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Arquivo | 14 anos de postagens

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Sobre a ira e a mansidão

Folha de Papel

Quando criança, por causa de meu caráter impulsivo, tinha raiva diante das menores provocações. Na maioria das vezes, depois de um desses incidentes me sentia envergonhado e me esforçava por consolar a quem tinha magoado.

Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas depois de uma explosão de raiva. Me entregou uma folha de papel lisa e me disse:

- Amasse-a!

- Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha.

- Agora - voltou a dizer-me - deixe-a como estava antes.

É óbvio que não pude deixá-la como antes. Por mais que tentei, o papel ficou cheio de pregas.

Então, disse-me o professor:

- O coração das pessoas é como esse papel... A impressão que neles deixamos será tão difícil de apagar como esses amassados.

Assim aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente. Quando sinto vontade de estourar lembro deste papel amassado. A impressão que deixamos nas pessoas é impossível de apagar. Quando magoamos com nossas ações ou com nossas palavras, logo queremos consertar o erro, mas é tarde demais.

Alguém disse, certa vez: "Fale apenas quando tuas palavras forem tão suaves como o silêncio".

Como uma folha. Pense nisso!

Autor Desconhecido

domingo, 24 de abril de 2011

Atitudes para manter a paz em família até que a morte os separe


Recebi um comentário de uma blogueira e fui ao blog dela praticar reciprocidade. Ao chegar lá, havia uma postagem de agradecimento a Deus por ela estar às portas dos seus 5 anos de matrimônio. Segue meu comentário a ela.

Faço votos que o seu casamento dure muito mais que 5 anos.

Os anos passam rápido! Eu me casei aos 21, em 2011 completarei 26 anos de casamento feliz. Creio poder dizer o que penso ser o motivo da minha caminhada à longevidade de sucesso conjugal, numa união em que  a família inteira vai à igreja por vontade própria de servir a Deus com alegria.

• Não deixar a emoção (ira e raiva) dominar a relação do casal. Esforçar-se para que o diálogo sempre ocorra, marido e mulher devem conversar  raciocinando perfeitamente.

• Não querer ser quem sempre é a pessoa que tem razão. Mesmo que acredite estar certa, não faça da sua certeza um passaporte para grandes guerras, divisões dentro do lar.

• Procure fazer com que o cônjuge entre em acordo na seguinte questão. Qual? Não permitir que brigas se estendam por longo tempo e nem que elas ganhem proporções além da intimidade do casal. Nunca permitir que o desentendimento vá além da relação à dois.  Filhos, pais, outras pessoas, não devem tomar conhecimento e nem partido, NUNCA!

• Não deixar que terceiros interfiram em seu relacionamento cotidiano, coisas da cena conjugal. Conheço casamentos que ruíram por culpa de interferência dos pais, sogros e sogras. Podem estar sempre por perto, mas  NUNCA devem "gerenciar" a vida do casal. A voz ativa no casamento deve ser sempre do esposo e da esposa. Saiba, vivo o que falo: meu sogro enviuvou e hoje mora comigo.

• Sogro e sogra não são nossos inimigos. Brigar com eles é brigar com o pai ou mãe do nosso cônjuge, com o avô ou avó de nossos filhos. Ao desrespeitá-los, enfraquecemos os laços familiares.

Paz na família!

E.A.G.

sábado, 23 de abril de 2011

A mocidade



Eclesiastes 11

9 - Alegre-se, jovem, na sua mocidade, e que o seu coração lhe dê muita alegria nos dias da sua juventude. Ande nos caminhos que satisfazem ao seu coração e agradam aos seus olhos; saiba, porém, que de todas estas coisas Deus lhe pedirá contas.

10 - Afaste do seu coração a mágoa e remova de seu corpo a dor, porque a juventude e a primavera da vida são vaidade.

Eclesiastes 12

1 - Lembre-se do seu Criador nos dias da sua mocidade, antes que venham os dias maus, e cheguem os anos em que você dirá: “Não tenho neles prazer.”

2 Lembre-se do Criador antes que se escureçam o sol, a lua e as estrelas, e as nuvens voltem depois da chuva. 

3 - Lembre-se dele antes do dia em que tremerem os guardas da casa, os seus braços, e se curvarem os homens que no passado eram fortes, as suas pernas, e cessarem os moedores da sua boca, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas, os seus olhos.

4 - Faça isso antes que as portas da rua se fechem e o ruído das pedras do moinho se torne difícil de ouvir; quando você se levantar à voz das aves, e todas as harmonias, filhas da música, começarem a desaparecer;

5 - quando você tiver medo do que é alto e se espantar no caminho; quando florescer como a amendoeira, e o gafanhoto lhe for um peso; e quando você perder o apetite. Porque o ser humano vai à morada eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça.

6 - Lembre-se do seu Criador, antes que se rompa o fio de prata, e se despedace o copo de ouro, e se quebre o cântaro junto à fonte, e se desfaça a roda junto ao poço,

7 - e o pó volte à terra, de onde veio, e o espírito volte a Deus, que o deu.

8 - Vaidade de vaidade, diz o Pregador, tudo é vaidade.