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domingo, 22 de julho de 2012

EBD 2012 - Vencendo as Aflições da Vida: superando traumas da violência social

A Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) propôs aos alunos de escola dominical, nas faixas etárias de jovens e adultos, um tema bastante difícil de ser lecionado e aprendido. É preciso, mas não é agradável estudar sistematicamente sobre as aflições dessa vida.

Quando o aluno absorve a lição, tal qual a ingestão de uma vitamina amarga, o que é aprendido faz grande efeito positivo, fortalece o discípulo de Cristo. Depois que ele entende a razão de haver adversidades, o que provoca a maré em contrário, a dificuldade de encontrar o céu de brigadeiro, tem condições de agir corretamente para defender-se das contrariedades. Ao empreender ações corretas em horas certas, suas chances para receber a vitória, experenciar tempos de satisfação, serão maiores.

1 - Quem somos em meio às aflições?

O apóstolo João comentou sobre as lutas. Mas ele observou as situações adversas pelo prisma de Cristo: a vitória.

"Filhinhos, escrevo-vos, porque pelo seu nome vos são perdoados os pecados. Pais, escrevo-vos, porque conhecestes aquele que é desde o princípio. Jovens, escrevo-vos, porque vencestes o maligno. Eu vos escrevi, filhos, porque conhecestes o Pai. Eu vos escrevi, pais, porque já conhecestes aquele que é desde o princípio. Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno" -  1 João 2.12-14.

2 - A fé e as obras

O cristão vive pela fé e o certificado de que a fé está viva são as obras (Habacuque 2.24; Tiago 2.26).

Quais obras? As Escrituras Sagradas são uma coleção de 66 escritos, livros e cartas, que representam para nós o que Deus diz. Nenhuma afirmação bíblica está registrada sem motivo. A Bíblia é um tratado para aplicação pessoal. É preciso ler, orar, agir. Os mandamentos são para serem seguidos e as afirmações, verdadeiras, cridas e praticadas.

"Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai. E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei." - João 14.12-14.

Na semana passada, eu entreguei para duas pessoas aflitas o mesmo recado. Disse-lhes que o Filho de Deus deixou à Igreja a autorização para usar o nome dEle para retirar as "montanhas" que nos causam aflições (Mateus 21.21; Marcos 11.23). Por meio do Espírito Santo, o Senhor entregou nove dons sobrenaturais para a edificação da Igreja. Sim, eu e você podemos repreender todos os males que nos afligem usando o poder que há no nome de Jesus Cristo. Usemos! Confira: 1 Coríntios 12.9, 28.

Talvez, apesar de tudo isso que está escrito sobre quem é você na esfera espiritual ainda olhe-se no espelho e não encontre a face de uma pessoa capaz de superar situações traumáticas. Os traumas da alma fazem seu semblante cair, descrer que é uma pesso vencedora. A dor sentimental é grande, turva a sua constatação da realidade.

O que fazer quando olfato, o tato, o paladar, a audição e a visão do praticante da Palavra de Deus às vezes não apresenta a verdade sobrenatural que a autoridade do nome de Jesus realiza? Nestes momentos é necessário negar-se a si mesmo, resistir ao mal, crendo que Deus não mente. Não siga adiante se deixando guiar pelos sentidos naturais, abrace a Palavra de Deus com fé e pratique-a.

Jesus disse que quem crer faria obras maiores que Ele, e você é um crente.

E.A.G.

Veja neste blog: Estupro - Verdades e Mentiras, a realidade entre estuprador e vítima.

sábado, 21 de julho de 2012

Talita Pagliarin - Bom Dia (clipe oficial)

Coreografia alto astral.

Estupro seguido de gravidez. Abortar é solução?

Ao passar pelo blog da Psicóloga Marisa Lobo, ameaçada pelo Conselho Federal de Psicologia de perder sua licença profissional por simplesmente ser uma cristã evangélica e tornar pública sua fé, encontrei um artigo interessante.

Marisa Lobo publicou o artigo de autoria de Anaina Conceição Paschoal, cuja fonte é a Folha / UOL, doutora em direito penal pela USP, advogada e professora livre-docente da Faculdade de Direito da USP. O texto apresenta as propostas de mudanças para o Código Penal e faz reflexões inteligentes sobre aspectos distorcidos de abrandamentos e endurecimentos legais para diversas situações.

Escreveu, lucidamente: 

“Não é raro, no ambiente acadêmico, encontrar pessoas que defendem o aborto como política de saúde pública e, ao mesmo tempo, entendem ser crime grave usar ratos como cobaias de laboratório. É uma inversão de valores intrigante.” 

Então, fiz minha participação:

"Drª. Marisa.

Algumas distorções de valores da turma do politicamente correto, atitudes que tentam padronizar em nossa sociedade, são diametralmente posturas opostas. Já observou essas duas situações em paralelo?

Dizem, e querem nos fazer acreditar:

• assassinar uma vida ainda no ventre materno, não é tortura, pode;
• palmadinhas do pai ou mãe para corrigir a criança, é tortura, não pode."

Um Internauta, usando codinome Felipe, contra-argumentou:

“Eliseu isso só serve pra quem sabe dosar a tal 'palmadinha'  Porque aqui muita gente espanca até a morte. Você não lê jornal não ??” (Seguido de links direcionando ao YouTube).

Voltei e digitei a seguinte resposta:

"Na minha opinião, espancamento é tortura, tal qual o aborto, que é um processo de tortura que leva o feto à morte.

Não sou um alguém favorável ao espancamento infantil e nem ao aborto.

Inclusive sou contra os abortos de fetos gerados em gravidez consequente da ação de violência sexual. Por quê? Porque a criança gerada não deve pagar com pena de morte por um crime que ela não cometeu. * Quem tem que pagar é o estuprador, que sabemos muito bem que quase nunca é preso. E quando vai para trás das grades recebe as benesses do governo. A comida de graça, os indultos de Dias das Mães, Dia dos Pais, Natal, e, pasme, pode receber visitas íntimas (o criminoso que comete sexo forçado pode ter relações sexuais na cadeia!).

Por outro lado, penso que a mãe do bebê gerado nestas condições lastimáveis merece nossos sentimentos, e todos os cuidados que o governo deve prestar. Sei que é difícil para ela... Muito difícil... Acho que a posição mais justa que ela pode ter neste caso é projetar sua raiva unicamente para quem causou os males contra sua alma e corpo e não contra uma vida ainda informe. O feto não tem maldade alguma, e se ela entender isso penso que sofrerá menos. E caso não queira criá-lo, tudo bem, essa decisão também é justa... Penso que deve entregá-lo às instituições sérias que cuidam desses bebês rejeitados e os destinam para famílias que os recebam.

Expressei minha opinião. Só isso. Não estou aqui para debater."
Finalizando, digo que nós cristãos, na condição de cidadãos,  precisamos acompanhar bem de perto o projeto de reforma do código penal. Os anticristãos já fazem isso, e querem impor suas ideias e vontades nela, tentando cercear a liberdade de expressão e liberdade religiosa. Depois da luta contra o PL 122/2006, essa será outra bastante árdua para a igreja evangélica brasileira.

E.A.G. 

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* Não faço apologia à sentença de pena de morte.