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terça-feira, 29 de junho de 2010

KAKÁ USA OS HOLOFOTES DA COPA PARA LANÇAR FILME CRISTÃO


Filme cristão produzido por Kaká é distribuído gratuitamente durante a Copa. No documentário, Kaká declara a sua fé em Jesus.

O jogador da Seleção Brasileira de futebol Kaká, promoveu nesse domingo (27), na cidade de Johannesburgo, na África do Sul, a estreia mundial de um vídeo cristão produzido por ele mesmo, chamado “Kaká – Este é o ritmo do meu jogo”, no qual o camisa 10 da Seleção declara a sua fé em Jesus e diz que “todos têm a necessidade de uma liderança, de condução, de saber para onde ir”.

Um trailer do filme foi distribuído na sexta (25). “Eu creio que Deus tem um propósito pra vida de cada um de nós. E acredito que o meu é pelo esporte, pelo futebol, levar o nome de Jesus Cristo”, diz o jogador na capa do DVD.

O atleta do Real Madrid costuma comemorar seus gols apontando para cima, agradecendo a Deus. Além disso, ele tem uma mensagem sobre Jesus nas suas chuteiras personalizadas.

Kaká pretende com o DVD causar impacto com o seu testemunho sobre Cristo para muitas pessoas de diferentes nações, utilizando a sua influente posição como jogador para benefício do Reino de Deus.

O filme documentário em DVD está sendo distribuído gratuitamente para um milhão de pessoas que assistem a Copa do Mundo na África do Sul. De acordo com o blog flogvip.net/kakacara (Em Inglês), as pessoas estão recebendo o DVD com alegria.


Fonte: Gospel Prime/ Cinema Cristão e Redação CPADNews via Gediel Mendes

segunda-feira, 28 de junho de 2010

JOÃO 14.27 E ILUSTRAÇÃO EM GIF

Photobucket

"Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo" - João 14.27 (NVI).

Você me ama?


Jeter Blaas

Até que ponto estamos declarando o nosso amor, e de que forma o expressamos pelo ministério, pelas vidas, e até mesmo por Cristo? Ele foi até a cruz por nós, tornando-se a oferta perfeita e vitálicia, fazendo-se sacrifício em nosso lugar. Não cabe a nós irmos até a cruz, mas até onde temos ido por Ele? Será que temos compreendido nosso chamado?

O chamado é muito mais do que uma vocação, ele é divino, vem da parte de Deus. Pedro o recebe para ser um pescador de almas, e mais do que isto, apascentar ovelhas. Veja que no texto de João 21.15-17 Jesus pergunta a Pedro se ele o amava. Essa pergunta é feita no nível de amor mais profundo, o incondicional, absoluto, o da entrega, amor "ágape". Porém, Pedro responde em "fileo", que é o amor fraterno e amigo. Jesus repete a pergunta em ágape e Pedro novamente responde em "fileo". Por fim, Jesus pergunta se Pedro o amava com amor "fileo" e Pedro entristecendo-se diz que Jesus sabia de tudo, e que sim, o amava com amor "fileo". Essa tristeza certamente se deve ao fato de lhe faltar uma disposição maior de entrega, de se doar a serviço do reino.

Deus nos escolhe! Independente de nossas limitações, ele nos chama. Apascentar ovelhas não é tarefa fácil. Muitos podem pensar que o amor incondicional se relaciona somente a Cristo, mas Deus em Sua palavra nos diz que "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda este é o que me ama e o que me ama será amado de meu Pai e eu também o amarei e me manifestarei a ele" - João 14.21.

O mesmo acontece em 1ª Coríntios 13. Todas essas expressões nesse texto se referem a "ágape". Um líder chamado por Deus para servi-lo, nessa tão importante missão de apascentar ovelhas, deve buscar de Deus e desenvolvê-lo a cada dia.

A partir do momento que Pedro passou a ser cheio do Espírito Santo, isso se tornou presente em seu ministério. Posso citar 1ª Pedro 1.22: "Tendo vos purificado as vossas almas na obediência, na verdade que nos leva ao amor fraternal (filadelfian) não fingido, amai-vos (agapésate) ardentemente uns aos outros de coração". Ele ensina a viver tanto o amor fraterno quanto o ágape. Toda vez que se refere em suas epístolas "aos amados", essa expressão se deriva de ágape. Ele chega a fazer dez citações referêntes ao assunto.

Creio que ele aprendeu a viver esse amor. Nós também podemos manifestá-lo! Assim como Pedro aprendeu, cada um de nós deve desenvolver um nível de identidade maior, e esse amor se tornará consequência no ministério. É o que nos fará conquistar vidas e apascentá-las para Cristo.

Fonte: Vitrine Cristã, edição 4, ano 2010, página 30.
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Artigo publicado, originalmente, com o título "Tu me amas?".

Jeter Blaas é Bacharel em teologia com concentração exegética em grego e hebraico pelo Seminário Batista Independente em Campinas, pastor da Igreja Quadrangular da Vila Rami em Jundiaí - SP, músico, líder de louvor do ministério Adoração Viva, compositor e produtor musical.

IGREJA SEM PLACA

Bem, antes de tudo o mais, sinto a necessidade de afirmar que a publicação deste texto não é em caráter de apoio. É apenas um post informativo.
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R.K. Campbell

Uma descrição das assembleias que se congregam no Nome do Senhor Jesus Cristo, na condição de membros do Corpo de Cristo (e não de uma denominação).

Uma marca deles é que têm procurado retornar aos princípios do Novo Testamento. Crendo que "a igreja do Deus vivo" que foi formada pelo Espírito de Deus consiste num único corpo, composto por todos os crentes em Cristo - que nasceram de novo e nos quais o Espírito Santo -, eles se congregam em seus respectivos lugares simplesmente na condição de membros desse "um só corpo" que há (1ª Timóteo 3.15; Romanos 12.5; 1ª Corintios 12.12-13; Efésios 4.4).

O Espírito de Deus é reconhecido como o presidente e guia legítimo na Igreja, e a Bíblia é considerada como guia e autoridade plenamente suficiente e divinamente inspirada (2ª Timóteo 3.16-17). A Bíblia ensina a estes crentes que todos os verdadeiros cristãos são um sacerdócio real e santo, e que o Espírito Santo tem a liberdade de usar qualquer um que Ele deseje como Seu porta-voz na oração e no louvor (1ª Pedro 2.59; 1ª Corintios 12.11).

Estes crentes reconhecem que Cristo é a cabeça da Igreja e que tem dado dons a Sua Igreja, tais como profetas, evangelistas, pastores e mestres, e que tal "graça foi dada a cada um de nós segundo a medida do dom de Cristo... para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo" (Efésios 4.7-12). Consequentemente, estas assembleias não contam com o ministério de "um homem só", tampouco com o de "qualquer homem", nem um ministério desinado pelos homens, senão que têm um ministério dos dons que o próprio Cristo deu à Sua Igreja.

Estes grupos de crentes não têm nenhum tipo de organização eclesiástica, matriz ou autoridade central, nem bispos, pastores dirigentes, ou um clero ordenado. Por outro lado, também não há independência. Eles funcionam de uma forma conjunta, procurando "guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz" (Efésios 4.3). Crêem que cada assembléia constitui, não uma unidade independente ou autônoma,
mas uma representação local em sua totalidade, pelo que reconhecem as ações de cada assembleia local realizadas no Nome do Senhor, em Sua presença, e segundo a Palavra de Deus, como competente e vinculante em todas as localidades (Mateus 18.18; 1ª Corintios 5.4).

Se num domingo - dia do Senhor - você entrar no modesto local em que estes cristãos se congregam desta forma, os verá reunidos em volta de uma mesa sobre a qual há um pão e um jarro de vinho. Este é o único distintivo notório, pois não verá nenhum clérigo ou ministro, nem algum presbítero ou outro homem encarregado da reunião. Se perguntar qual o programa do culto, lhe responderão que não existe. Se quiser saber quem servirá os elementos da ceia, lhe dirão que qualquer irmão de bom testemunho poderá fazê-lo. Se perguntar quem vai pregar a Palavra, a resposta será que os irmãos não se reuniram nesta ocasião para ouvir um sermão, mas sim para render louvor e adoração ao Senhor e para lembrar dEle em Sua morte. Nesta reunião, os irmãos todos atuam como "sacerdócio santo, para oferecerem sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus, por Jesus Cristo" (1ª Pedro 2.5). Depois de observada a Ceia do Senhor, poderá haver ainda uma segunda reunião onde um irmão ministrará a Palavra de Deus.

Mas qual é o proposito deste culto? Trata-se de um sincero esforço por satisfazer o pedido do Salvador na noite em que foi traído: "Fazei isso em memória de mim", e por seguir as instruções dadas mediante revelação ao apóstolo Paulo com respeito à celebração da Ceia do Senhor (Lucas 22.14-20; 1ª Coríntios 11.23-29). O alvo é seguir o exemplo dos primeiros cristãos, os quais "perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações" e que se reuniam "no primeiro dia da semana... para partir o pão" (Atos 2.42; 20.7). No tocante à admissão ao privilégio de participar da Ceia do Senhor, os irmãos não seguem uma prática de comunhão ¨aberta¨ (participação a critério do indivíduo) nem tampouco ¨fechada¨ (participação exclusiva dos
que se reúnem regularmente), mas que é uma participação ¨zelada e responsável¨, isto é, tem-se o ¨cuidado¨da Mesa do Senhor, correspondendo ao caráter santo dAquele cuja morte se comemora.

Estes cristãos reconhecem e põem em prática a presidência espiritual do Espírito Santo. Eles crêem que o Espírito de Deus reparte "particularmente a cada um como quer" (1ª Coríntios 12.11), pelo que qualquer irmão que não esteja sob disciplina tem a liberdade de indicar um hino para que toda a congregação cante, levantar-se para orar como porta-voz de todos, para ler as Escrituras e para agradecer pelo pão e pelo cálice quando se celebra a Ceia do Senhor. Em obediência à determinação do Senhor que "as mulheres estejam caladas nas igrejas", as irmãs não se manifestam como porta-voz da assembleia. Elas também cobrem sua cabeça em reconhecimento à ordem hierárquica estabelecida por Deus na Criação (1ª Coríntios 14.34-25; 1ª Timóteo 2.8-14; 1ª Coríntios 11.3-13).

Por ocasião da reunião para recordação da morte do Senhor e Sua adoração, são recebidas ofertas dos cristãos reconhecidos participantes. Considerando que o sacrifício de louvor está conectado ao sacrifício de ofertar nossos recursos materiais (Hebreus 13.15-16), a coleta da assembleia visando cobertura de seus gastos e contribuição para os servos do Senhor, para a Sua obra e para ajuda aos necessitados geralmente ocorre durante esta celebração. Isto também é coerente com as instruções quanto à coleta para os santos, a ser feita no primeiro dia de cada semana (1ª Coríntos 16.1-2).

No dia do Senhor a maioria das assembleias tem uma reunião para as crianças, conhecida por ¨Escola Dominical¨. São classes bíblicas, por vezes divididas por idades, enquanto que os adultos eventualmente se ajuntam nesta hora para ter um estudo bíblico separado. Geralmente o domingo ainda oferece ocasião para outros tipos de reunião: a ¨reunião aberta¨, para que os servos do Senhor ministrem a Palavra de Deus, ou ¨reunião evangelística¨, para proclamação do Evangelho aos
que ainda não são salvos, ministrada por aqueles especialmente dotados pelo Senhor para pregar as Boas Novas da salvação em Cristo.

É uma praxe que durante a semana ¨os irmãos¨também realizem uma reunião para oração e estudo da Bíblia. Cada irmão tem ali a mesma liberdade para participar como no culto da Ceia.

Com relação à sua designicação, estes crentes preferem o simples título de ¨cristãos¨, ïrmão¨, etc, encontrados na Escritura e aplicáveis a todos os filhos de Deus. Rejeitando qualquer nome denominacional, desejam ser reconhecidos simplesmente como ¨cristãos reunidos ao Nome do Senhor Jesus Cristo¨. Lembram Tiago 2.7, que fala desse "bom nome que sobre vós foi invocado".

Aproveitamos esta ocasião para estender um cordial convite a todo que estiver interessado em ouvir o Evangelho da graça salvadora de Deus, bem como o ministério da Palavra de Deus, para que venha assistir as reuniões destas assembleias. A resposta do Senhor Jesus às almas perplexas que buscavam saber mas foi: VINDE E VEDE" (João 1.39).

Fonte: Depósito de Literatura Cristã