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Arquivo | 14 anos de postagens

terça-feira, 20 de julho de 2010

Crônica sobre a oração desesperada de um ateu

Conta-se que um farmacêutico se dizia ateu e vangloriava-se de seu ateísmo. Segundo ele, com toda certeza, Deus deveria ser uma quimera, uma dessas fantasias para enganar todas as pessoas incautas e menos letradas. Talvez alguns mais desesperados que necessitassem de consolo e esperança.

Um dia, no quase crepúsculo, uma garotinha adentrou sua farmácia. Era loira, de tranças e trazia um semblante preocupado. Estendeu uma receita médica e pediu que a preparasse.
O farmacêutico, embora ateu, era homem sensível e emocionou-se ao verificar o sofrimento daquela pequena, que, enquanto ele se dispunha a preparar a fórmula, assim se expressava:
- Prepare logo, moço, o médico disse que minha mãe precisa com urgência dessa medicação.
Com habilidade, pois era muito bom em seu ofício, o farmacêutico preparou a fórmula, recebeu o pagamento e entregou o embrulho para a menina, que saiu apressada, quase a correr.
Retornou o profissional para as suas prateleiras e preparou-se para recolocar nos seus lugares os vidros dos quais retirara os ingredientes para aviar a receita. É quando se dá conta, estarrecido, que cometera um terrível engano. Em vez de usar uma certa substância medicamentosa, usara a dosagem de um violento veneno, capaz de causar a morte a qualquer pessoa.
As pernas bambearam. O coração bateu descompassado. Foi até a rua e olhou. Nem sinal da pequena. Onde procurá-la? O que fazer?
De repente, como se fosse tomado de uma força misteriosa, o farmacêutico se indaga:
- E se Deus existir?
Coloca a mão na fronte e em desespero clama:
- Deus, se existes, me perdoa. Faze com que aconteça alguma coisa, qualquer coisa para que ninguém beba daquela droga que preparei. Salva-me, Deus, de cometer um assassinato involuntário.
Ainda se encontrava em oração, quando alguém aciona a campainha do balcão. Pálido, preocupado, ele vai atender. Era a menina das tranças douradas, com os olhos cheios de lágrimas e uns cacos de vidro na mão.
- Moço, pode preparar de novo, por favor? Tropecei, caí e derrubei o vidro. Perdi todo o remédio. Pode fazer de novo, pode?
O farmacêutico se reanima. Prepara novamente a fórmula, com todo cuidado e a entrega, dizendo que não custa nada. Ainda formula votos de saúde para a mãe da garota.
Desse dia em diante, o farmacêutico reformulou suas idéias. Decidiu ler e estudar a respeito do que dizia não crer e brincava. Porque embora a sua descrença, Deus que é Pai , atendeu a sua oração e lhe estendeu a Sua misericórdia.
No desdobramento de nossas experiências acabamos todos reconhecendo a presença divina. É algo muito forte em nós. Mesmo entre pessoas consideradas de má vida, e criminosos, encontraremos vigente o conceito.
"Cremos em Deus, que Ele nos dá segurança. Caminhar com Ele, para Ele e ter a certeza de que somos filhos d'Ele é algo que somente àqueles que o são podem saber a grande diferença que isso faz".
É muito bom saber que, desde sempre, antes mesmo que O conhecêssemos, Deus já cuidava de nós e sempre quis nos mostrar que para obter esta filiação e a Vida Eterna , seria somente através de Jesus Cristo, Seu Filho, o Messias, que morreu por nós e venceu a tudo e a todos para que por amor a todos nós fossemos perdoados de nossos pecados e salvos, para estarmos com Ele na Eternidade .
Lembre-se disto sempre que: Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito Santo estão próximos para ouvir a sua voz, mas se voce for filho, Eles estarão sempre ao seu lado.

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Autoria indefinida.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Uma reflexão sobre a harmonia existente entre a fé e a graça de Deus

Na questão dos vocábulos “graça” e “fé”, são poucos cristãos que têm a feliz oportunidade de explicar com a clareza necessária ao nosso pleno entendimento o que estes dois termos significam no plano da salvação. Eles parecem antagônicos, mas na realidade não são.
Jesus Cristo por mais de uma vez disse “a tua fé te salvou” (Marcos 5.34; 10.52; Lucas 7.50; 8.48; 17.19; 18.42). O apóstolo afirmou enfaticamente: “a fé sem obras é morta” (Tiago 2.17). Dentro dessa perspectiva, certa vez li um artigo que personificava a fé inoperante usando a figura de um cadáver. O escritor do artigo escreveu afirmando que a fé sem obras seria como um infeliz cristão a caminhar por todos os lugares preso a um pesado defunto, cheirando muito mal por estar em horrível estado de putrefação.
Ora, realmente a graça é um favor divino que não merecemos. E é um presente ofertado por Deus ao mundo perdido (João 3.16). Mas nem todos aceitam este presente maravilhoso, e continuam amarrados à fé morta, ao cadáver fedido e podre (João 3.17-18).
Partindo desse raciocínio da ilustração da fé personificada num corpo humano, eu concluo que a fé viva é semelhante a uma pessoa cheia de energia, forte, sempre em atividades acertadas. Eu penso que, ao contrário da fé sem obras, ao corpo morto, que é um peso a ser obrigatoriamente carregado pelo seu portador, a fé viva é quem carrega o crente.
O crente em Cristo não pratica boas obras para ser salvo, ele é praticante de boas obras, espontaneamente, porque é salvo. Ele recebeu a fé em seu coração e ela produtivamente o impulsiona às boas obras, o induz a ser praticante da Palavra, a ser cooperador de Deus, a praticar o amor ao próximo.
Em suma: A fé carrega o crente em Cristo nos braços! Esta situação representa a graça que Deus oferece a todos nós sem que a mereçamos! O crente pratica o bem porque se deixou ser favorecido por Deus, se deixou ser pego nos braços e embalado pelo amor de Deus!
E.A.G.

domingo, 18 de julho de 2010

Pastor Silas Malafaia concede entrevista para Organizações Globo

Ao Extra Online, jornal do conglomerado Globo, de 17 de julho de 2010, em vídeo de um minuto e nove segundos, com olhos fitos na câmera, pausadamente, o Pr Silas Malafaia diz:

"Quero dizer que eu saí da Assembleia de Deus... da convenção! Você precisa entender que a Assembleia de Deus como igreja não tem nada a ver com a convenção, que é de pastores, chamada CGADB. A convenção tem esse nome: Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil. É uma entidade de pastores. Tanto é que eu saí dessa convenção e o nome da minha igreja continua sendo Assembleia de Deus. Porque eu tenho um projeto grande de abrir igrejas por esse país afora, certo? Existem milhões de brasileiros que, como... O brasileiro é um povo muito bondoso e de um coração muito desejoso de Deus. E eu creio que eu posso com uma mensagem da Bíblia, ganhar muitos brasileiros para Jesus e para o Evangelho. Então, com isso eu estou desimpedido de estruturas políticas denominacionais para abrir igrejas e fazer a obra que Deus quer que eu faça".

Na entrevista, Malafaia explica outros motivos para ter saído da CGAD, cita o Pr. José Wellington Bezerra da Costa, Bispo Manoel Ferreira, comenta sobre sua meta de chegar aos mil templos em cinco anos e também fala sobre homossexuais.

Leia as dez perguntas da repórter Eliane Maria e as respostas que Silas Malafaia concedeu: Extra Online - Silas Malafaia diz que havia descalabro administrativo na CGADB.

E.A.G.

Nova Tradução na Linguagem de Hoje - paráfrase?

Segundo a Sociedade Bíblica do Brasil, que detém os direitos da obra, a Nova Tradução na Línguagem de Hoje faz jus ao seu nome.

Ela é a primeira tradução bíblica produzida pela SBB a partir dos idiomas originais. Foram usados especialistas nas línguas originais das Escrituras Sagradas e especialistas no idioma português, objetivando verter a Palavra de Deus ao vocabulário popular do povo brasileiro, evitando todos os termos arcaicos, as palavras em desuso.

A diferença de estilo entre a tradução de João Ferreira de Almeida e a NTLH é que a primeira seguiu o princípio “equivalência formal” e a segunda a “equivalência funcional”.

Detalhe: A tradução no estilo “equivalência formal” verte palavra por palavra e o estilo “equivalência funcional” considera toda a frase ou sentença, levando em conta o contexto social em que ela está inserida.

Um exemplo de falta de praticidade na "equivalência formal" é a tentativa frustrada de verter ao inglês o sentido do nome do veículo de voo esportivo “asa-delta”. Não é possível transportar o sentido literal palavra por palavra (delta wing é incompreensível aos ingleses, induzindo-os ao erro de se pensar numa aeronave de guerra). Pela equivalência funcional as pessoas de fala inglesa entendem plenamente. A tradução não é ao pé-da-letra. É: hang-glider.

Curiosidade: temos em português a publicação Cartas Para Hoje, que não é uma tradução bíblica, é apenas uma paráfrase. A edição foi escrita em 1960 por J.B. Phillips, norte-americano. Ele leu e escreveu, de maneira manuscrita, parafraseando, as epístolas do Novo Testamento a partir da tradução King James. Usou o vocabulário do inglês corrente, objetivando que seus filhos pequenos pudessem entender as cartas dos apóstolos. A editora Edições Vida Nova, em 1994, verteu a paráfrase ao nosso idioma através do tradutor Márcio Loureiro Redondo. E, no prefácio, Elizabeth Ekdahl, especialista na línguística das Escrituras, recomenda que o leitor esteja acompanhado de uma tradução bíblica, apesar de apoiar a iniciativa de J.B. Phillips.

E.A.G.

Os cristãos evangélicos e as pesquisas pré-eleitorais

Diversas pesquisas pré-eleitorais estão por aí, sendo veiculadas na mídia. É preciso cautela para não sofrer influências delas. Não consigo crer que sejam 100% honestas e desinteressadas, embora torça para que sejam.

Não há provas de idoneidade de nenhum desses institutos de pesquisas. Eles dizem que candidato fulano é o primeiro e cicrano é o segundo e beltrano é o último... Mas não há ninguém checando quais são as metodologias que dão os resultados apresentados. Não há ninguém fazendo auditoria no trabalho deles. Acho que o Ministério Público Federal deveria observar isso, deveria acompanhar essas pesquisas bem de perto, porque o cidadão brasileiro é o mais prejudicado se houver manipulações e publicações de fraudes.

Da minha parte, eu penso que nós, cidadãos cristãos, para escolher em quem votar precisamos fazer uma análise com bases bíblicas. Sei que não deve haver nenhum candidato que esteja totalmente comprometido com a vontade de Deus, então, precisamos escolher àquele que esteja mais perto dessa vontade. Não é o caso de escolher o melhor, mas o menos pior.
Sobre o critério correto de escolha dos canditados, concordo com o raciocínio que diz que eleição não deve ser tratada como uma corrida de cavalos. Realmente devemos votar em quem pensamos corresponder melhor às nossas expectativas, quem queremos que nos represente no Poder e não em quem parece que vai ganhar a eleição.
E ainda dentro desse critério, eu não votarei em quem dá seu apoio ao aborto. É o caso da candidata do Lula. Ela é quem mais está distante da filosofia cristã.

E.A.G.