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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Ibope versus GfK: televisão do Brasil terá dois institutos de pesquisa-televisao-do-brasil-tera-dois-institutos-de-pesquisa

Algumas vezes, numa “pesquisa” entre pessoas do meu círculo social, incluindo a garotada, quis saber se o Big Brother Brasil fazia sucesso. Sinceramente, sempre duvidei que um lixo assim realmente teria êxito em nosso país. 

As pessoas responderam que não dão valor para este tipo de programa, escolhem outra espécie de diversão. Aliás, a televisão aberta disputa com a programação da televisão por assinatura, e o aparelho televisor concorre e chega a perder muitas vezes para o computador, consoles de videogames e DVDs, além de outras atividades de lazer como os passeios.

Acredito que o sucesso do BBB é uma mentira repetida pela mídia, de tanto repeti-la alguns pobres desavisados acreditam. É uma espécie de azeite que faz a “roda” do trabalho dessa gente de mídia girar mais. Então estão predispostos a nos fazer acreditar que um lixo é uma programação bem-sucedida.

A mentira da mídia é igual aquele episódio em que ela fez campanha de quase três semanas contra o Deputado Federal e Pastor Marco Feliciano. Toda imprensa se alinhou para afirmar que o parlamentar era homofóbico, querendo derrubá-lo do posto de presidente da CDHM. Mas não deu certo, porque Feliciano soube resistir e revidar mostrando verdades usando a internet, seu canal oficial do YouTube. 

O Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) apresenta números verdadeiros? Pode-se usar esses números como fontes totalmente confiáveis? Os apontamentos por diversas ocasiões foram contestados pelos concorrentes da Rede Globo, emissora sempre indicada como a mais assistida por todos. O empresário Carlos Augusto Montenegro, dono do Grupo Ibope, na Justiça, diante de um trabalho elaborado comprovando contradições de números, durante um processo movido contra ele e sua empresa pela Rede Record, afirmou que os dados coletados minuto a minuto não podem ser considerados 100% confiáveis.

Após tal declaração, em 16 de dezembro do ano passado, SBT, Band, Record e RedeTV!, se uniram e contrataram a GfK, empresa alemã que aufere a audiência do telespectador em algumas partes do mundo, para realizar pesquisas também no Brasil – a Rede Globo não mostrou interesse em pagar pelo serviço, por que será?

Assim o Ibope, que desde 1988 era o único instituto que media a audiência em tempo real na TV brasileira será colocado à prova pública. O importante trabalho paralelo da GfK apontará quantos televisores sintonizam a programação da Rede Globo e de outros canais. Agora, os números que dão vantagens para lixos como BBB e novelas poderão ser questionados com mais facilidade por telespectadores e publicitários. As divergências de dados entre Ibope e GfK colocarão o público e publicitários em posição de questionar se as pesquisas do Ibope, que enriquecem e enriqueceram por tantos anos a Rede Globo, eram fatos ou fantasias.

Os alemães chegam com quase o triplo de aparelhos de amostragens que o Ibope, prometem disponibilizar seu trabalho com maior agilidade e custo mais barato, farão pesquisas à TV aberta e fechada. Os primeiros resultados serão divulgados no segundo semestre de 2014.

Em anos passados, as principais emissoras de televisão aproximaram-se da Nielsen - outro instituto de pesquisa - para auferir dados, mas não houve acordo entre as partes.

E.A.G.

Consultas:
Exame - http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/gfk-comeca-a-medir-a-audiencia-da-tv-brasileira-em-2015
Sob o Holofote - http://www.soboholofote.com.br/nielsen-no-brasil/
UOL F5 Televisão - http://f5.folha.uol.com.br/televisao/980897-ibope-ganha-rival-e-nielsen-tambem-medira-audiencia-no-brasil.shtml

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Fissura por internet - charge de Randy Glasbergen


Milagres de Jesus, a nova minissérie a Record

Ao custo de R$ 900 mil por episódio, produção que conta com 18 episódios e 200 intérpretes, a Rede Record estréia amanhã. 22 de janeiro, às 21h45, a minissérie épica Milagres de Jesus, com interpretações de atrizes e atores brasileiros contratados exclusivamente à teledramaturgia da emissora. Segundo o diretor geral João Camargo, o investimento é mais caro do que capítulos de novelas, pois exige cenários e figurinos com acabamentos especiais.

A produção foi escrita por Camilo Pellegrini, Renato Modesto, Paula Richard, Vivian de Oliveira e Maria Claudia Oliveira. Dirigida por Régis Faria e João Camargo.

O projeto aborda os milagres por uma perspectiva diferente dos relatos bíblicos que o leitor da Bíblia Sagrada conhece. O ângulo da narrativa de roteiro não seguiu os passos de Jesus Cristo, foi escrito a partir das pessoas que foram abençoadas e tiveram  a vida transformada pela intervenção divina.

Será apresentada uma história por dia, independente uma das outras. O primeiro telefilme chama-se A Pesca Milagrosa, será protagonizado por Caio Junqueira no papel do Simão, que se transformou no apóstolo Pedro. As cenas da Galiléia tiveram como cenário regiões do Paraná, Minas Gerais e do Piauí.

E.A.G.