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Arquivo | 14 anos de postagens

sexta-feira, 15 de maio de 2015

A Bíblia Sagrada afirma que homens são deuses?

Por William MacDonald
Mario Persona (Tradução)

Jesus diz que somos deuses?

Sobre sua dúvida em João 10:34-36 vou traduzir um comentário que achei bem completo:

"Respondeu-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: sois deuses? Pois, se a lei chamou deuses àqes a quem a palavra de Deus foi dirigida ( e a Escritura não pode ser anulada ), àquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo, vós dizeis: Blasfemas, porque disse: Sou Filho de Deus?"

Aqui o Senhor Jesus citou o Salmo 82:6 para aqueles judeus. Ele chamou isso parte da Lei. Em outras palavras, foi tirado do AT que eles reconheciam como sendo a Palavra de Deus inspirada. O versículo completo diz assim: "Eu disse: vós sois deuses, e vós outros sois todos filhos do Altíssimo". O Salmo era dirigido aos juízes de Israel. Eles eram chamados "deuses" não por serem divinos, mas por representarem a Deus quando julgavam o povo. A palavra hebraica para "deuses" (elohim) significa literalmente "poderosos" e pode ser aplicada para personalidades importantes como os juízes. (Fica claro pelo restante do Salmo que eles não passavam de homens e não deidades, pois julgavam injustamente, faziam acepção de pessoas e pervertiam a justiça).

O Senhor usou este versículo dos Salmos para mostrar que Deus usava a palavra "deuses" para descrever homens aos quais foi dada a Palavra de Deus. Em outras palavras, esses homens eram porta-vozes de Deus. Deus falava à nação de Israel através deles. Eles eram uma manifestação de Deus em seu lugar de autoridade e juízo, e eram os poderes ordenados por Deus. "E a Escritura não pode ser anulada", disse o Senhor, expressando sua crença na inspiração nas escrituras do Antigo Testamento. Ele fala delas como escrituras infalíveis que devem se cumprir, e que não podem ser negadas. Na verdade, as próprias palavras das Escrituras são inspiradas, não apenas seus pensamentos ou idéias. Todo o argumento do Senhor está baseado numa única palavra, "deuses".

O argumento do Senhor vai do menor para o maior. Se juízes injustos eram chamados "deuses" no Antigo Testamento, quanto mais direito tinha Ele (Jesus) de dizer que era o Filho de Deus. A Palavra de Deus veio a eles; Ele era e é a Palavra de Deus. Eles eram chamados "deuses"; Ele era e é Deus. Jamais poderia ser dito deles que o Pai os houvesse santificado e enviado ao mundo. Eles nasceram no mundo como quaisquer outros filhos do caído Adão. Mas Jesus foi santificado (separado) pro Deus Pai desde a eternidade para ser o Salvador do mundo, e foi enviado ao mundo do céu onde sempre habitou com Seu Pai. Assim Jesus tinha todo o direito de reivindicar igualdade com Deus. Ele não estava blasfemando quando clamava ser o Filho de Deus, igual com o Pai. Os próprios judeus usavam o termo "deuses" para homens corruptos que eram meros porta-vozes ou juízes designados por Deus. Quanto mais podia Ele (Jesus) reivindicar o título, já que ele realmente era e é Deus.

Conteúdo extraído de Believer's Bible Commentary cujo autoria de comentários é de William MacDonald, editados por Arthur Farstad e publicados pela editora Thomas Nelson Publishers.

Fonte: O Que Respondi - http://www.respondi.com.br/2010/01/jesus-diz-que-somos-deuses.html

Desenterrando talentos para novos propósitos na vida


Por João Cruzué 

"Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula de um continente, uma parte da terra..." Quem disse isto, foi o poeta inglês John Donne (1572-1631), mas foi o apóstolo Paulo quem deixou escrito estas belas palavras: E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus", em Romanos 12.2.

Deus é o Criador. Ele deu propósito a tudo e a todos. Minha vida tem um propósito. Você foi criado para um propósito especial. Hoje somos 6,5 bilhões de seres humanos, cada um tem pelo menos um talento especial, que se descoberto e trabalhado, contribui para fazer deste mundo um lugar melhor para se viver.

Continuação da leitura em Olhar Cristão

Imagem: http://www.wpclipart.com/food/fruit/grapes/more_grapes/green_grapes_on_vine.png.html

quarta-feira, 6 de maio de 2015

As incríveis e esquecidas promessas feitas no altar durante a emocionante cerimônia de casamento

Na postagem Pastor Jabes de Alencar e Nani Abílio eu escrevi sobre o divórcio e segundo casamento do fundador da Assembleia de Deus Bom Retiro, e  ontem um visitante deste blog manifestou-se lá sem se identificar. Tudo bem, aceito anonimato neste caso em que a pessoa fala de si mesma e não contra terceiros. A pessoa anônima disse ter se casado, tido um filho fruto deste matrimônio e em seguida se separado e agora estar frequentando a AD Bom Retiro porque ali não sofre julgamentos de ninguém. Com este argumento, declarou que entendia o que Jabes  e ex-esposa sentiam ao ler as críticas sobre a separação conjugal.

Na publicação anterior eu não fiz aprofundamento do que penso desta situação, apenas reportei o fato usando fotos, nesta resposta, que destaco nesta data, eu publico meu pensamento. 
________

Caro Anônimo (5 de maio de 2015).

O impacto ocorrido e a repercussão desenrolada pelo fato da separação do Pr. Jabes e seu novo casamento acontece em razão da grande representatividade que a pessoa dele exerceu com proeminência dentro do cenário evangélico em várias décadas. Importância e projeção como representante da classe de pastores.

Tenho carinho pelo Pr. Jabes e irmã Zilmar. Não conheço detalhes sobre a motivação deles para o fim do relacionamento de tantos anos vividos juntos - e nem tenho interesse em invadir a privacidade de ambos. Eu me entristeci ao receber a informação.

Dentro da Bíblia Sagrada, o matrimônio é um assunto sério, delicado e importantíssimo. Apesar de existir na sociedade brasileira atual gente admirada vivendo na condição de divorciadas e casadas outra vez, e até gente que está em nossos círculos de pessoas próximas que amamos, e este assunto ser um tema muito dolorido, delicado para muitos, cuja abordagem tem peso para causar lágrimas para tantos, nenhum explanador das Escrituras Sagradas está autorizado por Deus a silenciar-se. O pregador precisa de tato, amor, e coragem, dizer tudo o que há na Bíblia contextualizadamente sobre isso, pois antes de amar o próximo deve amar ao Deus da Palavra. 

Sabemos que existe da parte de Deus a permissão para que haja o divórcio na situação de imoralidade sexual, e isto precisa ser observado com atenção quando falamos do assunto. Entretanto, a exceção, que é divorciar-se, não ocupa o lugar da regra, que é "o que Deus uniu não separe o homem".

Veja:

1. No Antigo Testamento, livro de Gênesis, encontramos Deus criando o relacionamento interpessoal. E não foi entre amigos, entre patrões e empregados, entre colegas de trabalho ou escola, foi entre marido e esposa. As outras modalidades de relacionar-se na sociedade humana surgiram depois.

2. O Filho Unígênito de Deus, o menino Jesus, cresceu dentro da proteção de um casamento. O Pai celestial confiou ao casal José e Maria que o criassem até que Ele chegasse à fase adulta. Só após Jesus conhecer pessoalmente a significância de uma família estruturada, segundo os parâmetros do Criador ,é que iniciou a vida longe do lar.

3. A inauguração da série de milagres de Jesus Cristo aconteceu em uma festa de casamento. Não poderia ser em outro evento, pois assim Ele corroborou a importância que há em um homem unir-se com uma mulher e com ela tornar-se em uma só carne. Tal unicidade é algo profundo, pois duas pessoas transformadas em uma geram outras pessoas, almas passam a existir, surgem vidas novas cuja finalidade é amadurecerem e de maneira voluntária e consciente adorarem ao Criador por toda a eternidade.

Saiba que não tenho a intenção de pôr meu dedo em feridas. Desculpe-me ressaltar que você falou em feridas da separação conjugal. É necessário enfatizar que além de ex-marido você é um pai. Comentou aqui que casou-se e separou-se da mãe de seu filho. Então, espera-se de você e da sua ex a disposição para com muita seriedade honrar a responsabilidade de educar a criança, tanto para as coisas dessa vida quanto para as coisas de Deus, ensinar a servir ao Senhor e influenciar a ser um cidadão de bem.

Espera-se a mesma intensidade de consideração em todas as pessoas evangélicas separadas. Deve-se considerar bastante o sofrimento da criança que geraram no que concerne à ruptura da relação conjugal. As pessoas divorciadas devem buscar da parte do Senhor a sabedoria para conduzir a criança ao exercício da boa cidadania e a ser um cidadão do céu, apresentando a ela Jesus Cristo como único e suficiente Senhor e Salvador.

Minha argumentação não é feita para apontar o meu dedo em riste contra quem estiver separado, divorciado, em segundo casamento, contra pais e mães ausentes. Mesmo constrangidos, não podemos silenciar diante do conteúdo bíblico, pois o Senhor nos pedirá contas de tudo que nos confiou semear.

Enfim, não acredito que possa existir alguém neste mundo que olhe para outra e diga: "este (a) é o (a) meu - minha futuro (a) ex-esposo (a)". Nada é premeditado, todos sonhamos em ter uma vida feliz ao lado de outra que corresponda o sentimento de amor. A crise de relacionamento conjugal acontece por outros fatores e algo que deveria ser controlado foge ao controle e cada um segue por caminhos distintos, esquecendo-se das incríveis promessas feitas um ao outro no altar durante a celebração dos laços matrimoniais. 

Abraço.

E.A.G.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Três situações comuns a considerar em relacionamentos sociais do cristão neste mundo

1. A convivência entre pessoas carnais e pessoas espirituais 

"Irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, encaminhai o tal com espírito de mansidão; olhando por ti mesmo, para que não sejas tentado" - Gálatas 6.1. 

Os crentes em Deus são chamados por Jesus para ser o sal e a luz desse mundo, para conduzir almas distantes de Cristo aos pés dEle. Mas se não houver dentro de nós o cuidado para reagir corretamente às provocações de pessoas cuja mente raciocina de maneira carnal, nos afastaremos da doutrina dada Cristo, o nosso tempero azedará e nossa luz apagará. 

São várias as provocações realizadas por pessoas carnais, inclusive, não são comportas apenas de perseguições e humilhações. Elas também surgem como convites simpáticos sinalizando amizade. Existem diversas sugestões de procedimentos com o objetivo de que tenhamos algum lucro, experimentemos algum prazer temporal. Porém,esses estímulos representam ofensa contra Deus, porque a finalidade obscura delas nos induz ao pecado. 

A resposta para todas as incitações desta qualidade precisa ser dada com tolerância e cordialidade, porque as pessoas carnais ainda não sabem o que fazem. O cristão está convocado para ensinar as pessoas carnais a caminharem no Espírito. Façamos discípulos, aqui na Internet, em família, na escola, no trabalho, na igreja; enquanto motoristas, enquanto pedestres. Sejamos crentes espirituais 24 horas ao dia, todos os dias do ano, todos os anos de nossas vidas.

2. O sol poente

"Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira" - Efésios 4.26.

Não permita que assuntos não conversados, ou interrompidos, façam com que a imaginação equivocada e a raiva contra pessoas dilacerem o seu coração com o desejo de fazer justiça segundo o modelo humano de ajustar as relações. Quando em circunstância de crise com alguém, o mais rápido que puder, ore a Deus e vá conversar com a pessoa envolvida, esclareça o problema que houver, restabeleça a tranquilidade. Se a outra pessoa não quiser apaziguar a situação, durma tranquilo porque você fez a sua parte, portanto, está debaixo da proteção da poderosa mão de Deus, e o Justo Juiz, que vê tudo o que se passa em nossas vidas, agirá de acordo com o que a necessidade requerer. 

 Esteja sempre e disposto a viver em paz com Deus, com a sua consciência e com o próximo. Agir assim é uma recomendação bíblica que lhe fará muito bem, tanto para a sua saúde física quanto para a sua saúde espiritual. 

3 - Escarnecedores e justos 

É fácil encontrar leitores do Salmo n¹ 1 interpretando o termo "escarnecedor" como a pessoa que declara não crer que Deus existe. Sim, o ateu escarnece do Criador e não devemos agir como ele age e fala. Mas o vocábulo "escarnecerdor" é mais abrangente, também descreve o indivíduo pirracento, aquele que está habituado a aborrece o semelhante com objetivo de divertir-se, o sujeito que faz zombarias contra o próximo com a finalidade de deixá-lo em situação ridícula. Os tais estão em todos os lugares, inclusive dentro da igreja, travestidos de gente religiosa de primeira grandeza. Cuidado, não se assente com elas. Assentar-se aqui é no sentido figurado, significa não dar apoio aos seus erros e nem imitá-las.

E.A.G.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Raridade - conjunto Rhema Singers

Clique na imagem para ser direcionado ao vídeo na página original do Rhema Singers. Link: https://www.youtube.com/watch?v=DE1Se5nTw5Q

Maestro Clóvis dos Santos (arranjos Renato Max)
Assembleia de Deus Cubatão - COMADESP - CGADB 

Fonte: Rema Singers (http://bit.ly/1K69b7b) via blog Point Rhema (http://www.pointrhema.com.br/)

sábado, 2 de maio de 2015

Jesus escolhe os seus discípulos

Por Genivaldo Tavares de Melo

EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 03/05/2015

PONTOS A ESTUDAR:
I – O MESTRE.
II – O CHAMADO.
III – O TREINAMENTO.
IV – A MISSÃO.

Poucos querem seguir os verdadeiros ensinamentos. 

Caro professor, a lição é muito importante e aborda questões ligadas ao dever ministerial, não deixe que alunos contenciosos tomem as rédeas da sua classe.

I – O MESTRE.

1.1 Seu ensino.

Quanta falta faz hoje, o estilo de trabalho feito pelo Senhor; pregação com autoridade, que não é o mesmo que pregar com gritos histéricos, como fazem a maioria dos pregadores, principalmente os mais jovens, que tiram o paletó para impressionar e correm o púlpito de canto a canto, repousam os cotovelos sobre o parlatório fazendo pose de astros de primeira grandeza.

A autoridade de Jesus era a fala acompanhada de ação; pregava com poder e a pregação gerava resultados positivos.

Hebreus 6.1-1. O autor da carta deixa claro que os ensinos de Jesus não tiveram caráter de doutrinação e organização de igrejas, visava a salvação, a cura e a alimentação das almas sob todos os aspectos.

A igreja, no tocante ao ensino é secundária e tem um único objetivo: reunir as pessoas em torno de si mesmas e todas em torno de Cristo.

1.2 Seu exemplo.

Quem tenta embelezar seus ensinos com retóricas e demonstração de conhecimentos perde um enorme tempo e com certeza, nunca atentaram para os ensinos do Mestre.

Na causa do Reino vale a força do exemplo e não o exemplo da força e muito menos do convencimento visando vantagens.

Dá-lhe vós de comer, Mc.6:37.

II O CHAMADO

2.1 O método.

A indicação de João citado conforme Jo.1:35-39 é o que, em tese, todos devemos fazer a qualquer que queira ingressar nas fileiras do ministério.

Consideremos como muito sério apresentar alguém para o santo ministério, pois, com certeza, há muitos que são levados ao ministério sabendo-se de antemão que o tal não capacidade nem para ser crente quanto mais ser um pastor. Assim veremos a razão de Jesus ter separado Judas Iscariotes.

Não precisaríamos dizer que Jesus ao escolher os doze, tenha feito com base nas “revelações dos montes”. Havia algo de muito racional nessas escolhas como há nas escolhas de hoje e daí o cuidado que temos que usar.

Mesmo com todos os cuidados é possível errar, porém, temos a obrigação de minimizar esses erros eliminando as probabilidades, tais como:

• Conhecendo a família do candidato;
• Conhecendo o histórico profissional do candidato. Há pessoas que apenas olhando a sua carteira profissional de trabalho (CTPS) percebe-se que não leva jeito.v Foi ótimo Jesus ter escolhido Judas e certamente o fez para aliviar as críticas em nossas próprias escolhas.

2.2 O custo.

Quem está preocupado com o custo quando usam o ministério para estabilizar sua vidas.

Meu avô preocupava-se Sim, ele saia de casa com colher de pedreiro em uma mão e a bíblia na outra, deixando sua família sob às graças de Deus, evangelizava, conquistava vidas para Cristo.

Ensinemos o que realmente é ser discípulo de Jesus e como reconhecer os maus. Assim poucos inaptos desejarão ser um ministro.

III – O TREINAMENTO.

3.1 Mudança de destino.

Quem conhece profundamente o ministério e os riscos foge dele, mas quem ama a Cristo de todo o coração abraça-o com todo vigor e desejo por saber que recompensa o Senhor trará na sua vinda.

Is. 40:10. O galardão vem com ele e o salário diante da sua face. Ninguém precisa abrir conta bancária para fazer dela o relicário do seu ministério.

As obras de cada um serão julgadas no tempo próprio e aí se verá a diferença entre o justo e o ímpio. 1 Co 3:13.

3.2 Mudança de valores.

Os exemplos que temos visto tem sido a mudança de valores para pior. Cada um quer defender o seu território não importando os meios para isto.

Alguns sugerem que a família deva ser a primeira na visão do ministro. Nunca pude encontrar na prática essa possibilidade, salvo se o ministro for mais executivo que pastor e assim a família acaba entendendo o lado da missão.

Muitas famílias sofreram o ministério pastoral em razão da falta de entendimento de muitos ministros. O ministro deve tratar sua esposa e filhos com o mesmo carinho e respeito com que trata as famílias dos membros da igreja, respeitar o tamanho espiritual de cada um e jamais conduzi-los para agradar os olhos da igreja.

[Continuação do artigo em União de Blogueiros Evangélicos]

E.A.G.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Os caminhos da lua e do cesto de lixo


Esta imagem é compartilhada na Internet há algum tempo, a mais antiga postagem que eu encontrei é de 2011. O fotógrafo não é conhecido. A placa pode não ser real, uma inserção de artista cuja consciência está acesa aos cuidados que devemos ter com o nosso ecossistema. Afirma-se que o local é a Praia de Copacabana, Rio de Janeiro. 

Fonte: htps://www.facebook.com/LUCILENECAETANOOFICIAL/photos/a.566925426697206.1073741826.355354714520946/629814703741611/?type=1&theater