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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

ERROU O CÉU POR 45 CENTÍMETROS



Por Moises Gomes


Quando eu era ainda seminarista, isto há mais de 25 anos, alguém entregou-me um folheto cujo título chamou minha atenção.

O tema ali apresentado despertou a curiosidade. Dizia o título: “Errou o céu por 45 centímetros”. A indagação queimou meu coração e fiquei aguardando o momento propício para ler aquele folheto. Assim que tive a oportunidade eu o li e a medida que entrava no seu contexto concordava em gênero, número e grau com o conteúdo daquela leitura. Vi que é uma realidade que paira até hoje em nossos dias.

O corpo do texto era o seguinte: Muitas pessoas falam de Deus, dizem que se converteram e até realizam grandes obras em nome do Evangelho. Muitos chegam a ser famosos com os seus feitos no meio evangélico, se tornam Bispos, Pastores, Evangelistas, Missionários, mas não absorvem o mais importante...

São incontáveis o número de homens e mulheres que se dizem crentes. E isto nos leva a meditar na Bíblia Sagrada:

“Nem todos que dizem Senhor, Senhor herdarão o Reino dos Céus, mas somente aqueles que fazem a vontade de meu Pai que esta no céu” - Mateus 7.21.

“Graças te dou ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultastes estas coisas dos sábios e entendidos e revelaste aos pequeninos” - Mateus 11.25.

Independente de posto, de cargo, que o obreiro ocupa, muitas pessoas estão errando o céu por 45 centímetros. O conhecimento deles acerca de Deus ou de Jesus reside apenas em suas mentes e não no coração. A distância da mente até ao coração é de apenas 45 centímetros e é este pequeno espaço que falta para muitos entendidos, para muitos sábios que querem manipular a Deus, limitando seu poder e sua misericórdia, selecionando pessoas e esquecendo que Deus ama a todos e que o seu Filho morreu na cruz por amor de todos. Ter o Evangelho dentro do coração leva-nos a praticar o que Jesus manda. O quê? Amar a todos.

“Nós sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos; aquele que não ama permanece na morte” - 1ª João 3.14.

Caro (a) internauta leitor(a) deste tópico, desta pequena mensagem, reveja o conceito sobre o cristianismo se ainda não incorporou ao seu viver o valor e a significância do amor ao próximo. A vontade de Deus é que amemos uns aos outros. É necessário sintetizar à vida cristã o mandamento do amor para ter o futuro além-túmulo com Deus.

Que a paz do Senhor Jesus reine em sua vida.

Obs: Artigo adaptado ao blog.

domingo, 5 de outubro de 2008

As traduções da Bíblia ao idioma português

Por Jaime Nunes Mendes

A Bíblia (plural grego de biblion: “livro”), como todos sabem, é o livro mais conhecido do mundo.

Em 1534, quando Martinho Lutero traduziu sua Bíblia alemã, circulavam no mundo cerca de 15 traduções.

Em 1800 esse número aumentou para 75.

Em 1900 subiu para 567 traduções. Atualmente, a Bíblia completa ou em partes, foi traduzida para mais de 2000 línguas e dialetos.

A primeira tradução da Bíblia inteira para o idioma português é a de João Ferreira de Almeida, datada de 1748. No Brasil, além das tradicionais versões Corrigida e Atualizada, há, especificamente entre os evangélicos, inúmeras traduções ou versões.

Por exemplo: Nova Tradução na Linguagem de Hoje, Nova Versão Internacional, Bíblia Viva etc. Qual, afinal, é a que melhor reflete o texto original? Inicialmente, faz-se mister saber (para decepção de alguns) que não há nenhum manuscrito original da Bíblia. Os que existem são cópias de cópias, feitas ao longo dos séculos. Todavia, trata-se (para confortos dos decepcionados) de verdadeiras cópias dos antigos manuscritos originais. Através da crítica textual (comparação das diversas traduções) descobre-se que menos de 1% dos textos apresentam contradições ou variações.

Portanto, 99% do conteúdo da Bíblia tem o seu sentido preservado. Vale lembrar que a crítica textual é um dos métodos usados com eficiência para se avaliar a autenticidade de documentos históricos, tais como os de Aristóteles, Homero, Platão etc. As diferenças de vocábulos entre as diversas versões não altera em nada o sentido original.

Exemplo na referência Isaías 1.18a:
• Na versão Corrigida, lê-se: "Vinde, então, e argui-me, diz o Senhor";

• Na Atualizada: "Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor";

• Na Bíblia na Linguagem de Hoje: "O Deus Eterno diz: ‘Venham cá, vamos discutir este assunto";

• Na Bíblia do Pão (católica): "Vinde, debatemos - diz o Senhor".
Os verbos arguir, arrazoar, discutir e debater são equivalentes, isto é, possuem sentido comum.

Sobre Isaías 1.18b, lê-se:
• Na versão Almeida Corrigida: "Ainda que os vossos pecados sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão brancos como a lã";

• Na Bíblia Viva: "Mesmo que os seus pecados sejam vermelhos como sangue, Eu os deixarei brancos como o cal";

• Numa tradução africana, em uma região onde não havia neve, traduziu-se "brancos como a neve" por "brancos como a polpa do coco".
Dessa forma, as expressões branco como a neve, branco como o cal e branco como a polpa do coco transmitem igualmente a ideia original, ou seja, que Deus pode tirar toda a mácula do pecado.

Ao traduzir a Bíblia para uma nova língua, os tradutores muitas vezes levam em conta o contexto cultural do povo que a fala. Por exemplo, numa determinada língua indígena, na qual o nosso pãozinho era alimento desconhecido, na passagem bíblica em que Jesus é chamado "o pão da vida", empregou-se "mandioca da vida", uma vez que a mandioca era o alimento principal da tribo.

Faz-se mister ressaltar, porém, a existência de inúmeras versões ou traduções tendenciosas, que, para se adequarem aos ensinamentos de determinados grupos religiosos ou ideológicos, foram sensivelmente alteradas. Há algum tempo, por exemplo, foi publicada nos EUA uma versão bíblica denominada "politicamente correta", na qual extraiu-se a palavra "escuridão", substituindo-a por "noite", pois segundo os seus organizadores, o sentido "pejorativo" da palavra "escuridão" poderia ser associado pessoas de pele negra.

Nesta mesma versão, Deus não é chamado Pai, e sim Pai - Mãe, por causa do suposto sentido autoritário e machista do termo Pai.

Um outro caso é a famigerada Tradução do Novo Mundo, na qual, por exemplo, tirou-se a palavra "cruz" substituindo-a por "estaca de tortura": "Se alguém quer vim após mim, repudie-se e apanhe a sua estaca de tortura, dia após dia, e siga-me continuamente" (Lucas. 9.23). Nesta mesma versão traduziu-se - tendenciosamente - João 1.1, da seguinte forma: "No princípio era a palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era um deus". Note-se o uso do artigo indefinido "um" (um deus), bem como o “d” minúsculo do nome DEUS (deus).

Fonte: Bíblia de Modo Fácil [comunidade extinta sediada na plataforma Orkut].

sábado, 4 de outubro de 2008

DIA 5 DE OUTUBRO: ELEIÇÕES - CUIDADO COM AS CAPAS DOS PRINCIPAIS JORNAIS E REVISTAS

Já é quase praxe. No Brasil existe o mal costume de estampar "notícias" nas capas de revistas e jornais no dia da eleição contra determinados candidatos. E isso é muitíssimo suspeito!

Por que guardar tais matérias para este dia?


Não será surpresa para mim se acontecer o mesmo neste próximo dia 5 de outubro de 2008.

Se houver uma "bomba" contra alguém que esteja fazendo parte do pleito, só para contrariar, vote justamente no alvo deste ataque da mídia! Colabore para ele ganhar! Não se deixe ser manobrado! Não mude ou forme opinião baseado nas "notícias" do dia do seu voto.


Deveria ser crime eleitoral estampar nomes de quem está concorrendo em matérias dos jornais e revista no dia em que os eleitores vão às urnas.

Que as reportagens sejam antes ou depois deste dia...


E.A.G.