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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Resposta de Ana Paula Valadão Bessa para a revista Veja



"E não nos cansemos de fazer o bem..." Gálatas 6.9

É impressionante a capacidade que as críticas têm de nos abater. Eu gostaria que não fosse assim, mas acho que ainda estou crescendo e preciso aprender a "apanhar" sem esmorecer diante das falsas acusações. Afinal, enquanto tem gente por aí que parece viver para criticar, eu prefiro seguir fazendo o bem, e preciso continuar, porque as pessoas que Deus colocou em meu caminho para abençoar não têm nada a ver com os absurdos daqueles que só jogam pedras e tentam prejudicar o nosso ânimo.

Quando os jornais e TVs começaram a nos procurar sobre nosso envolvimento com a Lucélia, menina que foi liberta de um cativeiro em Goiânia e que está morando com a Pra. Ezenete, nós ficamos preocupados sobre como nossas palavras e atitudes seriam vistas, já que, infelizmente, muitas vezes a verdade é deturpada pelos veículos de comunicação. Mas, para nosso alívio, tanto a Globo quanto o SBT, Bandeirantes, e os mais influentes jornais impressos de todo o país, divulgaram a boa notícia de que agora, Lucélia encontrou uma família.

Para nossa triste surpresa, esta semana a revista Veja publicou uma matéria muito infeliz assinada pela repórter Ana Beatriz Magno. Infeliz porque não nos tratou com verdade. A matéria com o título "Dor sem hora para acabar" nos classifica como aproveitadores que exploram o sofrimento da menina, que segundo eles, parece não ter fim. É verdade que Lucélia sofreu pelo abandono de seus pais, sofreu nas mãos de Sílvia, sofreu ao ser levada a reviver seus momentos de agonia "testemunhando" suas dores diante de uma plateia na fábrica de biscoitos Mabel e sofreu ao ser levada a uma campanha política do PT; mas o que ela está vivendo conosco não tem nenhuma semelhança com nada disso. E a repórter Ana Beatriz Magno não teve ao menos a dignidade de me procurar para fazer qualquer pergunta, já que iria usar uma foto minha, que possuem em seu arquivo de uma antiga matéria que fizeram sobre o crescimento dos evangélicos no país.

Quando a repórter ligou para a Pra. Ezenete ela realmente não quis dar a entrevista. Ela tinha acabado de voltar de Portugal, onde mora um de seus filhos, e não tinha ainda nada acertado sobre o assunto, e muito menos conversado com a Lucélia. Aliás, ela nem tinha falado com o juiz, uma vez que a família ainda não tinha definido sobre a adoção. Sendo assim Ezenete pediu à jornalista Ana Beatriz Magno que nada fosse publicado ainda. Não havia definições. Mas assim que ela conversasse com o juiz, ela daria a entrevista com prazer. Porém, a repórter não voltou a procurá-la.

Além disso, Ezenete tinha medo do que poderiam fazer com suas palavras naquele momento. E acho que ela tinha razão em temer a distorção. Uma das acusações da revista é de que a promessa de adoção não é tão certa assim. Naquela época, há mais de um mês, realmente não era. Mas nesse período muitas coisas aconteceram. O processo realmente é demorado, mas a Zê tem a guarda de Lucélia até janeiro, e conta com todo o apoio da direção do Cevam (Centro de Valorização da Mulher - instituição que abrigava Lucélia até ela vir morar em BH) e do juiz de Goiânia que tem acompanhado o caso da menina. Ou seja, tudo está caminhando bem, dentro do que nos foi orientado pelo próprio juiz, que acompanha a alegria de Lucélia com as notícias de sua nova vida.

Quanto à minha parte nesta história, desde o princípio tomei muito cuidado para não expor a Lucélia. Ela jamais subiu sequer no púlpito de nossa Igreja, e nem a nossa TV, a Rede Super, tinha feito qualquer matéria com ela, a não ser depois que todos os demais veículos começaram a nos procurar. Ou seja, não exploramos o fato de estarmos ajudando a Lucélia. Esse nunca foi nosso interesse. Depois do nosso primeiro encontro, no aeroporto de Goiânia, após o evento em que cantei ali, escrevi em meu Blog e coloquei uma foto do nosso abraço, com a menina de costas. Quando escrevi, foi para compartilhar sobre a experiência que mais me marcou naquela viagem: não foi a grandeza da multidão que encheu o ginásio, não foram as luzes do palco, mas o gesto de tocar uma pessoa que sofre. Minha intenção era, e continua sendo, não apenas "pregar" que nós cristãos devemos amar o nosso próximo, mas viver esta realidade. Testemunhei isso para incentivar as pessoas com o exemplo. Nem eu, nem a Ezenete, naquele momento, poderíamos imaginar que Deus tinha muito mais para nós fazermos pela Lucélia.

Sugerimos que ela viesse passar uns dias conosco em BH. Temos um sítio muito bonito, um lugar de paz, de restauração, e pensamos que seria bom para a Lucélia estar conosco ali um tempo. Para nossa surpresa, as autorizações judiciais vieram rapidamente, e ela ficou em BH por 15 dias. Foi só então que a possibilidade de adoção passou pelo coração de Ezenete, de seu esposo e de seus filhos, pois conviveram com Lucélia aqueles dias e quando ela foi embora, sentiram sua falta como se já fizesse parte da família. Aliás, era a menina quem pedia todo o tempo para ser adotada por eles, e já de volta a Goiânia, dizia para todos que agora tinha uma família, e escrevia para a Zê pedindo para chamá-la de mãe.

Durante aqueles dias em BH aconteceu a gravação do DVD Crianças Diante do Trono ao vivo, Para adorar ao Senhor, na praça da nossa igreja. Milhares de crianças assistiram, e Lucélia estava na plateia. Em nenhum momento ela subiu no palco, apesar de gostar muito de cantar e dançar, e hoje eu agradeço a Deus por isso, porque eu seria muito mal interpretada se desse a ela essa oportunidade. Acredito que a repórter da Veja, que conversou com a Lucélia lá em Goiânia, tenha entendido mal o ocorrido na gravação. Lucélia voltou para o Cevam muito empolgada com todas as experiências que teve em BH, e deve ter dito que participou de uma gravação comigo. Sim, ela e milhares de crianças, e o rosto dela não aparece em nenhum momento no DVD, que ainda nem foi lançado.

Aliás, sutilmente fomos acusados de estarmos nos aproveitando da menina, porém a repórter não mencionou que ela mesma se aproximou da Lucélia como uma amiga, entrando em contato diversas vezes para conversar de forma informal e oferecendo até mesmo o número do seu telefone para a garota desabafar. Todas as declarações citadas na matéria foram dadas por Lucélia à repórter Ana Beatriz na época em que ela esteve na Mabel, ou seja, antes do processo de adoção ser iniciado; o que mais uma vez comprova a ausência de uma apuração séria sobre um assunto tão delicado.

A promessa de que celebraríamos o seu aniversário em BH também foi deturpada pela matéria, que a menciona como uma troca, como uma promessa feita depois da gravação do clipe. Quanta maldade. Acho que a repórter Ana Beatriz está muito acostumada a lidar com gente ruim, a noticiar coisas perversas, e seus óculos a fazem enxergar tudo assim, deturpado. Sobre a inexistência do tal clipe eu já expliquei, o que torna infundada a acusação de troca barata. O que aconteceu é que durante os primeiros 15 dias aqui, Lucélia participou de um aniversário e ficou maravilhada. Ela nunca havia tido uma festa para comemorar seu próprio aniversário, então a Zê prometeu que independente de onde fosse, BH ou Goiânia, ela providenciaria um bolo para celebrar a data. Sendo assim, fizemos o esforço para que ela viesse, a fim de realizarmos mais um de seus sonhos roubados pela infância sofrida. E fizemos sim, uma linda festa para ela, porque agora, Lucélia faz parte das nossas vidas, de nosso círculo de amigos, e está inserida em uma linda família que investe tempo, recursos, e muito amor para restaurar as feridas do seu passado.

Lucélia está estudando, na mesma escola onde meu filho estuda. No primeiro dia de aula ela voltou para casa gritando: "Virei gente! Virei gente!" e está se saindo muito bem, pois é muito inteligente. Em breve ela vai estudar música, dança, inglês, enfim, terá oportunidades maravilhosas que não teria de outra maneira. Sua nova família está comprometida a dar a ela o melhor, e nós, seus amigos, e várias pessoas que têm se movido para ajudar, estamos dispostos a investir no futuro da menina. Aliás, até mesmo em sua saúde precisamos auxiliar, pois os maus tratos provocaram algumas sequelas que estamos crendo que serão solucionadas. 

Sobre o passado? Às vezes ela fala uma coisa ou outra conosco, principalmente com a Zê, mas não "puxamos" este assunto. Quando isso acontece, depois de ouvir com carinho, agradecemos a Deus junto com ela porque o sofrimento acabou, e jamais cometeríamos o absurdo de culpá-la pelo que passou. E foi aí que a jornalista errou de novo. A matéria coloca a expressão "aqui ela foi tocada por Jesus", palavras que diz serem da Pra. Ezenete, com a frase que diz ser de Lucélia: "A culpada fui eu. Eu, que não estava tocada por Jesus". Pois quem dizia isto pra ela era a Sílvia, argumentando que a menina tinha demônio, justificando suas torturas. E com esse astuto jogo de palavras colocadas, fomos comparados, outra vez, com quem mais feriu Lucélia.

Decidi escrever aqui em nosso site para dar satisfação às pessoas que, com dignidade, desejarem nos ouvir quanto a essa infundada acusação. Peço apenas uma coisa. Deixem a menina viver sua nova vida em paz. Creio que todos os meios de comunicação já divulgaram a notícia de que agora ela tem uma nova família (apenas Veja, através da repórter Ana Beatriz Magno, parece que não sabia disso muito bem), e nosso desejo é não ter que lidar mais com esse assédio público. Enquanto isso, vamos nos consolando com o exemplo do próprio Jesus, que, curando os enfermos e fazendo o bem, foi chamado de maioral dos demônios, incompreendido por muitos de sua época. E é assim que vamos prosseguir, pois apesar de "pedradas", não podemos nos cansar de fazer o bem.

Ah, e só mais um recado - A dor de Lucélia tem hora pra acabar sim. Nós estamos fazendo a nossa parte, mas saibam que ao ver a reportagem, ela ficou desesperada e sofreu outra vez. Por favor, se vocês não querem ajudar, ao menos não atrapalhem.

Indignada, mas tranquila, respaldada pela verdade, e respondendo como o Senhor ao ser incompreendido: "A sabedoria é justificada pelas suas obras",

Ana Paula Valadão Bessa.

Blog da Maya em atividade outra vez: Parece piada, mas é o Brasil!

Depois de um período parada, e ter postado artigo de adeus a Mayalu Felix retoma o blog e traz oxigênio à blogosfera.

Seja bem-vinda!

"Parece piada.

O episódio da investigação de que está sendo vítima o delegado Protógenes Queiroz me faz lembrar de uma antiga piada que corria durante o período da ditadura militar.

Jeová é Deus festeiro



“Disse o SENHOR a Moisés: Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: As festas fixas do SENHOR, que proclamareis, serão santas convocações, são estas as minhas festas” - Levítico 23.1-2.

Tenho lido que festas são sempre coisas da velha natureza carnal, passando a ideia de que meu Deus é um ser carrancudo, chato e com chicotes nas mãos, em prontidão para espancar quem sorri. A minha Bíblia Sagrada me mostra um Deus alegre.

Vejam dez festas bíblicas descritas abaixo que o Criador inventou ao povo que Ele criou:

1 - O Sábado (Levítico 23.1-3)

Um dia de descanso, celebrando o descanso de Deus depois da criação.

2 – A Festa da Páscoa e os dos Pães Asmos (Levítico 23.4-8)

Celebração por Deus haver libertado os judeus da escravidão no Egito, ocasião em que poupou os primogênitos de Israel. Consagração a Deus da primeira porção das primeiras colheitas (cevada), lembrando ao povo que a vida antiga ficara para trás, e eles estavam iniciando um novo modo de viver.

3 – Festa das Primícias (Levítico 9-14)

Louvor a Deus pelas colheitas e consagração da primeira parte das últimas colheitas. O motivo da celebração era lembrar a provisão de Deus.

4 – Festa do Pentecostes (Levítico 23-15-22) [cinqüenta em grego é “pentecostes”])

Festa comemorando os cinqüenta dias depois das primícias, demonstrando gratidão pela generosidade divina.

5 – Festa das Trombetas (Levítico 23.23-25)

Celebração do começo do ano-novo civil, expressando alegria e gratidão ao Senhor.

6 – Festa do Dia da Expiação (Levítico 23.26-32)

 Celebração pelos pecados expiados de todo Israel, servia para restaurar a comunhão com Deus.

7 - Festa dos Tabernáculos (Levítico 23.33-44)

Celebração da libertação de Israel do Egito, gratidão pela proteção ao longo da jornada pelo deserto e renovava o compromisso do povo com seu Deus.

Depois do exílio os judeus tinham duas festas:

1 - A Festa do Purim (Ester 9.20-28)

Celebração em memória da libertação do povo judeu das maquinações de Hamã.

2 - A Festa da Dedicação (João 10.22)

Celebração pela purificação do templo por Judas Macabeu, depois que Antioco Epifânio o contaminou sacrificando um porco no altar.

Enfim, no Novo Testamento a Santa Ceia é chamada de festa (1 Coríntios 5.8) e o encontro da Igreja com Cristo, após o arrebatamento, de Bodas - festa de casamento - do Cordeiro (Apocalipse 19.7).

JESUS CRISTO E O PESO DA RELIGIOSIDADE DOS USOS E COSTUMES

Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve” - Mateus 11.30.
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A tradução de João Ferreira de Almeida para a palavra portuguesa“suave” veio da palavra grega “chrestos”, que é ligada ao verbo “chraomai” (chraomai / usar). A tradução não trouxe a amplitude do significado original. Ouso dizer que poderia ser traduzido por prática satisfatória.
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A palavra “chrestos” denota a prática de costumes agradáveis, confortáveis, bons, certos, úteis, e aproveitáveis, que provocam satisfação.
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Ou seja, Jesus condenava o judaísmo porque era um sistema religioso legalista, cheio de imposições de regras inúteis quanto ao bom relacionamento com Deus. O sistema judaico se consistia de intervenções na vida todos, obrigando o judeu a adotar ao seu cotidiano algumas práticas rigorosas que atrasavam o dia-a-dia, eram usos e costumes chatos, descrito por Jesus como fardos pesados.
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A natureza humana, pecaminosa, sente muito prazer de exercer religião com castigos, sofrimentos e dor. A razão deste prazer vem de uma espécie de compensação psicológica (a troca da escolha do pecado pela penitência). Mas Jesus ao usar o termo “chrestos” (bom costume de uso fácil), dizia ao povo que para agradar a Deus, servi-lo de maneira eficaz, não precisava mudar o jeito de ser, incorporando ao cotidiano usos sem sentido, costumes sem nenhum aproveitamento inteligente, coisas que são sinônimo de aborrecimentos.
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Jesus ensinou que o Evangelho significa um estilo de vida prática, que produz alegria, pois é relacionamento pessoal com o Senhor por meio do Espírito.
Continuarei neste assunto...
E.A.G.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

A CRUZ DE CRISTO

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Por Ed René Kivitz
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"Qualquer pessoa que investigue o cristianismo pela primeira vez ficará impressionada pelo destaque extraordinário que os seguidores de Cristo dão à sua morte", disse John Stott. "No caso de todos os outros grandes líderes espirituais, a morte deles é lamentada como fator determinante do fim de suas carreiras. Não tem importância em si mesma; o que importa é a vida, o ensino e a inspiração do exemplo deles. Com Jesus, no entanto, é o contrário. Seu ensino e exemplo foram, na verdade, incomparáveis; mas, desde o princípio, seus seguidores enfatizaram sua morte. E isso o colocou à parte de outros líderes religiosos na história. Maomé morreu aos 62 anos; Confúcio, aos 72; Buda, aos 80; e Moisés aos 120. Mas Jesus morreu a morte horrível da crucificação na faixa dos 30 anos, repudiado por seu próprio povo. Aparentemente, ele foi um fracasso completo; no entanto, afirmou cumprir sua missão por meio de sua morte: "O Filho do homem deve sofrer e ser morto" (Marcos 8:31; 9:31, 10:32-34). Jesus se referiu à sua morte como a "hora" para qual viera ao mundo".
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Não é possível compreender Jesus Cristo sem compreender sua cruz. Não é possível ser cristão sem compreender a cruz de Jesus Cristo. Na verdade, mais do que compreender, crer, confiar, experimentar, assumir a cruz de Jesus Cristo e o Jesus Cristo crucificado: "resolvi esquecer tudo, a não ser Jesus Cristo e especialmente sua morte na cruz" (Paulo, apóstolo, 1 Coríntios 2.2 BLH).
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A cruz de Jesus Cristo é o centro da relação entre Deus e o homem. Ali na cruz há uma troca de papéis que explica toda a saga humana e sua relação, tanto conflituosa (no pecado) quanto reconciliada (na salvação), com o Deus criador dos céus e da terra. Ainda conforme John Stott, "substituição está no coração tanto do pecado quanto da salvação. Pois a essência do pecado é o homem substituindo-se a si mesmo por Deus, ao passo que a essência da salvação é Deus substituindo-se a si mesmo pelo pecado. O homem declara-se contra Deus e coloca-se onde Deus merece estar; Deus sacrifica-se a si mesmo pelo homem e coloca-se onde o homem merece estar. O homem reivindica prerrogativas que pertencem somente a Deus; Deus aceita penalidades que pertencem ao homem somente".
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A cruz de Jesus Cristo é o fim de todas as maldições e penalidades que caberiam ao homem em razão de seu pecado. A cruz de Jesus Cristo é a fonte de todos os benefícios e dádivas que Deus pode e deseja conceder ao homem. Sem a cruz de Jesus Cristo a humanidade está condenada ao sofrimento, à escuridão, ao vazio e à morte eternamente. Com a cruz de Jesus Cristo a humanidade é objeto do amor, misericórdia, compaixão, bondade e graça de Deus eternamente.
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A essência da mensagem cristã é essa: "Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, deixando de levar em conta os pecados dos seres humanos. Em Cristo não havia pecado. Mas Deus colocou sobre Cristo a culpa dos nossos pecados para que nós, em união com ele, recebamos toda a justiça que nele há" (2 Coríntios 5.18-21).
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A Ceia em Memória de Jesus Cristo é uma celebração sob o signo da cruz. Na partilha do pão e do vinho, corpo de Cristo partido por nós e sangue de Cristo derramado por nós, celebramos o fato de que "nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus" (Romanos 8.1), abrimos mãos para receber toda a boa dádiva de Deus nosso Pai, pois sabemos que se Deus nos deu seu próprio Filho, "nos dará graciosamente com Ele todas as coisas" (Romanos 8.32), e renovamos nosso compromisso de viver em Cristo, com Cristo, e para Cristo, pois "estamos crucificados com Cristo" (Gálatas 2.20).
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Fonte: Informativo IBAD (Igreja Batista da Água Branca / SP) - edição 267 - 30 de setembro de 2007.

ECLESIASTES 3.1-14 - O TEMPO SEGUNDO A PERSPECTIVA BIBLICA

Imagem: Ana Paula Alksnis
Vôo de paraglyder
Morro do Sto Antonio - Caraguatatuba / SP

1 Tudo neste mundo tem o seu tempo; cada coisa tem a sua ocasião.

2 Há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar;

3 tempo de matar e tempo de curar; tempo de derrubar e tempo de construir.

4 Há tempo de ficar triste e tempo de se alegrar; tempo de chorar e tempo de dançar;

5 tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las; tempo de abraçar e tempo de afastar.

6 Há tempo de procurar e tempo de perder; tempo de economizar e tempo de desperdiçar;

7 tempo de rasgar e tempo de remendar; tempo de ficar calado e tempo de falar;

8 Há tempo de amar e tempo de odiar; tempo de guerra e tempo de paz.

9 O que é que a pessoa ganha com todo o seu trabalho?

10 Eu tenho visto todo o trabalho que Deus dá às pessoas para que fiquem ocupadas. 11 Deus marcou o tempo certo para cada coisa. Ele nos deu o desejo de entender as coisas que já aconteceram e as que ainda vão acontecer, porém não nos deixa compreender completamente o que ele faz.

12 Então entendi que nesta vida tudo o que a pessoa pode fazer é procurar ser feliz e viver melhor que puder. 13 Todos nós devemos comer e beber e aproveitar bem aquilo que ganhamos com o nosso trabalho. Isso é um presente de Deus.

14 Eu sei que tudo o que Deus faz dura para sempre, não podemos acrescentar nada, nem tirar nada. E uma coisa que Deus faz é levar as pessoas a temê-lo. 15 Tudo o que acontece ou que pode acontecer já aconteceu antes. Deus faz com que uma coisa acontece torne a acontecer.

Fonte: Nova Tradução na Linguagem de Hoje

terça-feira, 11 de novembro de 2008

BLOG - MANIPULANDO A IMAGEM AO MEIO DO CORPO DE TEXTO

Um blogueiro amigo escreveu-me:
"Tenho dúvidas em como colocar uma foto convencional no meio do meu texto. Se puder dar uma dica, agradeço!"
Enviei a resposta por e-mail, como ele solicitou, e sem revelar o nome dele resolvi deixar por aqui a minha resposta. Creio que ajudará mais internautas.
Os passos são os seguintes:
1º - Escolher o lado que a imagem deverá ficar. Existe opção quando transferimos a imagem ao nosso texto. Lado esquerdo ou direito.
2º - A imagem sempre entra no blog no topo da página. Para manuseá-la é necessário colocar o ponteiro do mouse sobre ela e em seguida apertar o lado esquerdo do mouse, segurando apertado e arrastando ao mesmo tempo até o ponto que deseja deixá-la permanente. Solte-a na primeira letra de um parágrado. Este parágrafo ficará ao lado dela.
3º - Nestes casos, quase sempre é necessário alterar o tamanho da imagem, fazendo-a menor, para que o parágrafo não fique com visualização ruim. Para ajustar a diminuição basta clicar em uma das extremidades da imagem e verificar quando o ponteiro do mouse se transformar em duas setas (<->). Quando estiver com a aparência das setas, aperte e segure apertado novamente o lado direito do mouse, arrastando no sentido para dentro da imagem. E solte-o. Vá olhando os resultados, até encontrar o que lhe agrade.
Espero ter ajudado. Sinta-se à vontade para tirar mais dúvidas.
E.A.G.