Os dias de Parada Gay na cidade de São Paulo devem ser dias semelhantes aos das cidades de Sodoma e Gomorra, às vésperas da destruição
Antes da Parada Gay, edição de 27 de junho, um obreiro da igreja onde congrego contou que um parente dele é cobrador de ônibus (trocador, para os cariocas). E o dia desse evento é considerado o pior dia de trabalho de todo o ano para ele e muitos colegas de trabalho. O veículo coletivo se enche de passageiros baderneiros, e que tanto o cobrador quanto o motorista nada podem fazer para retomar a ordem, pois existe o receio de serem classificados como homofóbicos e serem demitidos.
Hoje em dia não sinto segurança em andar com criança na Avenida Paulista. No Parque Trianon, em qualquer horário corre-se o risco de receber galanteio homossexual ou encontrar machos se atracando , lésbicas trocando carícias publicamente. Eles vêm de todas as partes da cidade, até de outras cidades, e encontrarem-se lá. Até penso que nas áreas dos Jardins deveriam haver bandeiras multicoloridas do GLBT hasteadas, pois os homossexuais tomaram posse do lugar. Nos bairros nobres dos Jardins eles já se comportam como se tudo fosse deles! E agora querem a cidade inteira!
Costumo sintonizar a Rede Gospel e assistir os programas Assembleia de Deus Bereana quase todas as noites. Hoje eu encontrei um Walter Brunelli quase ensandecido, tomado de ira santa, indignadíssimo. O templo dele é nas proximidades dos bairros Jardins, sito rua Joaquim Távora, nº 1.403, na Vila Mariana.
Em sua mensagem levada ao ar hoje, o Pr. Brunelli confirmou a reclamação que eu ouvi na semana passada. Visivelmente tomado das dores de membros da sua igreja, que foram vítimas de atentado ao pudor dentro da condução coletiva, bradou às autoridades solicitando que governem em favor de todos. Ele denunciou que famílias de assembleianos ao se dirigirem ao culto com os filhos, no domingo do evento Parada Gay, tiveram o desprazer de conviver o mesmo ambiente de homossexuais fazendo sexo oral dentro de um ônibus
Walter Brunelli também relatou incidentes dentro de um Shopping Center, quando casal homossexual se beijou em uma lanchonete e dois homens acariaciaram as partes íntimas um do outro. Os clientes, um a um, se retiraram do local e só Romeu e Romeu ficaram no lugar, sob a observação de funcionários mudos, inclusive um segurança.
Os cristãos não são homofóbicos. Mas não dá para deixar situações assim serem tomadas como naturais.
Eu já acho absurdo ver casais heterossexuais na faixa etária dos 40 se beijando em novelas, porque esse tipo de relacionamento tem a ver com a adolescência, então, nem tenho palavras para cinquentões do mesmo sexo se fazendo de apaixonados incontinentes em área pública
Não é possível que as autoridades e a mídia em geral tenham olhos complacentes com esses maus cidadãos. É claro que eu não generalizo essas situações aviltantes, querendo passar a ideia que milhões de homossexuais sejam igualmente disparatados. Eu espero que os próximos eventos sejam mais civilizados.
Fica registrado meu repúdio
E.A.G.
Antes da Parada Gay, edição de 27 de junho, um obreiro da igreja onde congrego contou que um parente dele é cobrador de ônibus (trocador, para os cariocas). E o dia desse evento é considerado o pior dia de trabalho de todo o ano para ele e muitos colegas de trabalho. O veículo coletivo se enche de passageiros baderneiros, e que tanto o cobrador quanto o motorista nada podem fazer para retomar a ordem, pois existe o receio de serem classificados como homofóbicos e serem demitidos.
Hoje em dia não sinto segurança em andar com criança na Avenida Paulista. No Parque Trianon, em qualquer horário corre-se o risco de receber galanteio homossexual ou encontrar machos se atracando , lésbicas trocando carícias publicamente. Eles vêm de todas as partes da cidade, até de outras cidades, e encontrarem-se lá. Até penso que nas áreas dos Jardins deveriam haver bandeiras multicoloridas do GLBT hasteadas, pois os homossexuais tomaram posse do lugar. Nos bairros nobres dos Jardins eles já se comportam como se tudo fosse deles! E agora querem a cidade inteira!
Costumo sintonizar a Rede Gospel e assistir os programas Assembleia de Deus Bereana quase todas as noites. Hoje eu encontrei um Walter Brunelli quase ensandecido, tomado de ira santa, indignadíssimo. O templo dele é nas proximidades dos bairros Jardins, sito rua Joaquim Távora, nº 1.403, na Vila Mariana.
Em sua mensagem levada ao ar hoje, o Pr. Brunelli confirmou a reclamação que eu ouvi na semana passada. Visivelmente tomado das dores de membros da sua igreja, que foram vítimas de atentado ao pudor dentro da condução coletiva, bradou às autoridades solicitando que governem em favor de todos. Ele denunciou que famílias de assembleianos ao se dirigirem ao culto com os filhos, no domingo do evento Parada Gay, tiveram o desprazer de conviver o mesmo ambiente de homossexuais fazendo sexo oral dentro de um ônibus
Walter Brunelli também relatou incidentes dentro de um Shopping Center, quando casal homossexual se beijou em uma lanchonete e dois homens acariaciaram as partes íntimas um do outro. Os clientes, um a um, se retiraram do local e só Romeu e Romeu ficaram no lugar, sob a observação de funcionários mudos, inclusive um segurança.
Os cristãos não são homofóbicos. Mas não dá para deixar situações assim serem tomadas como naturais.
Eu já acho absurdo ver casais heterossexuais na faixa etária dos 40 se beijando em novelas, porque esse tipo de relacionamento tem a ver com a adolescência, então, nem tenho palavras para cinquentões do mesmo sexo se fazendo de apaixonados incontinentes em área pública
Não é possível que as autoridades e a mídia em geral tenham olhos complacentes com esses maus cidadãos. É claro que eu não generalizo essas situações aviltantes, querendo passar a ideia que milhões de homossexuais sejam igualmente disparatados. Eu espero que os próximos eventos sejam mais civilizados.
Fica registrado meu repúdio
E.A.G.

