"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma" - 1 Coríntios 6.12.
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
domingo, 7 de dezembro de 2014
Le Nain: A família do camponês e a negação de Pedro
Le Nain: a identificação de três irmãos franceses, nascidos em Laon: Louis (1593-1648); Antoine (1588-1648); Mathieu (1607-1677). Eles se destacaram como pintores, as suas obras são admiráveis pelo resultado realísticos de detalhes, principalmente entre sombra e luz. Mantinham em comum um estúdio em Paris, local em que retrataram muitas cenas do cotidiano rural pobre, a vida de luxo da burguesia e cenas bíblicas.
A obra A Família do Camponês de um Interior (Famille de paysans dans un intérieur), quadro pintado por volta de 1646/48, se encontra no Museu do Louvre, em Paris, é considerada uma obra-prima. A arte é atribuída a Louis Le Nain. No entanto, os três irmãos possuíam estilos artísticos similares, e costumavam assinar apenas como "Lenain" (O anão), sem identificar qual dos três era o artista.
Negação de São Pedro. No ano 2000, reapareceu em um leilão a pintura Le Reniement de Saint Pierre, obra desaparecida em 1656, quando era de propriedade do cardeal Mazarin. Após restauração, está exposta no Louvre. É considerada patrimônio nacional da França e cogita-se que tenha sido feita por Antoine ou Louis Le Nain.
E.A.G.
O espetacular e humilde nascimento de Jesus
Por Sarah Holmes
Eliseu Antonio Gomes (tradução livre)
Ao se aproximar esta época do ano, árvores são enfeitadas com luzes coloridas e piscantes, fachadas de residências e estabelecimentos comerciais são decoradas. Mas será que isso sempre acontece levando em conta o tema natividade, lembrando a história do nascimento do menino Jesus?
Na minha família, é conservada a tradição de na véspera de Natal todos se reunirem ao redor de meu pai para ouvi-lo contar, de acordo com as passagens bíblicas, como Jesus nasceu em uma estribaria. E nas igrejas é costume que se enfatize um ao outro que o motivo deste período, cheio luzes e celebração, é justamente o nascimento humilde de Jesus.
Mas será que todos se dão conta de quanto é surpreendente o nascimento do Filho de Deus entre nós?
O simples ato da fertilização de um único óvulo é extramente complexo e cheio de detalhes. A mulher começa a ovular, o nível de hormônio aumenta e o óvulo viaja para a trompa de Falópio. Neste curto espaço de tempo em que o óvulo está na trompa de Falópio é que poderá ser fertilizado. E quando um espermatozoide se une ao óvulo, espetacularmente, é criado uma barreira em torno dele para que todos os outros espermatozoides permaneçam do lado de fora. Neste instante da genética é definido se aquela vida será de um menino ou uma menina. Nos quatro dias seguintes, o óvulo se divide rapidamente em células e segue das trompas de Falópio até o útero e no útero é protegido pela parede uterina, onde o pequenino ser vivente começa a se desenvolver durante os noves meses seguintes, até sair da mulher e estar nos braços daquela que abrigou-o dentro de si.
É motivo de muita surpresa saber que existem muitas pessoas que nunca pararam para pensar que a gravidez é uma dádiva de Deus, que cada criança que nasce é realmente um milagre. E que o maior de todos esses milagres foi a concepção de Maria, a mãe de Jesus Cristo.
Artigo relacionado: A Odisseia da Vida.
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Fonte: Shattered Magazine - https://shatteredmagazine.net/jesus-miraculous-yet-humble-beginnings/
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