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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Cantora Pitty quer Silas Malafaia e Jair Bolsonaro presos


Pitty, a roqueira baiana que fez sucesso nacional com os hits Admirável Chip Novo, Máscara e Equalize, letras assinadas por ela, ao divulgar seu novo trabalho, criticou duramente o Pr. Silas Malafaia e o parlamentar Jair Bolsonaro em matéria publicada em 24/05/2011, às 14h47, no UOL.

A cantora, cujo nome verdadeiro é Priscila Novaes Leone,  34 anos, desde o ano 2000 não supera a vendagem de 1.5 milhão de cópias, número atingido através das espetaculares criatividade e originalidade encontradas nas músicas Admirável Chip Novo, Máscara e Equalize.

Segundo o portal UOL, em entrevista que objetivava divulgar seu novo DVD, com apenas uma faixa inédita, Priscila falou de sexualidade, religião e política. Ela teria se mostrado muito irritada com a ação política de  cristãos, como Jair Bolsonaro, eleito democraticamente, e que tem sido um dos mais atuantes  representantes dos eleitores católicos que o elegeram. 

A cantora teria detonado o Pr. Silas Malafaia também.  Na opinião dela, o pastor e o parlamentar deveriam ser presos por crimes contra a humanidade, baseada na velha e carcomida argumentação que os homossexuais precisam ser blindados contra qualquer opinião desfavorável a opção sexual deles.  

A garota pensa que a prática de homofobia é tolerada em nossa sociedade, parece não saber que a polícia reprime quem ataque gays, se mostra alienada quanto às leis existentes, protegendo héteros e homossexuais contra o preconceito e contra a violência. Ela parece esquecer, ou se fez de esquecida quando entrevistada, quanto aos casos de skins heads presos ao atacarem gays em nosso país.

Por não dar privilégios aos gays, a cantora afirmou acreditar que o nosso Brasil é uma nação arcaica, atrasada.

Ora, proponho que a Priscila vá cantarolar com sua trupe delirante no Irã e tentar viver de música por lá, porque aqui muitos cristãos que gostam dela devem ter se sentido ofendidos com essa entrevista! É no Irã que pessoas morrem dia após dia por causa de sua opção sexual! Nós, brasileiros - os evangélicos e os católicos - apenas queremos manter o direito de preservar os direitos constitucionais de igualdade, liberdade religiosa e liberdade de expressão.

A turma da Parada Gay deveria prostestar lá no Irã, também!

Nota importante: a cantora não introduz os nomes de Bolsonaro e Malafaia à entrevista, isto foi feito pela jornalista Luciana Rabassalo. Confira: Pitty aborda diversidade sexual em música nova e diz que Brasil está "atrasado" nessa questão.

E.A.G.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Porque o PL 122/2006 é inconstitucional

Antes de fazer qualquer comentário, é importante frisar que uma coisa é criticar conduta, outra é discriminar pessoas. No Brasil, pode-se criticar o Presidente da República, o Judiciário, o Legislativo, os católicos, os evangélicos, mas, se criticamos a prática homossexual, logo somos rotulados de homofóbicos. Na verdade, o PL-122 é contra o artigo 5º da Constituição, porque o projeto de lei quer criminalizar a opinião, bem como a liberdade religiosa.

Vejamos alguns artigos deste PL:


Artigo 1º: Serão punidos na forma desta lei os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual, identidade de gêneros.

Comentário: Eles tentam se escorar na questão de raça e religião para se beneficiar. O perigo do artigo 1º é a livre orientação sexual. Esta é a primeira porta para a pedofilia. É bom ressaltar que o homossexualismo é comportamental, ninguém nasce homossexual; este é um comportamento como tantos outros do ser humano.

Artigo 4º: Praticar o empregador, ou seu preposto, atos de dispensa direta ou indireta. Pena: reclusão de 2 a 5 anos.

Comentário: Não serão os pais que vão determinar a educação dos filhos — porque se os pais descobrirem que a babá dos seus filhos é homossexual, e eles não quiserem que seus filhos sejam orientados por um homossexual, poderão ir para a cadeia.

Artigo 8º-A: Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no artigo 1º desta lei. Pena: reclusão de dois a cinco anos.

Comentário: Isto significa dizer que se um pastor, ou padre, ou diretor de escola — que por questões de princípios — não queira que no pátio da igreja, ou escola haja manifestações de afetividade, irão para a cadeia.

Artigo 8º-B: Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs. Pena: reclusão de dois a cinco anos.

Comentário: O princípio do comentário é o mesmo que o do anterior, com um agravante: a preferência agora é dos homossexuais; nós, míseros heterossexuais, podemos também ter direito à livre expressão, depois que é garantida aos homossexuais. O parágrafo do artigo que vamos comentar a seguir "constituiu efeito de condenação".

Artigo 16º, parágrafo 5ª: O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.

Comentário: Aqui está o ápice do absurdo: o que é ação constrangedora, intimidatória, de ordem moral, ética, filosófica e psicológica? Com este parágrafo a Bíblia vira um livro homofóbico, pois qualquer homossexual poderá reivindicar que se sente constrangido, intimidado pelos capítulos da Bíblia que condenam a prática homossexual. É a ditadura da minoria querendo colocar a mordaça na maioria. O Brasil é formado por 90% de cristãos. Não queremos impedir ou cercear ninguém que tenha a prática homossexual, mas não pode haver lei que impeça a liberdade de expressão e religiosa que são garantidas no Artigo 5º da Constituição brasileira. Para qualquer violência que se cometa contra o homossexual está prevista, em lei, reparação a ele; bem como assim está para os heterossexuais. A PL-122 não tem nada a ver com a defesa do homossexual, mas, sim, quer criminalizar os contrários à prática homossexual — e fazem isso escorados na questão do racismo e da religião.


Fonte: Associação Vitória em Cristo 
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Este conteúdo está autorizado para cópias desde que haja citação de fonte de origem, a Associação Vitória em Cristo. Reproduza-o informando que é permitido copiá-lo.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A união civil, o casamento, o divórcio e a partilha de bens entre gays

Nesta quinta-feira, 5 de maio de 2011, por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) deliberou garantir, o reconhecimento de união estável entre pessoas do mesmo sexo e estender a parceiros homossexuais direitos que eram previstos no Brasil apenas aos casais heterossexuais. 

No Twitter, a vocalista do Diante do Trono, Ana Paula Valadão, escreveu algo mais ou menos assim: essa lei não mudará a vida de quem é temente a Deus, porque eles são guiados pelas leis de cima, não são guiados pelas leis da terra.

Ana Paula Valadão foi feliz nisso que disse. A  conjunção carnal entre pessoas do mesmo sexo continua a ser pecado, apesar do STF aceitar que seja registrado em cartório a vida à dois de homens com homens e mulheres com mulheres. Quem for crente que as Escrituras Sagradas são a Palavra de Deus, não fará uso dessa nova diretríz, assegurada pela surpreendente interpretação da Constituição Federal.

O cristão de verdade não se guia aos melhores sabores da sociedade, é seguidor de Jesus, que nunca afirmou que a família é composta entre um casal composto de pares do sexo.

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Os homossexuais fazem festa. Bem, depois que a euforia deles passar, ações de partilha de bens se multiplicarão! Coitados dos juízes, já estão abarrotados de processos desse tipo, promovidos por heterossexuais, e receberão os casos de divórcios entre homossexuais.

A vida segue.

E.A.G.