Em 10 de Fevereiro, o portal IG publicou um artigo, cuja autoria é de Rafael Bergamaschi, título Sozinhos e Felizes, sobre algumas pesquisas apontando ao aumento do número de pessoas habitando separadas de familiares e amigos.
Entendo que nenhum cristão deve abaixar a cabeça e resignado aceitar os males desse mundo. Pois, conhece a comparação que Jesus fez sobre aquele que quer segui-lo. Sal e luz. Dois elementos agentes.
O cristão recebeu como missão o comportamento que opta por amar. O amor se consiste em ações positivas. Experimentamos o bem da presença do Senhor em nossas vidas. Uma das formas de amar é fazer com que outras pessoas também conheçam o bem que conhecemos.
É muito importante transmitir a benignidade que é a presença do Criador na vida humana. O cristão é chamado para a sua geração com o objetivo de mostrar o sabor do Pão do Céu e a luz da Palavra de Deus a todos da sua época.
Ao ler o artigo, veio em minha mente os seguintes textos bíblicos:
Gênesis 2.18: “Não é bom que o homem vida só...”.
Salmos 68.6: "Deus faz que o solitário viva em família...".
Provérbios 18.1: “Aquele que vive isolado busca seu próprio desejo; insurge-se contra a verdadeira sabedoria”.
Eclesiastes 4.8-10: “Há um que é só, e não tem ninguém, nem tampouco filho nem irmão; e contudo não cessa do seu trabalho, e também seus olhos não se satisfazem com riqueza; nem diz: Para quem trabalho eu, privando a minha alma do bem? Também isto é vaidade e enfadonha ocupação. Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante”.
2 Timóteo 3.3: "...sem afeição natural..”.
Nem todos que estão sozinhos vivem assim por opção pessoal, alguns casos têm a ver com opção dos outros. É difícil declarar-se um ser rejeitado e comentar sobre os motivos da rejeição.
Creio que a motivação de algumas pessoas que preferem isolar-se seja algum trauma. Eles buscam na solidão a paz e a liberdade, que em minha opinião é apenas aparente em quase todos os casos.
No artigo, uma entrevistada se mostra feliz e diz que morar sem companhia dá a ela o provilégio de ir dormir e acordar quando desejar. Dormir quando quer e acordar quando quer, é uma condição que também pode ocorrer acompanhado. Basta haver respeito no lar. Tenho isso, moro em família, o relógio não me pressiona, o sono não é interrompido pelas pessoas que convivem comigo e nem interrompo o sono alheio.
Outros, falaram sobre amigos de Internet. Realmente, nestes tempos modernos é possível socializar-se virtualmente. Mas tais relacionamentos não substituem a vida presencial. O Orkut, o Facebook, o Skype, não são as mesmas coisas que o olhar nos olhos, sentir a latência do perfume, ter os contatos de abraço e do aperto de mãos dentro da rotina debaixo de um teto em comum.
Deus abençoe a todos em relacionamentos interpessoais.
E.A.G.

0 comentários:
Postar um comentário