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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Rachel Sheherazade: "adote um bandido"



Adotem um bandido! A proposta, irônica, da apresentadora do SBT Brasil, Rachel Sheherazade, cristã evangélica, foi dirigida aos ativistas de Direitos Humanos que defendem marginais, e dificilmente procuram ajudar as vítimas, inclusive aquelas mais terrivelmente violentadas. A ironia, exibida na noite de 4 de fevereiro passado, causou furor em alguns, que responderam ser ela apologista da violência. O Sindicato dos Jornalistas emitiu nota de repúdio à fala; o Deputado Federal Ivan Valente - PSOL / SP (eleitores paulistas, anotem o nome e o partido, para não errarem votando nele ou na chapa dele nas próximas eleições) anunciou pelo Twitter que seu partido encaminharia ao Ministério Público uma representação contra a jornalista e a emissora por apologia à tortura e ao “justiçamento”. 

Entendi o que Sheherazade quis dizer. Ela apenas falou que é compreensível a indignação do povo. E descreveu o caos: Justiça falha; Estado omisso; alta taxa de crimes não solucionados por uma polícia desmoralizada. Não disse que a violência é aceitável, explicou que podemos compreender o erro de se fazer justiças pelas próprias mãos. 

Em tempo: O cidadão de bem tem seu direito assegurado por lei de exercer legítima defesa pessoal e de terceiros sempre que necessário. E os justiceiros devem ser punidos sempre, tanto quanto os bandidos comuns, porque um crime jamais justificará outros crimes.

A opinião de Sheherazade foi emitida após a apresentação dessa reportagem: "Justiceiros" espancam e amarram menor com passagens pela polícia.

Fonte: SBT Vídeos

11 comentários:

Jackeline Monteiro disse...

Entendi tudo que ela disse e concordo com ela!
comqueroupavouparaigreja.blogspot.com.br

carloshenrique disse...

Concordo com a Sherazade.
Aliás, esses tais de Direitos Humanos só defendem a bandidagem. Esses tais do movimento dos Direitos Humanos deveriam, isto sim, irem para a cadeia juntamente com os bandidos, pois o que fazem não é nenhuma defesa dos direitos humanos, mas uma apologia ao c rime disfarçada de direitos humanos, e portanto, são tão bandidos e criminosos quanto os bandidos e criminosos.

Eliseu Antonio Gomes disse...

Pois é, Jackeline.

A jornalista foi muito clara. A impressão é que existe uma turma ávida em prejudicá-la.

Abraço.

Eliseu Antonio Gomes disse...

Carlos Henrique.

Eu diria tudo o que você disse, mas acrescentando no início a palavra "parece".

É muito forte a impressão que esse pessoal dos Direitos Humanos defende apenas a bandidagem, porque nunca se viu falar deles auxiliando pessoas de bem.

E.A.G.


Marcelo Medeiros disse...

Eliseu, conforme falei no facebook, acho mais estranho é que há alguns meses esta repórter foi vítima de um crime virtual envolvendo supostamente um professor universitário, ou alguém que tenha usado a conta do mesmo no twitter. Nesta postagem o agressor desejava que a mesma fosse abraçada por um tamanduá após ser estuprada. Fato curioso é que não houve a mesma reação dos órgãos da imprensa, da OAB, e nem do ministério público.
A respeito deste assunto falo mais em:

http://blogdoprmedeiros.blogspot.com.br/2014/02/nova-polemica-envolvendo-raquel.html

SHIRLEI PETRORENZO disse...

Jesus Cristo, na cruz, perguntou `a Raquel Sherazade:
- O que devo fazer quanto a esse ladrão?
Raquel respondeu:
- Tá com pena leva pra casa!
E Jesus, olhando para o ladrão, respondeu:
- Então, hoje mesmo ele estará comigo no Paraíso.

Eliseu Antonio Gomes disse...

Shirlei.

É bom ler sua opinião aqui em meu blog.

Precisamos considerar que Jesus Cristo falava de uma pessoa que havia se arrependido de seus pecados.

Oremos para que o garoto abandone a vida no crime. Ele tem um histórico não dos melhores. É um contumaz "vai-e-vem" em instituições que recebem infratores. Aos quinze anos, passou por ela três vezes.

Abraço.

SHIRLEI PETRORENZO disse...

Irmão, sabemos que a morte por cruz era a sentença dada aos malditos, os piores crimes da época,e que Jesus só esteve ali para ser humilhado, mas os outros dois condenados eram sim bem malditos e provavelmente cometeram crimes horríveis.Mas Jesus deixou o exemplo de não condenar ninguém e sim de salvar.Morreu por todos, pelos que se arrependeram e pelos que não se arrependeram. Jesus Cristo não apedrejou a adultera como ordenava a Lei de Moisés, não condenou a samaritana com 6 maridos.Mas as únicas pessoas que Jesus Cristo chamava de "hipócritas" "raça de víboras"eram os "religiosos' da época - os fariseus.Jesus tratava com carinho os pecadores e com chicotada os religiosos.
O que me deixa indignada, não é a revolta da Rachel como "vingadora", como pessoa,pois quando sofremos um mal queremos mesmo"vingança",mas o Estado de direito existe, e a justiça cabe aos magistrados.Rachel ate pode ter essa opinião, mas deveria expressá-la em sua sala de jantar com seus tios,por exemplo.Como jornalista e ainda cristã não deveria, pois a postura do jornalista não é essa e nem a do cristão.Veja o que jornalistas acham disso:
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/02/sindicato-dos-jornalistas-divulga-nota-de-repudio-contra-rachel-sheherazade.html

Eliseu Antonio Gomes disse...

Shirley.

Respeito seu modo de pensar sobre a atitude da jornalista Raquel Sheherazade neste episódio do garoto marginalizado.

Ao assistir o vídeo, várias vezes, entendi que ela não ironizou o menor em nenhum momento. Ela ironizou o pessoal de Direitos Humanos, que tem na ponta da língua sempre o discurso politicamente correto, mas não vive o discurso no cotidiano. Ao deixar a sugestão de adoção, tocou exatamente neste posto de pregar o que não se pratica.

E faço uma pergunta: Por que não seguir a sugestão e adotar aquele menor, ou outros menores? Que mal há nisso? Será que na mente de muita gente fazer o bem transformou-se mal?

O Sindicato de jornalista do Rio de Janeiro critica a Sheherazade. Percebemos, por algumas situações recentes, que ele está totalmente politizado. E tende sempre a politizar em favor de Marcelo Freixo, deputado do PSOL carioca – este partido está comprometido até o pescoço em favor de um "Direitos Humanos" que só favorece bandidos e interesses da militância homossexuais (não me refiro ao homossexual comum, mas aos líderes de ONGs).

Abraço.

SHIRLEI PETRORENZO disse...

Obrigada por aceitar minha opinião,eu venho aqui pela liberdade de saber que no passado frequentei a mesma igreja que você em Pirituba, e ainda, fui apresentada quando bebê naquele lugar, onde cultuei ate a vida adulta, e por isso podemos dizer que temos o mesmo conhecimento religioso para discutir diversos assuntos.
Muitos dogmas e doutrinas me foram passados desde a infância como verdades absolutas, muitos ainda sigo,outros não mais.
Hoje,minhas opiniões são baseadas em tudo que vivi na igreja, no meu cotidiano e na minha vida profissional.
Na experiência profissional que tive com escolas publicas , pude ver adolescentes e crianças começando a marginalizar-se da sociedade e constatei que a resolução desse problema depende de muitos fatores.
O Brasil está começando a evoluir em todos aspectos, recém saído de uma ditadura, com raízes numa cultura de colônia de exploração, fica difícil ter uma formula pronta para o problema dos excluídos e marginalizados.
Para "desmarginalizar" o país seria necessário que a família fosse assistida, que as escolas publicas tivessem professores de qualidade e competência para lidar com nossos jovens e crianças.Oportunidades de cursos superiores cada vez maiores e acessíveis como vem fazendo o PROUNI.
Pois os crimes de rua podem ser sanados com políticas de acolhimento dos nossos jovens em escolas de qualidade e oportunidade de trabalho no futuro.
Não existe adoção, esmola, ou condenação que resolva a questão da marginalidade, existe a educação.
Sobrariam para a sociedade os crimes dos psicopatas ou loucos como em qualquer pais de primeiro mundo.
Obrigada pela oportunidade de me deixar colocar minha opinião.

carloshenrique disse...

Shirley falou:“Para "desmarginalizar" o país seria necessário que a família fosse assistida, que as escolas publicas tivessem professores de qualidade e competência para lidar com nossos jovens e crianças.Oportunidades de cursos superiores cada vez maiores e acessíveis como vem fazendo o PROUNI.
Pois os crimes de rua podem ser sanados com políticas de acolhimento dos nossos jovens em escolas de qualidade e oportunidade de trabalho no futuro.
Não existe adoção, esmola, ou condenação que resolva a questão da marginalidade, existe a educação.
Sobrariam para a sociedade os crimes dos psicopatas ou loucos como em qualquer pais de primeiro mundo.
Obrigada pela oportunidade de me deixar colocar minha opinião.“
Quando eu ouço esse tipo de discurso eu não consigo deixar de rir. Esse tipo de discurso politicamente correto, repetido exaustivamente aos quatro ventos, pode até parecer algo inteligente, mas que não passa de fruto de ignorãncia acerca da realidade.
Hoje se acredita ignorantemente que dando melhores condições, um ambiente perfeito, uma educação de qualidade, que se poderá diminuir os crimes e acabar-se com a marginalidade.
Mas, porém, tal pensamento foge e muito a realidade. Se formos olharmos o presente, veremos que hoje vivemos numa sociedade aonde a população têm melhores condições de vida do que antigamente e é bem mais alfabetizada do que quem vivia nos séculos 16, 17, 18, 19 e início do Século 20. Mas, o que se nota é que justamente na sociedade atual a violência e a marginalidade é muito maior do que em qualquer outra época.
Antigamente, na época em que havia maior analfabetismo havia muito menos violẽncia do que hoje. Por quẽ? Por quẽ numa sociedade em que há tanta alfabetização, tanta prática esportiva e há tanta qualidade melhoria de vida, como nunca antes na história humana, existe tanta violência, tanto tráfico de drogas, tanto crime como nunca antes se viu na história humana?
A questão não é falta de educação. A questão não é falta de prática esportiva. Para quem têm olhos para se ver, se nota claramente que o esporte e a educação escolar não pode afastar a ninguém do crime. Muitos dos que usam drogas e que praticam crimes são pessoas escolarizadas, que até mesmo fizeram faculdade, e pessoas diplomadas, e outros são até mesmo esportistas. Basta para isso olhar para os nossos políticos corruptos e também para Maradona que usava drogas.
O real problema que se têm levado a esse aumento de violência é a desestruturação familiar e a falta de valores morais. Sem uma família bem estruturada e sem valores e princípios morais não se pode conter a violência e nem se combater a violência.
O máximo que uma sociedade escolarizada conseguirá é criar um novo tipo de bandido: Bandido escolarizado e profissionalizado, que com os novos conhecimentos adquiridos na escola os usará para a arte criminosa, praticando crimes mais sofisticados. Somente com valores morais e éticos e com princípios morais, e com o fortalecimento da família se poderá combater com eficácia toda essa situação de violência em que se encontra a sociedade atual.

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Bola colorida na areia da praia. By Eliseu Antonio Gomes

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