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terça-feira, 13 de maio de 2008

NÃO AO ABORTO! A VOTAÇÃO HISTÓRICA EM FAVOR DA VIDA: 33 X 0

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Prof. Hermes Rodrigues Nery
“Foi uma vitória e tanto. Nunca vi isso acontecer no Congresso Nacional!” Exclamou o Prof. Humberto Vieira, Presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, assim que o Deputado Jofran Frejat (PR-DF) anunciou o resultado da histórica sessão na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) do Congresso Nacional, que colocou em votação o PL 1135/91, visando despenalizar o aborto no Brasil, em tramitação há quase 17 anos no parlamento brasileiro.
O aborto foi rejeitado pela esmagadora maioria dos deputados presentes na CSSF, com o resultado de 33 x 0, pois a reduzida tropa de choque abortista, capitaneada pela Deputada Cida Diogo (PR/RJ), retirou-se soltando cobras e lagartos, vociferando impropérios em alta voz. As feministas gritavam a todo pulmão: “O Estado é laico, o Estado é laico”, ao que o Deputado Nazareno Fonteles esclareceu que o Estado é laico, mas não é ateu, e o povo brasileiro tem o sentido de Deus. Histéricas ficaram também as feministas com os deputados Henrique Afonso (PT/AC) e Luiz Bassuma (PT/BA), que juntamente com os deputados Miguel Martini (PHS/MG), Leandro Sampaio (PPS/RJ), Dr. Talmir Rodrigues (PV/SP), José Linhares (PP/CE) e João Campos (PSDB/GO) lideravam a corrente pró-vida que se formou na sala de Sessões da CSSF, em que os demais deputados, um a um, foram se posicionando, todos em favor da vida.
Um José Genoíno enfurecido, de cara fechada e arrogante, foi contundente na defesa das feministas, afirmando que “o legislador não é eleito para grupos morais, mas para a liberdade e a democracia”. A tropa de choque abortista fez de tudo para ganhar tempo, insistindo — desde o início - no adiamento da Sessão, utilizando-se de todos os recursos protocolares para minar, pelo cansaço, os deputados pró-vida, o que irritou os demais deputados, alguns deles que ainda estavam indecisos e que acabaram votando pelo relatório do Deputado Jorge Tadeu Mudallen (DEM/SP), de birra contra os excessos de Cida Diogo. “Assim não dá, essa mulher extrapolou, eu vou é votar contra ela”, esbravejou um deles, para lá pelas duas da tarde, quando a deputada abortista resolveu puxar um “parabéns a você”, para a Deputada Íris de Araújo (PMDB/GO), que aniversariava naquela dia.
Logo no começo da Sessão, às 9h30min, Jaime Ferreira Lopes afirmara para nós: “Temos garantidos 16 votos”. Mas aos poucos, no desenrolar das horas, com a performance dos abortistas, os indecisos foram se convencendo, aos poucos, a discernir o joio do trigo. Os deputados conversavam entre si, trocavam olhares, faziam gestos, acenavam a cabeça, concordavam um com o outro. O milagre aconteceu, pois foi um milagre a confirmar a ação de Deus em nosso meio. É a pedagogia divina, que nos agrega, tão cheios de fragilidades que somos, pois a obra é de Deus, a vitória é dEle. Os 33 votos foram se consolidando ao longo daquelas horas, que pareciam intermináveis.
Acuados, os abortistas se diziam vítimas de um golpe, queixavam-se de que os deputados pró-vida estavam sendo duros com eles, principalmente depois que o Deputado Ronaldo Caiado fez uso da palavra, pulverizando-os impiedosamente. Pierondi não se conformava. Clodovil Hernandez (PR/SP) também apareceu por ali no afã de um holofote disponível. Logo foi embora, alegando ser apenas um suplente. O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP), que tradicionalmente comparece a essas ocasiões, só para sentir o clima da Sessão, e depois desaparece na hora da votação, mais uma vez fez prevalecer sua praxe. Chegamos a fotografá-lo sentado na mesa, bem estiloso, ao lado do Presidente da CSSF, o tempo suficiente para que seus assessores registrassem a sua presença na reunião. Na hora da votação, sumiu, de repente. O Dr. Pinotti (DEM/SP) tentou socorrer a colega Cida Diogo, com mais um daqueles discursos mentirosíssimos com que costuma iludir as platéias, defendendo com veemência um referendo popular sobre a legalização do aborto. Começou dizendo que era uma estrela internacional, esnobando os pares, o que irritou mais ainda os demais.
Cida Diogo ficou cada vez mais transtornada, especialmente com a forma equilibrada e firme que o Presidente da CSSF conduziu a Sessão, com bom humor e elegância, tendo que explicar várias vezes as regras do Regimento Interno à recalcitrante deputada; mostrando-se bem preparado para a difícil Sessão, de ânimos bem exaltados, em que ele se ancorou nas regras da Casa, para não perder o controle da situação, em meio às retóricas dos abortistas, que queriam pegá-lo num deslize protocolar, para posteriormente solicitar a anulação da Sessão. Mas Frejat foi incansável em afirmar: “o Regimento Interno é o meu limite.”
Não podendo vencê-lo, pois que ele estava com as regras na ponta da língua, a comandante abortista Cida Diogo partiu para a demagogia, dizendo que eles estavam sendo cerceados no seu direito de falar, o que nem na ditadura ocorreu. Frases de efeito que eles gostam de repetir quando estão com a batalha perdida! O Presidente Jofran Frejat lhe explicou — com a calma com quem conta a uma criança um sonho — dizendo que colocada uma questão em discussão e posteriormente em votação, sendo aprovada por unanimidade, ele não poderia voltar atrás, pois o plenário era soberano, e — insistia — tinha o Regimento Interno como seu limite. Mesmo assim, a deputada insistiu em apresentar todos os requerimentos que lhe era permitido pelas regras do jogo, que chegou não apenas a cansar, como enervar os demais parlamentares. Até que, por final, Caiado apresentou um requerimento solicitando que fosse colocado em votação o PL 1135/91. Cida Diogo já havia feito uso da palavra para a leitura do seu voto em separado, ao que foi rejeitado o seu requerimento para que, já quase ao meio da tarde, os mais de 19 deputados inscritos, com cada um tendo direito a quinze minutos de fala pudessem expressar suas opiniões, o plenário soberanamente votou e aprovou por grande maioria, que era preciso por um ponto final naquilo e a hora era de votar. “O povo brasileiro anseia por essa hora, pelo sim à vida”, exclamou o heróico Luiz Bassuma. Até mesmo a deputada Rita Camata (PMDB/ES), cansada do extremismo adotado por Cida Diogo, votou pelo requerimento de Caiado, para que os deputados pudessem votar (muitos estavam morrendo de fome), ao que foi vaiada pelas feministas que a chamaram de “Rita Casaca”.
O Deputado Dr. Rosinha (PT/PR) — que havia redigido à mão, em letras trêmulas, um longo discurso e ficara privado de falar por conta da aprovação do requerimento pela votação —, passou a bufar e a andar de um lado para outro, enquanto as feministas vinham cochichar-lhe ao ouvido. Num ímpeto, chamou os seguranças e ordenou que fossem retirados todos os ativistas pró-vida que chegaram ás 7h30min da manhã e ocuparam as mesas da última fileira, pois, segundo ele, havia parlamentares de pé na Sessão e precisavam ser acomodados. Foi então que o Deputado Jorge Tadeu Mudallen ocupou a mesa da última fileira, sentando-se ao meio, e convidando para sentar-se ao seu lado a pró-vida Nadir Pazin, a contragosto do segurança, que havia dito há pouco que as ordens da mesa eram para ser cumpridas. Ao que falei para Dolly, que era melhor ela sentar também, na ponta, pois as costas já estavam doendo depois de cinco horas, e aos poucos, os pró-vida foram reocupando os lugares, onde reinava, triunfante, o relator Jorge Tadeu Mudallen. A ira dos abortistas aumentou quando crescia a adesão dos deputados pelo apoio ao relatório de Mudallen, não deserdando de suas cadeiras durante toda a Sessão, e — mais ainda — quando começaram a chegar os suplentes, ávidos por votar em favor da vida.
Foi então que o Dr. Rosinha, num chilique beirando a falta de decoro, comunicou ao Presidente da Sessão, que estaria se retirando do plenário, por estarem sendo vítimas de uma estranha orquestração, que ele queria saber exatamente o que estava acontecendo, mas que daquele jeito ele não aceitaria participar mais da votação. Ao que os companheiros (PMDB/RS) — Darcísio Pierondi - Dr. Pinotti e Genoíno já haviam saído — e Cida Diogo, resolveram acompanhar o Dr. Rosinha, aos brados, enquanto as feministas, uivando feito hienas ferozes, chingavam a todos de “pedófilos e estupradores”, ao que o Deputado Jorge Tadeu Mudallen arregalou os olhos de espanto, por ver a que nível baixo de ofensa gratuita elas poderiam chegar, por não aceitarem as regras da democracia que tanto defendem. Enquanto as feministas saiam, como almas trevosas e barulhentas, o ambiente da sala de Sessão foi adquirindo, aos poucos, uma tal calmaria, um tal alívio, que o Deputado Jorge Tadeu Mudallen, fazendo um sinal ao Presidente Jofran Frejat, solicitou encarecidamente que fossem logo votar, pois os deputados estavam com apenas um suquinho de frutas que os assessores lhes trouxeram da lanchonete. Enfim, às 14h13min deu-se início à histórica votação. Um a um foram dando o seu “sim” à vida. Todos — inacreditavelmente todos — foram votando pela aprovação do Relatório Mudallen, até que, por último, o próprio Presidente Jofran Frejat, fazendo côro aos demais deputados que diziam: “Pela vida, voto sim”, deu o seu voto “pela vida” que, finalmente, depois de tantos anos, encerrara a tramitação do PL 1135/91, arquivando-o naquela Comissão.
Foram estes os deputados federais que votaram a favor da vida:
Titulares da comissão:
Aline Corrêa (PP-SP)
Armando Abílio (PTB-PB)
Eduardo Barbosa (PSDB-MG)
Geraldo Resende (PMDB-MS)
Germano Bonow (DEM-RS)
Henrique Afonso (PT-AC)
João Bittar (DEM-MG)
Jofran Frejat (PR-DF)
José Linhares (PP-CE)
Leandro Sampaio (PPS-RJ)
Maurício Trindade (PR-BA)
Mauro Nazif (PSB-RO)
Nazareno Fonteles (PT-PI)
Rafael Guerra (PSDB-MG)
Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE)
Rita Camata (PMDB-ES)
Roberto Britto (PP-BA)
Rodrigo Maia (DEM-RJ)
Ronaldo Caiado (DEM-GO)
Solange Almeida (PMDB-RJ)
Talmir Rodrigues (PV-SP)
Tonha Magalhães (PR-BA)
Suplentes da comissão:
Carlos Mannato (PDT-ES)
Costa Ferreira (PSC-MA)
Gorete Pereira (PR-CE)
Íris de Araújo (PMDB-GO)
Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP)
Luiz Bassuma (PT-BA)
Miguel Martini (PHS-MG)
Neilton Mulim (PR-RJ)
Simão Sessim (PP-RJ)
Tadeu Filippelli (PMDB-DF)
Valtenir Pereira (PSB-MT)
Encerrada a Sessão, foram os cumprimentos, as lágrimas emocionadas de muitas lideranças pró-vida, deputados se confraternizavam, num clima de “abraço da paz”. Ficamos por ali em cumprimentos e abraços, outros dando entrevistas às tevês, tirando fotografias, muitos ainda sem acreditar no que viviam. “Foi um momento único: 33 x 0”, sem precedentes na história, e que a imprensa, no dia seguinte, iria simplesmente ignorar, registrando o fato em notas de rodapé, ou mesmo silenciando.
Prof. Hermes Rodrigues Nery é Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté.
Fonte: Julio Severo

segunda-feira, 12 de maio de 2008

JOCUM – JOVENS COM UMA MISSÃO

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Você conhece?

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A Jocum é uma fundação cristã com filosofia evangélica interdenominacional; foi criada em 1960, pelo missionário Loren Cunningham. Nela a Bíblia Sagrada é considerada a regra de fé e prática para agir. O fundador narra sua história no livro " Pode falar, Senhor. Estou Ouvindo", lançado pela Editora Betânia.
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Na Jocum os jovens de todo o mundo, que possuem chamada ministerial, e se interessam em fazer missões, têm a chance de fazer treinamento para cumprir da melhor maneira possível a ordem de Cristo (Marcos 16.15).
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No Brasil, como também é em outras partes do mundo, as atividades da Jocum são feitas em caráter filantrópico. A sede brasileira foi inaugurada em 1975 com o casal Jim e Pamela Stier, em Contagem-MG. E hoje os Centros de Treinamento Missionário estão espalhados em todas as regiões do país.
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Nos centros de treinamentos estão reunidos cristãos de todas as faixas etárias, gentes com o desejo de se equipar para o cumprimento da Grande Comissão. Pessoas diferentes se preparam para trabalhar nas mais diferentes atividades evangelísticas. Entre os alunos jovens são encontradas famílias inteiras, aposentados, universitários recém-formados e pós-graduados, pessoas vindas de mais de 100 países e denominações evangélicas diferentes, novos crentes, pastores e líderes de igrejas com muitos anos de experiência.
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Segundo o site oficial da Jocum, anualmente mais de 30.000 pessoas são mobilizadas através dos programas de curto prazo e escolas de treinamento. As equipes móveis já visitaram e ministraram em todos os países do mundo. Atualmente são mais de 12.500 missionários trabalhando em tempo integral, em 650 centros de atividades missionárias, em 135 países do mundo.
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Maiores detalhes sobre a história da Jocum podem ser encontrados no livro, "Além das Possibilidades", do seu atual Presidente Nacional, Jim Stier.
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Nas próximas postagens dessa semana pretendo postar mais sobre essa instituição.
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E.A.G.

domingo, 11 de maio de 2008

O CONCEITO SOBRE A MÚSICA NA LITURGIA DOS CULTOS EVANGÉLICOS

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SALMODIAI COM AMOR.

Hino: (do grego: hýmnon) 1 - Canto de louvor e adoração, especialmente religioso; 2 - Canto musicado em exaltação de uma nação, de um partido, de uma instituição pública ou particular, agremiação e semelhantes; 3 - Canção, coro, canto. Expressão coloquial: hinário.
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Música: (do latim: musica) 1 - Arte e técnica de combinar sons de maneira agradável ao ouvido; 2 - Composição musical; 3 - Execução de qualquer peça musical; 4 - Música sacra: composições que tem por assunto orações, preces e ofícios do culto religioso e que ordinariamente se executam nas igrejas; música sagrada.
.Canção: (do latim: cantione) 1 - Composição poética, feita para ser cantada; 2 - Canto.

Michaellis 2000 / Moderno Dicionário da Língua Portuguesa - Editora Melhoramento
"E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo" - Efésios 5.18-21 (ARA).
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A MÚSICA E A QUESTÃO DA PERSONALIDADE
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Quando se fala sobre a personalidade humana dos cristãos entram também as questões do gosto pessoal e do amor ao próximo. Quem usa o amor aprende a exercitar a tolerância pelo gosto pessoal do outro.
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Amar significa o músico escolher tocar o que o outro gosta? Sim! Mas, amar também significa o outro aceitar o ritmo musical com que o músico gosta de louvar a Deus.
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As igrejas evangélicas em sua maioria têm sido grandes formadoras de músicos. Os líderes investem na criação de orquestras e bandas harmônicas para o louvor nas reuniões de culto a Deus. Mas quando o músico pretende louvar com guitarra, baixo e bateria... Aí, dependendo da denominação evangélica, região brasileira e idade do pastor, a situação é outra!
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Existe o conflito de gerações: grande parte dos jovens músicos não se encaixam nos padrões das bandas harmônicas e alguns líderes não compreendem a intenção juvenil na proposta dos conjuntos musicais. Os jovens não recebem o devido incentivo, seus instrumentos têm que ser comprado do próprio bolso, são taxados como rebeldes e sem unção por parte das gerações mais antigas.

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O QUE É ADORAÇÃO?
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Logicamente, que quem adora a Deus como um músico na igreja deve se preocupar com a qualidade da música ministrada. Mas a adoração não é apenas entoar canções, tocar músicas... É entronizar Deus no coração e render glórias pelo que Ele fez por nós, enviando seu Filho único para morrer em nosso lugar.
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O Senhor procura quem O adore em espírito e em verdade. Os verdadeiros adoradores adoram a Deus assim. Fazem isso com prazer em qualquer lugar. Seja no culto repleto de pessoas ou à sós dentro do quarto fechado, longe da audição e visão de todos.
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E aqueles adoradores que se sentem incompreendidos por suas lideranças nas ministrações que fazem precisam entender que não louvam aos homens que os criticam, estão louvando a Deus!
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O músico, em primeiro lugar, precisa buscar a aprovação do Senhor e não o reconhecimento dos homens. Não devem se entristecer por causa das incompreensões quanto ao seu talento musical. Se existe intenção verdadeira na hora que está adorando a Deus, seja cantando ou tocando, não importará o lugar que estiver usando seu talento, haverá unção sobre o que faz e será recompensado com justiça pelo Senhor naquilo que estiver fazendo.
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Quanto aos líderes, aqueles que usam sua autoridade para forçar os jovens a cantar e tocar às maneiras que segundo lhes apraz, eles necessitam meditar nas estratégias do apóstolo Paulo, que liderou com excelência, ensinando evitar os choques de gerações entre líderes e liderados dentro da rotina das igrejas e das famílias. Escreveu ao pastor Timóteo dizendo para ele tratar os jovens como seus irmãos e recomenda aos crentes de Éfeso, que eram pais, não provocar a ira de seus filhos (1ª Timóteo 5.1; Efésios 6.3).

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E.A.G.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

CÂMARA REJEITA LEI DO ABORTO POR UNANIMIDADE

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Por Julio Severo
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Acaba de ser encerrada a votação do PL 1135/91, apresentada pelo governo Lula ao legislativo em 2005, que legalizaria o aborto no Brasil por qualquer motivo, durante todos os nove meses da gravidez.
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O Deputado José Aristodemo Pinotti, juntamente com a Deputada Cida Diogo, apresentaram inicialmente seus votos a favor do projeto.
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O deputado Pinotti voltou a mencionar, para justificar seu voto, que houve diminuição do número de abortos nos países onde a prática foi legalizada. O argumento, constantemente repetido pelos promotores do aborto, é comprovadamente equivocado porque desconsidera os inúmeros casos dos países, inclusive no primeiro mundo, como é o caso da Inglaterra, Espanha, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, e vários outros, em que após a legalização o número de abortos aumentou, continua aumentando ou até mesmo explodiu, em vez de diminuir.
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José Aristodemo Pinotti, além de médico e deputado federal, é também desde os anos 70 membro do Board of Trustees do Population Council, entidade pertencente às organizações Rockefeller que, fundada em 1952, foi o cérebro que coordenou o desencadeamento internacional do controle populacional e da ofensiva atualmente vista a favor da implantação do aborto em todo o mundo.
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Em seguida, depois haverem sido rejeitados sucessivos requerimentos para adiar a votação, os deputados que já haviam apresentado seus votos a favor retiraram-se do plenário, sendo substituídos pelos respectivos suplentes.
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REALIZADA A VOTAÇÃO, O PROJETO DE LEI QUE LEGALIZARIA O ABORTO NO BRASIL, DESDE A CONCEPÇÃO ATÉ O MOMENTO DO PARTO, FOI REPROVADO POR UNANIMIDADE DE 33 VOTOS CONTRA ZERO.
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Seguridade rejeita descriminalização do aborto consentido
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A Comissão de Seguridade Social e Família rejeitou há pouco, por unanimidade, o Projeto de Lei 1135/91, que descriminaliza o aborto provocado pela própria gestante ou com seu consentimento. Foram 33 votos contrários, que seguiram o parecer do relator, deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP).
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O grupo de deputados que defendia a continuidade das discussões e a realização de uma quarta audiência pública sobre a proposta se retirou da reunião depois de serem rejeitados sucessivos requerimentos para adiar a votação. Marcada por manifestações de cidadãos favoráveis e contrários ao projeto, a reunião foi encerrada em seguida.
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Fonte: Comunidade Silas Malafaia / Orkut
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terça-feira, 6 de maio de 2008

Vocalista do Diante do Trono no programa Raul Gil na Band


Depois da Aline Barros, que rendeu ótimos índices na escala do IBOPE, agora chegou a vez da Ana Paula Valadão Bessa receber homenagem na Rede Bandeirantes de Televisão. O programa irá ao ar no dia 10 de maio, às 15 horas, se Deus quiser.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

PATRICK SWAYSE DE "GHOST" E "DIRTY DANCING" – DIAGNÓSTICO: CÂNCER NO PÂNCREAS

Ghost - Do Outro Lado da Vida, atuando com Demi Moore
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Já faz um ano que correu o burburinho na mídia norte-americana e internacional que Patrick Swayse, 55 anos, protagonista dos filmes Dirty Dancing e Ghost, tem um tumor no pâncreas. E, com total falta de sensibilidade, a imprensa marrom publicou várias matérias dizendo que ele tinha cinco semanas de vida e depois cinco meses. Também, que está transferindo parte dos seus bens para a esposa.
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O seu médico, oncologista, na revista People, se apressou em dizer que o câncer não se espalhou, aparenta responder bem ao tratamento e que os boatos sobre o tempo de vida são todas mentirosas.
.Swayse, apesar do mal acometido ainda fuma três maços de cigarros por dia. Através da sua assessoria confirmou a doença: “Ele segue com sua vida normal trabalhando e agradece a preocupação e apoio do público”.
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Mas, por debilidade física ou tempo dispensado ao tratamento médico, o ator desistiu de alguns projetos e mudou a rotina. Abandonou um filme (Fire Up) e também o papel principal de uma série de tevê (“The Beast” para o canal A&E). Faz sessões de quimioterapias com droga experimental, se submete à dieta de líquidos e perdeu dez quilos.
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Deixando todas as especulações dos tablóides de lado, a situação de Patrick Swayse é crítica. Segundo o diretor cirúrgico do Centro de Pâncreas e Vesícula Biliar do St. Vincent Hospital, em Manhattan, a taxa de sobrevivência de pacientes com o mesmo tipo de câncer varia entre 17 e 25%. Isso se a doença for diagnosticada precocemente e for tratada com o devido cuidado. Caso o tumor seja descoberto em estado avançado, o índice diminui para menos de 5% de chances.
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Eu assisti Ghost. Acompanhei a comovente estória do casal que é vítima de ladrões, que matam o marido (Swayse); após morrer o personagem dele perambula como alma penada ao redor da esposa para defendê-la dos criminosos. O filme foi importante para eu evangelizar um espírita. Lembro que disse a ele que o roteiro do filme é tão real quanto os vôos de Superman e citei Hebreus 9.27: “Da mesma forma, como o homem está ordenado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo” - NVI.
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No passado houve outro ator, fumante inveterado também, que foi vítima do câncer. Steve MacQueen, protagonista de Bullitt, e Papillon, e outros filmes de grande sucesso nos cinemas da sua época. Após descobrir o mal e iniciar os tratamentos o ator se afastou das filmagens, se aproximou bastante dos familiares, passou a ler a Bíblia Sagrada e freqüentar uma igreja evangélica. Sofreu um ataque cardíaco logo depois de uma delicada cirurgia para extrair o câncer pulmonar. Morreu aos 50 anos em 1980.
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Neste último final de semana Patrick Swayse foi fotografado por um paparazzi fazendo compras perto da sua residência, em Los Angeles, muito magro.
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O jornal inglês “The Sun” da quinta-feira, último dia 6, cita uma fonte afirmando que o ator e seus parentes estão à espera de um milagre.

E.A.G.

domingo, 4 de maio de 2008

PL 1151/95: O DEPUTADO CELSO RUSSOMANO QUER CASAMENTO DE GAYS?

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"Bendita é a nação cujo Deus é o Senhor" - Salmo 33.12.
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Em países democráticos, o eleitor é responsável pelos políticos que estão eleitos.
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É importante perceber que, em campanhas políticas, os candidatos não costumam mostrar o que eles pensam com a clareza das atitudes que tomam após eleitos.
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Fiscalize e denuncie-os: Projetos de Lei e políticos equivocados
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O PL 1151/95 disciplina a união civil entre pessoas do mesmo sexo. Estava esquecido, porém, em agosto de 2007 o deputado Celso Russomano (PP/SP) apresentou requerimento solicitando a colocação dele na ordem do dia para votação no plenário da Câmara. A entrada do projeto ainda não entrou na pauta da Casa...
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Se esse PL for aprovado a mudança é essa: os gays folgarão a ponto de pensar em seduzir seus filhos e filhas, falar em unir-se em casamento.
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A mentalidade que governa e rege os caminhos futuros da nação, nos dias de eleição, passa pelo crivo de quem escolhe seus governantes. O eleitor que ama a Deus não apóia nenhum candidato, que pede o seu voto mas quando eleito se mostra contrário às Escrituras Sagradas.
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O coerente ao eleitorado paulista, nas próximas eleições, será apenas a minoria dos eleitores gays votarem no deputado citado. É questão de coerência.
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Fique atento nas urnas!
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E.A.G.
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Mais sobre o assunto neste blog:

ABGLT - Ninguém sonha em ter filhos gays!

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