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sábado, 5 de fevereiro de 2011
Nani Azevedo - Espírito Adorador
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
SOBRE O COSTUME DE COLETAS DE DINHEIRO NAS IGREJAS EVANGÉLICAS
Eu quero comentar isso com todo respeito.
Alguns cristãos se convertem a Cristo e depois se deixam prender pela liturgia das igrejas onde cultuam a Deus.
Os ministérios evangélicos são mantidos por dinheiro de seus membros. Portanto, todas as denominações cristãs têm sua forma de fazer coleta:
1 - gazofilácio (urna);
2 - salvas (o saco de pano preso em pedaço de madeira e diáconos o levam de membro a membro;
3 - envelopes entregues ao pé do púlpito pelo próprio ofertante;
4 - débito em conta corrente, por cartão magnético ou boleto.
É digno de nota que não existe fórmula bíblica para se pedir, dar e receber ofertas nas igrejas. Então, qualquer crítica ao sistema de coletas será em esfera humana, opinião pessoal e nunca espiritual.
A advertência bíblica quanto a posse e manuseio do dinheiro é remetida para dois lados: tanto ao ofertante quanto aos que recebem as ofertas, ambos são advertidos a não serem apegados ao dinheiro. Quem doa deve fazer a doação com alegria, e quem recebe o dinheiro precisa cuidar para não ser um "cobiçoso de torpe ganância", não ser materialista (Romanos 12.8; 2ª Coríntios 9.7; 1ª Timóteo 3.3; Tito 1.7).
Alguns cristãos se convertem a Cristo e depois se deixam prender pela liturgia das igrejas onde cultuam a Deus.
Os ministérios evangélicos são mantidos por dinheiro de seus membros. Portanto, todas as denominações cristãs têm sua forma de fazer coleta:
1 - gazofilácio (urna);
2 - salvas (o saco de pano preso em pedaço de madeira e diáconos o levam de membro a membro;
3 - envelopes entregues ao pé do púlpito pelo próprio ofertante;
4 - débito em conta corrente, por cartão magnético ou boleto.
É digno de nota que não existe fórmula bíblica para se pedir, dar e receber ofertas nas igrejas. Então, qualquer crítica ao sistema de coletas será em esfera humana, opinião pessoal e nunca espiritual.
A advertência bíblica quanto a posse e manuseio do dinheiro é remetida para dois lados: tanto ao ofertante quanto aos que recebem as ofertas, ambos são advertidos a não serem apegados ao dinheiro. Quem doa deve fazer a doação com alegria, e quem recebe o dinheiro precisa cuidar para não ser um "cobiçoso de torpe ganância", não ser materialista (Romanos 12.8; 2ª Coríntios 9.7; 1ª Timóteo 3.3; Tito 1.7).
E.A.G.
A PROSPERIDADE DE SALOMÃO E A SABEDORIA DO CRISTÃO
Alguns cristãos, desprezando textos bíblicos do Antigo Testamento, criticam quem os use para basear a afirmação que é vontade do Senhor abençoar a Igreja de Cristo com prosperidade financeira. Recentemente, um desses críticos alegou que citar as riquezas de Salomão é afastar-se da técnica hermenêutica clássica do protestantismo clássico.
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Ao ler comentário desse tipo, sobre a época de Salomão (Dispesação da Lei) ser diferente da nossa, o primeiro pensamento que surge em minha mente sobre as riquezas desse rei é que ela veio por iniciativa de Deus, sem que Salomão a pedisse.
Essa é a perspectiva hermenêutica principal a ser aplicada ao assunto prosperidade, citando as riquezas desse monarca.
Você deve se lembrar, Salomão orava pedindo sabedoria para governar bem o povo. Era um ato de amor, uma oração em que não pensava em si mesmo, mas no bem-estar de seus súditos. E Deus se agradou desse comportamento e lhe deu sabedoria e riquezas! Confira: 2º Crônicas, capítulo 1.
Ora, Deus não muda e nem faz acepção de pessoas, não trata os iguais de maneira diferentes (Romanos 2.11). Se não somos avarentos e nem possuímos ganâncias torpes, creio que podemos, sim, esperar que o Senhor agirá de maneira parecida.
Amar: essa foi a vontade de Deus na época de Salomão, que era o tempo da Lei de Moisés, e ainda é a vontade dEle para todos nós que vivemos na Dispensação da Graça (Levítico 19.18; Romanos 13.9).
É preciso amar os semelhantes! Esse princípio divino ainda não mudou. Precisamos que amar o proximo como a nós mesmos, isso é agradável a Deus. Então, assim como fez Salomão ao pedir sabedoria que lhe conferisse condições de fazer um bom governo, precisamos querer agir sabiamente em nossos relacionamentos interpessoais.
Essa é a perspectiva hermenêutica principal a ser aplicada ao assunto prosperidade, citando as riquezas desse monarca.
Você deve se lembrar, Salomão orava pedindo sabedoria para governar bem o povo. Era um ato de amor, uma oração em que não pensava em si mesmo, mas no bem-estar de seus súditos. E Deus se agradou desse comportamento e lhe deu sabedoria e riquezas! Confira: 2º Crônicas, capítulo 1.
Ora, Deus não muda e nem faz acepção de pessoas, não trata os iguais de maneira diferentes (Romanos 2.11). Se não somos avarentos e nem possuímos ganâncias torpes, creio que podemos, sim, esperar que o Senhor agirá de maneira parecida.
Amar: essa foi a vontade de Deus na época de Salomão, que era o tempo da Lei de Moisés, e ainda é a vontade dEle para todos nós que vivemos na Dispensação da Graça (Levítico 19.18; Romanos 13.9).
É preciso amar os semelhantes! Esse princípio divino ainda não mudou. Precisamos que amar o proximo como a nós mesmos, isso é agradável a Deus. Então, assim como fez Salomão ao pedir sabedoria que lhe conferisse condições de fazer um bom governo, precisamos querer agir sabiamente em nossos relacionamentos interpessoais.
Aos que estão em posição superior aos demais em volta, condição parecida ao do monarca Salomão, que o desejo de seu coração seja o de fazer o melhor possível aos subalternos, jamais ser egoísta e usar a posição privilegiada em busca dos próprios interesses (1ª Coríntios 10.24).
Salomão escreveu o livro Eclesiastes. Veja o que escreveu sobre prosperidade:
“Eis aqui o que eu vi, uma boa e bela coisa: comer e beber, e gozar cada um do bem de todo o seu trabalho, em que trabalhou debaixo do sol, todos os dias de vida que Deus lhe deu, porque esta é a sua porção. E a todo o homem, a quem Deus deu riquezas e bens, e lhe deu poder para delas comer e tomar a sua porção, e gozar do seu trabalho, isto é dom de Deus” - Eclesiastes 5.18-20.
Ainda hoje, o propósito da bênção financeira é o compartilhamento, ajudar o semelhante de todas as formas possíveisl. E o dinheiro é uma das ferramentas que Deus nos dá para fazer isso.
Salomão escreveu o livro Eclesiastes. Veja o que escreveu sobre prosperidade:
“Eis aqui o que eu vi, uma boa e bela coisa: comer e beber, e gozar cada um do bem de todo o seu trabalho, em que trabalhou debaixo do sol, todos os dias de vida que Deus lhe deu, porque esta é a sua porção. E a todo o homem, a quem Deus deu riquezas e bens, e lhe deu poder para delas comer e tomar a sua porção, e gozar do seu trabalho, isto é dom de Deus” - Eclesiastes 5.18-20.
Ainda hoje, o propósito da bênção financeira é o compartilhamento, ajudar o semelhante de todas as formas possíveisl. E o dinheiro é uma das ferramentas que Deus nos dá para fazer isso.
Ontem eu lia Gênesis, ja tinha lido antes, mas fiquei maravilhado com o versículo que narra Deus como jardineiro, plantando flores para o homem. Leia em sua Bíblia, Gênesis 2.8. É um ato sublime, que pode ser considerado até poético. Esse é o Deus que servimos! Ele pensa em tudo, tudo que faz é bom e perfeito.
E.A.G.
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