, os cristãos evangélicos cumpriram determinações bíblicas: Atos 8.24; 1ª Tessalonicenses 5.17, 25; Hebreus 13.18; Tiago 5.16.
Madre Tereza de Calcutá precisava de orações tanto quanto qualquer outro ser humano.
Mesmo diante de toda obra assistencialista, ela era um ser humano falível, uma mulher pecadora. . É assim que as Escrituras Sagradas descrevem a todos nós. “Todos pecaram e carecem da glória de Deus” - Romanos 2.12 (leia o capítulo inteiro).
Nós cristãos evangélicos, temos a esperança que Madre Tereza de Calcutá tenha tomado consciência da necessidade de reconhecer-se pecadora e curvar-se ao senhorio de Cristo. Se ela faleceu consciente dessa condição e tomou as medidas de fé em favor de sua alma, então, partiu salva.

Está escrito que para Deus a justiça humana é igual panos velhos e sujos. Ou seja, quem pensar que é capaz de se limpar praticando o bem ao próximo, suja-se mais ainda!
Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades, como um vento, nos arrebatam” - Isaías 64-6.
Mesmo que alguém alimente todos os pobres do mundo, não será salvo por causa deste bem. Não é a nossa bondade que nos salvará, é a fé, crer que só Jesus é o nosso Salvador e Senhor, e agir de acordo com essa realidade.
Qual é a responsabilidade da Igreja quanto às obras humanitárias?
O Novo Testamento não induz os líderes cristãos a praticarem obras assistenciais mundo afora, sem nenhum critério definido.

Em 1ª Timóteo 5.3-16, Paulo recomenda a Timóteo que ajude apenas as viúvas que fossem cristãs sinceras, de bom testemunho, e que não tivessem socorro de seus familiares nas suas necessidades.
Por viúvas entenda as pessoas desamparadas.

A função do pastor quanto às obras assistenciais limita-se a cuidar das ovelhas que fazem parte do seu ministério, e não de todas as pessoas pobres que estão por aí no mundão. Para receber ajuda humanitária da Igreja Evangélica, o critério é ser um cristão fiel. Ao pastor, cabe ajudar primeiramente os cristãos de sua congregação. Se houver prosperidade, com tal capacidade poderá cuidar dos que são de fora.
Concluindo
Todo o bem que fazemos não nos abrem as portas do céu. O cristão evangélico deve praticar o bem, mas não objetivando ser salvo, mas por ser salvo em Jesus Cristo.
Este artigo não tem a ver com fundamentalismo religioso, tem a ver com o fundamentalismo cristão. Meu fundamento é Jesus Cristo.
E.A.G.

domingo, 9 de maio de 2010

LUCAS 23.43 - COMO DERRUBAR VÁRIAS HERESIAS COM UMA CAJADADA SÓ

Por Airton Costa

“Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso”.

Com esta afirmação de Jesus ao ladrão crucificado podemos demolir pretensões de vários contradizentes. É a lei do menor esforço. Se podemos derrubar várias heresias com apenas um versículo, por que gastar tempo argumentando com muitas passagens bíblicas? Se a heresia ainda demonstrar sinais vitais, então podemos usar cajados mais dolorosos.

Vejamos.

Purgatório

Aquele homem, ao crer em Jesus e clamar por misericórdia, foi imediatamente perdoado. Além disso, ficou sabendo que logo após sua morte iria descansar em paz. Segundo a doutrina católica do purgatório, ele seria imediatamente jogado numa espécie de masmorra, onde passaria um bom tempo, até que as rezas movessem o coração de Deus. Qual a doutrina certa? A dos homens ou a de Jesus? O purgatório também não existiu para Estêvão, que antes de morrer entregou seu espírito a Jesus (Atos 7.59).

Mortalidade da alma

Os exterminadores dizem que a alma sucumbe com o corpo na sepultura. Ora, o corpo do ladrão ficou no túmulo, mas seu espírito seguiu para o paraíso. Alegam alguns mortalistas que as coisas não são bem assim, pois Jesus não subiu naquele mesmo dia. Esquecem que onde está o Pai está o Filho. Leiam: “Eu e o Pai somos um”; “Quem me vê a mim, vê o Pai”; “Ninguém VEM ao Pai senão por mim”. Jesus também disse que não deveríamos temer os que matam o corpo, mas não podem matar a alma (Mateus 10.28). A imortalidade da alma está aí expressa. Foi isso o que aconteceu com Estêvão e com o ladrão na cruz. Mataram o corpo, mas o espírito sobreviveu. Jesus nos ensinou uma realidade espiritual através da parábola do rico e Lázaro (Lucas 16.19-31). Ali está dito que o corpo desce ao pó e o espírito segue seu destino.

Batismo pelos mortos

O mormonismo ensina e pratica o batismo pelos mortos. Consiste em se batizar alguém que já morreu. Como não se pode batizar um espírito, um mórmon faz as vezes do falecido. Acho que não existe uma heresia mais braba. Talvez se iguale a esta, em extravagância, o ato de urinar em pontos estratégicos de uma cidade para marcar território, uso de sal grosso para afastar demônios, ou troca de anjo da guarda. Pois bem, Jesus teria se esquecido de batizar o ladrão? Aferram-se os contradizentes à tese de que Jesus continua evangelizando os espíritos em prisão. Deduzem que os espíritos convertidos deverão descer às águas (?). Como espírito por óbvias razões não pode ser batizado, Jesus espera que a sua igreja batize os mortos. Ao afirmar a salvação do ladrão, Jesus tinha certeza de que alguém iria batizá-lo dois mil anos depois? Como ele foi direto para o paraíso sem batismo?

Reencarnação

Segundo a doutrina espírita da reencarnação, referido ladrão deveria voltar à terra inúmeras vezes, nascer, morrer, nascer de novo até o total pagamento de sua dívida. Nada disso aconteceu. Jesus desconhecia esses nascimentos e mortes. O perdão de Jesus foi total e incondicional. Estêvão com certeza também não sabia que para chegar ao céu teria de enfrentar muitas vicissitudes, pois entregou seu espírito diretamente a Jesus. O rico e o pobre, como ensinou Jesus (Lucas 16.19-31), também não tiveram que “sofrer” encarnações. O profeta Elias foi direto para o céu, sem ter que penar em outras vidas (2º Reis 2.1,11).

Maldição hereditária

Será que Jesus se esqueceu de que aquele homem crucificado a seu lado estava cheio de maldições hereditárias que deveriam ser quebradas antes de sua subida para o paraíso? E Estêvão? E Elias? Os apóstolos em suas primeiras pregações teriam se esquecido desse detalhe tão importante? Nada disso. A pior maldição é ser descrente. Os que não crêem já estão amaldiçoados e condenados (João 3.18). Em Jesus, todos os vínculos satânicos, algemas, laços, pactos e maldições são quebrados, pois “se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8.36).

A negação da divindade de Jesus

Ao perdoar os pecados do ladrão e garantir sua salvação, Jesus estaria agindo como um lunático ou mentiroso? Não é mais razoável admitir que só quem perdoa pecados é Deus e que naquele momento quem estava perdoando era verdadeiramente o Deus encarnado? Como Jesus poderia garantir a salvação daquele homem se Ele realmente não fosse Deus? Ouçam: “Disse-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Respondeu-lhe Jesus: Há tanto tempo estou convosco e não me conheces, Filipe? Quem me vê, vê o Pai. Como dizes tu: Mostra-nos o Pai?” (João 14.8-9; e, João 1.1,2,3,4,14).

“Deve reter firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso tanto para admoestar na sã doutrina como para convencer os contradizentes” (Tito 1.9).

Fonte: Palavra de Verdade

Airton Costa é pastor da Assembleia de Deus Ministério Palavra da Verdade.
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domingo, 25 de abril de 2010

Padre Juarez de Castro diz que sacerdotes católicos envolvidos com pedofilia são doentes e criminosos

Nos últimos anos, o jovem padre Juarez de Castro, ganhou certo destaque na mídia ao fazer participações como convidado de programas vespertinos dirigidos ao público feminino, produzidos em canais de televisão de São Paulo, apresentados por Claudete Troiano e Catia Fonseca.

Recentemente, o sacerdote ganhou o posto de apresentador. Trata-se de um programa patrocinado por uma única empresa, que é uma grande rede de farmácias.

O patrocinador é Sidnei Oliveira, dono da Ultrafarma, um religioso fervoroso, figura conhecida na telinha devido aos espaços que compra para fazer propaganda do seu negócio, espaços onde faz questão de aparecer. Oliveira mistura a fé com os remédios, que são vendidos com entrega em domicílio (devo reconhecer que é uma ótima facilidade oferecida aos doentes).

Bem, nesta manhã, eu lancei mão do controle remoto para ligar a tevê assim que acordei. Enquanto uma parte da minha família estava sonolenta e a outra já estava esperta, se preparando para ir à igreja, eu permaneci defronte ao televisor assistindo e participando de um culto evangélico ao vivo. Depois que o culto acabou, zapeeei o aparelho e encontrei por acaso o padre Juarez em outro canal. O padre é alguém que chama minha atenção por possuir bastante carisma.

Após Bento XVI abrir o assunto sobre padres pedófilos e se posicionar contra eles com firmeza, podemos constatar que há liberdade interna para as lideranças da Igreja Católica tocar na ferida que a macula tanto. O padre Juarez estava falando de escândalos nas igrejas. Eu me interessei, pois era a primeira vez que me deparava com uma situação assim.

De maneira didática, o sacerdote fazia uso de lousa e giz. Escreveu “escândalo”. E explicou: “essa palavra significa fazer cair, fazer tropeçar. Existe escândalo no meio político, no meio dos esportes, no meio da igreja”. E frisou: “não só da católica, da evangélica também”. E continuou: “Jesus disse que é melhor para as pessoas que fazem outros caírem colocar um pedra amarrada no pescoço e se jogar no mar do que viver escandalizando”.

Segundo o sacerdote católico, repassando informações originadas da Santa Sé, informou que a Igreja Católica considera a pedofilia uma doença e um crime, e que o padre pedófilo deve ser tratado como todos os doentes e também responder judicialmente por suas atrocidades.

Segundo o padre Juarez, a proporção de padres pedófilos é igual ao número de pastores envolvidos com pedofilia. A porcentagem seria 0,003. Segundo a explicação dele, na Igreja Católica os casos são em números maiores porque o número de padres no mundo é maior que o número de pastores evangélicos.

Achei interessante ouvir ele dizer que padres não se tornam pedófilos, mas que alguns pedófilos se tornam padres. É algo a ser pensado... Já ouvi especialistas em segurança dizendo que os pedófilos sempre procuram situações de relacionamentos onde as vítimas estão. São professores, por exemplo...

Eu não sou adepto da filosofia ecumênica como o padre parece ser. Mas, gostei de ouvi-lo dizer que a mídia sobrevive com a repercussão de escândalos, e que tanto os cristãos católicos quanto os evangélicos, precisam se manter firmes na fé diante de tantos escândalos repercutidos. Ele incentivou a todos a defender suas igrejas contra quem venha querer ridicularizar a religião por causa dos casos de pedofilia.

Não nego que existam pastores pedófilos, mas na minha vida, desde a mais remota das minhas lembranças, não tenho o registro do escândalo de pedofia entre pastores. No meio em que vivo, conheci apenas um caso de escândalo sexual envolvendo um pastor.

O escandaloso que eu conheci se esqueceu que era pastor e homem casado e se comportou como um galanteador, cobiçou uma irmã casada com um dos obreiros da congregação, mulher belíssima, mas fracassou na tentativa de conquistá-la. Depois disso, perdeu a confiança de todos os membros da igreja e foi rejeitado pela hierarquia eclesiástica, perdeu o direito de pastorear. Soube que ele morreu só, a esposa o abandonou, a causa mortis foi câncer no esôfago.

Na igreja Católica, até os dias de hoje não é bem assim... Tive acesso em uma história dos idos de 1980. Não confirmo o relato como uma verdade incostestável, não tenho condições de confirmar a fonte. Na ocasião, tudo passou de ouvido à ouvido como burburinho de amigos e vizinhos. É o seguinte: o caso é de um garoto que era coroinha e sofreu abusos sexuais por parte do padre. Este garoto conviveu comigo na fase escolar do ginásio. A família dele fez reclamações até numa delegacia. A conclusão é triste: a vítima foi tratada como um revoltadinho baderneiro e o padre até hoje está livre e faz missas, apenas mudou de paróquia, e na época nem chegou a prestar esclarecimentos para a polícia.
Para terminar o programa, diante de uma imagem, o padre orou. Não eram palavras repetidas, decoradas. E dirigiu-se ao Senhor, pediu em favor dos cristãos católicos e evangélicos. Depois, usando um playback de um CD que ele gravou, terminou o pragrama cantando uma música de Roberto Carlos.

E.A.G.