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terça-feira, 25 de maio de 2010

Curiosidade sobre as relações políticas entre Brasil e Israel que você precisa saber antes de votar para presidente da República

A definição de sionismo

Sobre Sionismo, a Enciclopédia Barsa traz a seguinte explicação: s.m. (De Sion, nome judaico de Jerusalém). Doutrina e movimento nacionalistas judeus, que visavam ao restabelecimento do Estado de Israel e à concentração do maior número possível de judeus numa comunidade nacional autônoma, situada na Palestina. A criação do Estado de Israel foi uma vitória do sionismo.

A Enciclopedia do Conhecimento Essencial (Reader's Digest) informa mais detalhadamente: Ideário nacionalista judeu desenvolvido no final do século XIX. O inspirador das idéias sionista foi Theodor Herzl (1860-1904).

Os massacres do Holocausto nazista aumentaram o apoio internacional à criação da pátria israelita. Em 1948, outra figura-chave para o desenvolvimento do sionismo, David Ben Gurion, tornou-se o primeiro-ministro de Israel independente.

Osvaldo Aranha, ex-ministro das Relações Exteriores de Getúlio Vargas, deu o Voto de Minerva, quando presidia a sessão da ONU em 1947, que decidiu pela criação do Estado de Israel.

A definição de semitismo

Semistismo, na Barsa: s.m. 1. Caráter do que é semítico; 2. Em sentido restrito, carater do que é judeu ou judaico; 3. Conjunto de características próprias aos semitas e as suas civilizações; 4. Em sentido restrito, judaico, hebraico.

A política de Ahmadinejad

O antisemitismo vai contra a religião judaica, enquanto que o antisionismo é contrário à existência de Israel como Estado.


Ahmadinejad é declarado antissionista, mas também age como antisemita. Portanto, não há nenhum motivo para qualquer brasileiro cristão se orgulhar de Lula, ao tentar fazer uma aproximação com este presidente iraniano.

Lula está indo contra a História Brasileira, contra os cristãos brasileiros e contra os judeus brasileiros!

Lula, antisemita?

Em março deste ano, Lula visitou Israel. Foi a primeira visita de um chefe de estado brasileiro ao Oriente Médio em 100 anos. Nesta viagem por lá, Lula recusou-se a cumprir e protocolo e visitar o túmulo de Theodor Herzl, como todos os presidentes fazem quando passam por lá.

No entanto, após ir à Israel, Lula foi à Palestina, país com quem Israel ainda guerreia por limites geográficos, e fez questão de passar por Ramala e depositar flores no túmulo de Yasser Arafat.

Fica a pergunta: isto foi uma sinalização de amtipatia pela existência do Estado de Israel ou contra os judaísmo?

Eu declaro com muito pesar que Lula errou feio, não gostei disso!

E.A.G.

O retorno de Jabes de Alencar e a mensagem "Um exército"

Há três tipos de pessoas no mundo. As que não sabem o que está acontecendo, as que sabem o que está acontecendo, e as que fazem parte do que está acontecendo. Deus nos chamou para fazer parte do projeto dEle, fazer as coisas acontecerem.

Num navio, uma criança caiu ao mar, enquanto se debatia as pessoas olhavam alarmadas e dizendo “oh, vai morrer”. De repente, todos viram um homem projetado ao mar, ele nadou ao encontro da criança e evitou que ela afundasse e morresse. Depois que os dois estavam em segurança, o capitão fez uma festa para comemorar a vida. Em determinado momento, o homem que estava sendo apontado como herói, foi chamado ao microfone para narrar sobre seu ato de bravura. Ele disse: "eu não sou o herói que estão dizendo que eu sou, alguém me empurrou às águas bravias".

Há momentos que Deus nos empurra! Quem quer ser missionário em Nínive? Quer ser missionário no Afeganistão? Quer fazer missões no Iraque?

Os parágrafos acima são parte do prólogo da pregação de Jabes de Alencar, quando conta sobre o início de seu ministério, cheio de dificuldades, apesar de ser filho e neto de pastores assembleianos. Cita o Pr. João Ávila, que o abraçou ao ser ungido ao pastorado, e fala sobre uma cruzada que virou manchete no jornal Mensageiro da Paz em 1981, houveram muitos milagres na ocasião.

Assisti a preleção há cerca de uma hora atrás, foi transmitida pelo programa Mensagem de Esperança no canal Rede Gospel. Amanhá será transmitida a segunda parte dela.

Jabes de Alencar está de volta depois de um período de descanso, quando houve o comentário de que estaria doente. O afastamento da liderança Assembleia de Deus Bom Retiro lhe fez muito bem. E este bem reflete para todos nós, que acompanhamos seu ministério.

"Um Exercito" é uma mensagem que já considero uma das mais maravilhosas que tive a oportunidade de ver Jabes de Alencar ministrar nestes últimos anos. Espero que seja lançada em DVD.

E.A.G .

segunda-feira, 24 de maio de 2010

METÁFORA PUNITIVA - SE LHE CHAMAREM DE HOMOFÓBICO, PROCESSE!

Por Olavo de Carvalho

O dicionário Longman's, um dos mais atualizados da língua inglesa, define “homofobia” como “medo e ódio aos homossexuais”. O termo foi introduzido no vocabulário do ativismo gay pelo psiquiatra George Weinberg, no livro Society and the Healthy Homosexual (New York, St, Martin's Press, 1972) para designar o complexo emocional que, no seu entender, seria a causa da violência criminosa contra homossexuais.

Até hoje os apologistas do movimento gay não entraram num acordo sobre se existe ou não a homofobia como entidade clínica, comprovada experimentalmente. Uns dizem que sim, outros que não.

O que é absolutamente impossível provar, por meios experimentais ou por quaisquer outros, é que toda e qualquer rejeição à conduta homossexual seja, na sua origem e nas suas intenções profundas, substancialmente idêntica ao impulso assassino voltado contra homossexuais.

No entanto, é precisamente isso o que o termo significa quando aplicado ao Papa, ao deputado Clodovil Hernandez ou a qualquer outro cidadão de bem, hetero ou homo, que sem nem pensar em agredir um homossexual se limite a expressar educadamente suas reservas, já não digo nem quanto ao homossexualismo em si, mas simplesmente quanto às pretensões legiferantes do movimento gay . Em seu livro A History of Homophobia , que pode ser lido na internet , o ensaísta Rictor Norton, um apologista da homossexualidade, é bem franco sob esse aspecto: “Com muita freqüência, a palavra ‘homofobia' é apenas uma metáfora política usada para punir.”

“Homofóbico” é termo que só pode ser usado de maneira descritiva e neutra quando referido estritamente aos criminosos que o dr. Weinberg tinha em vista ao cunhar a expressão. Aplicado a quaisquer outras pessoas, é propositadamente pejorativo e insultuoso. Foi calculado para ferir, humilhar, rebaixar, intimidar – e, pior ainda, para fazer tudo isso com base na inflação metafórica de um termo médico que nem mesmo na sua acepção originária correspondia a uma realidade comprovada. Não é só um insulto. É um insulto e uma fraude. Mas, uma vez que o uso repetido tenha dessensibilizado o público de modo a que ele não perceba a fraude, passa-se à etapa seguinte do embuste: associada a mera expressão racional de opiniões a uma conduta psicopática e assassina, trasmuta-se o sentido metafórico em sentido literal, e a suposição insultuosa se torna prova do crime: toda e qualquer objeção às exigências do movimento gay será punida com pena de prisão.

A gravidade do insulto, em si, é monstruosa, e qualquer pessoa que o sofra pode e deve processar criminalmente o atacante antes que este, usando seu próprio crime como prova contra a vítima, a processe por “homofobia”. Toda e qualquer acusação de “homofobia”, se não dirigida a autor comprovado de crime violento contra homossexuais, é crime de injúria, difamação e calúnia, acrescido do uso fraudulento da justiça como instrumento de perseguição política.

Se as vítimas dessa fraude não reagirem contra ela, acabarão indo para a cadeia por motivos metafóricos.


Fonte: Diário do Comércio (editorial) - 23 de maio de 2007.