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sábado, 14 de setembro de 2019
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
Fotos históricas da Assembleia de Deus em São Paulo, capital
Missionário Daniel Berg em frente ao primeiro templo da Assembleia de Deus na capital paulista, situado no bairro do Ipiranga. A igreja foi fundada em São Paulo em 15 de novembro de 1927.
Frente do antigo templo da Assembleia de Deus, ministério Belenzinho, em 1976, na Avenida Alcântara Machado, número 616, conhecida como Radial Leste. Componentes da banda musical posam para a foto, celebrando aniversário do conjunto, então sob a batuta do maestro João Querite.
Atual sede ministerial da Assembleia de Deus - ministério Belém. Agora situada na rua Conselheiro Cotegipe, nº 273, no Belenzinho, Mooca (São Paulo /SP). E após décadas neste lugar, a sede está em vias de se mudar definitivamente para novo endereço, cuja igreja tem proporção maior e acomodação mais aconchegante à membresia e visitantes.
Ano 2012: ainda na fase de construção.
O novo templo está localizado muito próximo da estação Belém do Metrô, encontra-se na Avenida Alcântara Machado, pista na qual esteve no passado. O templo pode ser encontrado também pelas ruas Doutor Fomm, João Tobias e Siqueira Cardoso.
Por que líderes religiosos escolhem o suicídio?
Não pretendo julgar ninguém. Sei que cada caso é um caso que precisa ser analisado de modo específico. Não fomos criados como peças padronizadas numa esteira de montagem.
Jesus Cristo nomeou doze homens como apóstolos. Os designados pelo Senhor, foram: Pedro, Tiago (filho de Zebedeu), João, André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé; Tiago (filho de Alfeu), Tadeu, Simão (zelote) , e Judas Iscariotes (Marcos 3.16-19). Judas usava uma máscara social, esteve no círculo íntimo mas não demonstrava suas reais intenções. Quando a máscara caiu, não suportou ter a verdade da sua realidade exposta perante a sociedade e enforcou-se (Mateus 27.5).
Não uso a palavra máscara apenas com o sentido de desvio de caráter. Embora haja quem a use para esconder a índole má, em muitos casos trata-se de pessoas que estão no meio cristão sem objetivos ruins. É aquele ou aquela que adota o comportamento religioso pelo fenômeno da osmose, gente que age como renascido em Cristo mas ainda não passou pela experiência da regeneração espiritual. Não foi sem propósito que Jesus disse "Não fique admirado por eu dizer: 'Vocês precisam nascer de novo' ” (João 3.7).
A minha impressão pode estar errada, mas penso que a armadilha que prende e destrói muitos religiosos, sejam eles líderes ou não, é a máscara da santidade. Explico: a pessoa cria a imagem pública diferente daquela que realmente é, e depois essa imagem o "sequestra", o indivíduo vira escravo do personagem que criou de si mesmo.
O que há de triste no meio cristão, e eu me incluo nessa condição, é que em muitas situações a pessoa conhecedora do conteúdo da Bíblia Sagrada esquece o que sabe, não pratica o que aprendeu nas Escrituras e esconde seus erros. Ao agir assim, ao invés de semear a semente da Palavra, que gera a colheita das promessas de bênçãos do Senhor, semeia ideias humanas, e com toda certeza colherá cardos e espinhos e sofrerá pela ausência das bênçãos em seus dias. Não devemos esconder que há falhas em nós, é preciso admitir que às vezes o controle foge das nossas mãos.
Paulo admitiu suas falhas. Ele escreveu: "Porque bem sabemos que a lei é espiritual. Eu, porém, sou carnal, vendido à escravidão do pecado Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto. Ora, se faço o que não quero, concordo com a lei, que é boa. Neste caso, quem faz isso já não sou eu, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim, mas não o realizá-lo. Porque não faço o bem que eu quero, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim" Romanos 7.14-20.
Todos nós desejamos ter uma vida feliz. A Bíblia tem a fórmula da felicidade. Leia-a nos Salmos 34.12-14). Para ser feliz, é necessário propor a si próprio conhecer a Bíblia e ser praticante das orientações que ela apresenta. Precisamos, periodicamente, orar, ler e meditar sobre o conteúdo das Escrituras; fazer do conhecimento bíblico a maneira de viver (Provérbios 4.7; 24.3-4). Adotar o cristianismo como estilo de vida significa abandonar a máscara em definitivo (Provérbios 28.13). A máscara é pesada, machuca a consciência e tem poder para destruir o seu portador, portanto, que o seu portador a destrua antes de ser destruído por ela.
Não uso a palavra máscara apenas com o sentido de desvio de caráter. Embora haja quem a use para esconder a índole má, em muitos casos trata-se de pessoas que estão no meio cristão sem objetivos ruins. É aquele ou aquela que adota o comportamento religioso pelo fenômeno da osmose, gente que age como renascido em Cristo mas ainda não passou pela experiência da regeneração espiritual. Não foi sem propósito que Jesus disse "Não fique admirado por eu dizer: 'Vocês precisam nascer de novo' ” (João 3.7).
A minha impressão pode estar errada, mas penso que a armadilha que prende e destrói muitos religiosos, sejam eles líderes ou não, é a máscara da santidade. Explico: a pessoa cria a imagem pública diferente daquela que realmente é, e depois essa imagem o "sequestra", o indivíduo vira escravo do personagem que criou de si mesmo.
O que há de triste no meio cristão, e eu me incluo nessa condição, é que em muitas situações a pessoa conhecedora do conteúdo da Bíblia Sagrada esquece o que sabe, não pratica o que aprendeu nas Escrituras e esconde seus erros. Ao agir assim, ao invés de semear a semente da Palavra, que gera a colheita das promessas de bênçãos do Senhor, semeia ideias humanas, e com toda certeza colherá cardos e espinhos e sofrerá pela ausência das bênçãos em seus dias. Não devemos esconder que há falhas em nós, é preciso admitir que às vezes o controle foge das nossas mãos.
Paulo admitiu suas falhas. Ele escreveu: "Porque bem sabemos que a lei é espiritual. Eu, porém, sou carnal, vendido à escravidão do pecado Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto. Ora, se faço o que não quero, concordo com a lei, que é boa. Neste caso, quem faz isso já não sou eu, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim, mas não o realizá-lo. Porque não faço o bem que eu quero, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim" Romanos 7.14-20.
Todos nós desejamos ter uma vida feliz. A Bíblia tem a fórmula da felicidade. Leia-a nos Salmos 34.12-14). Para ser feliz, é necessário propor a si próprio conhecer a Bíblia e ser praticante das orientações que ela apresenta. Precisamos, periodicamente, orar, ler e meditar sobre o conteúdo das Escrituras; fazer do conhecimento bíblico a maneira de viver (Provérbios 4.7; 24.3-4). Adotar o cristianismo como estilo de vida significa abandonar a máscara em definitivo (Provérbios 28.13). A máscara é pesada, machuca a consciência e tem poder para destruir o seu portador, portanto, que o seu portador a destrua antes de ser destruído por ela.
O que eu vi de perto? Eu conheci uma pessoa vítima da máscara, era alguém do meu círculo próximo. Eu perdi este amigo porque ele ingeriu “uma tonelada” de pílulas. Ele foi parar numa UTI, passou por cirurgia, ficou em coma por dois dias, retomou a consciência por algumas horas e depois entrou em óbito.
Este amigo esteve em minha casa uns três dias antes de tomar a carga de comprimidos. Chegou fazendo surpresa, não avisou que viria, como era seu costume. Fez uma visita de despedida não declarada, só entendi isso depois.
Conversamos em reservado. Conversa séria, mas em tom de informalidade. Em minha sala de estar, ele disse que não estava mais suportando a si mesmo. Eu falava com ele e ao mesmo tempo orava em pensamento pedindo a Deus para ter a mensagem certa com palavras certas. Dialogamos sobre suicídio sem falar a palavra suicídio. Eu lhe disse o que entendia sobre esse assunto pela perspectiva da Bíblia: a nossa vida pertence a Deus, só Ele pode dá-la e tomá-la.
Tudo em vão. Ele já havia decidido o que faria. Deus não suspende o livre-arbítrio que nos deu. Passados cinco anos ainda me lembro dele neste encontro derradeiro. Saiu de minha residência segurando a mão da sua esposa. Olhou para trás em minha direção e da minha família. Acenou sorrindo. Era o riso da máscara maldita. A coitada da esposa estava de fato feliz. Foi-se para sempre. Entristeceu a esposa linda, deixou assuntos não acabados com seus dois filhos lindos, e não quis ver os netos lindos crescerem...
Uma lástima. Lastima!
quinta-feira, 12 de setembro de 2019
Cinco etapas para você otimizar seu tempo
Por que medir o tempo e como fazer para que ele seja mais produtivo?
Um dos problemas das pessoas que se sentem exageradamente ocupadas é que elas não têm ideia de para onde foi o tempo. Nesta matéria, trataremos sobre uma das ferramentas mais simples para melhorar nosso senso de controle de tempo. Como? Através da medição das horas.
"O trabalho se expande de modo a preencher o tempo disponível para a sua realização" ([1] Lei de Parkinson).
Muitas pessoas se referem ao conceito de gestão de tempo, criado por Cyril Northcote Parkinson com algum desdém, dão de ombros e dizem "vamos lá, tudo bem". Mas se temos o objetivo usar nosso tempo dia-a-dia com eficiência, esse não é caminho.
Existe uma enorme diferença entre estar muito ocupado e estar ocupado eficientemente. Estando eu ocupado quase o tempo todo, se souber que uso meu tempo de maneira eficiente e otimizada, minha pressa não será um fator estressante.
O método para chegar a essa situação de tranquilidade, durante a realização de tarefas, é começar a medir o tempo. Quanto tempo por dia ou semana você gasta em passeios, cuidando da aparência, dormindo, trabalhando, estudando, na ginástica, na recreação, em família, em redes sociais como o Facebook, Instagram e WhatsApp? A maioria das pessoas não sabe dizer com exatidão, outras, não têm a menor ideia de como usam o espaço de tempo da sua vida.
Uma das estratégias mais importantes para fazer gerenciamento de tempo é medi-lo. O tempo passa de qualquer maneira, e o modo como o preenchemos é importante. Precisamos nos habituar a prestar atenção em como usamos o conteúdo das horas, porque o tempo que passou não voltará jamais.
Como medir o tempo e aprender lições
Para começar a planejar o uso otimizado do tempo, registre tudo o que você faz diariamente. Não há dificuldade para isso. A anotação pode ser feita facilmente com o aplicativo [2] Toggl ou outro aplicativo similar, ou, ainda, com uma caderneta de notas e uma caneta. Anote todos cada minuto do dia e todos os lugares que se fizer presente.
Depois de uma semana fazendo anotações, analise o que fez somando os minutos gastos em cada atividade que se envolveu. Pergunte-se:
• Quanto tempo gastei assistindo aos programas de televisão?
• Quanto tempo estive navegando em redes sociais?
• É tempo aceitável ou exagerei? Devo diminuir esse tempo?
• Quanto tempo estive em companhia da família e amigos?
• Precisa de mais tempo ou diminuir esse tempo?
Estas perguntas são apenas exemplos, é claro, então, ajuste as interrogações às suas ocupações. Analise o quanto tem se dedicado em concentração máxima nos estudos, trabalho e projetos pessoais, apure o quanto tem se aprofundado, quantas vezes e por quantos minutos fez interrupções e quais progressos alcançou com tais ocupações.
Esta é a etapa do aprendizado. Com base nos dados coletados e as conclusões de suas análises, considere quais serão as mudanças em sua agenda semanal. Para início, não é recomendável criar uma meta grande, mas algo que você tenha certeza que poderá cumprir, ou a tentativa que considere a menos difícil de ser atingida. Vá um passo de cada vez, na segunda semana, implemente a segunda meta, e assim, consecutivamente.
Conquistamos muitos benefícios ao medir o tempo.
1. Saiba para onde vai o seu tempo.
Naqueles dias que você pensar que 24 horas é pouco tempo para você fazer tudo o que deve ser feito, a medição do tempo ajudará a entender por onde escaparam preciosos minutos da sua vida. Às vezes, não conseguimos perceber o quanto perdemos tempo; se houver o controle de anotação, podemos verificar e melhorar o modo como ocupamos o nosso dia.
2. Pare de adiar tarefas difíceis
Você pode mudar sua percepção sobre tarefas complicadas se tiver tempo disponível para realizá-las. Por exemplo, se você souber que é possível lavar, enxugar e guardar a pilha de copos, pratos e talheres em sete minutos, não ficará desanimado.
3. A simplificação em uma área fará com que você simplifique em outras áreas
Ao aplicar os ajustes da sua anotação de uso de tempo em uma área do seu cotidiano, descobrirá que é possível fazer agir com eficiência em outras áreas. O sucesso em uma atividade tem como consequência levar encher você de disposição para conquistar mais sucessos em outras áreas completamente diferentes.
Ocorre assim em nível prático e psicológico. Por exemplo, a praticidade faz com que o estudante que gerencia bem o seu tempo, descubra que sobra tempo para fazer exercícios físicos; ou, o internauta que reduz o tempo em redes sociais, descobre que tem tempo para cultivar uma pequena horta em vasos. Psicologicamente, a mudança é mais intensa: a autoestima melhora quando a nossa vida está organizada. Nos sentimos melhor quando apenas uma área da vida está bem.
4. Não se sinta ocupado o tempo todo
O sentimento perpétuo de existir uma carga interminável não passará se não lidarmos com isso. É muito provável que aconteça a surpresa de surgir uma tarefa nova em seu dia. De repente, aparecer uma carga horária não esteja dentro da sua capacidade de controle, fatores externos podem sobrecarregá-lo, também. Mas, a maneira de lidar com essa situação, pode ser algo a ser incorporado ao seu gerenciamento de tempo. As medições constantes de tempo criam noções e perspectivas realistas de quanto tempo duram as atividades. Diante da probabilidade de assumir uma tarefa nova e inesperada, é possível compará-la com outras realizadas no passado, ter algum grau de confiança de que a comparação gerará uma previsão satisfatória.
5. Saiba quanto tempo é gasto com procrastinação
Se medirmos o tempo que passamos diante do televisor, usando o Facebook ou YouTube, e outras página de internet, a medição nos ajudará:
• Saberemos onde passamos o tempo nos dias em que não produzimos o suficiente;
• Em qual atividade devo reduzir o tempo
Não existe a intenção de desmotivar usuários de redes sociais, o objetivo é incentivar o controle das horas em no dia a dia. Redes sociais são atrativas e viciantes e levam as pessoas a adiar tudo o mais que é preciso ser feito. Adiamentos são parte da vida, é importante que seja parcialmente controlados. Estabeleça as horas do dia, ou quais dias da semana acessará suas redes sociais.
5. Aprenda a planejar seu tempo de maneira inteligente
A escala de tarefas é construída intuitivamente. É importante saber quantas tarefas podem, de fato, estar em cada quadro da sua caderneta de anotação. A tendência humana é ser uma pessoa otimista ao excesso, é muito comum planejar a conclusão de uma tarefa em uma hora, mas ser capaz de conclui-la em uma hora e meia, por exemplo. Este tipo de equívoco leva pessoas ao desânimo.
Conclusão
Criar uma agenda realista é um processo. Não é possível criá-la com rapidez. Com base na experiência, vá fazendo os ajustes das suas anotações, não confie em sua memória para todas as coisas. Meça o tempo e registre na caderneta o tempo real em que foi capaz de concluir o trabalho.
Festeja os seus sucessos, mesmo que eles sejam modestos. Não se chateie com metas não atingidas, veja cada uma delas como degraus que o levarão ao topo.
1. A lei de Parkinson foi publicada por Cyril Northcote Parkinson num artigo na revista The Economist em 1955.
2. O Toggl é um aplicativo de rastreamento de tempo operado pela Toggl.
E.A.G.
Com informações e fotos de: http://zehazman.net/blog/
Pastor impede mulher de cometer suicídio no interior paulista
Um pastor impediu uma mulher de cometer suicídio na noite do último sábado (7) em um pontilhão que dá acesso à entrada da cidade de Paraguaçu Paulista, no interior de São Paulo.
Depois de sair de uma reunião em Paraguaçu Paulista, o pastor Paulo Costa, de 24 anos, estava voltando para sua casa em Assis, a cerca de 36 km. No início do trajeto, por volta das 19h35, ele conta que avistou a mulher encostada na beirada do pontilhão.
“No início achei que era uma visão de relance, pois estava escuro. Foi quando a voz do Espírito Santo disse para eu voltar”, disse o pastor do Ministério Ele Vive em um post no Facebook.
“Quando eu voltei havia mesmo uma mulher sozinha, em lágrimas e soluços, olhando para baixo, pensando na pior decisão que se deveria tomar naquele momento. Cheguei meio calmo, conversando com ela e a distraindo, para tirar ela da beirada daquela ponte”, relatou Paulo.
O pastor conta que a mulher não conseguia falar nada, “pois só chorava e olhava para baixo”. Então ele ofereceu uma oração e perguntou se poderia levá-la para casa. Sem ver uma reação diferente das lágrimas, Paulo resolveu pegar o celular dela e ligar para um membro da família.
“Decidi ligar para pedir para alguém vir buscar ela, nunca vi uma cena desta. Mas eu segurava bem firme em seus braços e dizia que tudo daria certo na vida dela e que os momentos da vida são passageiros, logo tudo se resolveria. Tentei consolar até que a família chegou ao local e a levaram para casa”, concluiu Paulo.
O pastor ainda deixou uma mensagem sobre a seriedade da depressão: “Louvo muito a Deus por ter passado e voltado naquele lugar, pois a depressão não é frescura. Ela iria ceifar mais uma vida”.
“Mas para a glória de Deus, o adversário de nossas vidas perdeu mais uma guerra”, acrescentou.
Fonte: Guia-me via CPAD News
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
1 Corintios 10.13 - Aquele que está em pé cuide para não cair
Por Cícero Manoel Bezerra
Certa vez alguém havia caído em um pecado desastroso para sua vida, disse-me: "Eu pensava ser suficientemente forte para vencer aquela situação sem precisar de ajuda de ninguém." Como consequência de sua autossuficiência, essa pessoa caiu e trouxe sobre sua vida, marcas que ficarão para sempre.
Em 1 Corintios 10.13, Paulo nos mostra que nunca seremos tentados além de nossa capacidade de suportar a tentação e que Deus a usará para nos fortalecer: "Não sobreveio a vocês nenhuma tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar; pelo contrário, juntamente com a tentação proverá livramento, para que vocês a possam suportar."
Se encararmos com sinceridade e honestidade a questão do pecado veremos que o número dos que têm caído é altíssimo! Muitos se deixam levar pelo engano e prazeres do pecado. Tornam-se escravos de sua prática, e quando se dão conta já estão longe do Senhor e perdidos nas trevas da pecaminosidade. São levados e se deixam levar pelas armadilhas preparadas por Satanás para derrubá-los.
Observando nosso círculo de amigos, descobrimos que muitos já não estão mais com o Senhor. Afastaram-se de Deus por se julgarem fortes o suficiente para vencerem sozinhos as tentações. Não conseguindo, acabam vivendo uma falsa imagem de espiritualidade. Estes já não estão em nosso meio, e bem longe estão do Senhor Jesus.
Por que caíram? É uma pergunta que muitos têm feito, mas não t~em obtido resposta. Consideremos duas razões que poderiam ser usadas como tentativas de resposta:
1. Vida dupla. Viver uma falsa espiritualidade. Duplicidade de imagem, levando as pessoas a terem de nós uma ilusão. Projetamos uma devoção que não temos, dando a aparência de que não existe alguém com mais comunhão com Deus do que nós, quando, na verdade, nossa vida é seca, nossos pensamentos são terríveis e nossas fantasias são alucinantes. Estamos literalmente envolvidos em uma falsidade tamanha, que chegamos ao ponto de enganar a nós mesmos. A falta de quebrantamento nos leva a ouvir a verdade, sem deixar que ela encontre guarida em nosso coração. Não queremos ser de maneira alguma descobertos. "O que os outros vão pensar?" Não confiamos nas pessoas ao ponto de pedir-lhe ajuda em situações onde ela seria altamente necessária. Preferimos alimentar o gosto da lascívia, da luxúria, e nos render á escravidão do pecado. Quem nos conhece a fundo sabe que tudo é fantasia e falsidade. Nossa espiritualidade realmente não exite. Vivemos uma vida dupla.
Para sanarmos esse mal, precisamos usar de transparência, tirando a máscara e mostrando o que realmente somos. Isso exigirá de nós muita coragem, pois expor nossos pecados é humilhante. É um tratamento de choque, mas quando o Espírito entra em nossa vida, Ele nos convence de que é necessário mudar. Precisamos tratar tudo e não deixar nada para trás.
Talvez tenhamos a impressão de que perderemos coisas valiosas. Mesmo que isso aconteça,o que ganharemos será muito mais valioso. Teremos comunhão com Deus, paz de espírito e viveremos nossa verdadeira realidade. Não há nada mais gostoso que falar com Deus, ter a consciência limpa, e saber que Ele está nos ouvindo sem nenhuma barreira.
Não há pecado que possa proporcionar melhor sensação que está: estar bem com Deus!
Não há pecado que possa proporcionar melhor sensação que está: estar bem com Deus!
2. Prazer na prática do pecado. Tentação é o convite ao pecado. E isto não é algo horrível e assustador à primeira vista. Ele nos atrai e nos traz prazer. Se começarmos a alimentar nossa vida de fantasias, chegará um tempo e que a verdade não nos incomodará mais. Ela ficará apenas no intelecto, e para qualquer pecado teremos sempre uma explicação lógica que nos satisfaça. Tornaremos-nos "especialistas" nas na racionalização: "Faça isto por causa disto"; não é minha culpa gostar dessas coisas". Quando menos percebemos, estaremos literalmente escravizados por determinadas atitudes ou outros tipos de envolvimentos pecaminosos.
O prazer na prática do pecado é sinal de falta de conversão. Quando recebemos a Jesus como Senhor e Salvador, a situação muda. Nosso prazer deixa de ser a prática do pecado para ser uma vida de bem com Deus e com o próximo. Quando nos sobrevêm as tentações e oportunidades para pecar, fazemos a opção de estar com o Senhor. Avaliamos, refletimos sobre todas as consequências do pecado e damos espaço para que o Espírito Santo nos convença de que viver com Deus é melhor que qualquer prazer mundano.
A fantasia pecaminosa nada tem de bom para nos oferecer, apenas satisfação à carne, desagradando a Deus. Devemos tomar cuidado com o que entra em nossa mente, pois dependendo do nível da fantasia que vivermos, ela poderá tornar-se real. Muitos não praticam suas fantasias apenas por falta de oportunidade. Vivemos num mundo onde recebemos sugestões de fantasias na área de sexo, dinheiro, comida, drogas e das vantagens pessoais. Mas o salário do pecado é a morte e o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Jesus Cristo (Romanos 6.23).
Apenas o interesse por informações religiosas ou pela vida religiosa não fará diferença. Precisamos estar conscientes do poder da Palavra de deus. Ela é como uma espada que penetra o mais interior do homem, discernindo tudo o que se passa em sua alma e seu espírito. A Palavra de Deus é poderosa. Devemos dar liberdade ao Espírito Santo para que a use em nossa vida.
É necessário que tenhamos comunhão com Deus e com sua Palavra. Hoje em dia há muitos curiosos da religião. Pessoas que querem saber a verdade, mas não estão dispostas a praticá-las. Não adiante ter uma grande mente e um coração pequeno. A verdade deve passar pelo intelecto, e depois atingir fortemente o nosso coração. Devemos dar lugar ao Senhor, reagir positivamente em relação ao que Ele manda. Deixar de lado a religiosidade vazia, e praticar a verdadeira comunhão com o Pai. É frequente vermos nos religiosos que caem, que sua religião não é forte o bastante para mantê-los firmes. Só quem nos mantém firmes e vitoriosos contra o pecado é Jesus Cristo.
A vida cristã é uma constante batalha. Não podemos nos esquecer disso. Não adianta sermos cristãos nominais, muito menos religiosos. Nenhuma dessas coisas tem poder para nos dar a vitória. A vitória dessa batalha é garantida através de tudo o que Cristo realizou por nós na cruz. Apropriemo-nos dela. Podemos ser livres do pecado. A vida pode ser totalmente diferente, basta pedir perdão, reconhecer que o pecado gera a morte e a separação de Deus. A Bíblia diz que: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1.9).
Alguns pecados terão que ser confidenciados a uma pessoa de nossas confiança, com quem abriremos o coração e de quem com certeza receberemos ajuda. Alguém que participe da luta conosco, até a obtenção da vitória total total sobre o problema. Não deixemos o pecado nos atormentar. Tiremos a transgressão de uma vez por toda de nossa vida no nome poderoso de Jesus Cristo.
E.A.G.
Fonte: Mensagem da Cruz, número 113, maio a junho de 1997. página 13.Venda Nova - MG (Editora Betânia).
E.A.G.
Fonte: Mensagem da Cruz, número 113, maio a junho de 1997. página 13.Venda Nova - MG (Editora Betânia).
terça-feira, 10 de setembro de 2019
Eva e a serpente
Por Wanda de Assumpção
Uma história moderna.
Havia uma jovem linda e inteligente. Quase terminando o colegial, ela se preparava para prestar vestibular com o sonho de cursar a faculdade que lhe daria acesso a uma profissão empolgante. Seus pais não mediam sacrifício para dar á filha o privilégio de uma educação superior e uma vida melhor do que aquela que levavam.
Entretanto, a influência de amigos desajustados pesou mais do que as palavras sábias e amorosas dos pais. Quando eles lhe chamaram a atenção com respeito a coisas prejudiciais que estava fazendo, aquela jovem arrebitou o nariz e retrucou: "Eu sei o que estou fazendo". Não foi o que pensou o policial quando ela foi apanhada dirigindo embriagada.
Uma história antiga.
Havia uma jovem linda e inteligente, que morava num lugar perfeitamente belo. Amada por uma marido lindo e inteligente, ela podia dizer que tinha tudo o que uma mulher desejava. Além de tudo, aquela jovem desfrutava de um privilégio especial: todas as tardes, recebia a visita da Pessoa mais importante do universo - o Criador. Em momentos de comunhão, de puro deleite. Como o salmista, ela podia dizer: "Meu cálice transborda."
Entretanto, certo dia a paz daquele lugar idílico foi invadida por um ser muito esperto, cuja intenção era jogar a sementinha da desconfiança e do descontentamento no coração da jovem. E ela, arrebitando o nariz, falou consigo mesma: "Não vou deixar ninguém me dizer como devo viver. Sei o que estou fazendo.
Será que sabia? As consequências daquela rebeldia foram muito além de um acidente de trãnsito: morte espiritual, morte física, moléstias, crimes, dores nos relacionamentos, tudo isso se abateu sobre o primeiro casal e sobre todos os seres humanos desde então.
Você conhece a história de Eva no Paraíso. Agora pare e pense comigo sobre o motivo que levou aquela jovem privilegiada a jogar a felicidade pela janela. Tinha de ser algo muito forte, irresistivelmente atraente. E era. Eva tinha tudo, tudo, mas não era "dona do seu nariz"! Ela fora criada por Deus, que lhe dera todas aquelas coisas maravilhosas, mas também dissera como devia viver; a mulher, contudo, resolveu que preferia determinar isso por si mesma. Não foi uma boa ideia, como logo descobriu.
O plano de Deus nos dá toda a liberdade para nos realizar como pessoas e, em particular, como mulheres. Deus, que nos fez como somos, só deseja o nosso bem. Quando O buscamos, Seu amor maravilhoso nos enche o coração. Então, a partir dessa riqueza, podemos ministrar às pessoas com o dom especial da nossa feminilidade, enriquecendo nossa vida e a delas de uma maneira que as mulheres foram capacitadas para fazer.
Fora do plano de Deus, essas características ficam distorcidas; a visão de como devemos viver para nos realizar fica deturpada, desfocada. Apegamo-nos às pessoas para satisfação da nossa necessidade de amor e propósito, e, quando elas não correspondem às nossas expectativas, sufocamo-nas, tentando dominá-las, controlá-las.
Minha amiga, temos de fazer a mesma escolha com que Eva se defrontou. Determinarmos como vamos viver, dependendo dos nosos próprios recursos, ou obedecendo aos preceitos do Deus que nos criou e que, através de todas as circunstâncias da vida, está nos levando cada vez mais para perto de Si.
Eu fiz a minha escolha. E você?
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Wanda de Assumpção é escritora e membro da Igreja Presbiteriana de Vila Mariana (São Paulo/SP). Artigo extraído da revista Graça, ano 1, número 4, página 54 (Graça Artes Gráficas Ltda).
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