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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Manhã de terror em Washington DC


Dia de tensão nos Estados Unidos. Atiradores usando armas semi-automáticas tentaram invadir a principal base naval em Washington, a principal base militar onde há pesquisass de novas tecnologias de armas à marinha americana, às 8 horas do horário local. No momento do ataque trabalhavam mais de 3 mil pessoas no local. 

Barack Obama se pronuncionou, descrevendo o episódio como um ataque em massa contra as forças armadas do país e que isso não será tolerado. As agências de notícias afirmam que apenas três pessoas estão feridas em estado grave, duas mulheres e um homem. Seis mortes estão confirmadas. Existe choque de informações, os números estão desencontrados. Nota-se que as grandes redes de televisão americanas agem de maneira diferente neste episódio, não fazem cobertura em tempo real como realizaram na atentado contra  World Trade Center, as Torres Gêmeas

O episódio é considerado uma afronta ao governo dos Estados Unidos – a Casa Branca está situada há menos de dez quilômetros da base naval atacada, muito perto do Capitólio e do Pentágono.

Há uma grande incógnita. Não se sabe das motivações para o ataque, se realizadas por conspirações terroristas ou se é ação de débeis mentais. Pela manhã, a CNN veiculou que o ataque teria sido feito por um ex-funcionário. Com o passar das horas, a informação mudou, e foi dito ter sido três pessoas que atacaram. Um deles foi morto com tiro na têmpora e dois fugiram usando roupas miliares, sendo um homem branco e outro um negro.

E.A.G.

domingo, 15 de setembro de 2013

Coca cola: realidade e publicidade


A matéria produzida pela Rede Record é impressionante. O consumidor Wilson Resende comprou seis garrafas do refrigerante, recipientes contendo veneno de rato e um rato. Ao tomar um pequeno gole do líquido, corrosivo, sua boca, esôfago e estômago, foram queimados, e desde então ele é uma pessoa com pouca saúde. Alega que processou a empresa pedindo indenização com o objetivo de voltar a ser quem era e não para tornar-se milionário.

Natália Leite, repórter que realizou a reportagem, foi além. Ela fez entrevista com um toxicologista para embasar alerta sobre o produto, autorizado para vendas no Brasil pela Anvisa. O brasileiro compra uma Coca Cola diferente da que o americano consome, com exagerado uso de um corante cancerígeno, o Caramelo 4.

Coca cola: realidade e publicidade
Slogan publicitário.
Longe de mim esteja a intenção de entrar na onda do radicalismo. Entendo que houve uma falha na industrialização, essa falha é exceção não é a regra. Sobre o corante, não tenho opinião a dizer, a palavra do especialista basta. 


Atualizado em 15 de maio de 2022.

sábado, 14 de setembro de 2013