Pesquise sua procura

Arquivo | 14 anos de postagens

segunda-feira, 30 de junho de 2014

O problema dos casamentos

Ultimamente tenho percebido que muitos cristãos estão passando sérias dificuldades em seus Casamentos. Muitos já em processo de divórcio, alguns onde já não moram mais juntos, e sobram sofrimentos para os casais e para os filhos.

Apesar de ser um assunto delicado e com muitas variantes, pois existem os mais variados problemas que um casal enfrenta, a Bíblia nos dá em determinadas partes uma direção, de como alguém deve proceder em seu casamento.

Oséias 3.1: "O Senhor me disse: 'Vá, trate novamente com amor sua mulher, apesar de ela ser amada por outro e ser adúltera. Ame-a como o Senhor ama os israelitas, apesar de eles se voltarem para outros deuses e de amarem os bolos sagrados de uvas passas'".

Por um longo período de tempo, desde que Salomão, filho de Davi, morreu e o reino foi dividido, Israel teve uma série de reis idólatras, que abandonavam o Senhor constantemente e faziam adorações a outros deuses. Então em determinado tempo o Senhor vem e diz para Oséias se casar com uma mulher adúltera, como um simbolismo da nação ser culpada do mais vergonhoso adultério por afastar-se do Senhor.

Você diz: Ok, mas o que isso tem a ver com o meu casamento? A lição que tiramos desse texto é que devemos amar o nosso cônjuge, assim como o Senhor nos ama. Apesar de sermos pecadores, ou seja, fazer coisas que desagradam a Deus, isso não é suficiente para Ele não nos amar.

Quando deixamos de olhar apenas os feitos do nosso cônjuge que nos desagrada, e passamos a olhar com um amor verdadeiro, a mudança é iminente. Talvez você pense que os problemas no seu casamento são grandes, agora imagine um homem, profeta do Senhor, ter que casar com uma mulher adúltera, e não só casar, mas tratá-la com amor.

Você talvez esteja pensando que esta situação é um absurdo: como que pode uma coisa dessas? A Palavra do Senhor através de Oséias mostra o porque esse amor faz a diferença, ele continua no versículo 2 dizendo: "... E eu lhe disse: Você viverá comigo por muitos dias; não será mais prostituta nem pertencerá a nenhum outro homem, e eu viverei com você."

Percebe a mudança? O fato do profeta amar a mulher, mudaria a atitude da mulher, ela deixaria de ser adúltera/prostituta e passaria a servir somente a seu marido.

Essa foi uma profecia/simbolismo para os nossos dias, pois, apesar de sermos adúlteros em relação ao Senhor, pois todos nós nos prostituímos com as coisas do mundo, ainda assim o Senhor nos amou, e é esse amor que nos transformou, por Ele ter nos amado primeiro, hoje podemos servir ao Senhor.

Dessa mesma forma, não espere o seu cônjuge te amar, ame primeiro e você verá mudança no seu casamento. 

Fonte: Autoria desconhecida: IPDA

domingo, 29 de junho de 2014

Contexto sobre o fruto do Espírito

O fruto do Espírito Santo: "Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei" - Gálatas 5.22-23.

Amor

A primeira característica do fruto é suave, doce, agradável e capta toda a essência do cristianismo. Não é uma expressão em palavras, mas em atos.

"O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" -  1 Coríntios 13.4-7.

Alegria

A segunda característica é uma consequência da prática da primeira. De fato, onde há amor a alegria segue.

"Ora o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo" - Romanos 15.13.

"Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos" - Filipenses 4.4.

Paz

Depois do amor e da alegria, como um resultado natural, vem a paz. 

"Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens" - Romanos 12.18.

"Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus" - Filipenses 4.6-7.

Paciência

O que significa longanimidade? A melhor explicação é a tolerância, não responder à agressão com vingança, não aplicar a lei judaica "olho por olho, dente por dente" (Êxodo 21.24).

"Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também" - Colossenses 3.12-13.

Benignidade

Ser benigno é ser uma pessoa que intervém positivamente, com a esperança de ver o bem triunfar sobre o mal.

 "Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te leva ao arrependimento?" -  Romanos 2.4. 

"Mas quando apareceu a benignidade e amor de Deus, nosso Salvador, para com os homens, não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo" - Tito 3.4-5. 

Bondade

O coração convertido a Cristo pulsa bondade, ou seja, assim como é enorme a extensão do céu, é grande sua disposição para acolher sem exceção a todos. Na bondade, há justiça em atividade constante; quem é bom jamais age injustamente, não vive em teoria, mas também na prática.

"Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz (porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade); aprovando o que é agradável ao Senhor" -. Efésios 5.8-10.

 Fé

A fé verdadeira não é no sentido usual da religiosidade, mas é de primeira grandeza, atinge o campo sobrenatural. O portador desta fé é digno de confiança, quando diz "sim" é sempre "sim", e se diz "não" é sempre "não" (Mateus 5.37). Não misturam o bem com o mal, não se dividem entre luz e trevas e não dizem que o amargo é doce e o doce é amargo (Isaías 5.20).

"O amor (...) tudo crê" - 1 Coríntios 13. 4-7.

"Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida" - 1 Timóteo 1.5.

Mansidão

A mansidão é uma das características mais interessantes do fruto do Espírito, é a gentileza em paralelo com a humildade. Assemelha-se ao oceano calmo: belo, imenso, poderoso. 

"Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom trato as suas obras em mansidão de sabedoria" - Tiago 3.13.

Temperança

Portar o autocontrole é a única maneira do espírito vencer paixões e vícios. Quando o ser humano dá lugar a Jesus em seu coração, conhece a liberdade que Cristo oferece e tem a oportunidade de viver livre da imposição do pecado (João 8.36).

"E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, uma incorruptível" - 1 Coríntios 9.25.

"E vós também, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude a ciência, E à ciência a temperança, e à temperança a paciência, e à paciência a piedade, e à piedade o amor fraternal, e ao amor fraternal a caridade. Porque, se em vós houver e abundarem estas coisas, não vos deixarão ociosos nem estéreis no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo" - 2 Pedro 1.5-8.

Eis as nove características do fruto espiritual. Todo cristão precisa ser fecundo em seu viver diário, se não houver o fruto então não existirá também a vida cristã, apenas haverá a religiosidade humana. Para ser cristão é necessário mudar o coração, abandonar o sistema natural desse mundo, não ter raízes apegadas à terra mas ao céu; manter raízes profundas na Palavra de Deus para dela extrair o poder sobrenatural que capacita a ser árvore celestial, uma vez que das coisas celestiais se alimenta.

E.A.G.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

The Noite: Entrevista Caio Fabio em 23 de junho de 2014



Mais, neste blog: Minhas observações sobre o polêmico Caio Fabio.

Fonte: The Noite com Danilo Gentili - YouTube  SBT Vídeos

A multiforme sabedoria de Deus

Por Eliseu Antonio Gomes

Antes de tudo, é necessário esclarecer que a condição do ser humano agregar conhecimento ao seu raciocínio lógico é uma situação privilegiada dada por Deus e não pode ser desprezada. Contudo, todas as bênçãos que o homem recebe, são sempre recebidas vinculadas ao livre-arbítrio, e assim alguns usam a sabedoria humana, e outras bênçãos, de maneira justa para servir ao Senhor e ao próximo enquanto outros usam de maneira egoísta para alimentar seus interesses mesquinhos.

Charles H. Spurgeon certa vez formulou a seguinte pergunta retórica: "O que é a Ciência deste mundo?" E prosseguiu, respondendo mais ou menos assim: "Ela nos propõe abandonar a fé 'antiquada' de nossos antepassados por força de teorias e supostas descobertas. Mesmo que não seja a proposta, a Ciência é o método pelo qual o ser humano tenta esconder sua ignorância a respeito do Criador".

Portar a sabedoria terrena, mesmo que superior ao nível da maioria das pessoas, inclusive a teológica, não é sinal de possuir alta espiritualidade. Indivíduos inteligentes também são capazes de demonstrar total falta de temor de Deus e agir de acordo com a inclinação carnal, e entronizar seu ego como centro de atenções e glórias. Ser uma pessoa dotada de grande intelectualidade e elevado conhecimento humano não é indicação de viver para Deus de um modo agradável, se a mesma não aceitar viver de acordo com os ensinos das Escrituras Sagradas.

Para apresentar o plano da salvação eterna, Deus dispensou à Igreja as dádivas de amor, filiação e o ministério da reconciliação, através da morte e ressurreição de Cristo. Por esta razão, o apóstolo Paulo termina o capítulo 12 de 1 Corintios, em que trata dos dons espirituais, assim: "Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho mais excelente" (verso 31). E em seguida, no capítulo 13, nos apresenta o ensino sobre o que é o amor e a relevância de se viver a vida cristã em excelência, isto é, compartilhando tudo de bom que Deus nos dá, amando a Deus e ao semelhante.

Deus expressa sua multiforme sabedoria ao mundo ao instrumentalizar a Igreja de Cristo com dons de revelação, dons de poder, dons de expressão e dons ministeriais.

• Dons de revelação: Palavra da Sabedoria; Palavra da Ciência; Discernimento de Espíritos.
• Dons de Poder: Dom da fé; Dons de Curar; Operação de Maravilhas.
• Dons de Expressão: Dom de Profecia; Variedade de Línguas; Interpretação de Línguas.
• Dons Ministeriais: Apóstolos; Profetas; Evangelistas; Pastores; Mestres.

A multiforme sabedoria celestial, apresentada por meio dos dons, nos leva a abrir o coração para Cristo e entronizá-lo no centro de nossas vontades; ser realmente sábio aos olhos do Senhor não é ser portador de um admirável cabedal de informações e expressá-las bem, ou possuir os dons, mas andar no Espírito, amar a Deus em primeiro lugar e ao outro como amamos a nós mesmos (Gálatas 5.16-23; Colossenses 1.26-29; 2.1-3; Tiago 3.13-18; Marcos 12.30-31).

A vontade de Deus é que todos os dons que Ele concede - expressão de sua sabedoria em múltiplas formas - sejam usados vinculados ao amor. Que cada cristão possa entender perfeitamente isso e se deixe submeter à santa vontade divina para ser usado como instrumento nas mãos do Senhor, na operação dos diversos e amplos dons espirituais e ministeriais em favor de seus irmãos e irmãs em Cristo.

Os dons espirituais e ministeriais são dados a homens e mulheres com a firme propósito de servir ao próximo, edificar a igreja local, e colaborar para que ela alcance o perfeito estado do amor: "Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, do qual todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor" - Efésios 4.15-16.

E.A.G.

Consulta: 
Bíblia Evangelismo em Ação, Ray Comfort, página 1199, edição 2005, São Paulo (Editora Vida).
Lições Bíblicas - Mestre, páginas 91-96, 2º trimestre de 2014, Rio de Janeiro, (CPAD).

terça-feira, 24 de junho de 2014

Charge do Flamir - 2 Timóteo 1.7

"Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio" - 2 Timóteo 1.7 (NVI).

Vida cristã saudável: tem prumo,  resistência,  equilíbrio, pois seu  modelo é a Pessoa de Jesus. Não dá lugar ao medo, porque este sentimento é oposto à fé em Deus.

E.A.G.