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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Divorciados no grupo de obreiros. Pode?

Recebi recentemente uma correspondência de um leitor do Belverede em minha caixa de e-mail. Respondi a ele diretamente e fiz a presente postagem ao blog, suprimindo o nome do destinatário e sua localização.

"Sou cristão vinculado à Assembleia de Deus desde criança e sigo as postagens do blog Belverede e aqui me deparo com assuntos importantes. Aprendi vários conceitos ensinados na igreja e que acredito que sejam ensinos com bases bíblicas.

Porém, quero tirar uma dúvida. Vivemos em tempo caótico, observamos separações entre casais em muitas igrejas evangélicas. A impressão é que acabou a prática do princípio da Palavra entre os crentes, principalmente nas congregações da Assembleia de Deus.

É correto uma pessoa que está divorciada e vivendo no segundo casamento usar o púpito da igreja para cantar ou pregar? Estão em pecado? É lícito elas terem cargos específicos? Existe respaldo na Palavra de Deus para quem está em situação assim manter atividade oficial na congregação?

Por favor, me responda. 

Grato."

A resposta:

Olá.

O assunto que você traz é bastante polêmico e frequentemente debatido. Alguns dizem que divorciados não deveriam ter cargos na liturgia de cultos, como cantar, pregar, e apresentam as bases bíblicas de respaldo. E há quem diga o contrário empunhando a Bíblia Sagrada.

O que eu concluo? Penso que uma pessoa que esteja na posição de líder deve ser alguém cuja vida conjugal sirva de modelo aos congregados, um (a) marido/esposa e pai/mãe exemplar, como recomendam os textos das cartas escritas por Paulo. 1 Timóteo 3.2, 5; Tito 1.5-9.

As Escrituras neotestamentárias nos dão posicionamento claro quanto a ser moderado em todas as circunstâncias. Não é possível responder de uma só forma, dizer sim ou não de maneira generalizante para todos os casos de cristãos divorciados. Alguns conjuges são as vítimas! Então, não devem ser castigados por terem sido infelizes no matrimônio. Outros, são a parte errada que provocou a separação do casal, então, não devem ganhar um posto de confiança, pois o tratamento da liderança a eles será visto como apoio ao erro cometido.

E além de tudo já dito, ainda precisamos acrescentar que é preciso levar em consideração se o divórcio ocorreu quando a pessoa divorciada já era vinculada como membro da igreja ou antes de sua conversão. Se antes, o fato deve ser tratado como obras da carne enquanto a pessoa ainda era uma velha criatura. Deus não leva em conta o tempo da ignorância e nós devemos proceder de igual modo. Se se separou sendo alguém reconhecida como evangélica, o trato com ela merece atenção especial, aconselhamento com amor fraternal (Atos 17.30; 1 Pedro 1.13-16).

Aos que envolveram-se em problemas da separação conjugal, digo que devem refletir que Deus odeia o repúdio, permite que haja divórcio por causa de corações duros. Na lista de bem-aventuranças não consta como bem-aventurados os portadores de corações endurecidos. Então, quem diz servir ao Senhor jamais deve ser a parte que rejeita o marido ou esposa, e em situações de crise no relacionamento esforçar-se para relacionar-se com brandura e sempre que possível buscar a reconciliação (Malaquias 2.16; Mateus 5.1-11; 19.5-9).

Espero ter respondido sua pergunta à contento. Escreva-me mais se julgar necessário.

Abraço, na paz de Cristo.

E.A.G.

21 comentários:

Carlos Roberto Silva, Pr. disse...

Caro Eliseu Gomes,

Sábia resposta. Concordo plenamente com a mesma.

Saudações,

Pr. Carlos Roberto
Point Rhema

Discípulo de Cristo disse...

Prezado irmão Eliseu,

Permita-me contribuir nesse tema (Divórcio), o qual carece de uma análise mais profunda e menos polêmica; contudo, na dependência da simplicidade do Evangelho de Cristo.

Na lei de Moisés, mediante carta de divórcio, as mulheres eram repudiadas pelo homem duro de coração que a substituía por qualquer motivo, influenciado pela sociedade judaica que estigmatizava a mulher por ter sido Eva enganada pela serpente e não o homem, chegando a condição de não ser contada na genealogia dos Hebreus.
Portanto, quem concedeu carta de divórcio ao homem duro de coração, foi Moisés e não pelo Senhor Jesus, nos escritos abaixo:

Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério [ e o que casar com a repudiada comete adultério ].
Mateus 19. 9

Também ratificado pelo apóstolo Paulo, como se segue:

Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal. De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas núpcias.
Romanos 7. 2-3

Ora, aos casados, ordeno, não eu, mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido. ( se, porém, ela vier a separar-se, que não se case ou que se reconcilie com seu marido ): e que o marido não se aparte de sua mulher.
I Coríntios 7. 10-11

Aos mais digo eu, não o Senhor: se algum irmão tem mulher incrédula, e esta consente em morar com ele, não a abandone. E a mulher que tem marido incrédulo e este consente em viver com ela, não deixe o marido. Porque o marido incrédulo é santificado no convívio da esposa, e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente. Doutra sorte, os vossos filhos seriam impuros; porém, agora, são santos. Mas, se o descrente quiser apartar-se, que se aparte; em tais casos, não fica sujeito à servidão nem o irmão, nem a irmã; Deus vos tem chamado à paz.
I Coríntios 7. 12-15

A mulher está ligada enquanto vive o marido; contudo, se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, mas somente no Senhor. Todavia, será mais feliz se permanecer viúva, segundo a minha opinião; e penso que também eu tenho o Espírito Santo.
I Coríntios 7. 39-40

Segundo o entendimento que podemos extrair do Evangelho da Graça é que, o divórcio concedido por Jesus, só é permitido ao homem que foi traído pela esposa que cometeu relação sexual ilícita. No caso em que o marido é o adúltero e a esposa traída não quer reconciliação (perdoar), a mesma poderá separar-se por ter sofrido a traição conjugal, assim como, por qualquer outro motivo. Entretanto, a mulher que não quis reconciliar-se, estará cometendo adultério juntamente com aquele homem que vier a casar-se com ela; pois, segundo o Espírito Santo por meio do apóstolo Paulo, a mulher cristã que optar pela separação conjugal, deverá permanecer só e pura [até o fim de sua existência ou quando ocorrer o arrebatamento da noiva de Cristo] grifo do autor.

Paz Seja Contigo,

Discípulo de Cristo
J.C.de Araújo Jorge

Eliseu Antonio Gomes disse...

Caro J.C. de Araújo Jorge.

Obrigado por participar com este comentário.

Sobre este trecho: "Portanto, quem concedeu carta de divórcio ao homem duro de coração, foi Moisés e não pelo Senhor Jesus..."

Moisés era profeta (porta-voz) de Deus, nesta condição ele concedeu a permissão para que os duros de coração se divorciassem.

Abraço.

Discípulo de Cristo disse...

Irmão Eliseu, realmente como profeta, Moisés foi autorizado por Deus a conceder o divórcio por causa dos homens duros de coração no tempo da Lei, num período onde as coisas eram sombras daquilo que ainda viriam de forma perfeita. Portanto, somos dirigidos não pela sombra da Lei do velho testamento, mas por Aquele (Salvador e Senhor) que pode revogar o que Moisés legislou em Nome de Deus, e nunca o contrário, pois:
"A Lei e os Profetas vigoraram até João; desde esse tempo, vem sendo anunciado o evangelho do reino de Deus, e todo homem se esforça por entrar nele".
Lucas 16. 16

Contudo, o Senhor Jesus cumpriu a Lei em nosso lugar e a maldição da mesma que nos estava proposta para nossa condenação eterna.
Concluímos com isso que, a Igreja de Cristo é dirigida pelo Evangelho da Graça e não por mandamentos carnais que nunca aperfeiçoou coisa alguma. Porquanto, damos graças a Deus por enviar o Seu Filho Jesus Cristo, não só para nos salvar, mas também na condição de Senhor para nos dirigir em toda Verdade (Caminho) que nos conduz a Vida eterna.

Paz Seja Contigo!

5n3v35 disse...

É lamentável ver pessoas procurando trechos na bíblia para o divórcio, deveriam procurar para restauração.
Bela postagem, confirmou minha posição.

Eliseu Antonio Gomes disse...

J.C. de Araújo Jorge

Estamos debaixo da graça divina, que nos concede a liberdade. Contudo o favor divino possui parâmetro, que é a Lei de Cristo (Gálatas 6.2).

Ratifico o que você publicou acima, Jesus Cristo permitia a separação, mas somente nos casos de imoralidade sexual “Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério e o que casar com a repudiada comete adultério.” - Mateus 19.9.

Sobre o casamento, em sua postagem anterior, lembrou muito bem que Paulo incentivava a união conjugal, inclusive se um dos cônjuges fosse descrente: 1 Coríntios 7.12-15, 39-40.

Pedro também fez recomendação semelhante aos casais: 1 Pedro 3.1-2, 7.

Abraço.

Ágape Rio Marinho disse...

Paz queridos!

Permita-me expressar minha modesta opinião.

1 - A visão de Deus sobre o divórcio é sobre a impossibilidade de Cristo se divorciar da Igreja. O casamento que conhecemos entre homem e mulher (afirmo com convicção) nos moldes que temos em nossa sociedade é apenas uma visão embaçada d'aquilo que, de fato será nas bodas.

2 - Todo o plano de Deus culminará no arrebatamento da Igreja, ou seja, o CASAMENTO de Cristo com a Igreja; esse casamento não há a menor possibilidade de de haver divorcio!

3 - A visão de Deus sobre o divórcio esta firmada na impossibilidade de isso acontecer entre Cristo e a Igreja. Sendo assim, o homem que é o espelho para refletir a glória de Deus; foi dado a ele foi ordem para não se divorciar, apenas foi aberto uma brecha em caso de traição de ambas as partes.

4 - O divórcio só revela a falta de amor e misericórdia para com o cônjuge. Quem ama perdoa!

Quanto ao aceitar ou não uma pessoa que esta divorciada na Igreja ocupando funções de liderança, precisamos deixar de ser hipócritas quanto a isso, pois coais mosquito e engolis um camêlo, ou seja, deixamos coisas extremamente mais relevantes para trás, tais como:

1- Cuidar de nossas crianças dentro da Igreja com mais ênfase, dando a elas a importância de que elas serão os pastores e líderes de amanhã;

2- Respeitar as nossas diferenças e olharmos todos para o autor e consumador da nossa fé (Unidade gera qualidade e qualidade gera quantidade);

3- Sairmos das quatro paredes e irmos até onde as pessoas realmente precisam, sem que elas tenham que ter roupas limpas para nos "visitarem" em nossos suntuosos templos;

4- Recebermos no corpo de Cristo as pessoas como elas realmente são, pois no reino de Deus todos são alvos incondicionais do amor de Deus.

5- ....
6- ....

Precisamos olhar para homem como um ser que depende da opnião de Deus a respeito dele, e não do homem sobre o próprio homem, pois o homem não mudou em nada desde a queda e DEUS também não!

No amor do Senhor,

Pr. Marcos Couto

Pastor Silvério Silva "Voz do Semeador" disse...

Paz do Senhor, prezado irmão Eliseu A. Gomes, quero aqui expressar minha gratidão pela sua palavra.
Pois em minha vida ocorreu esta praga, QUANDO NÃO CONHECIA JESUS, mas depois Deus me concedeu uma noiva e este ano estaremos contraindo matrimônio.
Porém, ressalto que eu não era casado, mas vivia junto, e tivemos dois filhos, que servem ao Senhor, e aconteceu de não dar mais certo, pois ela me traia constantemente com diversos parceiros, chegando ao ponto dela mandar me matar, minha mãe, cristã recém convertida na época, 15 anos atrás, me aconselhou tomar uma decisão.
Em 1998 nos separamos, tentei várias vezes reatar, mas em janeiro de 1999, ela contou me tudo, contou-me com todos que havia saído, confesso que fiquei chocado, mas disse a ela, se ela parasse ficaríamos juntos, mas para meu espanto uma semana depois passou na minha frente com outro e o beijou, aquilo doeu no fundo da alma, quando em agosto de 1999 cai em depressão por quatro meses, dentro de um quarto, quase como mendigo, ai descobri que morava com outro e já estava grávida.
Me curei, sai da depressão, e em janeiro de 2000 aceitei Jesus como Salvador, e nunca mais a vi, e Deus fez promessa e cumpriu, hoje sou Pastor, Pai de dois jovens lindos, e noivo de uma mulher de Deus.
Enfim, este é meu testemunho, e suas palavras confirmaram aquilo que muitos me confrontavam, eu até já cheguei a achar que estava em pecado, por isso até copiei suas palavras, e Deus falou comigo, para que eu ficasse em paz.
"ainda precisamos acrescentar que é preciso levar em consideração se o divórcio ocorreu quando a pessoa divorciada já era vinculada como membro da igreja ou antes de sua conversão. Se antes, o fato deve ser tratado como obras da carne enquanto a pessoa ainda era uma velha criatura. Deus não leva em conta o tempo da ignorância e nós devemos proceder de igual modo". Estas foram tuas palavra.
Estou em lágrimas, a terminar esta palavra, expondo minha vida para ajudar a outros.
OBRIGADO, DEUS CONTINUE TE USANDO, QUE O AMOR POSSA FRUIR DE TI PARA OUTROS, COMO FRUIU PARA MIM.
Atenciosamente.
Pr Silvério Silva.

Alvaro Luciano Ribeiro Caetano disse...

Tá bom... Pode ou não alguém no segundo casamento pastorear uma congregação? No meu caso, eu já era pastor... Não houve adultério... Minha ex-esposa me deixou... Eu lutei pelo meu casamento até 15 meses após ela ter saído de casa... e ela não quis reconciliação. Ela se casou de novo e eu também me casei... EU NÃO POSSO MAIS PASTOREAR?

*** Outro caso:
- No caso de uma pastora ser casada... E o marido dela abusa sexualmente de sua filha... ELA NÃO PODE SE SEPARAR E CASAR DE NOVO?

- Ou a pastora apanha do marido... Ela não poderá ser mais pastora se casar de novo?

- Se a esposa de um pastor for embora... Simplesmente o deixou... Ele não pode mais pastorear se casar de novo?

Pegamos essas pessoas (como eu), classificamos como lixo e entregamos pra Satanás? Assim, simples assim?

Clara Queiroz disse...

Eu entendo que o pastor deve ser marido de uma só mulher,como diz a palavra nas qualificações do ministério,mas entendo também que o pastor separado deve viver vida digna, servindo ao Senhor, mas a função pastoral fica comprometida,e não deve se casar de novo,o problema é que nestes dias vemos pastores abandonarem as esposas e não renunciarem ao púlpito,e não aceitam serem tratados ou ajudados.

Ágape Rio Marinho disse...

Lixo! Claro que não!

O amor de Deus através do sangue do Senhor Jesus que foi derramado na cruz, não nos permite abrir mão do mais vil pecador, quanto mais de homem que passou pela experiência de um novo nascimento.

Se a Igreja onde o irmão é Pastor, o irmão tem o respeito da Igreja, é honrado por ela, então isso o torna livre de qualquer "condenação".

Júnior disse...

A paz amados irmãos,este assunto é bem complicado, porém devemos fazer considerações importantes para este tema, é claro que não tem como fazer um estudo exegético sobre o tema e postar aqui no comentário, mas queria fazer algumas ressalvas que pouco são faladas em nossas igrejas nem tampouco incentivadas, pois somos uma sociedade legalista.Primeiro fato é que todo pecado tem perdão, a não ser o pecado contra o Espírito Santo, então entendo que se a parte culpada se arrepender Jesus o perdoa, o perdão é uma remissão completa, isto significa que ele está apto para qualquer cargo ou ocupação na igreja, não cabendo ao homem julgar sua conduta, pois cremos no perdão, agora em virtude de sua falha talvez a parte ofendida não esteja disposta a reatar o compromisso e também não pode ser culpada por isso, as consequências do ato da parte culpada ele vai colher, mas não da mão do homem ou da igreja, pois não temos autonomia de julgadores, em dizer se é culpado ou não, se se arrependeu de verdade ou não, há casos que cabem a Deus o julgamento, e eu prefiro partir do princípio que o perdão é sobre todo o pecado e a bíblia não fala de pecadinho ou pecadão, tudo é pecado.Segundo, deveríamos falar a verdade sobre o casamento no antigo testamento, o casamento era mais um negócio do que união matrimonial, os homens podiam ter várias esposas e servas quanto eles pudessem sustentar, e o repúdio poderia se dar por qualquer motivo, simples assim, se o esposo achasse que sua esposa estivesse feia ele simplesmente a repudiava, e naquele contexto não haviam casamentos no papel, em registro, o casamento era efetuado e confirmado após o ato consumado, e as mulheres repudiadas por não ter direito a herdades eram obrigadas a se prostituir para garantir o sustento, então Moisés ordenou que dessem carta de divórcio a suas esposas, que na verdade esta carta significava que outro homem pudesse casar com ela, lhe dando um lar e o sustento, evitando assim que esta mulher se prostituísse, vejam bem não parece negócio.Agora nosso amado Jesus ao falar do assunto ele diz que em hipótese alguma deveríamos repudiar nossas esposas, por que senão comete adultério, e quem casar com a repudiada também comete o adultério, na verdade Jesus só quis garantir o direito das mulheres e acabar com o costume machista praticado pelos Judeus e colocou as mulheres em igualdade aos homens. Agora como homens de Deus e compromissados com o bem estar das pessoas, imagine um casal que se casam jovens, porque confundem hormônios com amor e por estarem em uma entidade legalista que é a igreja decidem-se casar para evitar o escândalo, passam-se os anos e eles descobrem que não se amam e agora passam a se suportar e a felicidade já está bem longe, é claro que o primeiro conselho é orar, buscar em Deus o amor, mas não devemos ser mentirosos com nós mesmos, nem sempre resolve, e aí agora decidem se separar, e viverem suas vidas, aí eu pergunto é justo acabar com o ministério desses jovens, será que foi isto que Jesus quis nos dizer no livro de Mateus, sinceramente não acredito, se houver separação não poderá mais exercer o ministério, acho isto um pouco pesado, é claro que não concordo com a banalização do casamento, mas a cada caso é um caso e devemos julgar com imparcialidade e amor, abraço fique na paz de nosso Senhor Jesus Cristo.

Vander Rodrigues disse...

A Paz Caros irmãos o Divorcio não e e nunca será a vontade de Deus , isto já esta Claro não a como questionar , sendo que o homem de coação duro quer achar na Palavra de Deus uma forma de se justificar dos erros, isto e completamente um equivoco podendo ate se tornar apostaria , não estamos aqui para questionar o Divorciou , mais sim se o divorciado pode ou não ser um obreiro , ( A verdade e que um Obreiro que possui um cargo como Diácono , Presbítero , Pastor não pode ! isso mesmo ele não pode ! Exercer o cargo pois ele tem que ter testemunho de sua vida Familiar e dar conselhos como superar as Adversidades , matrimonial, pois como vai ser quando uma Familiar que vier com problemas sérios a ponto de uma separação o que ele vai falar qual será o conselho ? Ele ira falar , faz igual eu não da certo separa ! Temos que levar a Obra de Deus a serio pois muitos obreiros lideres estão fazendo de tudo para inserir membros, ``irmãos´´ de qualquer forma na Obra de Deus , usando uma frase de muitos de vocês conhecido ele tem uma chamada se não dermos um cargo,ele ira para outra denominação , temos que priorizar a chamada de Jesus Principal e A Salvação . ( Da mesma forma como Moisés levantou a serpente no deserto, assim também é necessário que o Filho do homem seja levantado,
para que todo o que nele crer tenha a vida eterna.
"Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.
Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele.
Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus.
Este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram as trevas, e não a luz, porque as suas obras eram más.
Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, temendo que as suas obras sejam manifestas.
Mas quem pratica a verdade vem para a luz, para que se veja claramente que as suas obras são realizadas por intermédio de Deus".

João 3:14-21Respondeu Jesus: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.

João 14:6

ale disse...

Por um acaso achei esta pagina, não sou de igreja evangélica, mas tenho uma curiosidade.

Fui casada por 17 anos e meio e meu marido me traiu com uma mulher da Assembleia de Deus,assim que ele saiu de casa foi morar com ela( ainda eramos casados) o divorcio saiu 9 meses depois, enquanto isso ele estava com ela ou seja ele adultero e ela fornicadora, frequentando a igreja e todos aceitando e agora parece que vão se casar na igreja. Pergunto isso pode?

Eliseu Antonio Gomes disse...

Ale

Para o cristão autêntico, o modelo de comportamento é Jesus Cristo, cuja noiva é a Igreja, instituição composta de gente salva pela fé, crentes oriundos de todas as partes do mundo, de todas as gerações, independente de qual denominação evangélica faça parte.

Eu acredito que a Palavra de Deus incentiva aos casais que vivam o matrimônio até o fim da vida do cônjuge, sendo permitida a separação em vida quando um dos parceiros é infiel.

Que Deus te abençoe.

Na eira com Deus disse...

Sou separada ha nove anos meu marido vivia em adultério e me espancava muito. Sempre fui de oração e jejuava muito por ele, sempre perdoe suas traições porem quanto mais perdoava mais ele me traia. Pedia muito pra Deus tirar as mulheres do caminho dele e Deus tirava mais um mês depois ele ja estava com outra e assim eu o perdoei por 25 anos. Perdoava suas pancadas em meu coração corpo tentou me matar por cinco vezes estrangulada mais jesus me ajudou e me livrou, uma vez tentou me matar a facadas também o Senhor me livrou. Mais ele nunca deu importancia para meu perdão, pois sempre continuou em adultério então estive com a vida em perigo por todo esse período minhas filhas impediam muitas vezes que ele me matasse e eu não conseguia viver sem ele. Então comecei a orar pedindo libertação e Deus mudou meu coração que não sentia mais amor de mulher por ele a violência matou meu sentimento e pedi a separação e não me casei mais com ninguem nem pretendo casar -me e essa foi a melhor escolha que fiz sinto paz em meu coração. Não me sinto a vontade para casa-me denovo estou feliz assim gosto muito muito de pregar a palavra de DEus por isso prefiro ficar assim. Sempre houve lugar para o perdão mais mesmo assim não abadonava o adulterio e a violencia domestica.

Eliseu Antonio Gomes disse...

Olá, irmã (Na Eira com Deus).

Você não é a parte ofensora, mas a ofendida, e, como cristã fez corretamente o que deveria fazer ao decidir perdoar. Além disso, não errou ao querer e se afastar do companheiro que não demonstrou intenção em ser fiel como seu marido.

Você possui toda liberdade para permanecer solteira ou se casar outra vez. É livre para servir ao Senhor não se casando ou casada.

Temos a declaração do salmista a revelar que o Senhor ajuda aos solteiros que se sentem solitários a constituir sua família (Salmos 68.6). E a manifestação de Paulo, que é uma das figuras mais importantes entre os apóstolos da Igreja Primitiva, recomendando a quem pudesse permanecer só, que não se casasse (1 Coríntios 7.27-28).

Nunca se esqueça: Deus ama os aflitos e inclina seus ouvidos aos aflitos (Salmos 116.1-6).

Caso queira ler mais sobre o assunto:

Divórcio e novo casamento. Pode?
http://belverede.blogspot.com.br/2014/07/divorcio-e-novo-casamento-pela-otica-da-roforma-protestante.html

Abraço, na paz de Cristo.

Na eira com Deus disse...

Obrigada pela resposta. Eu escolhir ficar solteira

Eliseu Antonio Gomes disse...

Deus continue a abençoar você nesta escolha.

Anônimo disse...

Irmão, concordo pleeeeeeenamemte contigo. Muitos julgam e interpretam a Bíblia ao pé da letra não considerando a época em que ela foi escrita e.se acham santos acima de td. Existem inúmeros tipos de pecados. Por conta desses julgadores, muitos se afastam do evangelho e isso eles prestarão conta no grande dia.A graça e paz.

Eliseu Antonio Gomes disse...

Anônimo | 28 de julho de 2017.

Este assunto é extremamente sério. Quem ama a Deus de verdade, deve se aprofundar neste tema, para conhecer o que Ele deseja de nós quanto ao matrimônio.

Abraço.

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Bola colorida na areia da praia. By Eliseu Antonio Gomes

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