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sábado, 17 de janeiro de 2009

PAPO DE TEÓLOGO E AS PALAVRAS DE RONALDO DIDINI

Circula pela blogosfera a reprodução de uma entrevista de Ronaldo Didini, o homem responsável pela Rede Record estar nas mãos da Universal do Reino de Deus, a RIT (Rede Internacional de Televisão [sistema de televisão por satélite semelhante a Sky]) nas não da Igreja Internacional da Graça de Deus, e a presença, com mais de 10 horas no ar ao dia, no Canal 21, da Igreja Mundial do Poder de Deus. A matéria foi concedida ao site Cristianismo Hoje.

Fiquei satisfeito em encontrar a reprodução da matéria no blog Papo de Teológo Assembleiano, do amigo René Vasconcelos, porque marca a volta dele, que estava sem atualizar sua página, regularmente, desde novembro de 2008.

Fui lá e comentei assim: “A Teologia da Prosperidade é demoníaca, sim. Mas a negação de que haja promessas bíblicas de prosperidade ao povo de Deus, igualmente é. Satanás age nos dois extremos. E há seguidores dele nas duas pontas. No primeiro caso, homens, amando as riquezas, correm atrás apenas do dinheiro; no outro, homens, deixando de amar ao próximo, usam qualquer meio para tentar frear a Teologia da Prosperidade”.

E.A.G.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

A CARTILHA DE PODES-E-NÃO-PODES DO MINISTÉRIO DA CRÍTICA

O Ministério da Crítica peca por trocar a base dos seus julgamentos. Em detrimento das Escrituras Sagradas usa as cartilhas denominacionais (“pode-não-pode”) e até mesmo vídeos do YouTube, sem critério bíblico algum.


Todo cristão tem um parâmetro para viver a liberdade que Cristo dá. Existe o raio de ações do cristão, onde ele pode agir sem desagradar a Deus. E com freqüência, o cristão que vive essa liberdade são os alvos do Ministério da Crítica, que afirma ser pecado o que Deus não considera ser.


Mostrei em postagem anterior (aqui) os fariseus e os intérpretes da Lei, considerando pecador até Jesus Cristo, porque Ele estava agindo fora da cartilha das tradições humanas.


A carne se alimenta de religião. E a religiosidade carnal não sabe viver dentro da liberdade de Cristo, costuma criar muitas regras para que os salvos não sejam tão livres assim. Inventa a cartilha de “pode-e-não-pode” e passa a proibir muitas coisas que não são pecados, passando a considerar o mal bem e o bem mal (Colossenses 2.16-23; Isaías 5.20).


O julgamento não é pecado, mas há maneiras corretas e incorretas de julgar. A carnalidade julga incorretamente porque faz isso segundo as aparências, quando Jesus orientou fazer julgamentos examinando as Escrituras Sagradas. Não é possível aplicar a reta justiça sem o uso da Bíblia (João 5.39; 7.24; Jeremias 17.5-9).
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E.A.G.