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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

JESUS E A QUESTÃO DO DINHEIRO NO MINISTÉRIO DOS DOZE APÓSTOLOS

L'internaute

Les Douze Apôtres - Instituto Nacional de Turismo - Polônia
Com todo respeito ao leitor que prestiagia este blog, peço a gentileza que leia Mateus 10.8-15; Marcos 6.7-13; e Lucas 9.1-6. Refleita no que está escrito nestes três textos bíblicos pela perspectiva do nome deste artigo. No meu entender, haverá melhor aproveitamento do que eu trato aqui, se assim o fizer.

Você notará que as três narrativas trazem praticamente a mesma orientação de Jesus, com uma pequenina diferença em Marcos. Ali, Cristo dá permissão aos discípulos para que carreguem o bordão. Talvez, esta diferença de relato seja porque era uma ocasião distinta das outras duas.


No Oriente Médio, na época em que Jesus palmilhou a nação de Israel, era comum os mestres viajarem de povoado em povoado, ensinando e aceitando as doações dos ouvintes que apreciassem seus ensinos. Com Jesus não foi diferente. Mateus, Marcos e Lucas registraram que algumas mulheres eram seguidoras de Cristo, elas haviam sido curadas, e o ajudaram em seu sustento. Uma delas era Suzana, esposa de um oficial do alto escalão do governo, casada com um procurador do rei Herodes Antipas, governador da Galiléia, uma pessoa abastada, da alta sociedade (Mateus 27.55-56; Marcos 15.40-41; Lucas 8.3).

A determinação de Jesus aos discípulos é claríssima: vão de dois em dois, não vão pelo caminho de outras gentes (não acompanhem ninguém em outras atividades diferentes) e para o caminho não levem bordão (cajado), não levem alforge (bolsa); não levem pão, não levem dinheiro, não levem ouro, não levem prata, não levem duas túnicas (não era preciso troca de roupa), preguem que é chegado o Reino aos judeus, curem enfermos, ressuscitem os mortos, libertem os endemoninhados, limpem os leprosos, de graça recebei e de graça daí.

Está claro que os discípulos deveriam ir de mãos e bolsos vazios. Com certeza, esta orientação de Jesus previa um impacto de relações sociais, era uma maneira de provar se existia ou não amor e fé no coração daquela geração judia, que poderia receber milagres, libertações divinas por meio dos discípulos ou enxotá-los para bem longe deles. Jesus também enviou os doze sem nenhum pertence pessoal, além da roupa e um bordão, para que eles pudessem receber a experiência da providência divina.

Jesus lembrou a questão da hospitalidade ou falta dela. Ele orientou seus discípulos, estando eles no local de destino, a escolherem uma casa digna para se hospedarem. Sendo os discípulos bem-recebidos nesta casa, que eles saudassem a família com a paz. Notem bem: eles não deveriam esperar o convite de algum morador, eles deveriam escolher onde ficar! Neste lar eles tinham a permissão de dormir e comer sem pagar nada ao anfitrião.

Referindo aos discípulos convocados para a missão evangelística, Jesus afirmou: “Digno é o trabalhador do seu alimento" (Mateus 10.10), numa clara alusão de que é preciso cuidar das necessidades dos que evangelizam. É natural aos evangelistas esperarem o abrigo e a comida pelo serviço espiritual prestado.

Quanto aos povoados que não recebessem os discípulos, não houvesse hospitalidade, os discípulos estavam permitidos a em sinal de protesto sacudir o pó da roupa e dos pés, demonstrando que o lugar e as pessoas que repudiam os pregadores do Evangelho são impuros. Este gesto é considerado pelos judeus como um gesto de alto desagravo e de juízo divino. Sobre os que negam a hospitalidade, abrigo e comida ao pregador, disse Jesus: "Em verdade vos digo que no Dia do Juízo haverá menos rigor para os habitantes de Sodoma e Gomorra do que para os habitantes daquela cidade (Mateus 10.15).

As igrejas do Novo Testamento foram orientadas a sustentarem seus ministros itinerantes: Filipenses 4.14; 1ª Corintios 9.14; 1ª Timóteo 5.17,18; 3ª João 5-8.

Notemos outro registro, em situação completamente diferente, quando Jesus passa uma orientação contrária, próximo de sua prisão e morte na cruz: “Então, lhes disse: Agora, porém, quem tem bolsa, tome-a, como também o alforje...” (Lucas 22.35-36). Neste momento, Ele recomenda aos discípulos terem consigo todas as provisões e inclusive espadas para defesa pessoal.

E.A.G.

UMA REFLEXÃO BÍBLICA SOBRE O REAL SIGNIFICADO DE SER DISCÍPULO CRISTÃO

Na Bíblia Sagrada, existe o registro nos apontando onde foi usado pela primeira vez o vocábulo "cristão". Lucas narra, em Atos 11.26, que após Estevão ser martirizado os discípulos de Jesus andavam dispersos, equivocados, pregando o Evangelho só aos judeus, e justamente neste período de falta de foco na missão de ir falar do amor de Deus, indistintamente, para judeus e não-judeus, que os discípulos, em Antioquia, foram chamados de "cristãos". (Atos 11.26).
Assim sendo, vemos que ser cristão não é selo de perfeição. Justo no momento em que os discípulos faziam acepção de pessoas, surgiu a conotação cristãos!
Deste episódio interessante, podemos refletir que para ser um cristão, primeiro, é preciso ser reconhecido como discípulo de Cristo.
Jesus nos deu a definição completa do que vem a ser o verdadeiro discípulo.
Discípulo é toda pessoa que por vontade própria recebe instrução, acata conselhos e imita outrem. Ser um discípulo de Jesus Cristo é aceitar todas as suas disciplinas e seguir à risca os seus exemplos, por amor. Nem todos que crêem em Jesus são seus discípulos.
Três versículos nos capacita a discernir quem são os discípulos de Jesus, os cristãos verdadeiros:
• João 8.31 - "Jesus dizia aos judeus que haviam crido nele: Se permanecerdes na minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará".
• João 14.15 - "Se me amardes, obedecereis aos meus mandamentos".
• João 14.23 a, 24 a - "Se alguém me amar, obedecerá à minha palavra... Quem não me ama não obedece às minhas palavras...".
Qual é a palavra, qual é o mandamento, ou regra, que os discípulos de Jesus devem obedecer ? É o mandamento do amor. O crente que é discípulo age em amor. Ama a Deus; ama os amigos; ama os inimigos (Deuteronômio 6.5; João 15.12,17; Mateus 5.44).
A Bíblia explica a Bíblia
Se nos detivermos no contexto em que Jesus Cristo proferiu essas instruções, veremos o que Ele realmente combatia e teremos a ampliação do nosso entendimento sobre o que representa ser um cristão, um verdadeiro discípulo. Jesus repudiava com veemência práticas altamente reprováveis dentro do seleto grupo dos doze homens que o seguiam de perto.
Lucas 9.52-55: O verdadeiro discípulo cristão é tolerante, não é vingativo.
Certa vez, alguns do grupo dos doze discípulos iam a frente de Jesus, por determinação dEle, para encontrarem uma pousada onde pudesse pernoitar. Eles passaram pelo povoado dos samaritanos, que os hostilizaram muito ao reconhecerem que eram judeus, por conta de uma rixa religiosa entre samaritanos e judeus. Então, João e Tiago indignados, sem a noção do papel de um cristão, como ainda hoje muitos cristãos o são, tiveram a brilhante idéia de imitar o profeta Elias, eles queriam orar e pedir a Deus que fizesse do céu descer fogo que destruísse toda a população samaritana. Foram repreendidos por Cristo: “O Filho do Homem veio para salvar e não para matar”. João acatou a repreensão de Cristo com inteireza de coração, entre os doze discípulos, ele foi o homem que mais recomendou a prática do amor a Deus e ao próximo em todo o seu ministério.
O verdadeiro discípulo tem por objetivo ser servo de todos e não ser servido por todos.
Em outra ocasião, este grupo dos doze, deixando Jesus à parte, discutiam entre si qual deles deveria ser o maior, isto é, o líder da turma, o cotado como mais importante entre eles. Embora posto para fora do debate, Jesus estava ciente de toda porfia e emulação existente e os repreendeu com palavras e aula prática: “Quem quiser ser o maior deve agir como o menor” (Mateus 20.25-28; Lucas 22.24-30). Exigiu que deixassem que lhes lavasse os pés. O lavapés era uma prática exercida pelos escravos e gente de classe socioeconômica mais humilde. Ao visitante que chegavasse ao recinto de uma casa cujo anfitrião desejasse demonstrar honrá-lo, fazia com que fosse aplicada limpeza.
Jesus teve seus pés lavados por Maria, irmã de Marta e Lázaro, na casa deles. E também por uma pecadora anônima, na casa de um fariseu (Mateus 12.1-11; Lucas 7. 26-47). Cristo elogiou a pecadora de nome desconhecido, frisando que ela não sendo moradora ou escrava no lar do fariseu, serviu-lhe de cicerone, pois teve a boa disposição de banhar seus pés com perfume caro.
Com certeza estas duas mulheres foram consideradas grande aos olhos de Deus!
Jesus, vendo o coração dos discípulos, desejosos do status de líder do grupo, usou como exemplo de boa conduta cristã uma criança. Pegou-a no colo e disse aos discípulos: “Qualquer que receber esta criança em meu nome, recebe a mim, e qualquer que recebe a mim recebe ao que me enviou; porque aquele que entre vós todos for o menor é grande” - Lucas 9. 48. Com isso, Jesus explicou que o serviço do discípulo, do cristão verdadeiro, é uma tarefa desinteressada de retorno, pois uma criança é uma pessoa totalmente dependente em todos os sentidos, ela não tem como pagar os cuidados vitais que recebe. Quando alguém exerce seu trabalho com tal característica , em nome de Jesus, tem a Jesus e a Deus em sua vida.
Mateus 5.22: O verdadeiro cristão respeita o próximo até em horas de conflito de idéias e interesses.
No Sermão do Monte, considerado um resumo do Evangelho, Cristo tratando de relacionamentos interpessoais conflitantes, proibiu o desdém ao próximo. Disse aos discípulos: “Qualquer que chamar a seu irmão raca será réu do fogo do inferno” Raca é um termo hebraico que equivale a tolo, estúpido, bobo, idiota, palhaço. É usado nos momentos de sentimento de superioridade. Ou seja, na hora de um debate acalorado, o correto para quem se considera um verdadeiro discípulo de Jesus, é fazer uso de argumentos bíblicos e jamais de ofensas e menoscabos. Não existe licença para agir com críticas de ordem pessoal, com ironias, com galhofas.
Consultando um dicionário, vemos que a ironia é a única ferramenta de ação dos escarnecedores. O escarnecedor, ao invés de amar a Deus e ao próximo, ironiza-os e aborrece-os. O discípulo irônico não segue a Jesus, está assentado na roda dos ímpios (Salmo 1.1).
Podemos entender, pautados nestas referências bíblicas, que o verdadeiro cristão é o que permanece na Palavra: é tolerante e respeitoso com seus desafetos, não dá vazão para o sentimento de superioridade, o seu objetivo é servir e não ser servido.
Lucas 9.49-50: O verdadeiro cristão não deseja monopolizar o Evangelho de Cristo.
Noutra ocasião, Jesus foi interpelado por João, porque havia visto um alguém estranho ao grupo dos doze expulsando demônios. João, cheio de zelo religioso e vazio de sabedoria, impediu-o de prosseguir naquele ministério. Então, Jesus respondeu-lhe: “não o proíba, porque não há ninguém que faça milagre em meu nome e possa logo falar mal de mim, quem não é contra nós é por nós”. E falou da prática do amor fraternal também: “qualquer que der a vocês um copo de água porque são meus discípulos, terão um galardão, serão recompensados”.
A lição é: o verdadeiro discípulo reconhece que não possui o controle do cristianismo, prega e vive o Evangelho centralizando a mensagem de Cristo e jamais a sua própria pessoa e idéias. Pratiquemos e incentivemos a todos a viver o Evangelho, seja no simples ato gentil de oferecer o copo d'água como também no ato de orar e curar os enfermos.
Concluindo:
Sou este discípulo de Cristo descrito nesta linhas acima. Luto todos os dias contra a carne, procuro seguir as orientações de Jesus. Amo a Palavra de Deus e desejo propagá-la exatamente como ela é. Uso o filtro do discenimento espiritual para evitar não divulgá-la distorcidamente, segundo a interpretação de homens envolvidos em interesses voltados às tradições de movimentos evangélicos, placas denominacionais.
E.A.G.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

REDE GLOBO VOLTA A ATACAR REDE RECORD VIA SUCURSAL FOLHA DE SÃO PAULO

A coluna Outro Canal, escrita por Daniel Castro, publicada diariamente no caderno Ilustrada da Folha de São Paulo, sem que seja admitido, é uma espécie de vitrine do conglomerado Globo. Ali você encontra, notas e mais notas promovendo a emissora de televisão. O colunista global, travestido de Folha de São Paulo, via de regra, gasta uma média de 40% do espaço diário “tricotando” sobre a grade do canal aberto, e o restante com, os também globais, canais fechados (Telecines, Universal, Canal Brasil, Multishow, GNT e Futura) e televisões concorrentes. É claro, das concorrentes fala quase sempre negativamente e a porcentagem varia para mais quando é o caso de soltar bomba no colo dos inimigos da “famiglia” Marinho.

Foi o caso de hoje. A metade da coluna está fazendo uma suposta denúncia. Digo suposta porque assim como considero o Jornal Nacional considero Daniel Castro, para mim ambos não são fontes seguras. Tudo que sai deles eu busco confirmação em outras mídias.

Segundo Castro, por lei só as televisões geradoras podem transmitir programas e publicidades. As retransmissoras só podem repetí-las, sem nenhuma espécie de produção local. O colunista escreveu que a Rede Record está veiculando comercias de maneira ilegal em Campinas, pois naquela cidade a Rede Record não possui canal gerador, apenas um retransmissor de São Paulo. Ele informa que a Globo (entenda-se, Folha e Globo como uma só coisa nesta coluna) fez uma comparação da programação da transmissão da Record e “boa parte dos intervalos tem os mesmos anúncios até pela metade, depois a ordem é diferente mesclando com anúncio de Campinas”.

E.A.G.

RELATO DE UM CIENTISTA - BOAS RAZÕES PARA ACREDITAR EM DEUS

Deus Existe? Relato de um cientista

Razões para Crermos em Deus

Por A. Cressy Morrison

"Nós estamos no amanhecer da era científica, e todo o aumento da luz revela mais e mais a obra de um Criador inteligente.

Nós fizemos descobertas estupendas; com um espírito de humildade científica e de fé fundamentada no conhecimento estamos nos aproximando de uma consciência de Deus.

Eis algumas razões para minha fé:

Através da lei matemática podemos provar sem erro que nosso universo foi projetado e foi executado por uma grande inteligência de engenharia.

Suponha que você coloque dez moedas de um centavo, marcadas de um a dez, em seu bolso e lhes dê uma boa agitada.

Agora tente pegá-las na ordem de um a dez, pegando uma moeda a cada vez que você agita o bolso.

Matematicamente sabemos que a chance de pegar a número um é de um em dez; de pegar a um e a dois em seqüência é de um em 100; de pegar a um, dois e três em seqüência é de um em 1000 e assim por diante; sua chance de pegar todas as moedas, em seqüência, seria de um em dez bilhões.

Pelo mesmo raciocínio, são necessárias as mesmas condições para a vida na Terra ter acontecido por acaso.

A Terra gira em seu eixo 1000 milhas por hora no Equador; se ela girasse 100 milhas por hora, nossos dias e noites seriam dez vezes mais longos e o Sol provavelmente queimaria nossa vegetação de dia enquanto a noite longa gelaria qualquer broto que sobrevivesse.

Novamente o Sol, fonte de nossa vida, tem uma temperatura de superfície de 10.000 graus Fahrenheit, e nossa Terra está distante bastante para que esta "vida eterna" nos esquente só o suficiente!

Se o Sol desse somente metade de sua radiação atual, nós congelaríamos, e se desse muito mais, nos assaria.

A inclinação da Terra a um ângulo de 23 graus, nos dá nossas estações; se a Terra não tivesse sido inclinada assim, vapores do oceano moveriam-se norte e sul, transformando-nos em continentes de gelo.

Se nossa lua fosse, digamos, só 50.000 milhas mais longe do que hoje, nossas marés poderiam ser tão enormes que duas vezes por dia os continentes seriam submergidos; até mesmo as mais altas montanhas se encobririam.

Se a crosta da Terra fosse só dez pés mais espessa, não haveria oxigênio para a vida.

Se o oceano fosse só dez pés mais fundo o gás carbônico e o oxigênio seriam absorvidos e a vida vegetal não poderia existir.

É perante estes e outros exemplos que NÃO HÁ UMA CHANCE em um bilhão que a vida em nosso planeta seja um acidente. É cientificamente comprovado, o que o salmista disse: "Os céus declaram a Glória de Deus e o firmamento as obras de Suas mãos" - Salmo 19.1.

A. Cressy Morrison é ex- presidente da Academia de Ciências de Nova York.

Fonte: Newsletter - Dalva Ferreira dos Santos.

A PEDOFILIA INSTITUCIONALIZADA DO HAMAS

Por Ubirajara Crespo

A História Oculta do Mundo: A Pedofilia do Hamas

Enquanto a imprensa exalta os "lutadores da liberdade do Hamas", os "rebeldes", ou então o PT e demais organizações de esquerda no Brasil dão apoio integral ao mesmo (conforme nota do secretário geral do partido, Valter Pomar durante a época do conflito), o mundo desconhece uma das histórias mais nojentas de abuso infantil, torturas e sodomização do mundo vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.

Infância perdida, abuso certo: Você ficará calado?

A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org e é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto)

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.

"Nós estamos felizes em dizer a América que vocês não podem nos negar alegria e felicidade", Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.

Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas

As garotas na pré-puberdade, que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.

"Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra", discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.

As fotos do casamento relatam o resto desta história sórdida

Noivas de 4 a 10 anos: Presentes de 500 dólares

O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta Terra e quase todas em países muçulmanos.

Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.

Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.

Nesta hora até a miséria desaparece de Gaza: carros de luxo para meninas reduzidas a lixo

A prática da pedofilia teria base e apoio do islã, pelo menos a sua leitura mais extrema e radical. O livro Sahih Bukhari (além do Corão, outra das fontes de grupos como o Hamas) em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda.

Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:

Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota...É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.

Para finalizar, um vídeo que resolvi não colocar aqui, traz informações sobre espancamentos realizados contra meninos no mundo muçulmano para "estudarem melhor" - que incluem açoitamentos - escravidão de menores e a venda de meninas de 8 anos ou até menos como noivas no Sudão e em outras países da região. Tudo, com carimbo do islã radical:

Esta é a história que a mídia não conta, que o mundo se cala e não quer ver, ou que não querem que você saiba. Mas agora você está ciente, não tem mais jeito! Vai ficar calado? Cobre os veículos de mídia, aja! Se você não fizer nada, ninguém poderá salvar estas vítimas inocentes do inferno do Hamas e similares.


Ubirajara Crespo é pastor, escritor, conferenciasta e editor do blog Sob Nova Direção e preside o Ministério Naós de Restauração.

Fonte: Sob Nova Direção

Artigo postado, originalmente, com o título A História Oculta do Mundo: A Pedofilia do Hamas