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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

JESUS CRISTO E O PESO DA RELIGIOSIDADE DOS USOS E COSTUMES

Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve” - Mateus 11.30.
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A tradução de João Ferreira de Almeida para a palavra portuguesa“suave” veio da palavra grega “chrestos”, que é ligada ao verbo “chraomai” (chraomai / usar). A tradução não trouxe a amplitude do significado original. Ouso dizer que poderia ser traduzido por prática satisfatória.
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A palavra “chrestos” denota a prática de costumes agradáveis, confortáveis, bons, certos, úteis, e aproveitáveis, que provocam satisfação.
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Ou seja, Jesus condenava o judaísmo porque era um sistema religioso legalista, cheio de imposições de regras inúteis quanto ao bom relacionamento com Deus. O sistema judaico se consistia de intervenções na vida todos, obrigando o judeu a adotar ao seu cotidiano algumas práticas rigorosas que atrasavam o dia-a-dia, eram usos e costumes chatos, descrito por Jesus como fardos pesados.
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A natureza humana, pecaminosa, sente muito prazer de exercer religião com castigos, sofrimentos e dor. A razão deste prazer vem de uma espécie de compensação psicológica (a troca da escolha do pecado pela penitência). Mas Jesus ao usar o termo “chrestos” (bom costume de uso fácil), dizia ao povo que para agradar a Deus, servi-lo de maneira eficaz, não precisava mudar o jeito de ser, incorporando ao cotidiano usos sem sentido, costumes sem nenhum aproveitamento inteligente, coisas que são sinônimo de aborrecimentos.
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Jesus ensinou que o Evangelho significa um estilo de vida prática, que produz alegria, pois é relacionamento pessoal com o Senhor por meio do Espírito.
Continuarei neste assunto...
E.A.G.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

A CRUZ DE CRISTO

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Por Ed René Kivitz
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"Qualquer pessoa que investigue o cristianismo pela primeira vez ficará impressionada pelo destaque extraordinário que os seguidores de Cristo dão à sua morte", disse John Stott. "No caso de todos os outros grandes líderes espirituais, a morte deles é lamentada como fator determinante do fim de suas carreiras. Não tem importância em si mesma; o que importa é a vida, o ensino e a inspiração do exemplo deles. Com Jesus, no entanto, é o contrário. Seu ensino e exemplo foram, na verdade, incomparáveis; mas, desde o princípio, seus seguidores enfatizaram sua morte. E isso o colocou à parte de outros líderes religiosos na história. Maomé morreu aos 62 anos; Confúcio, aos 72; Buda, aos 80; e Moisés aos 120. Mas Jesus morreu a morte horrível da crucificação na faixa dos 30 anos, repudiado por seu próprio povo. Aparentemente, ele foi um fracasso completo; no entanto, afirmou cumprir sua missão por meio de sua morte: "O Filho do homem deve sofrer e ser morto" (Marcos 8:31; 9:31, 10:32-34). Jesus se referiu à sua morte como a "hora" para qual viera ao mundo".
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Não é possível compreender Jesus Cristo sem compreender sua cruz. Não é possível ser cristão sem compreender a cruz de Jesus Cristo. Na verdade, mais do que compreender, crer, confiar, experimentar, assumir a cruz de Jesus Cristo e o Jesus Cristo crucificado: "resolvi esquecer tudo, a não ser Jesus Cristo e especialmente sua morte na cruz" (Paulo, apóstolo, 1 Coríntios 2.2 BLH).
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A cruz de Jesus Cristo é o centro da relação entre Deus e o homem. Ali na cruz há uma troca de papéis que explica toda a saga humana e sua relação, tanto conflituosa (no pecado) quanto reconciliada (na salvação), com o Deus criador dos céus e da terra. Ainda conforme John Stott, "substituição está no coração tanto do pecado quanto da salvação. Pois a essência do pecado é o homem substituindo-se a si mesmo por Deus, ao passo que a essência da salvação é Deus substituindo-se a si mesmo pelo pecado. O homem declara-se contra Deus e coloca-se onde Deus merece estar; Deus sacrifica-se a si mesmo pelo homem e coloca-se onde o homem merece estar. O homem reivindica prerrogativas que pertencem somente a Deus; Deus aceita penalidades que pertencem ao homem somente".
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A cruz de Jesus Cristo é o fim de todas as maldições e penalidades que caberiam ao homem em razão de seu pecado. A cruz de Jesus Cristo é a fonte de todos os benefícios e dádivas que Deus pode e deseja conceder ao homem. Sem a cruz de Jesus Cristo a humanidade está condenada ao sofrimento, à escuridão, ao vazio e à morte eternamente. Com a cruz de Jesus Cristo a humanidade é objeto do amor, misericórdia, compaixão, bondade e graça de Deus eternamente.
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A essência da mensagem cristã é essa: "Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, deixando de levar em conta os pecados dos seres humanos. Em Cristo não havia pecado. Mas Deus colocou sobre Cristo a culpa dos nossos pecados para que nós, em união com ele, recebamos toda a justiça que nele há" (2 Coríntios 5.18-21).
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A Ceia em Memória de Jesus Cristo é uma celebração sob o signo da cruz. Na partilha do pão e do vinho, corpo de Cristo partido por nós e sangue de Cristo derramado por nós, celebramos o fato de que "nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus" (Romanos 8.1), abrimos mãos para receber toda a boa dádiva de Deus nosso Pai, pois sabemos que se Deus nos deu seu próprio Filho, "nos dará graciosamente com Ele todas as coisas" (Romanos 8.32), e renovamos nosso compromisso de viver em Cristo, com Cristo, e para Cristo, pois "estamos crucificados com Cristo" (Gálatas 2.20).
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Fonte: Informativo IBAD (Igreja Batista da Água Branca / SP) - edição 267 - 30 de setembro de 2007.

ECLESIASTES 3.1-14 - O TEMPO SEGUNDO A PERSPECTIVA BIBLICA

Imagem: Ana Paula Alksnis
Vôo de paraglyder
Morro do Sto Antonio - Caraguatatuba / SP

1 Tudo neste mundo tem o seu tempo; cada coisa tem a sua ocasião.

2 Há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar;

3 tempo de matar e tempo de curar; tempo de derrubar e tempo de construir.

4 Há tempo de ficar triste e tempo de se alegrar; tempo de chorar e tempo de dançar;

5 tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las; tempo de abraçar e tempo de afastar.

6 Há tempo de procurar e tempo de perder; tempo de economizar e tempo de desperdiçar;

7 tempo de rasgar e tempo de remendar; tempo de ficar calado e tempo de falar;

8 Há tempo de amar e tempo de odiar; tempo de guerra e tempo de paz.

9 O que é que a pessoa ganha com todo o seu trabalho?

10 Eu tenho visto todo o trabalho que Deus dá às pessoas para que fiquem ocupadas. 11 Deus marcou o tempo certo para cada coisa. Ele nos deu o desejo de entender as coisas que já aconteceram e as que ainda vão acontecer, porém não nos deixa compreender completamente o que ele faz.

12 Então entendi que nesta vida tudo o que a pessoa pode fazer é procurar ser feliz e viver melhor que puder. 13 Todos nós devemos comer e beber e aproveitar bem aquilo que ganhamos com o nosso trabalho. Isso é um presente de Deus.

14 Eu sei que tudo o que Deus faz dura para sempre, não podemos acrescentar nada, nem tirar nada. E uma coisa que Deus faz é levar as pessoas a temê-lo. 15 Tudo o que acontece ou que pode acontecer já aconteceu antes. Deus faz com que uma coisa acontece torne a acontecer.

Fonte: Nova Tradução na Linguagem de Hoje