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Arquivo | 14 anos de postagens

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A LEI DE MOISÉS E A LEI DE CRISTO

A Lei Moral ainda vigora nos dias atuais.

Quando Jesus morreu na cruz, o véu do templo foi rasgado do alto até embaixo. Nós sabemos, o véu separava o povo judeu do espaço do templo judaico, do lugar que era considerado o Santo dos Santos, onde era guardada a arca da aliança, e os sacerdortes levitas tinham permissão para entrar uma vez ao ano para oferecer sacrifícios de animais. Este ritual era o mais importante da Lei de Moisés. O livro Aos Hebreus é claríssimo sobre este assunto, ao mencionar que as cerimônias judaicas não valem  para a Igreja do Cristo.

A Lei Moral aponta ao pecado, nos direciona para viver de acordo com a vontade de Deus. Ela não tem poder para salvar do pecado, não nos livra do efeito mortal do pecado, mas traz à tona a consciência da existência dele, faz com que a alma pecadora saiba que é necessário reconhecer a Cristo como Senhor e Salvador, e incentiva o homem a se humilhar e se confessar a Jesus pedindo perdão e assim receber perdão (1ª João 1.9).

A Lei de Moisés era composta de ritos cerimoniais,
obrigava os homens a fazer circuncisão; a fazer rituais de holocausto usando animais para expiação de pecados (como uma simbologia do sacrifício de Cristo na cruz).


Quando o Filho de Deus morreu e ressuscitou dos mortos, os atos simbólicos do judaísmo deixaram de ser necessários. Ninguém mais precisa da Lei Cerimonial.

A Lei de Moisés foi abolida, acabou, mas a Lei Moral, vigora. Ela é para todos, judeus e gentios. O cristão, que faz parte da Igreja de Cristo, está obrigado a cumprí-la:

“Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir" - Mateus 5:17-18

“Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo - Gálatas 6.2.

“Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito” - Tiago 1.25.

“Assim falai, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade - Tiago 2.12.

E.A.G.
Este artigo está liberado para cópias, desde que citados o nome do autor e o link (HTML) do blog Belverede.

Atualizado em  12 de janeiro de 2011.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Como ler a Bíblia Sagrada corretamente?

A Sociedade Bíblica do Brasil é recordista em publicações da Bíblia
Ler a Bíblia Sagrada é bom, mas praticar o conteúdo que leu é o ideal.


Hoje pela manhã, ouvi uma pessoa se vangloriar, ela disse que lê a Bíblia inteira todos os anos. Aí eu pensei: o importante não é apenas ler, é praticar o que leu. E este irmão não é um exemplo de bom cristão, faz muitas coisas que vão contra o que está escrito nas Escrituras Sagradas.


No Salmo 1, está escrito que só é bem-aventurado a pessoa que medita (repito: medita) na Palavra. Meditar é mais do que ler, é estudar o que leu até entender o conteúdo completamente. Ler sistematicamente, procurando o contexto do texto.


Romanos 12 nos fala sobre a necessidade da prática do culto racional. Isto é, usando o raciocínio e a devoção ao mesmo tempo, o entendimento lógico junto com a fé, porque apenas quando entendemos a razão de cultuar a Deus é que O agradamos. Então, é necessário que todo leitor da Bíblia saiba o que lê, e faça sua leitura com oração, adoração. com devoção. É preciso ler  a Bíblia devocionalmente além de sistematicamente.


Em Tiago, 1.22-25, está escrito que para ser bem-aventurado em nossas tarefas, é preciso ser praticante da Palavra de Deus. Quem ler e esquecer o conteúdo bíblico não  será abençoado pelo Senhor.


E, "esquecer" não significa apenas a questão da falta de memória, também é a questão de valorizar o que foi lido, meditado e compreendido. É viver no temor do Senhor, revenciar a Deus com espontâneidade.

E.A.G.

Artigo liberado para cópias, desde que haja citação do nome do autor e do link (HTML) do blog Belverede

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

As estratégias de liderança da Assembleia de Deus


A estratégia de líderes, visando o crescimento da igreja, não apenas geograficamente, mas também na robustez da fé de seus membros, é anunciar a verdade: Jesus liberta, cura, batiza com o Espirito Santo e leva o crente fiel para o céu!