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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Monalisa Perrone e o Hora Um, a Globo e os telespectadores



A Rede Globo entrou no mês de dezembro enfatizando sua posição de oferecer notícias em primeira mão  ao povo brasileiro. Neste objetivo, traz ao final da madrugada, entre 5 e 6 horas, o Hora Um. O programa é apresentado pela jornalista Monalisa Perrone. O novo telejornal, cuja estreia ocorreu nesta segunda-feira, se propõe a trazer os assuntos mais importantes do Brasil e do mundo, da noite anterior, da madrugada e as novidades da manhã.



Imagens de rodovias em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília - que lembram em muito belos postais - mostram o Brasil se levantando para o novo dia, o começo do tráfego nas ruas. No estilo teleconferência, ao vivo, Márcio Gomes comenta dos Estados Unidos pautas internacionais; Rodrigo Alvarez comenta de Jeruslém, os fatos de Israel e Europa; Heraldo Pereira e Gerson Camarotte, falam de política direto da Capital Federal. E nos estúdios, Maria Julia informa sobre metereologia.



Vale dizer sobre a qualidade da Legenda Oculta, ou como as emissoras brasileiras preferem, a Closed Caption. Não é das piores, mas em respeito aos deficientes auditivos bem que poderia melhorar mais.



Observei também a questão de interatividade no que concerne às informações da grade de programação. Não há atualização do serviço. Quando o telespectador aciona o recurso na transmissão via antenas em sinal UHF encontra a sinopse do programa anterior. Mas, se for um assinante da NET, encontrará a devida descrição atualizada.



E.A.G.

Como estudar

Estudar exige ais do que paciência e força de vontade. Estudar requer, também, muita disciplina e o domínio de algumas técnicas - às vezes, simples - para que o aprendizado seja feito com a máxima eficiência e o mínimo de tempo.

Como ler bem

"Ler um bom livro é estabelecer um diálogo animado pelo desejo de compreender. Nossa leitura deve ser governada por um princípio fundamental por respeito à voz que nos fala no livro. Não temos o direito de desprezar um livro só porque contradiz nossas convicções, como também elogiá-lo incondicionalmente se estiver de acordo com elas." (Prof. Armando Zubizarreta).

Qualquer leitor, portanto, tem como primeiro desafio o de estar pronto para ler, disposto a aprender e aproveitar a leitura. Mesmo em caso de tratar-se, à primeira vista, de mera tarefa e não de algo que possa lhe dar prazer. Essa preparação exige dois pré-requisitos: prestar atenção e evitar a avidez. Devorar centenas de páginas não leva a nada.

Você vai ler? Saiba então que a compreensão de um texto exige mais do que  o simples correr dos olhos sobre as letras. Comece por escolher um local tranquilo, confortável. bem iluminado. E não se apavore em cado de não conseguir entender tudo de imediato. A compreensão depende do nível cultural do leitor, que vai se ampliando a cada leitura ou releitura.

Recomenda-se-, em geral, que não se passe ao parágrafo seguinte sem ter entendido bem o anterior.  Isso você pode conseguir, voltando e relendo o trecho quantas vezes forem necessárias e, se preciso, recorrendo a dicionários e enciclopédias. No entanto, não se deve interromper demais uma leitura. Por isso, conforme-se em aprender o significado geral, sabendo que, com o hábito de ler, essa tarefa vai ficar cada vez mais fácil.

Lembre-se sempre de que um mínimo de disciplina é indispensável ao leitor que quer ou precisa aprender. A leitura, para ser mais produtiva, pode ser dividida em duas fases:

• Faça um reconhecimento do texto para saber de que assunto trata. Mesmo no caso de umm romance é bom ter uma ideia do tema central.

• Procure isolar as informações principais. Para isso é bom sublinhar ou assinalar passagens.

• As encontrar expressões especializadas, (de medicina, direito, etc) procure conhecer e anotar seus significados. Assim, além de aumentar seu vocabulário, você conseguirá uma correta interpretação de sua leitura.

• Procure separar os fatos, das interpretações que deles faz o autor. Retome as informações essenciais que foram isoladas anteriormente, para saber que relações existem entre elas.

Assim, estará pronto para estabelecer suas próprias ideias sobre o texto. Mas, lembre-se: o trabalho intelectual exige rigor. Por isso, nunca é demais voltar ao texto, reler e aperfeiçoar a leitura.

Como tomar notas

A escrita é um poderoso instrumento para preservar o conhecimento. Tomar notas é a melhor técnica para guardar as informações obtidas em livros, pesquisas em campo. Manter os apontamentos é fundamental. Logo, nada de rabiscar em folhas soltas. Mas também não se deve ir escrevendo no caderno tudo o que se ouve, lê ou vê. Tomar notas supõe rapidez e economia. Por isso, as anotações têm de ser:

a) suficientemente claras e detalhadas para que sejam compreendidas mesmo depois de algum tempo;
b) suficientemente sintéticas, para não ser preciso recorrer ao registro completo, ou quase de uma leitura;

Anor pe uma técnica pessoal do estudante. Pode comportar letras, sinais que se entenda. Mas há pontos gerais a observar. Quando se trata de leitura, não basta sublinhar no livro. Deve-se passar as notas para o caderno de estudos. É preciso acostumar-se à síntese, aprender a apagar mentalmente palavras e trechos menos importantes para anotar somente palavras e textos fundamentais. Outros recursos: jamais anotar dados conhecidos a ponto de serem óbvios; eliminar artigos, conjunções, preposições e usar abreviaturas.

É preciso compreender que anotações não são resumos, mas registros de dados essenciais.

Como educar a memória

Aprender é uma operação que não se resume a adquirir noções, mas consiste em reter o que foi lido. reproduzir e reconhecer uma série de experiências e pensamentos. Portanto, é imprescindível educar a memória. Logo após o estudo de algum ponto ou matéria, nota-se que o esquecimento também trabalha: a mente elimina noções dispensáveis. Sem disciplina, entretanto, nunca haverá um jogo útil entre memória e esquecimento, entre horas de estudo e horas de descanso.  Para facilitar o aprendizado e fixar na memória os conteúdos aprendidos, basta proceder a uma série de operações sucessivas e gradativas no tempo. Repetir é importante, mas não só: saber de cor nem sempre vai além de um papaguear mecânico. As técnicas psicológicas de memorização são complexas, mas podem ser utilizadas simplificadamente pelo estudante. Algumas indicações:

a) ler mentalmente e compreender o assunto;
b) ler em voz alta;
c) concentrar a atenção em aspectos específicos: nomes, datas, ambientes, etc;
d) notar semelhanças, diferenças, relações;
e) repetir várias vezes em voz alta ou escrever os conhecimentos adquiridos (pontos principais);
f) fazer fichas com esquemas. de um lado, a sequência das noções principais e, de outro, detalhes referentes a cada uma delas;
g) nunca esquecer de repousar, pois uma mente cansada aprende pouco e retém com dificuldade.

Como estudar em grupo

Estudar em conjunto é um modo produtivo de fazer render ao máximo o esforço do aprendizado. E há muitas maneiras de os estudantes se ajudarem, mesmo que não se organizem em um grupo. Entre as mais importantes: a comparação dos apontamentos das aulas e das horas de estudos. Assim trocam-se ideias e verificam-se os pontos fundamentais e os mais difíceis.

Dos principais a serem pensados:

a) o estudo em conjunto deve refletir uma inteligente divisão de trabalho;
b) as sínteses não garantes plena compreensão, mas são interessantes como resumo deconhecimento adquirido.

Quando o estudo em grupo é uma preparação para provas ou exames, o aluno deverá estudar toda a matéria por si mesmo, de modo que o trabalho com os colegas seja apenas uma revisão, uma possibilidade de aprofundamento e, às vezes, de correção de pontos.

Algumas possibilidades de organização e divisão de trabalho no grupo:

• Cada um estuda partes diferentes de um assunto e traz para que sejam fundidas na reunião;
• Cada um estuda e consulta fontes sobre o mesmo assunto e expõe ao grupo, para uma comparação e aprofundamento;
• Cada um estuda um ponto de um capítulo e faz seu relatório ao grupo, debatendo ou respondendo a perguntas depois.

É voz corrente entre os professores que a melhor maneira de aprender uma matéria é ensina a outros. Os alunos podem comprovar isso nas exposições orais de suas reuniões em grupo. E toda vez que um colega vier pedir auxílio.

Como fazer uma redação

Comunicar: eis a principal finalidade de uma redação. Ou seja: dizer algo, por escrito, a alguém. Mas o quê? A primeira operação para redigir um tema é compreender corretamente o enunciado contido no título. Um exame cuidado do título proposto dá ao estudante a exata definição do assunto, permite-lhe perceber imediatamente como desenvolver o pensamento para  não fugir do tema. E conduz ao segundo passo: fazer um esboço do que vai ser dito.

Há quem prefira esboçar o tema mentalmente. Nunca é demais, porém, ter o cuidado de anotrar o plano, de modo que seja fácil segui-lo depois. Fazer um esboço depende, é claro, do conhecimento do aluno. E até mesmo do assunto. Mas um macete infalível é o da divisão e três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão. Começa-se por chamar a atenção do leitor para o assunto, digamos, "A Descoberta do Brasil", falando sobre a situação de Portugal no século XV, o florescimento cultural, a Escola de Sagres e as técnicas de navegação ali aperfeiçoadas. É a introdução que conduzirá ao desenvolvimento: a frota de Cabral, seus objetivos, a viagem e seus problemas, a chegada a Porto Seguro, a comunicação da descoberta. Conclui-se de modo a evidenciar a importância que foi atribuída ao fato, na época, podendo-se adiantar algo sobre o significado histórico que teria depois.

Na exposição de assunto científico ou de caráter interpretativo, é bom lembrar que o sistema, é: antecipar o que vai se provar o que se havia proposto e anunciar  o que já se provou. Nunca deixar, também, de enumerar em estrita ordem alfabética, todas as fontes e toda a bibliografia utilizada para compor o trabalho. Depois de tudo escrito, a tarefa ainda não terminou. A redação feita em casa ou classe deve ser revista. É preciso ver se foram utilizadas as palavras mais expressivas, se não há erros de grafia, se a pontuação foi bem feita. Não se exige de ninguém um texto literalmente perfeito, mas escrever corretamente é obrigação.

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Fonte: Tilibra. www.tilibra.com.br

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

A Parábola da Figueira e a profecia relacionada com a volta de Cristo

Monte Megido
Por Eliseu Antonio Gomes

São quatro os grandes episódios registrados na Bíblia em que Cristo se encontra pessoalmente com a humanidade:

1. Na primeira, Ele se fez carne, na missão de Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. E morreu, ressuscitou e voltou ao céu.

2. A segunda vez ainda é uma promessa bíblica. O retorno de Jesus será invisível, quando não pisará o solo da terra. Ele virá para buscar a Igreja, quando os crentes serão extraordinariamente retirados desse mundo e juntos com o Espírito Santo irão ao céu. Este evento é chamado de Arrebatamento da Igreja. Acontecerá na mesma rapidez do abrir e fechar de olhos, em velocidade comparável ao mesmo tempo em que o relâmpago surge e desaparece no céu (ver: Lucas 17.24, 34, 35).

 3. E na terceira vez, Cristo retornará e "todo o olho o verá". Nesta circunstância Ele descerá e pisará na terra, outra vez fisicamente estará aqui em pessoa, e agirá como defensor dos judeus em plena batalha contra o Anticristo, que será travada no Armagedom/ Megido, e destruirá o Anticristo e as nações que se aliarem com o Anticristo para destruir Israel (Apocalipse 16.16; 20.1-3, 7-10).

4. O quarto episódio será o Dia do Julgamento Final, que não temos como dizer onde será realizado.

A parábola da figueira

"Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão" - Mateus 24.32-35.

Ao analisar as profecias bíblicas que ainda não se cumpriram ou se cumpriram parcialmente, entendo que devemos tomar muito cuidado, para não fazer interpretações erradas e assim incorrer no alerta de Jesus em Mateus 24.11: "surgirão muitos falsos profetas e enganarão a muitos".

A Parábola da Figueira não apresenta data exata da volta de Cristo, apenas descreve fatos históricos e os indica como sinais. 

A figueira é reconhecida pelos intérpretes modernos da Bíblia como o estado de Israel, mas o que Jesus quis dizer com "quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas" (vers. 32)? Interpreta-se que essa frase pode ser vista como o reconhecimento do estado de Israel pela ONU, ocorrido em 1947, quando os judeus que estavam dispersos pelo mundo puderam voltar ao oriente-médio e passarem outra vez a viver como sociedade dentro de um espaço geográfico circuncidado por fronteiras respeitadas pela maior parte dos países do mundo e que podiam chamar esse espaço de “minha nação”, sendo este território o mesmo que Deus prometeu a Abraão.

A dispersão aconteceu no ano 70 d.C, quando Tito invadiu Jerusalém e destruiu o templo e provocou o grande massacre contra os judeus e os que não foram mortos fugiram da região e se estabeleceram em outros países. Tal fato foi profetizado por Cristo, e a profecia está registrada justamente em Mateus 24. Neste capítulo, Cristo explica que os sinais alertam para a iminência do seu retorno, sem, contudo, especificar o dia e a hora. 

É importante entender que a volta de Cristo anunciada através da parábola da figueira, será apenas aos judeus, com o objetivo de fazer justiça em favor dos judeus que o reconhecerem como o Messias, o Senhor virá para julgar todos os povos que se aliaram ao Anticristo com a intenção de destruir os judeus, e, também, para estabelecer o reino milenar aqui na terra, sendo Ele o Rei.

Quando Cristo vier para os judeus, os crentes já não estarão mais neste mundo, já terão sido levados ao céu no evento Arrebatamento da Igreja, e lá permanecerão eternamente. 

E.A.G.

As setenta semanas de Daniel


Por Eliseu Antonio Gomes

O capítulo nove de Daniel é um dos mais controvertidos e especulados da Bíblia. Quantas datas foram marcadas para a vinda de Jesus a partir desse capítulo? Quantas pessoas pensaram que o Anticristo foi Hitler? Ou o Papa? Tudo a partir da leitura deste capítulo.

Encontramos no capítulo nove a terceira visão das revelações a respeito do tempo do fim, onde de maneira direta e através do anjo Gabriel o profeta Daniel recebeu de Deus tais informações. Tudo o que é descrito nesta passagem não tem relação com a história mundial ou com a história da Igreja, mas trata exclusivamente de Israel e de Jerusalém.

Ao escrever, o autor tem em mente o primeiro ano do império persa, 539 a. C., mencionado em Esdras 1.1 como o primeiro ano de Ciro.

As duas divisões do capítulo

1. A oração do profeta (9. 2-19)

É importante considerar que pela primeira vez no livro é a iniciativa de Daniel que ocasiona uma revelação.

Daniel leu os textos de Jeremias 25.11 e 29.10 e tomou ciência que haveria um intervalo de setenta anos antes da restauração do santuário, entendeu que o exílio na Babilônia duraria este período e, calculou que o tempo já estava quase passado. Ele reconheceu que a restauração dependia do arrependimento nacional, de modo que intercedeu pessoalmente por Israel, embora não exista registro que fosse sacerdote.

Em sua penitência e petições, jejuou e orou com a intenção de confirmar a profecia de Jeremias, humilhou-se perante o Senhor, confessando os pecados do povo e incluindo-se como um dos pecadores, implorou que se manifestasse a misericórdia divina. Pediu especificamente pela restauração de Jerusalém e do templo (9.3-19), fazendo menção da escravidão dos judeus no Egito e da intervenção de Deus possibilitando que os judeus ficassem livres das mãos de Faraó.

2. A resposta de Deus através do anjo (9.20-27)

Diante da disposição do profeta em buscar os desígnios de Deus com humildade e sinceridade, o anjo Gabriel surge a Daniel com o objetivo de satisfazer sua sede de conhecimento da vontade do Senhor.

A mensagem dada através de Daniel toma por garantida a reconstrução do santuário e reinterpreta os setenta anos para fazê-los aplicáveis ao período posterior, do qual o oitavo capítulo 8 fez abordagem.

Aparentemente, ele esperava o cumprimento imediato e completo da restauração de Israel com a conclusão do cativeiro dos setenta anos, mas a resposta esclareceu a ele que a restauração de Israel seria progressiva e se cumpriria definitivamente no tempo do fim.

As setenta semanas (9.24)

O relato de Daniel deixa implícito que estes anos de desolação estavam cumprindo alguma função, e tinham de transcorrer antes que qualquer nova construção tivesse lugar. Setenta anos era o termo fixo da indignação divina (Zacarias 1.12), descrito em 2 Crônicas 36.21 como "os dias em que a terra cumpriu os sábados, até se completarem setenta anos". A compreensão ritual do termo o leva além da esfera meramente numérica.  dando-lhe um significado ético e teológico. Existem várias formas de se contar o período de exílio, nenhuma das quais chega a um número exato de setenta anos. O ponto importante é que a restauração marcava a aceitação por parte do Senhor, que, restaurando o Seu povo de volta à sua terra, demonstrava assim tê-los perdoado e restabelecido (Isaías 40.1).

A profecia de Jeremias ganha um sentido maior depois que Daniel descobriu que o exílio de Israel duraria setenta anos. Não se tratava de um tempo aleatório, mas, de fato, significava um tempo especial que envolveria o seu povo Israel. O número setenta ganha um significado escatológico, para descrever na linguagem bíblica fatos futuros. Cada dia da semana significando um ano, e assim, cada semana ganha a representação de um período de sete anos. Portanto, as setenta semanas compreendem a 70 x 7 = 490 anos.

A contagem dessas setenta semanas, determinadas por Deus (9.24), teria seu início a partir do decreto de Artaxerxes, promulgado em 445 a.C.

A profecia divide as setenta semanas em três períodos distintos:

1. O primeiro período de sete semanas, é equivalente a 49 anos, ou seja, sete períodos de sete anos.

2. O segundo tempo seria de sessenta e duas semanas. Interpreta-se 62 x 7 = 434 anos. Essas sessenta e duas semanas, somas às sete primeiras semanas, chegariam ao tempo da restauração de Jerusalém até a vinda do Messias.

3. O terceiro período,  denominado como "o de grande tribulação" (9.27), implica em uma semana, ou seja, sete anos, quando haverá uma invasão do Anticristo e se iniciará um tempo extremamente difícil para o povo judeu.

Os três príncipes

O esclarecimento do anjo Gabriel sobre as setenta semanas cita três personagens:

O primeiro é chamado de Messias (9.25), que aparecerá depois que as 62 semanas estiverem cumpridas, trata-se de Jesus Cristo.

O segundo príncipe é aquele que aparecerá posteriormente e destruirá a cidade e o santuário (9.26), refere-se, especificamente, a Tito, que com suas milícias romanas entrou em Jerusalém no ano 70 d.C. e destruiu o templo, profanando o santuário e desterrando completamente o povo judeu. Depois dessa destruição, os judeus deixaram de ser um povo estabelecido como nação, espalhando-se pelo mundo inteiro.

O terceiro, surgirá no futuro, na última semana profetizada,e é dito que "destruirá a cidade e o santuário" (9.27). É mencionado em Daniel 8.23 como "o rei de cara feroz", o "homem do pecado" e "filho da perdição" por Paulo em 2 Tessalonicenses 2.1-8, e de anticristo por João (1 João 2.18).

Conclusão

Muitos comentaristas têm falhado em explicar o significado exato das  palavras contidas no texto de Daniel 9.24-27. Cabe a nós, leitores da Bíblia, orar e aplicar critérios coerentes de maneira mais consistente possível, analisar cuidadosamente as conclusões de outros e apresentar as sugestões quanto ao que poderia ser a solução mais provável para um problema complicado.

Daniel tinha o hábito de estudar os Livros e orar três vezes por dia. Graças a essa característica, soube encaixar os acontecimentos de sua época dentro da Palavra Profética, estava qualificado ao ministério da intercessão. Que a tomada de propósito de Daniel sirva a todos nós de estímulo para buscarmos a vontade do Senhor com inteireza de coração. Que tal qual ele, que decidiu se preparar  por meio de jejum e um período de oração em favor de Israel, tenhamos o objetivo de interceder em favor do próximo, do Brasil, demais nações e inclusive Israel.

Não é verdade quando se diz que os cristãos não devem se preocupar com as coisas que acontecem ao seu redor. Nós temos que observar os acontecimentos políticos e econômicos de nossa época à luz das Escrituras Sagradas. A Palavra de Deus nos desafia a olhar para os sinais dos tempos e esperar pelo encontro com o Senhor, assim como fizeram os profetas do Antigo e Novo Testamento.

E.A.G.

Compilações:
As profecias de Daniel - Perspectivas de futuro, Norbert Lieth, páginas 168, 176, edição 2014, porto Alegre (Actual Edições).
Daniel - Introdução e Comentário, Joyce G. Baldwin, páginas 172, 175, 1ª edição 1983, reimpressão 2008, São Paulo (Vida Nova) .
Ensinador Cristão, ano 15, página 41, outubro-dezembro de 2014, Rio de Janeiro (CPAD).
Integridade Moral e Espiritual - O legado do livro de Daniel para a Igreja Hoje, Elienai Cabral, páginas 128-130, 1ª edição, 2014, Rio de Janeiro (CPAD)..

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Como ser eficiente

Hoje, ser eficiente é fundamental. No trabalho, na escola e no lar, devemos sempre procurar alcançar a máxima eficiência.

Organização pessoal começa com a mesa limpa.


Um dos problemas mais comuns que sempre afetam a eficiência de uma pessoa é, sem dúvida, a organização, ou melhor, a desorganização - de uma mesa de trabalho - cujo sintoma mais evidente é o excesso de papéis e pastas esperando pela sua atenção e ação. A mesa atulhada é uma das grandes causadoras de perda de tempo.

As pessoas perdem tempo procurando papéis, revistando arquivos e pastas, manuseando centenas de vezes os mesmos papéis na busca de um documento perdido. Além da perda de tempo causada pela distração visual de ter papéis não necessários na mesa e de uma sensação de peso, de desespero, de trabalho infindável que a mesa atulhada muitas vezes acarreta.

Algumas pessoas, erroneamente, interpretam a mesa cheia de papéis como um símbolo da importância e da indispensabilidade de seus cargos. No entanto, elas devem lembrar-se de que  mesa atulhada também pode indicar desorganização pessoal, indecisão, procrastinação, insegurança, prioridades confusas e incapacidade de terminar as tarefas dentro dos prazos.

Trabalhe em apenas um projeto de cada vez.

Uma das regras da boa organização profissional diz que sempre devemos enxergar o todo da mesa. Como você só pode trabalhar em um só projeto a um só tempo, todo o restante da papelada deve ser posto de lado e facilmente recuperado quando você precisar dele.

Quando se tem várias tarefas a cumprir ao mesmo tempo, facilmente podemos ser distraídos, acabando por perder nossa concentração. Para ser realmente eficaz em uma mesa de trabalho, crie o hábito de mantê-la sempre limpa. E trabalhe em apenas um projeto de cada vez.

Como ordenar o fluxo de papéis que chegam diariamente até sua mesa.

1. Ter um bom lugar - e apenas um bom lugar - para tudo o que você possa pensar e querer reter.

2. Manter tudo no seu lugar, exceto nos momentos em que você tem necessidade de trabalhar com eles.

3. Despachar toda papelada que puder imediatamente. Lembre-se de que 80% das tarefas que chegam até você podem ser executadas na mesma hora.

4. Não pôr de lado nenhum item antes de uma ação inicial, senão de solução, pelo menos de um encaminhamento para solução.

Lista de tarefas.

Uma estratégia útil para sua organização é fazer uso de um caderno onde você registra tudo o que precisa fazer e/ou lembrar e a data alvo ou o prazo para a sua realização. Este Caderno de Lista de Tarefas deve ser manuseado diariamente, pois é com ele que você planeja seu dia e sua semana. Tudo o que lhe vier à cabeça, para fazer ou lembrar registre nesse caderno. Você se surpreenderá com a melhoria obtida e sua organização pessoal.

O lixo.

Não há lugar melhor para você colocar uma boa parte de papéis que chegam diariamente à sua mesa do que o lixo. Não tenha medo de jogar nele memorandos internos, avisos de datas de reuniões (anote primeiro na agenda e jogue depois), circulares, cópias de cartas para simples informações, folhetos, etc. Enfim, use o lixo para tudo o que você já tomou conhecimento e sabe que não precisa mais recuperar.  Com esta prática você está esvaziando sua mesa de coisas inúteis e preparando o terreno para trabalhar organizadamente e com mais clareza de ideias.

Faça agora. Não deixe para depois.

Todos nós, com maior ou menor intensidade, tendemos a adiar nossas tarefas e ações, deixando tudo para depois. Essa tendência à procrastinação, quase sempre, tem um custo alto, pois só nos cria mais trabalho, mais problemas, mais preocupações e crises. A procrastinação é um dos maiores desperdiçadores de tempo que existem, e a sua solução exige entendimento das causas, avaliação de suas consequências e constante disciplina para enfrentá-la.

A procrastinação impede o sucesso.

A mudança na sua propensão de "faço isso depois" para "faça isso agora" requer uma ação positiva. As coisas não acontecem por si mesmas. Elas acontecem porque pessoas fazem com que aconteçam. Faça as coisas diferentemente. Responda sua correspondência ao lê-la. Nunca deixe para responder mais tarde. Quando você disser para si mesmo "Eu preciso fazer algo sobre isso", faça-o na hora, não depois. Programe coisas, trabalhe e viva de acordo com a programação. Crie o hábito de fazer as coisas mais importantes primeiro. 

Procrastinação é um problema psicológico, e uma vitória sobre ela é uma vitória essencialmente psicológica. Aceite a ideia de que você muitas vezes é um procrastinador. A coisa mais valiosa que você pode fazer quando procrastina é admitir este fato. Continuando  negá-lo ou racionalizá-lo você apenas irá retardar suas condições de superá-lo.

O sucesso deriva de fazer as coisas realmente importantes que levam a resultados. Contudo, essas coisas importantes, usualmente, são o foco da nossa procrastinação. Raramente adiamos as coisas não importantes. Se nós aprendermos a transferir nossa procrastinação das coisas importantes para as coisas não importantes, nosso problema terá grandes chances de desaparecer. Procrastinação é também fazer atividades de baixa prioridade ao invés de fazer atividades de alta prioridade.

Algumas dicas para você resolver o problema da procrastinação


1. Estabeleça prazos de início e conclusão.

Sempre que você tiver pela frente uma tarefa desagradável, dê um prazo para começar. A pressão dos prazos mesmo os auto-impostos, pode ser suficiente para criar uma ação de sua parte.

2. Faça o desdobramento das tarefas.

Muitas vezes uma tarefa difícil pode ser desdobrada em tarefas menores e, portanto, mais fáceis de serem realizadas. Desdobre a tarefa em subtarefas e comece a trabalhar nelas.

3. Não espere a inspiração chegar. Vá atrás dela.

Em muitos casos, uma tarefa difícil é adiada porque exige de sua parte um pensamento criativo, que, no momento, não está surgindo. Mas lembre-se de que a inspiração é 99% de transpiração. Portanto, comece já, não espere.

4. Procure saber tudo sobre a tarefa.

O fato de você não estar animado no momento pode decorrer de uma falta de motivação ou desinteresse.

A não-familiaridade geralmente gera a falta de interesse. Quanto mais você sabe, mais tende a se envolver e a se entusiasmar. Procure obter mais informações, e envolver-se mais com o problema.

5. Descubra as causa de sua indecisão.

Se você está indeciso procure saber porque você não quer se definir. A indecisão corre quando as pessoas têm um forte desejo de acertar, um desejo de evitar erros.

Existe um tempo para deliberar e um tempo para agir. O tempo para decidir é quando a informação adicional irá acrescentar muito pouco à quantidade de sua decisão. Faça o máximo de esforço para obter a melhor informação possível dentro do tempo de que você dispõe. Então tome a decisão e vá em frente. Acima de tudo, não fique atormentando-se com a decisão tomada. E, principalmente, não refaça.

Evite o perfeccionismo.

Não seja 100% perfeito. Contente-se em ser 90% ou até 80% perfeito. Lembre-se de que o ótimo é inimigo do bom. É melhor ter cinco "bons", do que um "ótimo".

Pense em tudo isso e comece a agir agora.

Postagens paralelas:


Fonte: Tilibra / Timing Desenvolvimento Oreganizacional

Amanhecer em São Paulo - 1º de dezembro de 2014


Imagem transmitida a partir do helicóptero a serviço da reportagem do programa Bom Dia São Paulo (Rede Globo).

domingo, 30 de novembro de 2014

Sete pedras de tropeço à pureza sexual das mulheres

Hortense de Beauharnais (1783-1837), esposa do rei holandês
 Luis Napoleão, irmão de Napoleão Bonaparte. Ela entrou para
a história com seu nome associado às aventuras
 de infidelidade conjugal. 
Por Shannon Ethridge
Tradução livre: Eliseu Antonio Gomes

Não são apenas os homens que sofrem com a tentação sexual. Na verdade, nos dias atuais as mulheres precisam de orientação clara sobre a linha que não devem ultrapassar. 

Entregar-se a um romance ardente... Aproximar-se da mesa do colega de trabalho descontraidamente e com a intenção de atrair a atenção para si... Encontrar-se no espaço virtual com uma pessoa em sala de bate-papo, e aceitar elogios "quentes" que afagam o ego... Alguns desses comportamentos, aparentemente inofensivos, poderiam ser considerados atos dolosos e uma traição no casamento? Sim ou não? 

Onde está a linha entre a integridade sexual e a falta de compromisso com Deus? O que constitui a infidelidade conjugal? A mulher pode considerar-se "em estado de pureza" se a relação com o homem não se concretizar fisicamente? A relação enquanto apenas em estágio mental pode ser considerada uma relação  pura?

Algumas mulheres cristãs assumiram para mim o envolvimento em relações virtuais que havia conotação sexual, e mesmo assim se consideravam pessoas sexualmente íntegras. Entretanto, nossa sexualidade não é apenas o que fazemos, mas também o que somos.

Ao nos criar, Deus não nos fez apenas um corpo de carne, também criou a mente. Ele nos fez seres vivos constituídos de coração e espírito. Estes quatro componentes se combinam para formar um todo, composto de estrutura material e substâncias abstratas.  *

Devemos preservar o corpo, superfície visível e tateável, que é apenas uma parte de quem somos. Mas, é vital que, quanto ao compromisso sexual, também haja cuidado com o coração, a mente e o espírito. 

Componentes da sexualidade

Durante a última década, buscando minha própria cura a partir destas questões, bem como o ensino sobre o tema da pureza sexual, eu entendi que, de uma ou outra forma, a integridade sexual é uma batalha que toda mulher deve lutar.

Certa vez, em uma celebração de casamento, após o casal passar pela cerimônia religiosa se dirigiu ao salão de recepção, onde uma mesa enorme estava coberta com uma linda toalha de renda e sobre ela exibia um bolo confeccionado em várias camadas, diversas iguarias, talheres, guardanapos personalizados com monogramas, taças de cristal. Tudo era espetacular, menos o cuidado de quem preparou aquela mobília, pois se esqueceu de fixar de maneira adequada uma das quatro pernas dobráveis, então, quando houve um toque todas as coisas deslizaram ao chão. 

Esta experiência nos ajuda a visualizar o conceito da composição do ser humano. Quando todos os quatro pés de uma mesa não estão firmes, a possibilidade de um acidente é muito grande. O mesmo pode ser dito da nossa sexualidade. Os quatro componentes, corpo, mente, coração e espírito devem permanecer bem fixados para refletir a pureza e a integridade.

Assim sendo, na questão do compromisso sexual, como podemos proteger com segurança nossas mentes, corpos, corações e espíritos? Quais são as situações em que as mulheres são propensas a "deslizar", em qual condição a integridade sexual é destruída? Iremos examinar as tentações mais comuns que as mulheres enfrentam.

Sete armadilhas à pureza sexual

1. comparações doentias. É tentador analisar a aparência do companheiro de matrimônio e comparar com as aparências, mais encantadoras, do pastor atencioso, o galã de Hollywood e do vizinho charmoso, e fantasiar o que poderia viver com eles.

Quando nos comparamos com a modelo de revista ou com a jovem e inteligente secretária, que é a mulher mais bonita do escritório, é óbvio que nos sentimos descontentes.

Nestas duas situações, há o risco de a desilusão afetar o relacionamento conjugal. Podemos cair no desencanto com nossos maridos "menos perfeitos" ou nos sentirmos inferiorizadas. Se você se sentir presa às comparações, procure três virtudes relacionadas ao seu companheiro ou sobre você mesma e faça uma oração agradecendo a Deus por Sua criação maravilhosa. 

2. fantasias mentais envolvendo outros. Se você descobrisse que seu marido fantasia relações com outras mulheres enquanto está em intimidade com você, você se sentiria ofendida? Obviamente, sim. E a maioria dos maridos se sentiriam da mesma forma, se a situação fosse inversa.

Para evitar que sua mente se afaste do leito conjugal é recomendável que as luzes se mantenham acesas durante os momentos íntimos. A recomendação parece estranha, mas pense bem e faça isso. Ao conversar com alguém não fechamos os olhos e nem viramos o rosto para ela e dessa forma estabelecemos a conexão. De igual maneira,  é mais perfeito o contato corporal entre marido e esposa se houver olhos nos olhos e a visualização de um e outro.  

Os olhos fechados e a escuridão dificultam ao invés de estimularem a intimidade sem mácula se a mente é propensa a vaguear. Visualizar o cônjuge durante o ato sexual ajuda a manter-se mentalmente conectada a ele.

As mulheres solteiras também precisam estar conscientes que não é conveniente deixar a imaginação livre para construir relações ilícitas, pois a permissão quebra as defesas de sua mente e a enfraquece espiritualmente. É sempre necessário lutar contra a tentação, é preciso evitar em todos os momentos que as fantasias invadam os pensamentos com idealizações de pecado. 

3. assuntos emocionais. A maioria das mulheres protegem seus corpos do pecado sexual, mas permitem que seus corações se desviem para longe da santidade. Mesmo que o relacionamento sexual nunca se torna físico, quando o coração da esposa cede aos sentimentos imorais, imaginando-se com um homem fora do casamento, o golpe de traição é igualmente esmagador contra o marido e contra Deus, que é santo. "Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará" - Hebreus 13.4.

Desiludidas, algumas mulheres procuram tratar o problema de solidão ou rejeição se consolando com alimentos, outras, através do desenvolvimento mental de relações sexuais.

Geralmente, as mulheres não estão dispostas a perder-se em um caso emocional. Se você sente atração imprópria por um homem, evite estar só com ele (mesmo que em ambiente público), abstenha-se de conversar assuntos que jamais conversaria com ele na presença de outras pessoas, incluindo essa mesma condição em comunicações telefônicas, e-mails e chats.

Lembre-se de Provérbios 4.23: acima de tudo é preciso guardar o coração! 

4. pornografia e a atmosfera poluída de chat. Os homens não são os únicos tentados a espreitar pornografia. Muitas mulheres admitem possuir o hábito ao usar a Internet. É provável que a compulsão começa com a curiosidade, talvez interessadas em saber o que seus maridos observam e mais tarde para satisfazer seus próprios apetites lascivos.

Assistir conteúdo pornográfico empurra nossas mentes para longe do plano de Deus, que pretende um ambiente de pureza no ambiente do casamento. E por este motivo as imagens de outras pessoas não devem ter espaço em nossas mentes, inclusive quando estamos em conjunção carnal com nossos cônjuges.

Muitas mulheres apreciam sexo virtual em salas de bate-papo com desconhecidos. Causa forte emoção para elas a intimidade cibernética com um estranho. Divulgam e têm a expectativa de aprender coisas novas com o outro, sem perceber que essa espécie de intimidade é apenas um substitutivo barato, embora aparentemente intenso é coisa irreal. A verdadeira intimidade é a conquistada através do contato pessoal, através de períodos longos de tempo em que duas pessoas se relacionam dentro do matrimônio. 

A mulher solteira demonstra seu amor por Deus, evitando satisfazer a natureza sexual através da virtualidade insalubre, concentrando seus pensamentos nEle e sobre as coisas saudáveis que Ele preparou para ela realizar e que tem convicção ser do seu agrado. Quando ocorrem as relações cibernéticas imorais, a culpa inibe a intimidade com o Senhor.

5. Filmes românticos e novelas. Não é coincidência que o período que eu mais estava experimentando a tentação extraconjugal era durante os dias em que eu assisti All My Children, One Life to Live e Hospital Geral, quando meus filhos iam dormir.  Quando colocamos lixo em nossas mentes, a consequência natural é que eles apodreçam, cheirem mal e contaminem as nossas vidas.  

Romances podem ter um efeito semelhante, induzindo ao adultério mental e físico. Embora existam alguns bons romances de autoria de cristãos, se você se sentir decepcionada com seu marido, não ignore-o e nem troque-o, mentalmente, pelos atores e personagens da ficção.

Cuide bem da sua sobriedade emocional e leve à sério a fidelidade no casamento.

E.A.G.

Postagem paralela: A pornografia pode ser danosa ao cérebro, segundo pesquisa do Instituto Max Planck feita por Simone Külhn
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* Nota do Editor de Belverede:
Seguimos  a corrente teológica que define o homem como um ser tríplice, composto de corpo, alma e espírito. Entendemos que em muitas citações em que a Bíblia apresenta a palavra coração, faz isso como um termo sinônimo à alma, e vice-versa. Também, entendemos que o intelecto, ou mente humana, é a alma.

Fonte: Charisma Magazine - http://www.charismamag.com/life/women/10043-7-stumbling-blocks-to-sexual-purity