Pesquise sua procura

Arquivo | 14 anos de postagens

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Em honra aos copistas bíblicos


Por Vilson Schulsz

"Uma palavra do nosso Deus dura para sempre". Esta é a confissão de Isaías (48.8), e nossa também. Jesus garante que as palavras dele não passarão (Mateus 24.35). De que palavra se está falando? Da palavra de Deus, é claro. Que palavra é essa? Normalmente pensamos na palavra escrita e aplicamos isso à Bíblia. Fazemos bem. Todavia, Deus diz também: "A palavra que sair da minha boca não voltará para mim vazia" (Isaías 55.11). Esta é primordialmente uma palavra falada.

Com certeza, a palavra de Deus foi preservada de forma oral. Ela foi passada de uma geração a outra, com os pais ensinando-a aos seus filhos (Deuteronômio 6.7). Até se poderia dizer que a palavra de Deus foi preservada no coração do seu povo (assim como a mãe de Jesus fazia, conforme Lucas 2.51). No entanto, será que ela nos teria sido preservada tão bem, caso não tivesse sido gravada em tábuas de pedra e em rolos de papiro e pergaminhos? É bem provável que não. E se ela nos foi preservada com uma certeza e pureza sem igual, certamente isto se deve à providência divina e ao fato de essa palavra ter sido posta por escrito. 

Isto enseja uma pesquisa na própria Bíblia. Logo nos vêm à memória passagens com imperativos ligados à oralidade: "dize" (Isaías 40.9), "proclama" (Jeremias 7.2), "anuncia" (Ezequiel 40.4), "prega" (2ª Timóteo 4.2), "fala" (Tito 2.1). Temos a impressão de que muito se fala sobre a palavra oral, e pouco ou quase nada sobre a palavra escrita. No entanto, para surpresa nossa, o imperativo "escreve" ocorre 25 vezes na Bíblia de Almeida Revista e Atualizada. E o verbo escrever aparece 435 vezes na Bíblia (242 vezes no Antigo Testamento ; 193 vezes no Novo Testamento)!

Este verbo requer ênfase. Em especial porque até recentemente se afirmava que os hebreus só passaram a escrever na época de Davi e Salomão. Hoje, graças à arqueologia, sabe-se que já havia uma extensa literatura no tempo de Abraão, dois mil anos antes de Cristo. É possível que Moisés fosse versado em várias línguas: egípcio, acadiano, hebraico, etc. A noção de que a escrita, no período bíblico, só teve início depois de um longo período de transmissão oral precisa ser revista, se é que já não o foi.

Se nos voltarmos para a longa história da transmissão do texto bíblico, desde a formação do cânone até aos nossos dias, veremos que ela está bem documentada em obras como, por exemplo, A Bíblia e Sua História, publicada pela Sociedade Bíblica do Brasil.

Até por volta de 1500 d.C. as cópias bíblicas disponíveis eram todas manuscritas ou copiadas à mão. Isto nos parece estranho, numa época em que temos acesso à Bíblia impressa em tantos formatos diferentes. Nem sempre foi assim. Naqueles primeiros tempos, quem quisesse um texto bíblico tinha de encomendar uma cópia manuscrita. E foi através desse penoso e demorado processo de cópia manuscrita que o texto bíblico foi preservado e passado às novas gerações.

É claro que nesse processo de cópia manuscrita, foram introduzidos erros nos texto. Cada exemplar da Bíblia era uma nova edição! Mas esses erros de cópia são, em sua grande maioria, fáceis de explicar e sem maior importância. Mesmo assim, nossa tendência é lamentar a introdução desses erros ou dessas variantes, em particular, no que diz respeito ao texto grego do Novo Testamento. No entanto, foi graças ao [ * ] trabalho paciente e estafante dos copistas que os textos sagrados chegaram até nós, não obstante os muitos erros de cópia. Também nisto podemos ver cumprida a promessa divina de que a sua palavra permanece para sempre. 

Portanto, entre os diversos propósitos que se procura alcançar (...), com certeza se inscreve também este: lembrar e honrar os anônimos copistas bíblicos do passado que, na sábia providência divina, foram instrumentos de preservação e transmissão da viva e eficaz palavra de Deus.
______
* Nota Belverede: Neste dia 1º de maio, Dia do Trabalho, com a publicação deste artigo, me uno ao autor dele para homenagear os homens que escreveram, cópia por cópia, a Palavra de Deus, fazendo com que ela chegasse até nós no dia de hoje. O nome deles não entrou para a História, porém, mudou, para melhor, as nossas histórias.


Vilson Scholz é consultor de tradução da Sociedade Bíblica do Brasil e consultor de tradução pleno das Sociedades Bíblicas Unidas.
Fonte: revista A Bíblia no Brasil - nº 219 / abril a junho de 2008 / ano 60 / página 34 (SBB).
Atualização: 10 de junho de 2021, às 14h32. Imagem e redação.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

QUAL É A PAZ DO PENTECOSTALISMO ASSEMBLEIANO BRASILEIRO?

.
.
Imagem: Landejur / Templo da Assembléia de Deus - em João Monlevade Minas Gerais
.
Sou da seguinte opinião sobre os livros: é importante que eles existam, porém, muito mais importante é que seus leitores possuam discernimento espiritual ao lê-los.
.
Para haver discernimento é necessário conhecer a Palavra de Deus. O grande problema é que a maior parte dos consumidores de livros jamais leram a Bíblia Sagrada por inteira. E assim, ficam reféns das interpretações desses autores sobre ela.
.
Por exemplo, na Bíblia Sagrada o termo paz, no grego usado no Novo Testamento é “eirene”; e no hebraico, Antigo Testamento, é “shalom”.
.
Os assembleianos são conhecidos pela saudação: “a paz do Senhor, irmão”!
.
Desculpe-me se assustar você nos próximos parágrafos...
.
Quero dizer que são poucos os cristãos assembleianos que sabem que, biblicamente, a paz que desejam ao próximo em suas saudações significa PROSPERIDADE FINANCEIRA e espiritual, SAÚDE FÍSICA e espiritual. Portanto, ter shalom / eirene / paz com o Senhor significa ter o completo bem-estar, significa ter tranquilidade em todos os sentidos porque a paz do Senhor é paz completa, ela envolve o espírito, a alma e inclusive o corpo em que vivemos agora!
.
O que quero dizer com isso? Quero dizer que, infelizmente, a grande parte dos assembleianos que combatem alguns pontos doutrinários do neopentecostalismo (Igreja Universal do Reino de Deus e Igreja Internacional da Graça de Deus, etc) estão reféns das doutrinas de dois ou três autores de livros do movimento pentecostal clássico e de alguns articulistas das revistas das escolas bíblicas dominicais assembleianas. A grande maioria dos pentecostais não estão tão aprofundados nas Escrituras Sagradas como pensam e deveriam estar.
.
Terminando, esclareço que apesar de haver nascido em berço pentecostal sinto liberdade para criticar. Não estou defendendo o movimento neopentecostal, porém, sou imparcial, e não entendo como errado apontar as falhas do pentecostalismo assembleiano brasileiro.
.
A grande falha da doutrina neopentecostal (IURD e IIGD) é enfatisar muito o materialismo; a falha pentecostal (Assembléia de Deus) é exagerar no espiritualismo. O correto é ser moderado: Deus fez o homem como espírito, alma e corpo, e devemos servir a Ele nesta triplicidade que somos.
.
Tenho minha biblioteca, com diversos livros evangélicos que reputo como importantes, mas priorizo a leitura bíblica devocional, e a considero imprescindível para determinar o que eu penso e o que devo ser.
.
Abraço fraternal, na paz do Senhor!

E.A.G.

domingo, 27 de abril de 2008

VÍDEO - A APRESENTAÇÃO DO PASTOR SILAS MALAFAIA NO CONGRESSO GMUH

Sábado, 26 de abril de 2008; Ginásio Irineu Bornhausen - Camboriú, SC; 1 hora e 53 minutos de apresentação, quando foi explanado sobre o que significa o reino de Deus aqui na Terra.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Parte 6

Parte 7

Parte 8

Parte 9

Postagem atualizada em 18 de março de 2010.

sábado, 26 de abril de 2008

BILLY GRAHAM - QUAL É A ESTRATÉGIA DO PROJETO MINHA ESPERANÇA BRASIL?

.
..
.
O coração do projeto é a estratégia Mateus e seus Amigos, baseada na história de Levi, como também era chamado Mateus.

Jesus chamou a Mateus, que imediatamente convidou os seus amigos à sua casa para que Jesus lhes compartilhasse a Palavra de Deus (Mateus 9.9-13; Marcos 2.13-17 e Lucas 5.27-32).
.
Os membros de sua igreja podem fazer algo similar ao que Mateus fez, seguindo estes simples passos:
.
MOSTRE O AMOR DE DEUS - Deixe que o amor de Deus flua de seu coração, olhe ao seu redor e observe quem, entre os seus amigos, familiares e companheiros de trabalho, necessita de Cristo. Anote seus nomes no folheto Mateus e seus amigos.
.
AMIZADE COM ESSAS PESSOAS - Busque oportunidades de aprofundar a amizade com essas pessoas e, assim, aumentar as possibilidades de comunicar-lhe a esperança que você possui em Cristo.
.
TEMPO DE ORAÇÃO - Ore diariamente pelas pessoas que estão em sua lista de Mateus e seus amigos e peça ao Senhor que lhe conceda oportunidades para falar com elas sobre a esperança que você possui em Cristo.
.
ENCONTRO EM SEU LAR - Convide as pessoas que constam de sua lista ao seu lar, a fim de assistirem aos programas de Billy Graham, Franklin Graham e um atraente filme. Depois do programa, dê seu testemunho de três minutos, explique aos convidados como podem receber Jesus Cristo pela fé e os oriente a fazer uma breve oração, covidando Jesus a entrar em suas vidas.
.
USE OS MATERIAIS - Oriente os novos convertidos quanto ao uso do livreto Viver em Cristo e de outros materiais com instruções sobre de como orar e ler a Bíblia Sagrada.
.
SEJA UM DISCIPULADOR - Leve os novos convertidos à sua igreja, para que cresçam em sua nova vida com Cristo.
.
.
.
Texto e imagem são partes da divulgação do Ministério Billy Graham

Fonte: http://www.minhaesperanca.com.br/index.aspx

sexta-feira, 25 de abril de 2008

A dança e a liturgia pentecostal na exegese de Paulo contida na Carta aos Romanos, capítulo 12 e versos 1 e 2



As relações cristãs intra e interdenominacionais devem seguir o mandamento do amor. O seguidor de Jesus Cristo precisa saber respeitar opiniões contrárias, saber refutar o que for anti-bíblico e discernir entre o que é apenas extra-bíblico.

Nem tudo o que é extra-bíblico é anti-bíblico!

Depois de ler um artigo no blog do irmão Gutierres Siqueira, [link no rodapé desta página] artigo que é assaz pertinente aos pentecostais e neopentecostais brasileiros, fiz meu comentário lá e depois copiei para deixá-lo aqui também.

O presente artigo possui um assunto que eu tenho refletido bastante. Cogitava escrevê-lo, mas não havia assentado sobre qual a melhor maneira de publicar neste blog. São reflexões duras e pesadas, mas nada disso é motivado com a intenção de atingir alguém pessoalmente. Talvez para não ser confundido na minha intenção tenha demorado para fazer essa publicação.

Você lerá algumas coisas que atino, que atinei lendo a Bíblia Sagrada nos meus momentos devocionais e convivendo com os irmãos em Cristo dentro da rotina da liturgia evangélica cristã pentecostal.

Acho importante deixar registradas minhas considerações, mas não por julgar que sejam incontestáveis.

Tenho noção da realidade. Sei que erro, falho. Assim sendo não jogo pedras em ninguém e me esforço para seguir o minha caminhada em conformidade com a grande comissão de Jesus Cristo delegada para a mulher adúltera: vá e não peques mais.

A importância de manter-se bem situado sobre quem somos e a razão de tudo que fazemos e para quem fazemos.

Minha caminhada cristã é feita com o entendimento da necessidade de empreender constante vigilância, cuidados com minha própria alma, para não parar de crescer espiritualmente por causa de excessos de cuidados com as regras convencionadas às liturgias denominacionais.

Nesta minha postagem, desejo mostrar minha opinião sobre a liturgia dentro do culto a Deus referente o louvor com danças. Não sou contrário às danças como forma de louvor, nem sou incentivador dessa prática. Não satanizo quem louva assim, percebo que muitos jovens se aproximam de Deus por meio do louvor corporal.

Entendo que a liturgia dos cultos precisa se adaptar à cultura local, desde que não se rebele contra os mandamentos de Deus. Não existe versículo bíblico que diga o contrário dessa afirmação. Nossa regra de fé e conduta são as Escrituras Sagradas.

A exegese

Romanos 12.1-2 é um apelo ao culto racional. O que isso quer dizer? Diz apenas que quem cultua deve saber para quem presta seu culto e qual é a razão de cultuá-lo. O texto bíblico não estipula regras, o apóstolo Paulo alerta para não haver conformação com o mundo. Aí é necessário descrever qual a significação do vocábulo "mundo".

Eu, mais de uma vez, já fiquei pasmado, atônito mesmo, ouvindo grandes líderes evangélicos dizerem que praticam exegese sobre esses dois versículos do capítulo 12 da carta Aos Romanos. Como? Satanizando a fumaça de gelo seco, alguns ritmos musicais e a dança.

Mas a fumaça de gelo seco, ritmos e danças não são os alvos dos alertas do apóstolo. O mundo condenável por Paulo é o sistema implantado por Satanás, que tem uma só finalidade: provocar a rebelião do ser humano contra Deus.

E como é feita essa rebelião? Desobedecendo os dois principais mandamentos : amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Quem está no mundo infringe os dois mandamentos, despreza o Senhor e faz mal aos seus semelhantes.

Quem infringe estes dois mandamentos é um crente mundano. Não existe licença para pecar. Não importa quão padronizado o pentecostal esteja com a liturgia da sua denominação e nem o quão religioso e bem conceituado esteja em sua comunidade. É, sim, pela ótica de Romanos 12.2, uma alma mundana!

É simples entender isso!

A aplicação pessoal de Romanos 12.2

Sempre fico impressionado com pessoas religiosas que em seus atos e palavras apresentam total desprezo ao próximo. Fazem isso em nome da liturgia, que conceituam como selo de santidade.

O apóstolo Paulo não ficou devendo aos irmãos, crentes romanos da sua época, e nem a nós uma descrição detalhada do que seja o mundo condenável por Deus e como são os cristãos mundanos. Nos dezesseis capítulos da Carta aos Romanos, existe farta ilustração do que são as práticas mundanas. Mas a descrição que eu considero mais marcante se encontra em 1.29-32:
"Estão cheios de todo tipo de perversidade, maldade, ganância, vicíos, ciúmes, crimes de morte, brigas, mentiras e malícias. Caluniam e falam mal uns dos outros. Têm ódio de Deus e são atrevidos, orgulhosos e vaidosos, inventam maneiras de fazer o mal, desobedecem aos pais, são imorais, não cumprem a palavra, não têm amor por ninguém e não têm pena dos outros. Eles sabem que o mandamento de Deus diz que aqueles que fazem essas coisas merecem a morte. Mas mesmo assim continuam a fazê-la e, pior ainda, aprovam os que fazem as mesmas coisas que eles fazem" (NTLH).

Quem está apegado em liturgias pode ser escravo de pelo menos três dessas práticas catalogadas em 1.29-32:
• Brigam para defender regras convencionais.  E dizem: "Brigar em favor da minha liturgia é guerra santa";
• Não cumprem o que prometem e nem compromissos contratuais. Pensam eles: "Descumprir contratos não é algo que mereça repreensão, condenável é se apresentar durante o culto dançando";
• São maldizentes, viciados em falar mal dos outros. O discurso ao desencargo de consciência deles é: "Falar mal é pauta apologética, estou prestando serviço a Deus".
O fato é que um dia esses crentes mundanos, do século XXI, aceitaram Jesus Cristo, mas após isso entraram dentro do confortável berço da liturgia e recebendo várias benesses dela passaram a cochilar. 

O contexto de Romanos 12.1-2 

Com a Bíblia Sagrada aberta e a mente também, eu entendo que a dança, desde que a coreografia não tenha gestos de apelo sexual, é uma expressão corporal como qualquer uma das outras expressões e não há empecilho bíblico para ser usada como uma das variedades de louvor ao Senhor.

Para Deus o que é válido é o porquê fazemos o que fazemos e não exatamente o que fazemos. Existem muitas atitudes corretas que são feitas com motivos errados! E só Deus é capaz de perceber com toda clareza a qualidade espiritual das coisas visíveis. Então, não é prudente valorizar ou desprezar algo ou alguém simplesmente pelas aparências.

Filipenses 4.8 revela o valor das nossas ações, mostra alguns parâmetros. Se o coração da pessoa que dança estiver sendo verdadeiro, justo, honesto, amável, almejar boa fama e desejar zelar pela virtude, então não existe pecado. Repare: Filipenses 4.8 traz definições superiores às liturgias, são adjetivos positivos que poderão estar ligados ou não às ações cristãs.

Minha impressão e conclusão final

É, verdadeiramente, assustador perceber que existem pessoas que se curvam às regras convencionais de olhos fechados e dando às costas, com total desprezo, às orientações bíblicas referente aos mandamentos, mesmo sendo profundos conhecedores das Escrituras Sagradas.

Não posso afirmar que sim, mas alguns convencionais, gentes que chegaram a galgar posição de lideranças entre seus pares, parecem endeusar a convenção que fazem parte (eu disse "parecem", não disse que endeusam).

Tenho a forte impressão que para alguns convencionais os mandamentos do Senhor têm pouca importância em seus corações. Não raras vezes presenciei alguns diante de momentos em que julgaram ser uma situação que eles acreditavam que alguém ameaçava as regras estabelecidas e para fazer valer o que foi convencionado pisaram na ordem de Cristo, que determina amar o próximo, mesmo que esse próximo aparente ser um inimigo.

Muitos amantes da liturgia e apegados em convenções humanas se esquecem que correm o risco de não experimentar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus por causa do comportamento equivocado quanto à exegese de Romanos 12.1-2.

Triste!

E.A.G.

Acesse e confira: http://teologiapentecostal.blogspot.com.br/2008/04/liturgia-pentecostal-parte-2.html

Outro artigo neste blog: A dança e a flauta no Salmo 150.4 .
.
.
.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Ao Cubo - 1980 (uma história real nos versos do rap)

..
.

.


Ao Cubo é um grupo representante da música gospel no estilo rap, de origem palistana. 

Veja mais neste blog:
Provérbios 14.1 - A mulher sábia e a mulher tola

.
Atualização: 08 de abril de 2009