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sexta-feira, 11 de abril de 2008

Filhos flechas e filhos bumerangues?



Por Nelson Gersoni

O Salmo 127.4 diz que "os filhos são como flechas na mão do guerreiro". Certo escritor fez semelhante comparação, dizendo que os pais são "os arcos, por meio dos quais os filhos, quais flechas vivas, são projetados".

Para interpretarmos bem esta metáfora é bom lembrar que a flecha é algo que se arremessa com firmeza e determinação, numa postura adequada, buscando um alvo determinado. A flecha dá a idéia de algo que sai em busca do alvo, num vôo certeiro que não tem volta.

Assim, compreendemos que nosso papel como pais é educar os filhos, no temor do Senhor, para as realizações da vida. Se faltar esta compreensão, criaremos nossos filhos como "bumerangues". O bumerangue é uma arma de caça - mais tarde substituída pela flecha - criados pelos primitivos aborígenes australianos. É feito de madeira em forma de meia lua. Quando o alvo não é atingido o bumerangue retorna às mãos do atirador, poupando-lhe assim a construção de uma nova arma.

Pais que não observam os preceitos da Palavra de Deus para a criação dos filhos correm o risco de transformar seus filhos em "bumerangues", à medida que não os preparam para acertar os alvos da vida. Assim, depois de adultos eles voltam para as suas mãos, cheios de insucessos, entre eles o despreparo profissional, o casamento desfeito, a falta de adaptação social, ou, nos casos mais extremos, a dependência de álcool ou outras drogas.

Mas o que fazer para que nossos filhos sejam "flechas" e não "bumerangues"? É difícil responder em tão poucas linhas, pois um livro inteiro não encerraria o assunto. Há papéis específicos do pai, que não pode ser desempenhado pela mãe, e vice versa, assim como há medidas a serem tomadas por ambos, algumas em interação com os filho. Uma providência está em Provérbios 22.6: "Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele".

Filhos de família disfuncional (que não cumpre de forma regular suas funções) terão menores possibilidades de sucesso na vida. Uma das principais causas da disfunção familiar são os problemas espirituais associados aos emocionais. Quando os pais não conseguem se livrar de traumas da infância e não conhecem Jesus para levar a Ele suas enfermidades emocionais, projetam nos filhos as neuroses decorrentes destes traumas, afetando-os emocionalmente. Pais ausentes também geram filhos "bumerangues". Não me refiro a pais que não moram em casa.. Trata-se da ausência de quem está presente. Esta ausência é mais grave por estabelecer uma relação enganosa, onde se pensa que tudo está bem e nada é feito para a mudança.

Os modelos de "presença ausente" são muitos:
• Pais permissivos - não falam "não" para os filhos para evitar magoá-los.
• Pais repressivos - tolhem as ações, desfazem planos e apagam sonhos dos filhos, pois não vêem neles nenhum potencial para a vida.
• Pais sinestésicos - talvez por serem criados sem abraços, evitam abraçar os filhos.
•  Pais antiauditivos - têm ouvidos para tudo e todos, menos para os filhos.
• Pais antidialogais - não mantêm diálogo algum com os filhos, pois não crêem que tenham alguma coisa a dizer.
•  Pais que dão maus exemplo - são do tipo "faz o que eu mando mas não faz o que eu faço".
É muito bom ter os filhos ao nosso redor, mesmo depois de adultos. É saudável o vinculo familiar com eles e seus filhos. Entretanto, isso é diferente da relação de dependência que tinham conosco quando eram bebês, crianças ou adolescentes. Filhos são "flechas", não são "bumerangues".

Se observarmos os preceitos da Palavra de Deus na criação dos filhos desfrutaremos da promessa de Jeremias 50.9b: "As suas flechas serão como de destro guerreiro, nenhuma tornará sem efeito".

Nelson Gervoni é Pastor, Consultor Educacional e Professor no CEEC 
Artigo publicado originalmente no Informativo Evangélico de Educação e Cultura (abril 2008, ano X, Nº 105, página 8) órgão oficial da AD Indaiatuba.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

PASTOR CARLOS ROBERTO SILVA - EQUILÍBRIO


"A Igreja de Cristo é indissolúvel, uma vez que o próprio Senhor já a predestinou para a vitória, por ser Ele mesmo o alicerce, e também por antecipação já a condicionou ao sucesso, quando decretou:
'Edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela'
(Mateus 18:18)
No entanto, do ponto de vista institucional, grandes brechas são abertas por conta dos conflitos entre as lideranças, através das quais o inimigo tem se aproveitado para retardar e embaraçar, prejudicando assim o bom andamento da obra. O que poderia ser realizado em pouco tempo, não raras vezes é retardado pelas picuinhas humanas e seus malditos reflexos."

Fonte: Point Rhema / Equilíbrio nos conflitos de lideranças

quarta-feira, 9 de abril de 2008

CAI APOIO À PENA DE MORTE, ABORTO, USO DE MACONHA E UNIÃO CIVIL ENTRE GAYS

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Brasil mostra a cara "careta" e diz não às noções de "modernidade" da minoria que deseja fazer valer suas idéias do que seja o ideal para todos.
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Brasil prefere que maconha continue proibida, que o aborto seja considerado crime e não admite o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
O número de brasileiros que apóia a pena de morte caiu, a apologia da implementação da pena capital divide as opiniões no País. É o que mostrou a pesquisa Datafolha publicada pela Folha de São Paulo.
A coleta dos dados ocorreu entre os dias 25 e 27 de março, quando 47% dos entrevistados disseram ser a favor da pena de morte, empatando com o percentual dos que são contra. Em 2007, 55% eram a favor e 40% contra.
O resultado da pesquisa acusa que a maioria continua contra a discriminalização da maconha e do aborto. Para 76% dos entrevistados, o uso da droga deve ser proíbida. E, 68% preferem que o aborto continue a ser tratado como crime.
A união civil entre pessoas do mesmo sexo também não é admitida pela maioria. Segundo a pesquisa, 45% são contra e 39% a favor. E 14% dos perguntados sobre o assunto preferiram não emitir opinião.
O Datafolha entrevistou 4.044 brasileiros maiores de 16 anos em 159 municípios. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais e para menos.
Fonte: Folha de São Paulo
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