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sábado, 22 de junho de 2013
Ouvidos ao vento
O vídeo celebra a amizade entre o ser humano e os cães.Via YouTube Odin Parker (mais conteúdos interessantes com animais por lá).
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Entenda o motivo das reivindicações nas manifestações pacíficas
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| Palmirinha Onofre, apresentadora de programa culinário no canal Bem Simples (da Fox Broadcasting Company). |
• Desinteligências
Na passeata pacífica de ontem (21/06/13) na Avenida Paulista alguns partidos políticos e grupos, como a turma LGBT, procuraram tirar proveito da indignação pública, se infiltrando na massa - que rejeita ser manobrada - dizendo palavras de ordem que destoa de quase tudo que o povo quer mudar.
Na manhã da quinta-feira, a ala do Partido dos Trabalhadores atuante na cidade de São Paulo se aproximou da liderança paulista do Movimento Passe Livre, parece que fecharam alguma espécie de acordo. O Prefeito Fernando Haddad quis passar aos munícipes o recado de que a saída da população às ruas naquele fim de tarde, início de noite e noite à dentro, seria para festejar o rebaixamento da tarifa de ônibus de R$ 3,20 aos R$ 3,00. A liderança MPL esboçou dizer o mesmo... A Rede Globo aderiu a ideia e repercutiu o discurso petista em sua transmissão. Mas as lentes de câmeras de televisão, câmeras de celulares e fotográficas, não registraram comemoração alguma, mostraram rostos indignados contra a classe política que está no poder, gente bradando frases contra Dilma Housseff, gritando contra a corrupção política e empunhando cartazes contra a PEC 37.
• Não tão complicado demais, mas nem tão simples assim
Não é impossível decifrar o que as pessoas que estão indo às ruas protestar querem. Como está na letra do saudoso vocalista do Charles Brow Jr, esse povo não é rico e nem pobre. As mães dos políticos os amam, porém o povo os odeia (licença poética, esse amor e ódio pela classe política é só uma expressão figurativa para aprovação e reprovação de condutas).
• Proposta para terminar com as manifestações públicas
Acabar com castas no tocante aos salários de políticos, fazer com que os aumentos de salários da classe política sejam na mesma data que o aumento do salário-mínimo do Eleitor, e também na mesma porcentagem. É preciso acabar com a distinção existente, ela é o fator desencadeante da indignação popular. Ninguém elege ninguém para viver nababescamente.
• Dona Dilma
Pasmem! Parece que o Governo Dilma brincou com a inflação, alimentou-a, não quis correr atrás da deflação. E deve ter feito isso para manter o lucro de poderosos. Deflacionar não enriquece empresários, a deflação favorece apenas o cidadão comum. Agora, como um manga larga indomável, a inflação galopa à revelia da vontade do Ministro da Fazenda, vai para onde bem quer e sobe enquanto o povo está às portas do desemprego. Assim sendo, placas de eleitores da Dilma pedem sua "demissão", pedem para ela sair do Poder.
A insatisfação com a Presidenta tem sentido óbvio e lógico. Pesquisas de encomenda são maquiagens, não melhoram a realidade e popularidade de quem a encomendou.
O que é realidade? Em campanha, Dilma Housseff prometeu melhorar as condições de vida da classe média, classe pobre e abaixo da linha da pobreza. Mas o que acontece não é exatamente o cumprimento do prometido. Estamos vendo inflação maior, aumento do endividamento e do desemprego do cidadão. E isso acontece com a Presidenta emprestando rios de dinheiro para o governo comunista cubano, ao invés de atender as necessidades internas da população brasileira, que é de maioria cristã, portanto avessa à ideologia anticristã anexa ao comunismo. Isso é revoltante e põe o povo nas ruas protestando.
O que não é maquiagem de pesquisa sob encomenda? O que a população sente na pele. A rede de saúde vai de mal a pior, e dinheiro são desperdiçados com a Fifa e bolsa-preguiça (quero dizer: bolsa-família). O povo gosta de pão e circo, e agradece. Por ser digno, prefere comer o pão comprado através do suor de seu rosto e divertir-se com dinheiro cuja origem é seu trabalho, e não tão-somente a diversão de noventa minutos da Seleção Brasileira nos gramados em transmissão de televisão em sinal aberto.
É claro, o futebol é amado pelo povo, mas esse esporte seria bem aceito ao custo alto pago pelos cofres públicos se fosse oferecido como complemento de tudo que é prioritário vindo antes: o Sistema Único de Saúde (SUS) funcionando como exemplo de eficiencia aos hospitais privados; a rede de educação pública, gratuíta, fosse eficaz a ponto de ser modelo às escolas pagas. O Eleitor sabe que nada é de graça, tudo é pago através de impostos e que esses impostos não estão sendo revertidos em benfeitorias à contento.
• Fernando Haddad e o denominador comum
Quero falar sobre Fernando Haddad, porque minha área eleitoral é o município paulistano.
Para decifrar a indignação do povo da cidade de São Paulo, basta olhar os números das últimas eleições e as promessas de campanha - quase todas ainda não cumpridas. Sim, em primeiro plano é preciso analisar as promessas e não os candidatos.
O Prefeito venceu o pleito no segundo turno, com campanha cheia de efeitos visuais que podem ter causado inveja ao produtor de cinema George Lucas, de Guerra nas Estrelas. Mas apesar do uso de tanta pirotecnia digitalizada, Haddad venceu a eleição com margem pequenina de votos ao segundo colocado José Serra. Então, tanto as promessas de Haddad (que foram em número exagerado) e do candidato derrotado representam aspirações polarizadas de grande parte de manifestantes paulistanos. Também é válido considerar o primeiro turno e o discurso de Celso Russomano, pois ele teve ótima aceitação popular.
• Eleitores de Feliciano versus eleitores de Jean Wyllys
É importante observar as promessas de candidatos a Vereadores e Deputados estaduais e federais. Os candidatos vencedores tiveram seus discursos, e esses discursos contém exatamente as diretrizes daquilo que o povo quer ver sendo colocado como novas normas (leis) em prática na sociedade.
Dois exemplos: É digno de nota lembrar o número de votos de dois Deputados Federais: Marco Feliciano, PSC - SP (cerca da 212 mil) e Jean Wyllys, PSOL - RJ (votos insuficentes para eleger-se por si mesmo o que não lhe dá suporte moral para defender qualquer tipo de causa, pois entrou na Câmara de Deputados graças ao dispositivo votos proporcionais, o eleitor não o escolheu).
Apesar de Dilma Housseff ter sido eleita com o apoio político de Feliciano, após eleita o PT e a Presidenta dão às costas para ele. Esse desprezo ao parlamentar é um desprezo ao povo brasileiro também. E, apesar de Wyllys não possuir a representação das urnas, Dilma e PT estão ao seu lado, isso é um descaso contra a população brasileira, e nos faz entender o repúdio do povo.
Solução
Que tal os governantes analisarem com carinho o que Feliciano prometeu enquanto candidato e apoiá-lo? E também o número de outros parlamentares com vitórias expressivas nas urnas? Os números de votos são termômetros confiáveis, representam os anseios das massas que empunham cartazes nas ruas de todo Brasil.
É hora de o Executivo, federal, estaduais e municipais, renovarem as promessas de campanha, colocar cada uma delas em execução o mais rápido possível. E usarem mais clareza com tudo que é realizado na administração pública.
E.A.G.
• Não tão complicado demais, mas nem tão simples assim
Não é impossível decifrar o que as pessoas que estão indo às ruas protestar querem. Como está na letra do saudoso vocalista do Charles Brow Jr, esse povo não é rico e nem pobre. As mães dos políticos os amam, porém o povo os odeia (licença poética, esse amor e ódio pela classe política é só uma expressão figurativa para aprovação e reprovação de condutas).
• Proposta para terminar com as manifestações públicas
Acabar com castas no tocante aos salários de políticos, fazer com que os aumentos de salários da classe política sejam na mesma data que o aumento do salário-mínimo do Eleitor, e também na mesma porcentagem. É preciso acabar com a distinção existente, ela é o fator desencadeante da indignação popular. Ninguém elege ninguém para viver nababescamente.
• Dona Dilma
Pasmem! Parece que o Governo Dilma brincou com a inflação, alimentou-a, não quis correr atrás da deflação. E deve ter feito isso para manter o lucro de poderosos. Deflacionar não enriquece empresários, a deflação favorece apenas o cidadão comum. Agora, como um manga larga indomável, a inflação galopa à revelia da vontade do Ministro da Fazenda, vai para onde bem quer e sobe enquanto o povo está às portas do desemprego. Assim sendo, placas de eleitores da Dilma pedem sua "demissão", pedem para ela sair do Poder.
A insatisfação com a Presidenta tem sentido óbvio e lógico. Pesquisas de encomenda são maquiagens, não melhoram a realidade e popularidade de quem a encomendou.
O que é realidade? Em campanha, Dilma Housseff prometeu melhorar as condições de vida da classe média, classe pobre e abaixo da linha da pobreza. Mas o que acontece não é exatamente o cumprimento do prometido. Estamos vendo inflação maior, aumento do endividamento e do desemprego do cidadão. E isso acontece com a Presidenta emprestando rios de dinheiro para o governo comunista cubano, ao invés de atender as necessidades internas da população brasileira, que é de maioria cristã, portanto avessa à ideologia anticristã anexa ao comunismo. Isso é revoltante e põe o povo nas ruas protestando.
O que não é maquiagem de pesquisa sob encomenda? O que a população sente na pele. A rede de saúde vai de mal a pior, e dinheiro são desperdiçados com a Fifa e bolsa-preguiça (quero dizer: bolsa-família). O povo gosta de pão e circo, e agradece. Por ser digno, prefere comer o pão comprado através do suor de seu rosto e divertir-se com dinheiro cuja origem é seu trabalho, e não tão-somente a diversão de noventa minutos da Seleção Brasileira nos gramados em transmissão de televisão em sinal aberto.
É claro, o futebol é amado pelo povo, mas esse esporte seria bem aceito ao custo alto pago pelos cofres públicos se fosse oferecido como complemento de tudo que é prioritário vindo antes: o Sistema Único de Saúde (SUS) funcionando como exemplo de eficiencia aos hospitais privados; a rede de educação pública, gratuíta, fosse eficaz a ponto de ser modelo às escolas pagas. O Eleitor sabe que nada é de graça, tudo é pago através de impostos e que esses impostos não estão sendo revertidos em benfeitorias à contento.
• Fernando Haddad e o denominador comum
Quero falar sobre Fernando Haddad, porque minha área eleitoral é o município paulistano.
Para decifrar a indignação do povo da cidade de São Paulo, basta olhar os números das últimas eleições e as promessas de campanha - quase todas ainda não cumpridas. Sim, em primeiro plano é preciso analisar as promessas e não os candidatos.
O Prefeito venceu o pleito no segundo turno, com campanha cheia de efeitos visuais que podem ter causado inveja ao produtor de cinema George Lucas, de Guerra nas Estrelas. Mas apesar do uso de tanta pirotecnia digitalizada, Haddad venceu a eleição com margem pequenina de votos ao segundo colocado José Serra. Então, tanto as promessas de Haddad (que foram em número exagerado) e do candidato derrotado representam aspirações polarizadas de grande parte de manifestantes paulistanos. Também é válido considerar o primeiro turno e o discurso de Celso Russomano, pois ele teve ótima aceitação popular.
• Eleitores de Feliciano versus eleitores de Jean Wyllys
É importante observar as promessas de candidatos a Vereadores e Deputados estaduais e federais. Os candidatos vencedores tiveram seus discursos, e esses discursos contém exatamente as diretrizes daquilo que o povo quer ver sendo colocado como novas normas (leis) em prática na sociedade.
Dois exemplos: É digno de nota lembrar o número de votos de dois Deputados Federais: Marco Feliciano, PSC - SP (cerca da 212 mil) e Jean Wyllys, PSOL - RJ (votos insuficentes para eleger-se por si mesmo o que não lhe dá suporte moral para defender qualquer tipo de causa, pois entrou na Câmara de Deputados graças ao dispositivo votos proporcionais, o eleitor não o escolheu).
Apesar de Dilma Housseff ter sido eleita com o apoio político de Feliciano, após eleita o PT e a Presidenta dão às costas para ele. Esse desprezo ao parlamentar é um desprezo ao povo brasileiro também. E, apesar de Wyllys não possuir a representação das urnas, Dilma e PT estão ao seu lado, isso é um descaso contra a população brasileira, e nos faz entender o repúdio do povo.
Solução
Que tal os governantes analisarem com carinho o que Feliciano prometeu enquanto candidato e apoiá-lo? E também o número de outros parlamentares com vitórias expressivas nas urnas? Os números de votos são termômetros confiáveis, representam os anseios das massas que empunham cartazes nas ruas de todo Brasil.
É hora de o Executivo, federal, estaduais e municipais, renovarem as promessas de campanha, colocar cada uma delas em execução o mais rápido possível. E usarem mais clareza com tudo que é realizado na administração pública.
E.A.G.
Deputado Federal João Campos, o PDC 234/11 e a Organização Mundial da Saúde
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| Deputado Federal João Campos (PSDB-GO) pastor da Assembleia de Deus e Delegado de Polícia de Classe Especial. |
Dirijo o citação bíblica bíblico ao Dr. Eduardo Adnet e aos militantes da Causa Gay. Minha posição neste assunto é consequência de conceito estabelecido, não é mero preconceito contra assuntos e pessoas.
Não sou médico para diagnosticar se uma pessoa é saudável ou doente. Então, me calo quanto a opinar sobre saúde falando por mim mesmo. Busco informações e se possível confiro essas informações pessoalmente. É o que fiz neste caso do Projeto de Decreto Legislativo nº 234, do deputado João Campos (PSDB-GO), e a intenção do Conselho Federal de Psicologia (CFP) impedir homossexuais do acesso ao tratamento psicológico, quando querem fazer isso.
Como blogueiro e leigo, para ter argumentos, busquei a literatura médica para escrever sobre o discurso da Militância Gay que apregoa que homossexualidade não é doença.
Algum tempo atrás tive acesso ao artigo do psiquatra Eduardo Adnet, que não é uma pessoa cristã, e trabalha na área de saúde há mais de 30 anos. No texto ele critica a intencional falta de clareza da Mitância LGBT e outros temas distintos ligados à Ecologia. O título é Homossexualidade é doença?
A Militância Gay faz uma grande divulgação dizendo que OMS considera o comportamento homossexual como não sendo doença. A declaração dos militantes é meia-verdade. E é exatamente isso que o Dr Eduardo Adnet traz à luz em seu artigo. Ele cita o catálogo Classificação Internacional de Doenças (CID).
A instituição OMS distribui mundialmente o catálogo CID, que é aceito e utilizado diariamente por toda a classe médica em todo o mundo para descrever e diagnosticar patologias.
A instituição OMS distribui mundialmente o catálogo CID, que é aceito e utilizado diariamente por toda a classe médica em todo o mundo para descrever e diagnosticar patologias.
O médico lembra que em 1973 a Associação Psiquiátrica Americana removeu a homossexualidade como transtorno do Manual de Diagnósticos e Estatísticas de Transtornos Mentais; em 1987 removeu a categoria homossexualidade ego-distônica; e por resolução em 1990, removeu do catálogo CID a homossexualidade como transtorno mental. Ele afirma que as mudanças são a base de argumentação da Militância Gay para alegar que a prática homossexual não pode ser descrita como patologia.
O psiquiatra continua, afirma que ainda existem mais dois códigos na CID, que servem para aplicação de diagnóstico. São:
1. Orientação Sexual Egodistônica está catologada como F66.1;
2. Transtorno de Relacionamento Sexual está codificado F66.2.
O médico escreve que essas situações podem ser aplicadas tanto para héteros como homossexuais. Em alguns casos, não são todos os casos, a condição egodistônica pode desencadear o transtorno mental.
Informa que a CID 10, F64.0, tipifica o transexualismo como detalhe de importância e que merece atenção. O transexualismo é a necessidade que uma pessoa tem de se apresentar e ser aceita como sendo de outro sexo, sentir desprezo por sua anatomia sexual e querer passar por intervenção cirúrgica e tratamento hormonal.
Informa que a CID 10, F64.0, tipifica o transexualismo como detalhe de importância e que merece atenção. O transexualismo é a necessidade que uma pessoa tem de se apresentar e ser aceita como sendo de outro sexo, sentir desprezo por sua anatomia sexual e querer passar por intervenção cirúrgica e tratamento hormonal.
Adnet explica a Orientação Sexual Egodistônica, Transtorno de Relacionamento Sexual e o Transexualismo são categorias que identificam pessoas que não estão em harmonia com elas mesmas, diz que essas situações de conflito interno causam muito sofrimento e podem levar as pessoas para transtornos psíquicos.
Eu não me contentei em ler o artigo do psiquiatra, fui em campo e tive acesso ao livro que contém a Classificação Internacional de Doenças. As informações do médico são verídicas.
Em suma, o Projeto de Decreto Legislativo, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), pastor da Assembleia de Deus, que susta dois trechos de uma resolução abusiva do Conselho Federal de Psicologia, resolução que impede a pessoa que está sofrendo de buscar o psicólogo, é um grande bem que se presta para a sociedade brasileira. Viabiliza o alívio do sofrimento e salva a pessoa que poderá adoecer.
Enfatizando: Todos os integrantes do Comissão de Direitos Humanos e Minorias estão de parabéns pelo que fizeram em prol de quem está sofrendo por causa de sua condição sexual. Eles tomaram uma decisão que atende ao mandamento de amar o próximo. Por outro lado, o Conselho Federal de Psicologia não tem autoridade para proibir quem queira auxílio de psicólogos, age inconstitucionalmente ao dar esse passo ditatorial, comete atitude isolada que não existe igual em nenhum outro país do mundo por parte dos profissionais de psicologia.
Pronunciamento de Marco Feliciano ao final da votação: "É o único Conselho Federal de Psicologia do mundo que tolhe o direito do profissional de poder atuar. É o único que assusta, que amedronta o profissional, (diz) que ele não pode tratar de uma pessoa que busque ele quando está com uma angústia interior. No meu pensamento, tomara que seja aprovado", defendeu Feliciano. A proposta terá que passar ainda por outras duas comissões da Casa: Seguridade Social e Constituição e Justiça. Se aprovada em ambas, segue para o plenário da Câmara.
Veja mais: Medicina admite: comportamento homossexual pode levar à doença
E.A.G.
Veja mais: Medicina admite: comportamento homossexual pode levar à doença
E.A.G.
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