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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

UMA REFLEXÃO BÍBLICA SOBRE O REAL SIGNIFICADO DE SER DISCÍPULO CRISTÃO

Na Bíblia Sagrada, existe o registro nos apontando onde foi usado pela primeira vez o vocábulo "cristão". Lucas narra, em Atos 11.26, que após Estevão ser martirizado os discípulos de Jesus andavam dispersos, equivocados, pregando o Evangelho só aos judeus, e justamente neste período de falta de foco na missão de ir falar do amor de Deus, indistintamente, para judeus e não-judeus, que os discípulos, em Antioquia, foram chamados de "cristãos". (Atos 11.26).
Assim sendo, vemos que ser cristão não é selo de perfeição. Justo no momento em que os discípulos faziam acepção de pessoas, surgiu a conotação cristãos!
Deste episódio interessante, podemos refletir que para ser um cristão, primeiro, é preciso ser reconhecido como discípulo de Cristo.
Jesus nos deu a definição completa do que vem a ser o verdadeiro discípulo.
Discípulo é toda pessoa que por vontade própria recebe instrução, acata conselhos e imita outrem. Ser um discípulo de Jesus Cristo é aceitar todas as suas disciplinas e seguir à risca os seus exemplos, por amor. Nem todos que crêem em Jesus são seus discípulos.
Três versículos nos capacita a discernir quem são os discípulos de Jesus, os cristãos verdadeiros:
• João 8.31 - "Jesus dizia aos judeus que haviam crido nele: Se permanecerdes na minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará".
• João 14.15 - "Se me amardes, obedecereis aos meus mandamentos".
• João 14.23 a, 24 a - "Se alguém me amar, obedecerá à minha palavra... Quem não me ama não obedece às minhas palavras...".
Qual é a palavra, qual é o mandamento, ou regra, que os discípulos de Jesus devem obedecer ? É o mandamento do amor. O crente que é discípulo age em amor. Ama a Deus; ama os amigos; ama os inimigos (Deuteronômio 6.5; João 15.12,17; Mateus 5.44).
A Bíblia explica a Bíblia
Se nos detivermos no contexto em que Jesus Cristo proferiu essas instruções, veremos o que Ele realmente combatia e teremos a ampliação do nosso entendimento sobre o que representa ser um cristão, um verdadeiro discípulo. Jesus repudiava com veemência práticas altamente reprováveis dentro do seleto grupo dos doze homens que o seguiam de perto.
Lucas 9.52-55: O verdadeiro discípulo cristão é tolerante, não é vingativo.
Certa vez, alguns do grupo dos doze discípulos iam a frente de Jesus, por determinação dEle, para encontrarem uma pousada onde pudesse pernoitar. Eles passaram pelo povoado dos samaritanos, que os hostilizaram muito ao reconhecerem que eram judeus, por conta de uma rixa religiosa entre samaritanos e judeus. Então, João e Tiago indignados, sem a noção do papel de um cristão, como ainda hoje muitos cristãos o são, tiveram a brilhante idéia de imitar o profeta Elias, eles queriam orar e pedir a Deus que fizesse do céu descer fogo que destruísse toda a população samaritana. Foram repreendidos por Cristo: “O Filho do Homem veio para salvar e não para matar”. João acatou a repreensão de Cristo com inteireza de coração, entre os doze discípulos, ele foi o homem que mais recomendou a prática do amor a Deus e ao próximo em todo o seu ministério.
O verdadeiro discípulo tem por objetivo ser servo de todos e não ser servido por todos.
Em outra ocasião, este grupo dos doze, deixando Jesus à parte, discutiam entre si qual deles deveria ser o maior, isto é, o líder da turma, o cotado como mais importante entre eles. Embora posto para fora do debate, Jesus estava ciente de toda porfia e emulação existente e os repreendeu com palavras e aula prática: “Quem quiser ser o maior deve agir como o menor” (Mateus 20.25-28; Lucas 22.24-30). Exigiu que deixassem que lhes lavasse os pés. O lavapés era uma prática exercida pelos escravos e gente de classe socioeconômica mais humilde. Ao visitante que chegavasse ao recinto de uma casa cujo anfitrião desejasse demonstrar honrá-lo, fazia com que fosse aplicada limpeza.
Jesus teve seus pés lavados por Maria, irmã de Marta e Lázaro, na casa deles. E também por uma pecadora anônima, na casa de um fariseu (Mateus 12.1-11; Lucas 7. 26-47). Cristo elogiou a pecadora de nome desconhecido, frisando que ela não sendo moradora ou escrava no lar do fariseu, serviu-lhe de cicerone, pois teve a boa disposição de banhar seus pés com perfume caro.
Com certeza estas duas mulheres foram consideradas grande aos olhos de Deus!
Jesus, vendo o coração dos discípulos, desejosos do status de líder do grupo, usou como exemplo de boa conduta cristã uma criança. Pegou-a no colo e disse aos discípulos: “Qualquer que receber esta criança em meu nome, recebe a mim, e qualquer que recebe a mim recebe ao que me enviou; porque aquele que entre vós todos for o menor é grande” - Lucas 9. 48. Com isso, Jesus explicou que o serviço do discípulo, do cristão verdadeiro, é uma tarefa desinteressada de retorno, pois uma criança é uma pessoa totalmente dependente em todos os sentidos, ela não tem como pagar os cuidados vitais que recebe. Quando alguém exerce seu trabalho com tal característica , em nome de Jesus, tem a Jesus e a Deus em sua vida.
Mateus 5.22: O verdadeiro cristão respeita o próximo até em horas de conflito de idéias e interesses.
No Sermão do Monte, considerado um resumo do Evangelho, Cristo tratando de relacionamentos interpessoais conflitantes, proibiu o desdém ao próximo. Disse aos discípulos: “Qualquer que chamar a seu irmão raca será réu do fogo do inferno” Raca é um termo hebraico que equivale a tolo, estúpido, bobo, idiota, palhaço. É usado nos momentos de sentimento de superioridade. Ou seja, na hora de um debate acalorado, o correto para quem se considera um verdadeiro discípulo de Jesus, é fazer uso de argumentos bíblicos e jamais de ofensas e menoscabos. Não existe licença para agir com críticas de ordem pessoal, com ironias, com galhofas.
Consultando um dicionário, vemos que a ironia é a única ferramenta de ação dos escarnecedores. O escarnecedor, ao invés de amar a Deus e ao próximo, ironiza-os e aborrece-os. O discípulo irônico não segue a Jesus, está assentado na roda dos ímpios (Salmo 1.1).
Podemos entender, pautados nestas referências bíblicas, que o verdadeiro cristão é o que permanece na Palavra: é tolerante e respeitoso com seus desafetos, não dá vazão para o sentimento de superioridade, o seu objetivo é servir e não ser servido.
Lucas 9.49-50: O verdadeiro cristão não deseja monopolizar o Evangelho de Cristo.
Noutra ocasião, Jesus foi interpelado por João, porque havia visto um alguém estranho ao grupo dos doze expulsando demônios. João, cheio de zelo religioso e vazio de sabedoria, impediu-o de prosseguir naquele ministério. Então, Jesus respondeu-lhe: “não o proíba, porque não há ninguém que faça milagre em meu nome e possa logo falar mal de mim, quem não é contra nós é por nós”. E falou da prática do amor fraternal também: “qualquer que der a vocês um copo de água porque são meus discípulos, terão um galardão, serão recompensados”.
A lição é: o verdadeiro discípulo reconhece que não possui o controle do cristianismo, prega e vive o Evangelho centralizando a mensagem de Cristo e jamais a sua própria pessoa e idéias. Pratiquemos e incentivemos a todos a viver o Evangelho, seja no simples ato gentil de oferecer o copo d'água como também no ato de orar e curar os enfermos.
Concluindo:
Sou este discípulo de Cristo descrito nesta linhas acima. Luto todos os dias contra a carne, procuro seguir as orientações de Jesus. Amo a Palavra de Deus e desejo propagá-la exatamente como ela é. Uso o filtro do discenimento espiritual para evitar não divulgá-la distorcidamente, segundo a interpretação de homens envolvidos em interesses voltados às tradições de movimentos evangélicos, placas denominacionais.
E.A.G.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

REDE GLOBO VOLTA A ATACAR REDE RECORD VIA SUCURSAL FOLHA DE SÃO PAULO

A coluna Outro Canal, escrita por Daniel Castro, publicada diariamente no caderno Ilustrada da Folha de São Paulo, sem que seja admitido, é uma espécie de vitrine do conglomerado Globo. Ali você encontra, notas e mais notas promovendo a emissora de televisão. O colunista global, travestido de Folha de São Paulo, via de regra, gasta uma média de 40% do espaço diário “tricotando” sobre a grade do canal aberto, e o restante com, os também globais, canais fechados (Telecines, Universal, Canal Brasil, Multishow, GNT e Futura) e televisões concorrentes. É claro, das concorrentes fala quase sempre negativamente e a porcentagem varia para mais quando é o caso de soltar bomba no colo dos inimigos da “famiglia” Marinho.

Foi o caso de hoje. A metade da coluna está fazendo uma suposta denúncia. Digo suposta porque assim como considero o Jornal Nacional considero Daniel Castro, para mim ambos não são fontes seguras. Tudo que sai deles eu busco confirmação em outras mídias.

Segundo Castro, por lei só as televisões geradoras podem transmitir programas e publicidades. As retransmissoras só podem repetí-las, sem nenhuma espécie de produção local. O colunista escreveu que a Rede Record está veiculando comercias de maneira ilegal em Campinas, pois naquela cidade a Rede Record não possui canal gerador, apenas um retransmissor de São Paulo. Ele informa que a Globo (entenda-se, Folha e Globo como uma só coisa nesta coluna) fez uma comparação da programação da transmissão da Record e “boa parte dos intervalos tem os mesmos anúncios até pela metade, depois a ordem é diferente mesclando com anúncio de Campinas”.

E.A.G.

RELATO DE UM CIENTISTA - BOAS RAZÕES PARA ACREDITAR EM DEUS

Deus Existe? Relato de um cientista

Razões para Crermos em Deus

Por A. Cressy Morrison

"Nós estamos no amanhecer da era científica, e todo o aumento da luz revela mais e mais a obra de um Criador inteligente.

Nós fizemos descobertas estupendas; com um espírito de humildade científica e de fé fundamentada no conhecimento estamos nos aproximando de uma consciência de Deus.

Eis algumas razões para minha fé:

Através da lei matemática podemos provar sem erro que nosso universo foi projetado e foi executado por uma grande inteligência de engenharia.

Suponha que você coloque dez moedas de um centavo, marcadas de um a dez, em seu bolso e lhes dê uma boa agitada.

Agora tente pegá-las na ordem de um a dez, pegando uma moeda a cada vez que você agita o bolso.

Matematicamente sabemos que a chance de pegar a número um é de um em dez; de pegar a um e a dois em seqüência é de um em 100; de pegar a um, dois e três em seqüência é de um em 1000 e assim por diante; sua chance de pegar todas as moedas, em seqüência, seria de um em dez bilhões.

Pelo mesmo raciocínio, são necessárias as mesmas condições para a vida na Terra ter acontecido por acaso.

A Terra gira em seu eixo 1000 milhas por hora no Equador; se ela girasse 100 milhas por hora, nossos dias e noites seriam dez vezes mais longos e o Sol provavelmente queimaria nossa vegetação de dia enquanto a noite longa gelaria qualquer broto que sobrevivesse.

Novamente o Sol, fonte de nossa vida, tem uma temperatura de superfície de 10.000 graus Fahrenheit, e nossa Terra está distante bastante para que esta "vida eterna" nos esquente só o suficiente!

Se o Sol desse somente metade de sua radiação atual, nós congelaríamos, e se desse muito mais, nos assaria.

A inclinação da Terra a um ângulo de 23 graus, nos dá nossas estações; se a Terra não tivesse sido inclinada assim, vapores do oceano moveriam-se norte e sul, transformando-nos em continentes de gelo.

Se nossa lua fosse, digamos, só 50.000 milhas mais longe do que hoje, nossas marés poderiam ser tão enormes que duas vezes por dia os continentes seriam submergidos; até mesmo as mais altas montanhas se encobririam.

Se a crosta da Terra fosse só dez pés mais espessa, não haveria oxigênio para a vida.

Se o oceano fosse só dez pés mais fundo o gás carbônico e o oxigênio seriam absorvidos e a vida vegetal não poderia existir.

É perante estes e outros exemplos que NÃO HÁ UMA CHANCE em um bilhão que a vida em nosso planeta seja um acidente. É cientificamente comprovado, o que o salmista disse: "Os céus declaram a Glória de Deus e o firmamento as obras de Suas mãos" - Salmo 19.1.

A. Cressy Morrison é ex- presidente da Academia de Ciências de Nova York.

Fonte: Newsletter - Dalva Ferreira dos Santos.