Pesquise sua procura

Arquivo | 14 anos de postagens

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Como fazer apologia cristã de acordo com a Bíblia Sagrada

Por Eliseu Antonio Gomes

Algumas considerações: Faço um comparativo com o modo que os líderes da Igreja Primitiva fizeram a defesa da fé cristã e como hoje em dia muitos dizem exercê-la. Escrevo após comparar o ensino cristão do passado e o ensino bíblico atual, na parte da questão apologética. Abordo a relação entre as palavras "ensino" e “apologética". Comento o que vejo em quase uma década como internauta.

Jesus convocou a todos os cristãos ao evangelismo, sabemos que evangelizar significa anunciar a Cristo como salvador, anunciar as Boas Novas às almas perdidas. Também solicitou aos apóstolos e discípulos que ensinassem as nações. O ensino tem como uma de suas vertentes esclarecer ao cristão neófito sobre o perigo de heresias que ameaçam entrar no meio de igreja ou que já esteja atuante. 

Nas páginas bíblicas

Eu pauto meu comentário a partir da análise do exercício da apologia cristã, que está registrada no Novo Testamento. Lendo Atos dos Apóstolos, e as Cartas Pastorais, observamos a ação de crentes na Igreja Primitiva em duas etapas interligadas e ao mesmo tempo distintas. Eles atuavam como evangelistas e como discipuladores.

Conforme os registros neotestamentários, o papel de apologetas ficou restrito às lideranças de apóstolos e pastores. Sim, a defesa do Evangelho (ensino/crítica aos hereges) era feita por pastores, nos limites de suas congregações. 

Os apóstolos Paulo, Pedro e Tiago foram fundadores de congregações, e realizaram ensinos e alertas contra propagadores de heresias dentro da área em que possuíam liderança. A ação apologética deles limitava-se aos cristãos que eles evangelizaram, era dirigida aos que se converteram por meio do trabalho evangelístico que empreenderam. Paulo não interferiu nas congregações sob liderança de Pedro ou João, e vice-versa. Timóteo não interferiu na congregação de Tito e Judas e não houve interferência de ambos na doutrina de Timóteo. Todos eles fizeram combates apologéticos contundentes em seus respectivos ministérios.

O discipulado na atualidade

Apologetas precisam zelar pela ordem e decência, evitar escândalos, não se colocar no posto de promotor de contendas e divisões entre irmãos, restringir sua ação dentro do parâmetro que o Senhor estipulou que ensinem, no local onde possuir vínculos com cristãos na função de pastor ou sob a diligente orientação pastoral de seu líder.

Porém, hoje em dia, muitos cristãos cogitam exercer apologia, mas não se conduzem como os irmãos do século 1, agem fora dos padrões da apologia cristã apresentada na Bíblia Sagrada. Plugados na rede mundial de computadores grande parcela de cristãos parece ardorosamente desejar fazer o discipulado em almas que não evangelizaram e não trouxeram aos pés de Cristo. Eles querem "pastorear" quem Deus não lhes confiou o pastorado.

Muitos, que se comportam nesta péssima situação, não são ao menos pastores na esfera presencial, não têm uma congregação para administrar ensino bíblico, ou pior, não pertencem a nenhuma congregação nem na condição de membros. E assim através de suas postagens em sites, blogs e redes sociais demonstram acreditar possuir liderança pastoral em membresia alheia.

Muitos crentes, que não são líderes evangélicos - entre alguns usuários de internet a relação pastor/membro é pouco valorizada como pré-requisito à ação de ensinar (fazer a apologia) - desejam ser úteis na questão da defesa da fé cristã, mas não estão enquadrados no perfil que a Bíblia apresenta para que sejam. Eles classificam tal comportamento como ação legitimamente apologética. Lamento dizer que não é.

O cenário é lastimável. Depois do advento da internet, o procedimento equivocado de realizar interferências pontuais em ministérios alheios é o grande pecado da vida pós-moderna. O pentecostal critica o reformado, que por sua vez critica o pentecostal e o neopentecostal. Enquanto isto, hereges da Adventistas do 7º Dia, Mórmons e Testemunhas de Jeová, folgam e crescem sem que haja defesa eficaz contra ataques que eles promovem à doutrina da divindade de Cristo. 

E.A.G.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Administração de críticas


Não se intimide. Quem são os críticos? Alguns pensam em ajudar e outros só em pirraçar. A crítica errada pode vir em forma de elogio e com potencial de alegrar você e confundir seus objetivos; a crítica correta pode entristecer e desanimar. 

É comum as pessoas receberem como crítica apenas a opinião negativa. Porém uma opinião positiva também é. Às vezes, essa opinião positiva é mais nociva que a negativa, pois é uma indução ao erro, uma indução a contrariar o ensinamento da Bíblia Sagrada. Deixe-se guiar pela Palavra de Deus e siga adiante!

Por anos ouvi de uma determinada pessoa que não era preciso usar cinto de segurança no automóvel, quando seguia com ele no banco do carona. Outra opinião, afirmava que é natural ao homem viver aventura extraconjugal. Também, que o aborto é um benefício ao casal. São exemplos de críticas destrutivas que me envolveram e não dei atenção, escolhi ir contra isso tudo isso e aceitar o ensinamento bíblico como meu estilo de vida.

"Finalmente, irmãos, vos rogamos e exortamos no Senhor Jesus, que assim como recebestes de nós, de que maneira convém andar e agradar a Deus, assim andai, para que possais progredir cada vez mais" - 1 Tessalonicenses 4.1. 

E.A.G.

A obra social e a (in) gratidão

Ao praticar assistência social precisamos fazer isso como faríamos ao próprio Senhor Jesus Cristo. "Tive fome"," tive frio" disse Ele colocando-se no lugar dos famintos e das pessoas miseráveis sem vestes adequadas ao clima. Ver Mateus 25.32-40. 

Então, que sejam doadas cestas básicas da mesma qualidade de alimentos que compramos para nossa casa, que as roupas sejam aquelas que eu e você nos vestiríamos sem sentir vergonha ou presentearíamos aos familiares mais queridos. Este é o princípio bíblico: amar o outro como a si mesmo (Mateus 22.37-40). 

Se não for feito o bem com os olhos da fé focando Jesus, quem o faz pode se decepcionar muito, porque entre os favorecidos existe muita gente ingrata. Experiência própria. Não é que desejamos um retorno à altura, mas ninguém espera a falta do sentimento de gratidão.

Não desanime em fazer o bem por causa de gente que não corresponde ao amor que lhe é oferecido. Dê o melhor, como se desse a Jesus Cristo. Acredite, Ele se alegra e recompensa em tempo oportuno. 

E.A.G.

Postagem paralela: A religião verdadeira