
Fundadores da Assembléia de Deus: Daniel Berg e Gunnar Vingren. Logotipos assembleianos. À esquerda: Assembléia de Deus Bom Retiro; CONAMAD; CGADB. À direira: Editora Central Gospel; Editora Betel; Editora Casas Publicadoras das Assembléias de Deus.
Os assembleianos são acusados por outras denominações evangélicas de serem desunidos.
E, ao observar a história da Assembléia de Deus, próxima de completar um século no Brasil, é fácil constatar a veracidade desta afirmação.
No passado a CGADB era uma instituição considerada altamente relevante, perante todos os assembleianos, hoje existem as convenções similares fazendo concorrência cada vez mais forte a ela, e também há diversas Assembléias de Deus independentes. Em face disto a CGADB já ameaçou entrar na justiça, pois, detém os direitos de uso exclusivo da placa "Assembléia de Deus" e cogitou pela proibição do uso generalizado, desejando reaver o monopólio que escapa pelos dedos das mãos feito grãos de areia.
No passado a CPAD era a única a confeccionar material gráfico para a denominação. Hoje existem a Central Gospel (pertencente ao Pr Silas Malafaia - conveniado à CGADB), e Editora Betel (CONAMAD). Não tenho nada contra isso, acho que a concorrência fez as revistas da Escola Bíblica Dominical, da CPAD, melhorarem de qualidade em 100%. Mas já encontrei irmãos encarando a situação como motivo para declarar guerra, como se a Casa Publicadora das Assembléias de Deus fosse administradora da unção do Espírito e as demais editoras "coisas do diabo".
É comum ver pastores se digladiando contra pastores. Os mais antigos pegam os mais novos para alvos de críticas, esquecendo que Davi era menino quando venceu Golias, e que cabe aos velhos ensinarem os jovens a crescerem na graça e no conhecimento de Deus. Mas, criticar é costume denominacional... Ensinar, pra quê? É mais fácil derrubar do que levantar alguém. Estes são os pensamentos que flutuam feito fumaça impregnada no cérebro dos velhos pastores assembleianos. Se não pensam dessa maneira feia, então, eles estão agindo de maneira contradizente, pois os seus atos mostram exatamente isso.
Vemos que a Assembléia de Deus chega aos 100 anos, mas talvez não seja a Assembléia de Deus que estava nos sonhos dos missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren. Está mais dividida do que pizza fatiada e pronta para ser servida. Quem se serve da Assembléia de Deus?
Os irmãos assembleianos, levados pelo sentimentos de Caim, não se entendem. Diante disso, acho que não haverá uma festa do centenário, mas muitas... E em cada uma delas haverá na porta a solicitação de cartão de membro, para barrar quem seja de outra convenção.
Triste!
E, ao observar a história da Assembléia de Deus, próxima de completar um século no Brasil, é fácil constatar a veracidade desta afirmação.
No passado a CGADB era uma instituição considerada altamente relevante, perante todos os assembleianos, hoje existem as convenções similares fazendo concorrência cada vez mais forte a ela, e também há diversas Assembléias de Deus independentes. Em face disto a CGADB já ameaçou entrar na justiça, pois, detém os direitos de uso exclusivo da placa "Assembléia de Deus" e cogitou pela proibição do uso generalizado, desejando reaver o monopólio que escapa pelos dedos das mãos feito grãos de areia.
No passado a CPAD era a única a confeccionar material gráfico para a denominação. Hoje existem a Central Gospel (pertencente ao Pr Silas Malafaia - conveniado à CGADB), e Editora Betel (CONAMAD). Não tenho nada contra isso, acho que a concorrência fez as revistas da Escola Bíblica Dominical, da CPAD, melhorarem de qualidade em 100%. Mas já encontrei irmãos encarando a situação como motivo para declarar guerra, como se a Casa Publicadora das Assembléias de Deus fosse administradora da unção do Espírito e as demais editoras "coisas do diabo".
É comum ver pastores se digladiando contra pastores. Os mais antigos pegam os mais novos para alvos de críticas, esquecendo que Davi era menino quando venceu Golias, e que cabe aos velhos ensinarem os jovens a crescerem na graça e no conhecimento de Deus. Mas, criticar é costume denominacional... Ensinar, pra quê? É mais fácil derrubar do que levantar alguém. Estes são os pensamentos que flutuam feito fumaça impregnada no cérebro dos velhos pastores assembleianos. Se não pensam dessa maneira feia, então, eles estão agindo de maneira contradizente, pois os seus atos mostram exatamente isso.
Vemos que a Assembléia de Deus chega aos 100 anos, mas talvez não seja a Assembléia de Deus que estava nos sonhos dos missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren. Está mais dividida do que pizza fatiada e pronta para ser servida. Quem se serve da Assembléia de Deus?
Os irmãos assembleianos, levados pelo sentimentos de Caim, não se entendem. Diante disso, acho que não haverá uma festa do centenário, mas muitas... E em cada uma delas haverá na porta a solicitação de cartão de membro, para barrar quem seja de outra convenção.
Triste!
E.A.G.
Postado neste blog, originalmente, em 16 de dezembro de 2008.
4 comentários:
Prefiro a ASSDEUS com um único modelo, uma mesma visão e filosofia, com costumes ao menos parecidos, ou seja uma única identidade. Hoje tem assembléias para todos os tipos de gostos. Seria bom que quem quer ser diferente, realmente não usasse nossa placa.
Júnior Juninho
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Eliseu Antonio Gomes disse:
" acho que não haverá uma festa do centenário, mas muitas..."
Voce sabe que estou comencando a achar isso tambem? rsrsrs.
by NilmaBostonRio
Nilma
Eu ficaria muito feliz se estiver errado!
Abraço.
Junior
Os fundamentos do Evangelho de Jesus Cristo não possuem questões de usos e costumes, pois é uma mensagem universal, para ser pregada em todas as nações, em todo o mundo.
Tentar incorporar doutrinas que não são de Cristo ao Evangelho, não é uma atitude recomendável aos que querem entrar no céu.
A idéia de "identidade assembleiana" é algo estranho de ser desejado, pois nada tem a ver com a Palavra de Deus.
Abraço.
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