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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Os benefícios do aprendizado de música durante a infância

Arte: Katty Fincher.
No decorrer dos primeiros anos de formação das crianças, as oportunidades de cursos e de diferentes aprendizagens são notoriamente sem-fim. A instrução musical é capaz de produzir uma enorme diferença em muitas áreas da vida dos pequeninos. Um dado interessantíssimo é que a música tem extraordinário potencial para melhorar as habilidades matemáticas na escola.

As áreas cerebrais responsáveis pela música e pela matemática são as mesmas. O ensino musical abrange contas, frações e bases comparativas. Seja qual for a escolha, todos os instrumentos irão melhorar o raciocínio de cálculos matemáticos da criançada.

Outras vantagens estão relacionadas à disciplina, à paciência e, inclusive, ao comportamento social. Alguns instrumentos, como o violino e o piano, requerem aplicação e perseverança durante o ano inteiro, sempre focando o núcleo mental. Por outro lado, os instrumentos de grupo, quando exercitados em uma classe, aprimoram as habilidades sociais das crianças, pois o convívio com professores e com colegas é necessário.

Como resultado do preparo musical, os jovens têm a confiança em suas qualidades e satisfação pessoal aumentadas, porque atingem suas metas numa classe. Também, lições de música inserem a juventude às inumeráveis e melhores expressões da cultura artística de civilizações remotas.

E.A.G.

Fonte: Jornal Viva Cidade, edição 1380, dezembro de 2019, www.vivacidade.com.br

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Professora pinta a unha de aluno de 4 anos e psicóloga Marisa Lobo faz grave alerta aos pais

Por Will R. Filho

Mais um caso de doutrinação ideológica dentro da sala de aula causou indignação entre os internautas esta semana, após uma tia-avó denunciar que o seu sobrinho-neto de apenas 4 anos teve às unhas pintadas por uma professora na sala de aula. O caso chamou atenção até mesmo da psicóloga Marisa Lobo, autora de vários livros na área de educação familiar.

"Essa mãozinha não é de uma menina e sim de um menino que é o meu sobrinho neto de 4 anos simplesmente ele chegou da escola com as unhas pintadas de azul a Professora dele fez o dia da beleza e pintou a unha de todos os meninos (sic)", denunciou a tia em uma postagem na sua rede social.

A mulher completou dizendo que a professora "falou que as crianças tem que experimentar de tudo ele está usando ideologia de gênero na sala de aula amanhã dia 9 vai ter reunião e eu estarei lá".

Marisa Lobo, por sua vez, fez uma publicação denunciando a suposta professora e fazendo um alerta aos pais. "Precisamos ter a coragem de denunciar esses abusos contra a infância. Pais, prestem atenção! Se acontecer isso com seu filho grite!, denuncie, esta escola passou de todos os limites", escreveu a psicóloga.

"Como psicóloga não posso me calar diante dessa desconstrução da identidade de um menino. O que querem, o que estão fazendo é 'feminilizar' seu filho, não aceitem pais, mães, famílias, essa violência psicológica, violência simbólica contra suas crianças, proteja a integridade psicológica de suas crianças", completou.

O Opinião Crítica entrou em contato com Marisa Lobo, pedindo maiores esclarecimentos sobre os efeitos de tal atitude na mente de uma criança. A psicóloga, que é autora do livro "Ideologia de Gênero na Educação" e "Famílias em Perigo", respondeu da seguinte maneira:

"Crianças estão em processo de formação biopsicossocial. Os primeiros cinco anos de vida são cruciais para a formação da personalidade da criança, e isso inclui a própria identidade de gênero, que deve estar em harmonia com o sexo biológico dela. Essa personalidade/identidade vai se consolidando ao longo dos anos, até a fase da adolescência.

Quando uma professora induz elementos simbólicos que vão na contramão do que é atribuído à identidade do sexo masculino ou feminino, ela está provocando confusão na mente dessa criança, e se ela por algum motivo já vier de um contexto confuso, isso só agrava ainda mais".

Marisa Lobo explicou que a intenção dos ativistas de gênero é justamente "desconstruir" esses padrões, o que eles chamam de "heteronormatividade", porque acreditam que tudo se resume à cultura, como se os sexos masculino e feminino não fossem definidos, na verdade, pela biologia, mas sim por uma narrativa cultural.

"A ideologia de gênero consiste na ruptura com a realidade biológica do ser humano. Os ativistas pensam que tudo é uma questão de narrativa cultural, quando não é. Existe uma construção lógica e perfeitamente ordenada na formação do ser humano, a qual inclui a definição dos sexos e da identidade relacionada a ele. A cultura apenas sancionou o que a biologia definiu.

Claro que há alguma flexibilidade, sim, pois não podemos tratar tudo de forma determinista, mas também não podemos fingir que uma pessoa pode ser qualquer coisa, porque isso é uma mentira inventada por pessoas inconsequentes e alienadas ideologicamente.

Portanto, o professor que diz ao aluno que ele pode 'experimentar de tudo' está violando sua competência, a educação familiar e a integridade moral da criança em formação. Essa professora, se realmente fez isso, precisa ser denunciada pelos pais e processada por abuso psicológico infantil, e se a escola atuar como cúmplice dessa violência psicológica, ela também deve responder na justiça".

E.A.G.

Fonte: Opinião Crítica. Data: 08/10/2019 às 19h48 com atualização às 21 horas  - https://tinyurl.com/yysgy8kr

sábado, 2 de março de 2019

Querem proibir crianças cantarem o Hino Nacional nas escolas? Por quê?




O MEC (Ministério da Educação) na segunda-feira de 25 de fevereiro, enviou um e-mail para todas as escolas públicas e particulares do País. Tratava-se de um comunicado do ministro Ricardo Vélez Rodríguez  orientando que, no primeiro dia de aula deste ano uma mensagem anexada seja lida por um "representante da escola". Pede que professores e alunos sejam perfilados diante da bandeira do Brasil para a execução do Hino Nacional. O ministério ainda especifica que os vídeos contendo o ato gravado sejam enviados à assessoria de imprensa da pasta ou à Secretaria de Comunicação da Presidência da República, identificando o nome da escola e números de alunos, professores e funcionários. A correspondência termina com o lema da campanha de Jair Bolsonaro: “Brasil acima de tudo. Deus acima de todos".

No email está escrito o seguinte: “Prezados Diretores, pedimos que, no primeiro dia da volta às aulas, seja lida a carta que segue em anexo nesta mensagem, de autoria do Ministro da Educação, Professor Ricardo Vélez Rodríguez, para professores, alunos e demais funcionários da escola, com todos perfilados diante da bandeira do Brasil (se houver) e que seja executado o hino nacional” Em outro trecho diz o texto do email: “Solicita-se, por último, que um representante da escola filme (pode ser com celular) trechos curtos da leitura da carta e da execução do hino nacional. E que, em seguida, envie o arquivo de vídeo (em tamanho menor do que 25 MB) com os dados da escola".

Segundo matéria do Estadão, diretores de escolas ficaram surpreendidos com conteúdo da carta, e chocou os pais dos alunos porque pede para que as crianças sejam filmadas. Muitos chegaram a pensar que se tratava de fake news ou vírus em enviado por email.

Anexada ao email, o MEC enviou uma carta assinada pelo ministro, que, segundo a recomendação, deveria ser lida aos estudantes. Procurada, a assessoria de imprensa do ministério informou que a carta é apenas uma recomendação e não uma ordem. Em nota divulgada depois que a reportagem do Estado já havia sido publicada, informou que o governo solicitaria autorização legal da pessoa filmada ou de seu responsável “antes de qualquer divulgação”. A pasta disse que atividade faz parte da “política de incentivo à valorização dos símbolos nacionais.”

No dia seguinte (terça, 26), Rodríguez declarou que errou ao pedir que as escolas filmassem as crianças cantando o Hino Nacional, sem a autorização dos pais. "Eu percebi o erro, tirei essa frase, tirei a parte correspondente a filmar crianças sem a autorização dos pais. Evidentemente, se alguma coisa for publicada, será dentro da lei, com autorização dos pais", afirmou.

Ainda no dia 26, o  ministro fez uma declaração no Senado após se reunir com o presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP). Em seguida, participou de uma audiência na Comissão de Educação para apresentar aos senadores as diretrizes e os programas prioritários da pasta. Durante a audiência, Vélez foi questionado por senadores sobre o conteúdo da carta enviada às escolas e repetiu que se tratou de um erro. “Cantar o Hino Nacional não é constrangimento, não. É amor à pátria”, disse. E acrescentou: “O slogan de campanha foi um erro. Já tirei, reconheci, foi um engano, tirei imediatamente. E quanto à filmagem, só será divulgada com autorização da família”.

Quatro depoimentos coletados em meu perfil no Facebook:

Cantar o Hino Nacional é atitude louvável, mas ter a imagem deste momento nas mãos do governo é estranho, disse a mim um determinado pai, que se prestou ao papel de cabo eleitoral de Jair Bolsonaro em redes sociais durante a campanha eleitoral. "Além disso, falar 'Brasil acima de tudo e Deus acima de todosé bem sinistro. Sei que você vai dizer que as "sugestões" foram canceladas, porém, o simples fato disso ter sido cogitado já é bem assustador", complementou ele.

Uma simpatizante de Bolsonaro comentou a situação desse modo: "Concordo em 90% com o novo governo e não me arrependo do meu voto. Pois é, eu cantei, e não me causou nenhum trauma de infância, ao contrário, havia respeito entre alunos e professores, aprendi a cantar o hino com a letra inteira decorada, havia patriotismo, lindo patriotismo! Dou parabéns ao ministro Ricardo Velez Rodriguez.

Palavras recheadas de nostalgia: "Cantamos o Hino Nacional com bandeira hasteada! Lamento não ter filmagem para relembrar aqueles ótimos momentos e mostrar para meus filhos e netos.  Todos apreciariam muito se eu tivesse o registro."

Mais um testemunho nostálgico: "Tenho boas lembranças. Não existia celular, não tínhamos internet. Cantávamos o Hino Nacional e depois o diretor escolhia um aluno para levar a bandeira e colocá-la sobre uma mesa. Era muito bonito."


Opinião deste blogueiro.

O fato de cantar o Hino Nacional é apenas um dos fatores que levará a criança a ter senso cívico e de cidadania. Eu não acredito que incentivar as crianças a cantarem resolverá todos os problemas da sociedade atabalhoada em que vivemos. E, sabemos bem, o propósito do ministro Ricardo Vélez Rodríguez não é resolver tudo de uma vez só e sozinho. Quem ainda não assistiu ou leu sobre alunos espancando professores? A iniciativa do ministro é apenas uma proposta que serve como uma peça, de muitas peças de encaixe que faltam, no grande quebra-cabeça que precisamos montar. 

Infelizmente, o que eu percebo, e pode ser percepção equivocada, é que a maior parte da criançada que está nascendo hoje em dia, nasce em lares desestruturados, cujos pais são filhos de pais que tiveram lares desestruturados também. Acompanhe meu raciocínio. Como uma mãe terá condições para oferecer em seu lar educação de boa qualidade para seus filhos, se ela mesma não recebeu educação boa quando era criança? Como um pai será exemplo de gente de bem, se os seus pais não foram exemplo positivo neste aspecto? E se em uma família tanto o marido quanto a mulher vieram de famílias abaladas, há aí o encontro do fósforo aceso e a gasolina. É assim, com exemplos pobres dentro das casas, que o mundo está se deteriorando Então, que ao menos nas redes escolares volte a ser lecionado a matéria Educação Moral e Cívica, para que as famílias brasileiras de hoje recebam ajuda e as crianças do nosso tempo passem a entender o valor do bom comportamento e do amor ao país. Não será a solução para tudo, mas não fará mal para ninguém.

Eu gostaria que as matérias de moral e cívica voltassem ao currículo escolar, e cantar o Hino Nacional faz parte disso. É importante educar as crianças colocando nelas o sendo de patriotismo e o que representa ser um bom cidadão brasileiro.

E.A.G.

Informações extraídas de:

G1 - Ministro diz que errou ao pedir filmagem de crianças cantando hino sem permissão dos pais. Por
 Fernanda Calgaro /  Brasília 26 de fevereiro de 2019, 11h27.  https:// glo.bo/ 2EdFRRd
UOL via BOL - MEC pede Hino Nacional e leitura de lema eleitoral de Bolsonaro em escolas. Por Ana Carla Bermúdez e Bernardo Barbosa / São Paulo 25 de fevereiro de 2019, 18h26 com atualização às 23h07 na mesta data.  https:// bit.ly/ 2SFjnOe
Estadão. MEC manda email para escolas pedindo que cantem o hino e leiam slogan da campanha. Por Renata Cafardo 25 de fevereiro de 2019 às 17h22. https:// bit.ly/ 2BUswgj

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

A militância de esquerda e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)

Existe quem defenda o estuprador, ignore suas transgressões contumazes, use o Novo Testamento para realizar apologia em favor do infrator da lei. Dizem: "ame-os", sem lembrar que é preciso amar a vítima também. Há quem defenda o infrator, mas não enfatize que o ato violento é pecado, e que Deus estabeleceu autoridades para manter a justiça social.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é muito bom. E da mesma maneira que a Bíblia Sagrada, é necessário que seja lido e usado tendo como base a interpretação correta de seu conteúdo. Ainda não vi, quem se diz militante de esquerda, sair do discurso bonito e fazer algo realmente prático e plenamente eficaz em favor das vítimas de violência em nossa sociedade. A “esquerdopatia” não usa o ECA com vista a promover justiça social. Ao invés de promover a estruturação da família, apresentam ideias que roubam a autoridade dos pais sobre seus filhos. Os indivíduos esquerdistas promovem meios para que os adolescentes bandidinhos não paguem por seus atos criminosos. Esta militância se esforça para transformar atitudes de delinquência em atos que não tenham como consequência o castigo legal necessário contra o delinquente. Isso é um absurdo por demais repugnante.

Um pequeno exemplo, que ocorreu em minha casa. Alguns anos atrás, em ambiente escolar um garoto socou o abdômen de uma de minhas filhas, ambos perto dos 12 anos de idade. O pequeno idiota também resolveu persegui-la pelo trajeto da escola até nossa casa ao final das aulas, ele parava enfrente de minha residência por uns dez minutos para ofendê-la após ela entrar em nosso lar. Fez isso por dias consecutivos, sendo acompanhado por uma turminha que repetia os xingamentos ou apenas se divertia com a situação.

Minha esposa foi conversar com a diretora da escola, que não resolveu a situação vexatória. Alegava que os pais do menino não a atendiam e que sua responsabilidade se restringia para dentro dos muros da instituição de ensino. Assim, a violência verborrágica contra minha filha continuou quase duas semanas, dentro e fora da escola. Então, acompanhado de minha esposa, resolvi ir conversar com a diretora também. Pedi a ela que fornecesse maneira de entrar em contato com os responsáveis pelo menino e ela me disse que não tinha autorização para revelar endereço e número telefônico – que acreditei ser verdade.

Porém, acreditando que não havia boa vontade por parte da diretora em se esforçar em busca da solução, totalmente predisposto a não revidar um chute ou palavreado torpe do pequeno "valentão", quis confrontá-lo usando contundência. Eu o esperei na saída da escola, pedindo para que minha filha o apontasse. Ele, apontado por minha filha a mim, fiz eu a minha aproximação. Eu me apresentei a ele sem tocá-lo, com minhas mãos para atrás, me posicionei diante dele, para que fitasse meus olhos. Quando os nossos olhares estavam encontrados, bem próximos o meu rosto ao dele, eu lhe disse com firmeza na voz "homem de verdade nunca bate em mulheres e em ninguém com menor força que ele". Apenas essa frase e nada mais. E ele nitidamente surpreendido com minha ação, teve a reação de continuar sua caminhada com cabeça baixa e passos apressados. Provavelmente, ele pensasse que levaria uma surra.

Havia uma garotada o seguindo, que ouviu minha frase e passou a zombar daquele menino. Aquela turma foi com ele rodeando-o e fazendo farra, talvez porque viram que a rotina de perseguição contra minha filha naquele dia teve desfecho diferente. Depois, eu soube que minha frase, dita ao "valentão", passou a ser nos dias seguintes uma espécie de slogan de todos os seus colegas contra ele, no interior do recinto daquela escola, no caminho de ida à escola e durante a volta da escola para casa.

Com esta nova situação, a diretora me chamou para nova conversa. Ela citou o ECA para me alertar (ou repreender?). E eu lhe disse: "O problema aqui não somos eu a minha esposa, nós somos pais presentes na vida dos filhos e em reuniões de Pais e Mestres, os causadores de problemas são os pais do garoto, que são pais ausentes”. A diretora respondeu: "o que o senhor fez, indo ao encontro do garoto, foi uma atitude inapropriada e poderá causar trauma psicológico na vida da criança".

A diretora também teve a arrogância de passar uma bronca em minha filha na minha presença: "menina, o que se passa na escola deve permanecer dentro da escola, viu? Retruquei de pronto, em voz mais alta que a dela: "e o que o seu aluno (“seu aluno” com mais ênfase) fazia contra minha filha, poderia criar um trauma psicológico na vida dela se um adulto não a defendesse, não acha? Poderia causar traumas físicos também!" Eu disse mais a diretora: "por favor, use o ECA a favor de minha filha, também!"

Ameacei levar a conduta passiva daquela diretora aos seus superiores mas não fiz isso.

Enfim, o fato é que nunca mais a minha filha foi espancada, ofendida, perseguida pelo provável futuro delinquente. Hoje, minha filha está bem encaminhada, se prepara para ingressar em curso superior, o garoto, que não tive mais notícias de sua conduta e paradeiro, espero que esteja seguindo para um bom futuro, não seja um covarde espancador da mãe e namoradas, que não seja mais um protótipo do machão que comete feminicídio, e esteja longe de quaisquer espécies de crimes.

Esta senhora que sustenta a placa de dirigente de um grupo escolar demonstrou incapacidade para controlar a situação que narrei aqui. Além disso, pareceu ser comunista da espécie mais radical que pode existir, uma pessoa alienada, daquelas que segue os mantras petistas ou de gente ligada ao PSOL.

Caso alguém queira perguntar se eu orei a respeito dessa experiência angustiante, a minha resposta é sim. Eu e minha esposa oramos. Pedi sabedoria a Deus e controle emocional forte, para dar um basta nas atitudes covardes daquele garoto - a autêntica figura de um órfão de pais vivos.

E.A.G.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Deus criou tudo?


Bíblia versus Ciência: "Não é verdade que a Ciência contradiz a Bíblia e vice-versa. Antes de dizer isso é preciso saber o que realmente é Ciência e se os pressupostos científicos realmente são científicos" - A Razão da Nossa Fé, Esequias Soares (CPAD).

Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta:

- Deus fez tudo o que existe?

Corajosamente, um estudante respondeu:

- Sim, professor.

O professor replicou:

- Se Deus criou todas as coisas, então Deus fez o mal, pois a maldade existe. E considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, Deus é mal.

O jovem calou-se diante de tal resposta. Satisfeito com o silenciamento, se vangloriava de haver "provado" uma vez mais que a fé era um mito. Mas, logo outro aluno levantou sua mão pedindo vez para falar.

- Posso fazer-lhe uma pergunta, professor?

- Sem dúvida! - disse o pedagogo.

Então, o adolescente levantou-se, dizendo:

- Mestre, o frio existe?

- Mas, claro que sim! Que pergunta absurda é essa? Por acaso você nunca sentiu a temperatura baixar?

O rapaz voltou a falar:

- Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia. É o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto éa ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos este termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.

O jovem continuou argumentando:

- A escuridão existe?

- É claro que existe!

O garoto retomou a sua argumentação:

- Novamente o senhor se engana. Tampouco, a escuridão existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não é possível. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas várias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de ondas. A escuridão, não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro um determinado local no espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente.

O aluno perguntou, novamente:

- Diga-me, por favor, o mal existe?

O Educador, respondeu-lhe:

- Logicamente, o mal existe! Como afirmei no início da aula, todos os dias ouvimos notícias de ocorrências crimes violentos em todas as partes do mundo: assaltos, estupros, atos de racismo, traições de todas as modalidades. Essas coisas representam a existência do mal.

O rapaz contra-argumentou assim:

- O mal não existe. Ao meno não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. Como nos casos anteriores, é um termo que o ser humano criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal. O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz presente.

Fonte: conteúdo recebido via correio eletrônico em 15 de julho de 2005.

Deus-criou-tudo-criacionismo-evolucionismo-ateismo-agnosticismo-fe-Did-God-create-everything-creationism-evolutionism-atheism-agnosticism-faith

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Professora Marcia Friggi, culpada ou inocente? Vítima e algoz?

Professora Marcia Friggi
Imagem: TV Globo
Nos últimos dias, diversos órgãos da imprensa brasileira se ocuparam em mostrar a foto de uma senhora, cujo rosto estava com seu olho direito tomado por um enorme inchaço. Todas as matérias informaram que seu nome é Marcia Friggi, uma professora em Santa Catarina que foi agredida por um aluno de 15 anos de idade.

Sem querer fazer apologia da violência física, eu cheguei a pensar qual seria o motivo daquele soco no rosto da professora. O adolescente seria vítima da violência verbal? Nem todos que são violentados verbalmente tem a fibra necessária para deixar de cerrar o punho e desferir o golpe.

Há professores violentos, sim... Uns cometem a violência verbal e outros a física.

Coincidentemente, nesta semana, ocorreu um fato de violência, de professor contra aluno, na Escola Estadual Pereira Barreto, rua Nossa Senhora da Lapa, número 615, bairro Lapa, São Paulo - SP. A vítima é alguém que está dentro do meu círculo de pessoas próximas. A "ilustríssima" agressora, que deveria apenas ministrar aulas, puxou os cabelos de uma adolescente de 16 anos, e a partir desse ato os alunos se negaram a continuar em sala de aula enquanto a "ilustríssima" agressora estivesse no recinto. Ali, naquela escola, existem outros casos de agressão de professoras contra alunos. Então, quando escutamos a frase "educação vem de casa" (e concordo com esta frase), entendo que esta máxima se encaixa perfeitamente também aos mestres. Muitos pedagogos não estão conseguindo ser formadores da boa opinião, seus exemplos estão deixando a desejar. Nesta nobre profissão, que é ser um catedrático, não é permitido deixar de passar exemplos do que venha a ser um bom cidadão.

Numa matéria do portal G1, li que Marcia Friggi disse ter recebido "um soco violento". E perguntei a mim mesmo? Existe soco pacífico?

"A resposta delicada acalma o furor, mas a palavra dura aumenta a raiva" - Provérbios 15.1 (NTLH).

Bater o leite dá manteiga; pancada no nariz faz sair sangue; provocar a raiva dá briga" - Provérbios 30.33 (NTLH).

E.A.G.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

O retrato do pequeno cidadão brasileiro marginalizado

- Qu coisa feia, menino! Não tem educação, não?
- Não tenho Educação, não tenho Saúde e nem Segurança...

O retrato do pequeno cidadão brasileiro marginalizado: negro, pobre, sem provisão do governo à contento para a Educação, à Saúde e Segurança. 

Infelizmente, poucos governantes pensam com seriedade no bem-estar do povo. Preferem gastar pagando shows de "artistas" como Daniela Mercury, fogos de artifícios e carnaval, ao invés de colocar dinheiro naquilo que realmente é importante. Mas, o eleitor está despertando para este tipo de político, e está colocando esta gente para longe do Poder.

E.A.G.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

A importância de comunicar-se bem

A nossa língua portuguesa é bonita, mas também é complicada, repleta de normas, exceções e truques. Para obter domínio sobre ela, é preciso muita vontade, treino e estudo.

Saber escrever e falar bem demonstra cultura, mostra que a pessoa lê com regularidade e está preocupada em evoluir intelectualmente. Aquele que falha na arte da boa comunicação perde um pouco o seu brilho nas relações interpessoais. Falar e escrever bem ajuda na hora de arrumar um emprego, conseguir promoção e até mesmo conquistar namorado ou namorada.

No mundo do trabalho, falar bem e escrever corretamente são requisitos cada vez mais importantes. Provavelmente, uma pessoa que usa a conjugação de verbos da maneira errada, fala "pobrema" e "seje", tem a ascensão social prejudicada, pois é difícil aceitar erros assim. Até mesmo o texto que contenha uma ótima mensagem é desqualificado por causa de erros simples da grafia.

Outra expressão que deve ser evitada é o modismo "a nível de", muito usada no ambiente empresarial para tentar dar um tom pomposo ao discurso. Este vício de linguagem, o uso de gerúndio sempre que se fala no futuro, surgiu entre operadores de telemarketing. Dizem: "eu vou estar encaminhando a sua reclamação; vou estar emitindo a sua opinião", quando deveriam dizer "eu encaminharei a sua reclamação; vou emitir sua opinião".

Para muitos, coisas assim ultrapassam o nível do suportável. Quem comete equívocos dessas espécies com frequência, com certeza perde excelentes oportunidades na vida.

Clareza comunicativa.

É sempre importante falar e escrever da forma correta, porque isso passa a ideia da origem da pessoa, mostra a sua familiaridade com a leitura e a sua preocupação com a qualidade do que faz. Em tempos de G Plus, Facebook, WhatsApp e outras redes sociais populares, é imprescindível que não se cometa erros grosseiros, pois os equívocos podem ficar registrados na Internet até depois que forem deletados, espalham-se, descontroladamente, e depõem contra quem os comete 

A capacidade de falar e escrever sem erros é uma condição vantajosa, transforma o indivíduo em alguém destacado, dá a ele considerável status social.

Mas, dominar o idioma é só um dos aspectos necessários aos que usam língua portuguesa. Hoje em dia, também é exigido se expressar de forma simples e direta. Não é mais visto com bons olhos redações contendo sentenças formais pomposas, elas transmitem a má impressão de afetação. É necessário simplificar sem beirar ao nível simplório. Não mais são aceitáveis coisas que lembrem os antigos fechos de cartas: "sem mais para o momento, reiteramos os nossos protestos da mais elevada estima e altíssima consideração...". Hoje, espera-se de cada um de nós que sejamos diretos, que em nossa mensagem haja bastante clareza e concisão.

A evolução do idioma.

Os cientistas que estudam a comunicação entre as pessoas têm bons argumentos para questionar o emprego de termos como "certo" e "errado". Dizem que não existe um congresso de sábios, deliberando como falar e escrever, afirmam que a língua se constrói conforme o uso, o que é considerado correto hoje amanhã poderá ser visto como errado, e vice-versa.

Não faltam exemplos na história da língua portuguesa para ser usado como argumento. Um deles, é a concordância usada há 200 anos no caso de palavras que indicam coletivo, como povo, multidão e torcida. O verbo era conjugado no plural: o povo elegeram; a multidão foram embora; a torcida invadiram o campo de futebol.

Dez dicas para melhorar sua escrita.

É fato que a sociedade faz distinção clara entre o certo e o errado. Então, acertar e errar pode representar a diferença entre ser respeitado ou ridicularizado, parecer culto ou ignorante e, num mundo marcado pelas primeiras impressões é importante saber impressionar positivamente.

Atingir o nível de competência no uso da comunicação não é tarefa simples de aprender ou ensinar, e nem decorar. Comunicar-se corretamente é resultado de dedicação. Existem algumas dicas que ajudam quem ainda não chegou lá. A principal é não se deixar amedrontar pela chamada norma culta, que serve de referência para definir o que é acerto e o que é equívoco.

1. Não sinta medo de escrever. Se você consegue se comunicar bem ao ouvir e falar, não existe motivo para insegurança sobre sua capacidade de se expressar também por escrito. 
2. Use o vocabulário que você conhece. Quer aumentar o próprio vocabulário é uma ambição muito positiva. Mas, aprender novos vocábulos exige tempo. Ao fazer isso, corre-se o risco de passar vergonha. Evite o erro de tentar dar ao texto escrito um tom demasiadamente formal, sofisticado em demasia. Você pode sofrer mais do que o necessário para escrever, e o resultado talvez não seja tão satisfatório quanto o seria ao ser redigido de modo mais natural.
3. Na dúvida, vá ao dicionário. Não deixe que as virtudes de seu texto sejam ofuscados por erros de grafia. Se não há certeza, recorra ao glossário.
4. Pense em quem lerá. Antes de começar a redação, pense em quem será o leitor e que conhecimento ele tem sobre o tema a ser abordado. Com isso, defina o grau de detalhamento das informações. Para um especialista, por exemplo, você tem liberdade de para usar jargões da área, que tornam o texto mais econômico, mas para o leigo no assunto é necessário ser mais explicativo.
5. Procure construir sentenças curtas. Sentenças muito longas, com vários períodos intercalados por vírgulas, dificultam a compreensão do texto e pode induzir o leitor para uma interpretação diferente daquilo que deseja expressar. Use frases e parágrafos custos.
6. Faca roteiros para textos longos e complicados. Antes de começar a escrever um conteúdo comprido e difícil, crie a estrutura dele, listando as principais ideias que pretende tratar e a ordem em que elas serão apresentadas. 
7. Evite a prolixidade. Não repita palavras e ideias. A repetição não é crime e nem pecado, mas revela pobreza de vocabulário, torna a redação desinteressante e monótona. Porém, é necessário fugir a sinônimos pouco usuais, antes é melhor voltar a usar uma palavra conhecida do que trocá-la por outra arcaica. Também, tome cuidado com a redundância, escrever além do necessário cansa. 
8. Evite os chavões. Algumas combinações de palavras, de tão usadas, acabam desgastadas. Transformam-se nos chamados clichês ou lugares-comuns. Você já dever ter lido e ouvido muitas vezes: via de regra; na ordem do dia; chegar a um denominador comum.
9. Dedique tempo à leitura. Uma das melhores sugestões para melhorar a escrita é investir na leitura diversificada. Varie os tipos de textos: blog; jornal; revista; romance; poesia.
10. Releia o texto antes de enviá-lo. Reler com tranquilidade o que você escreveu é a melhor forma de descobrir trechos ambíguos e evitar erros grosseiros de ortografia. Se possível, espere algum tempo antes de remetê-lo a um destinatário específico ou publicá-lo na Internet para leitura geral.
Equilibre-se.

Não convém pender para o excesso de informalidade e nem exagerar na dose ao corrigir quem comete erros grosseiros, Não vá exagerar como o patrulheiro da língua e nem como o "bandido" que assassina o idioma de Camões. Convém a moderação, pois os dois extremos pegam mal.

Conclusão.

A norma culta da língua portuguesa tem seu valor. Corrigir os que escrevem ou falam errado pode ser uma atitude positiva, quando a intenção é melhorar o outro e não se mostrar em um patamar de conhecimento acima dos outros. A correção é sempre recomendável no caso de filhos e pessoas queridas do nosso convívio mais próximo.

E.A.G.

Artigo baseado na matéria O Valor do bom Português, assinada por Demétrius Paparounis com colaboração de Renata Costa, publicado na revista Tudo, edição nº 60, 22 de março de 2002, São Paulo (Editora Abril).

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Professores e alunos brasileiros



Em minha rede de contatos no Facebook, uma pessoa lançou as seguintes questões:

"Uma pergunta sincera e honesta aos professores de escolas municipais e estaduais. Muitos dizem que o ensino é ruim nas escolas públicas. Mas muitos professores, muitos, que tem uma matrícula no Estado ou Município, também são professores de boas escolas particulares, com alto índice de aprovação de alunos em concursos e universidades.
"Perguntas: Por conta de baixos salários, os professores não dão boas aulas? Por conta de salas cheias, os professores não dão boas aulas? Por conta da estrutura ruim de algumas escolas, os professores não dão boas aulas? Por conta da política da educação, faltam com frequência e não dão boas aulas? Ou os professores dão boas aulas e os alunos é que são de baixo nível?"

Bandeira nacional estilizada em cor preta. Professores e alunos brasileiros
Eu quis participar neste assunto, então respondi, mais ou menos, assim:

Tenho parentes no ramo da pedagogia, desde o ensino superior ao da criança do 1º grau.

A situação de professores brasileiros tem uma conjuntura de detalhes complicados. Resumindo, os professores são obrigados a seguir um currículo de ensino, que representa uma lista-padrão de matérias a ser lecionada. Este currículo traz livros, produzidos e fornecidos pelo Governo, que os professores devem usar como guia de aulas – a qualidade destes livros pesa no resultado final do ensino.

O perfil socioeconômico da localidade em que a criançada mora também é algo a ser ponderado com seriedade. Nas áreas mais privilegiadas financeiramente, embora existam problemas, são demandas que exigem menos da classe docente.

As classes sociais C, D e E, camadas compostas por muitas pessoas dignas também, necessitam de maior atenção, devido aos diversos fatores ruins em nossa sociedade. A origem dessas crianças, em muitos casos, são lares em que o pai e a mãe trabalham fora; e, na maior parte dessas casas com pais trabalhando fora, não existe alguém apropriado que se dedique à contento na educação da criança. Tais crianças chegam às aulas sem ter recebido em seus lares educação suficiente para tornarem-se cidadãos de bem. Na mesa delas, a alimentação básica não é farta, precisam do socorro do Estado para não passar fome!

Mais do que a pedagogia intelectual e do suprimento de comida na escola, a criançada precisa da presença de pai e mãe em seu cotidiano doméstico, pais e mães que lhes ensinem que Jesus Cristo é Senhor e Salvador! Porém, uma parte desses pais é fruto de uma geração de pais ausentes também, eles também foram filhos carentes.

O Brasil tem potencial, mas ainda não é um pais de 1º Mundo. Por quê? Uma nação só pode ser considerada de 1º Mundo quando o Ensino é difundido para todos de maneira igual. Além do Ensino, Saúde e também a distribuição da Riqueza e disponibilização de boa condição à Mobilidade.

Estamos bem longe de viver em um Brasil considerado país de 1º Mundo, talvez porque aqueles que chegam ao Poder queiram enriquecer, ou estão ilicitamente comprometidos com quem queira, às custas do fornecimento de hospitais particulares, escolas particulares e empreiteiras junto aos órgãos públicos que cuidam de rodovias, ferrovias, metrovias, aerovias, e rotas fluviais (ainda não existe política de trânsito em rios nos centros urbanos, mas deveriam existir).

E.A.G.

sábado, 7 de maio de 2016

A autoajuda que o cristão precisa aplicar em sua vida para não fracassar na fé


A autoajuda pode ser aplicada para todos os dilemas da vida que afligem o cristão: sexualidade, trabalho, profissão e etc. A prática de autoajuda pode e deve ser realizada em conformidade com a vontade de Deus.
Por Eliseu Antonio Gomes

Existem muitos cristãos que criticam pregações e livros de autoajuda. Penso diferente desses críticos, pois ao ler a Bíblia Sagrada passei a entender que existe suporte embasando pregações de autoajuda nas páginas bíblicas. O erro de alguns é afastar Deus desse processo pessoal.

Deus nos capacita a que nós ajudemos a nós mesmos. Inclusive é até uma ordem: “Esforça-te e tenha bom ânimo’... ‘Ame o próximo como a si mesmo...”. Josué 1.6; Marcos 12.33.

Muitos padecem porque não sabem que devem se amar / se ajudar como amam/ajudam o outro. 

Quero ilustrar uma situação de autoajuda, que considero dentro dos padrões bíblicos. 

Nós sabemos que na juventude, mesmo que a pessoa se converta, o hormônio sexual continua em plena atividade. O Testosterona está em ebulição no garoto e o Ocitocina e Estrogênio nas garotas. Tais hormônios induzem as pessoas para o contato amoroso, são criados por Deus, porém, o interesse sexual que eles promovem é considerado por muitos cristãos (inclusive alguns pastores) como tentação diabólica. 

Quero exemplificar o que disse sobre pregação de autoajuda com duas figuras bem conhecidas no meio evangélico, cujos ministérios têm focos específicos em apenas um assunto: sexualidade. São os pastores: Jayme Kemp e Josué Gonçalves. O primeiro tem vasto material em livros voltado aos crentes jovens solteiros e o segundo aos crentes casados. Eles são capazes de detalhar em profundidade o que comentei acima, sem deixar de expor a questão espiritual que não deve jamais ser esquecida nesta questão ou em qualquer outra de nossas vidas.

Quando jovem, encontrei informações necessárias para minha faixa-etária em livros escritos por Jayme Kemp, graças ao professor de escola dominical que fez a indicação de leitura.

Garotos e garotas precisam conhecer-se, não apenas ouvir pregações que tocam em questões da espiritualização, pois recebem ensinos nos bancos das escolas seculares que não consideram o ato sexual fora do casamento como adultério e o ato sexual de solteiros como fornicação.

Quando o jovem de 16, cheio de saúde conhece Jesus de verdade e decide segui-lo com inteireza de propósito, com certeza ele ora pedindo ajuda em questões sexuais, situações de mudanças físicas e psicológicas que ocorrem durante o período da puberdade em seu próprio corpo. O Espírito Santo não responde nas páginas bíblicas sobre isso. É raríssimo encontrar pastores pregando temas dessa espécie nos púlpitos, são excepcionais tais abordagens do campo da Biologia referente à sexualidade nas igrejas (não estou criticando pastores).

Muitas pessoas da minha geração começaram bem e tropeçaram em pecados sexuais. Algumas se reergueram e outras não. Algumas pecaram durante o namoro, outras durante o noivado e outras no casamento. Acredito que o tropeço delas poderia ser evitado se passassem pelo processo da autoajuda.

Não posso terminar sem explicar minha definição de autoajuda. Para mim, é a busca do conhecimento de si mesmo, conhecer os próprios limites, os impulsos físicos e mentais; é reconhecer que Deus é o Criador da nossa estrutura em todos os aspectos: orgânicos, relacionais, comportamentais. Quando buscamos esse conhecimento, ajudamos a nós mesmos, adotamos a autoajuda sem desprezar a ajuda do alto.

A autoajuda pode ser aplicada para todos os dilemas da vida que afligem o cristão: sexualidade, trabalho, profissão e etc. A prática de autoajuda pode e deve ser realizada em conformidade com a vontade de Deus. 

E.A.G.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Em discurso Lula revela não conhecer a história de Tiradentes




Em discurso, rodeado de militantes do Partido dos Trabalhadores, Lula cita Jesus Cristo e, vergonhosamente, erra ao dizer que Tiradentes foi crucificado. Nas entrelinhas da fala, parece ter o desejo de ser visto como herói nacional, como é considerado Joaquim José da Silva Xavier.

Detalhe: Tiradentes foi contra cobranças de impostos abusivos, Lula cobrou e defende a cobrança de impostos altíssimos.

E.A.G.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Liberdade feminina

Liberdade feminina. Par de botas usados como vaso de flores sobre a relva.

Liberdade feminina

"Queriam que ela
fosse do lar,
mas ela era do ler,
com essa liberdade,
ela era de onde quisesse ser."

Allê Barbosa.

________


O poeta tem razão. É bem assim mesmo. Os machistas querem que as mulheres trabalhem dentro de suas casas; as feministas dizem que devem trabalhar fora; e só quando a mulher busca conhecimento  é que ganha o discernimento necessário para saber discernir o que será melhor para si mesma, a ocupação e o lugar que melhor se encaixa com sua personalidade.

Pessoas não são feitas em esteiras de produção, como carros em fábricas. Cada qual é um ser único, criado por Deus com características distintas uma das outras e jamais deve querer se encaixar nas exigências das filosofias desse mundo, que apregoam modo de vida padronizado. 

Seja você, seja feliz! 

E.A.G.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Por que Dilma Rousseff e o PT devem ser afastados do poder político brasileiro. Jair Bolsonaro explica em vídeo





O livro Aparelho Sexual e Cia, publicado pela Cia das Letras, cuja autora é Helene Bruller, que ensina precocemente meninos e meninas sobre o ato sexual; incentiva o estilo de vida homossexual, que, segundo Bolsonaro, tem como objetivo promover atividades de pedofilia com mais facilidade.
Por que Dilma Rousseff e o PT devem ser afastados do poder político brasileiro? Ano 2016: o governo do PT continua distribuindo KIT GAY em escolas públicas.

O polêmico Deputado Federal Jair Bolsonaro explica em vídeo.

Bolsonaro reverbera a denúncia do historiador Marco Antonio Villa. O governo de Dilma Rousseff estraga o currículo escolar para crianças, a partir de seis anos de idade, nas escolas públicas ao, distribuir livros que promovem a erotização dos pequeninos.

O parlamentar mostra o livro Aparelho Sexual e Cia, publicado pela Cia das Letras, cuja autora é Helene Bruller, que ensina precocemente meninos e meninas sobre o ato sexual; incentiva o estilo de vida homossexual, que, segundo Bolsonaro, tem como objetivo promover atividades de pedofilia com mais facilidade.

Esta denúncia é mais um motivo para que os eleitores do Brasil afastem de uma vez por todas o PT, PSOL, PCdoB do poder político brasileiro.

Ninguém deve votar em partidos comunistas, pois a finalidade deles é destruir a família aos moldes bíblicos.

E.A.G.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Mensagem aos pais



Os pais podem dar alegria e
satisfação a um filho,
mas não há como lhe dar felicidade.
Os pais podem aliviar sofrimento
enchendo-o de presentes,
mas não há como lhe comprar felicidade.
Os pais podem ser muito bem
sucedidos e felizes,
mas não há como lhe emprestar felicidade.

Mas os pais podem aos filhos,
dar muito amor, carinho, respeito,
Ensinar tolerância, solidariedade e
cidadania.
Exigir reciprocidade, disciplina, religiosidade,
reforçar a ética e a preservação da Terra.

Pois é de tudo isso que compõe a 
auto-estima.
É sobre a auto-estima que repousa a alma,
e é nesta paz que reside a felicidade.

Baú de Mensagens

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Jornalistas e jornalecos falam sobre a reestruturação do ensino na rede pública estadual de São Paulo

Presença da PM garante o fluxo de trânsito de automóveis
durante protesto em SP.
As verdades escondidas e as mentiras espalhadas sobre a reestruturação em ciclo do ensino na rede pública de São Paulo.

Sendo eu um cidadão paulista e paulistano, alguém que desde a mais tenra idade reside no município de São Paulo, não deixo de acompanhar os acontecimentos diários que ocorrem dentro do meu estado e dentro do meu município. Sou assim desde muito jovem. Com certeza, este interesse pelo saber nasceu ao observar meu pai, um peemedebista, diante de telejornais e comentando notícias da política, e outras temáticas, com um tio, saído às pressas de Recife para não ser preso pela ditadura militar.

Não sei ser aquele tipo de gente que vive alienado, talvez a informação fresca esteja para minha alma como o oxigênio está para meus pulmões. Não é possível ser diferente disso.

Porém, muitas vezes o jornalismo parece oferecer ao público oxigênio impuro, contaminado com ideologias políticas ou com a preguiça de apurar os fatos por completo. Esta maldade não é caraterística de toda a imprensa. Graças a Deus, ainda  existem pessoas sérias reportando o dia a dia com imparcialidade, sem medo de arregaçar as mangas e suar a camisa, com força de vontade para transmitir a verdade para a sociedade.

Noto que a turba de incompetentes no meio jornalístico não é uma gangrena que se restringe ao meu estado e minha querida capital. Infelizmente, vejo que situações parecidas também acontecem em coberturas (isto é, "senhoras coberturas") da imprensa em nível nacional. Por aí estão pseudos-profissionais, realizando um jornalismo falso, contando ao povo meias verdades e até mentiras inteiras. Se eles prestam o deserviço por iniciativa própria, sem a imposição editorial do órgão que paga-lhes o salário, podemos considerar que são traidores em dose dupla, pois traem o patrão e traem quem os lê ou ouve.

Desde outubro, se não me falha a memória é esta a data, circula em parte da mídia voltada para São Paulo que o governador Geraldo Alckimin pretende fechar escolas. O verbo fechar causou em mim um grande impacto e enorme desconfiança. Qual governante em sã consciência iria contra a Educação, assim, abertamente? Até os políticos idiotas, que roubam o dinheiro da merenda escolar não são capazes de tamanha exposição negativa perante a opinião pública. Então, pesquisei no site do governo estadual, onde percebi que o verbo fechar estava sendo usado de maneira não muito correta.

A proposta não é fechar as escolas, é mudar alunos de uma para outra escola, reunindo-os por faixas etárias, mudar a função de algumas escolas por falta de alunos. Trata-se de uma medida proativa, cujo objetivo é implementar a partir de 2016.

A reestruturação do ensino na rede estadual de São Paulo é algo inteligente, natural e benéfico para a realidade em que vivemos.  As famílias da geração atual possuem números de filhos mais reduzidos. Um, dois, no máximo três crianças, não mais seis ou até oito como acontecia na década de 1970, época em que a maioria de prédios das escolas estaduais foram entregues aos paulistas, considerando o tamanho da população infantil daquele tempo. E se a taxa de natalidade abaixou, não é difícil raciocinar e constatar que a demanda por espaço nos dias de hoje é bem menor do que há outras décadas atrás. Não é preciso ser um gênio da matemática para entender que em 2015 existem cadeiras vagas em salas de aulas. E que a governança responsável leva a fazer do espaço ocioso um espaço útil, transformando os lugares que outrora oferecia ensino médio em escolas técnicas e creches, o que é correto a ser feito, pois beneficia ao cidadão de bem. 

Ontem, em face de um número ínfimo de protestantes baderneiros travando o trânsito de ruas e avenidas importantes, o assunto alçou nível nacional. Digo número insignificante porque os protestantes não perfazem nem 0,5 % do número de estudantes da rede estadual e além disso entre os alunos que protestavam havia a infiltração de cidadãos que não moram em São Paulo e nem estudam por aqui. E não posso deixar de dizer que foi uma agressão contra a inteligência de quem assistiu as matérias ouvir repórteres chamar de alunos do ensino médio meliantes com aparência de trinta anos ou mais. Sim, são meliantes porque impedem alunos de terminar o ano letivo e impedem os motoristas de exercerem o seu direito constitucional de ir e vir. Tais criminosos deveriam ser presos ali, fichados (o ato é flagrante!), e a imprensa identificá-los como bandidos e nos informar em nome de quem estão cometendo tais delitos (sindicatos, partidos políticos, alguma facção criminosa?). Além de tudo isso, ainda estavam tumultuando a vida da população do nosso estado portando assentos das escolas, isto é, retiraram o patrimônio público do seu local de destino e uso... Roubo? Por que os jornalistas não comentaram sobre essa apropriação indevida?

A exceção positiva que encontrei sobre este assunto foram duas matérias exibidas na semana passada e início desta pela TV Gazeta, televisão da Fundação Casper Líbero. As matérias mostraram que existem muitos alunos contrários a ocupação das escolas, descontentes com o impedimento de assistirem aulas, e que muitos ocupantes das escolas são indivíduos que não fazem parte do quadro de alunos dessas escolas invadidas, são gente totalmente estranhas aos pais de alunos e aos funcionários das escolas. Esses estranhos ditam a regra "não haverá aulas" e os pseudos-jornalistas os classificam como heróis!

Os opositores do projeto de reestruturação escolar precisam examinar a si mesmos, eles perderam o coração e não sabem disso. É lamentável que entre os sem-coração exista jornalistas. Eles estão à reboque de sindicados retrógradas, partidos políticos medíocres e de uma filosofia socialista de fachada. O Brasil seria melhor sem eles.

Finalizando, perguntamos: a quem interessa que esta reestruturação não seja realizada? E por que ser contra a facilitação da preparação profissionalizante de alunos de periferias em escolas públicas próximas de suas casas? Por que não querer a creche na região em que os pais dos bebês moram?

____________________

Atualização:

Nesta mesma data desta postagem, o governador Geraldo Alckimim convocou coletiva de imprensa para anunciar o cancelamento da reestruturação do ensino, cujo início estava marcado para 2016.  A nova previsão é o ano 2017. Apesar do recuo do governo, manifestantes declaram que continuarão ocupando escolas.

5 de dezembro de 2015 | 3h48 

E.A.G.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Sexualidade é uma construção cultural?




Wilma Rejane


No dia 26 de Junho de 2015, a Suprema corte dos Estados Unidos oficializou o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A decisão está sendo bastante comemorada não apenas naquele país, mas no mundo todo, visto que os E.U.A têm grande influência no cenário econômico e social. O que está acontecendo a nível mundial é uma tendência que não poderá ser freada, pois é resultado da corrupção do gênero humano. Falo com tristeza, não com ódio ou espírito de rivalidade.

Já no Brasil, muito se comenta sobre a ideologia de gênero nas escolas. Segundo essa ideologia, toda criança nasce sem definição sexual. Ou seja, não é menino ou menina. Ela escolhe que sexo assumirá. A sexualidade seria, portanto, uma construção cultural.

O que poucos sabem é que esse assunto não é tão atual assim, ele teve inicio com o 14º Congresso Mundial de Sexologia ocorrido em Hong Kong na China entre 23 e 27 de Agosto de 1999. Neste congresso ficou instituido que a sexualidade é parte integral da personalidade de todo ser humano e deve ser construída por meio de interação entre indivíduos e as estruturas sociais. A "construção" da sexualidade, portanto, não é uma invenção do governo petista brasileiro, mas resultado de especulação cientifica aliada a uma pedagogia moderna. A influência desse Congresso sobre as orientações de gênero nas escolas brasileiras pode ser conferida  no Guia Escolar 2011 elaborado pelo Governo Federal. Em um dos tópicos sobre Orientação sexual no currículo, capítulo três, página 56 se lê:

Objetivos dos Temas transversais dos Parâmetros Curriculares para infância e adolescentes:

•Respeitar a diversidade de valores, de crenças e de comportamentos relativos à sexualidade,desde que seja garantida a dignidade do ser humano.
•Compreender a busca de prazer como uma dimensão saudável da sexualidade humana.
•Conhecer seu corpo, valorizar e cuidar de sua saúde como condição necessária para usufruir de prazer sexual.
•Reconhecer como determinações culturais as características socialmente atribuídas ao masculino e ao feminino, posicionando-se contra discriminações a elas associadas.

Ou seja: sexualidade é construção, é algo metafísico que não apenas transcende a biologia como também a ignora.

Há nesse contexto a acusação de que essa construção da sexualidade seja fruto de ideologia marxista socialista. Estranho é saber que Karl Marx  jamais tratou de construção de sexualidade. Sua obra fala sim de uma construção social derivada do poder do capital sobre o operário, fala do fetiche da mercadoria e das relações sociais como sendo produtos do capital, de uma opressão capitalista alienante que norteia comportamentos. O mundo capitalista seria então uma construção de dominação entre capital x operários, capital x mercadorias, capital x relações sociais. Marx expôs brilhantemente a efervescência do capitalismo; o problema são os adeptos de Marx, estes que querem implantar a ideologia socialista histórica em todas as áreas da esfera social. Em nome de uma "desalienação" acabam se alienando, perdendo a noção de moralidade e valores. 

Agora, convenhamos: se construção é educação, é convivência, então, por que há tanta aversão pelo cristianismo quando este combate o homossexualismo como sendo uma construção social? Se sexualidade é construção então, significa dizer que qualquer pessoa pode ser o que quiser. Na verdade, essa tão apregoada construção só é defendida quando contraria a natureza. Não basta se construir a partir da sexualidade natural e filial de ser homem e mulher. Essa construção que se apregoa no presente século precisa desconstruir o que Deus fez para construir o que a vontade e os instintos querem. Neste ponto a construção é válida. E aqui também defendo que essa construção é marxista, socialista, histórica, pois a base do marxismo é a contradição. Tem contradição maior do que dizer que sexualidade é construção, mas ser homossexual não é construção?

Que Deus nos ajude a enfrentarmos esses dias maus. Que o mundo possa compreender que o amor de Deus transforma e que somente Jesus Cristo Salva e que nenhuma construção humana se equipara a criação Divina. 

Referência:

Guia escolar: identificação de sinais de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes /Benedito Rodrigues dos Santos, Rita Ippolito – Seropédica, RJ:EDUR, 2011

domingo, 28 de dezembro de 2014

Como ser criativo

A criatividade não é um dom que só algumas pessoas possuem.

Para confirmar que a criatividade não é privilégio de poucas pessoas, mas um potencial a ser explorado à sua volta e dentro de você, analise o que grandes pensadores e inventores escreveram sobre criar.

Bernard Shaw, filósofo: "As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram as circunstâncias de que precisam e, quando não as encontram, as criam."

Thomas Edison, inventor: "Minhas invenções são fruto de 1% de inspiração e 99% de transpiração."

Ruth Noller, pesquisadora da Universidade de Buffalo: "As mentes são como os pára-quedas: só funcionam se estiverem abertas."

David Ogilvy, publicitário: "As boas ideias vêm do inconsciente. Para que uma ideia seja relevante o inconsciente precisa estar bem informado."

Você pode desenvolver sua criatividade se buscar continuamente a informação sobre tudo o que o cerca, se tiver sensibilidade para todas as coisas que acontecem à sua volta e curiosidade para descobrir o que se esconde nas aparências dos fatos, dos objetos, das pessoas.

A inspiração, o "click", é o resultado final de muita leitura, observação e análise. A inspiração é o momento em que o arquivo mental entra em ação e abre-se uma gaveta com uma grande ideia. Para que essa gaveta se abra, o arquivo tem que ser abastecido.

Aproveitando as ideias do professor Witt N. Schultz, da Universidade de Bufallo nos Estados Unidos, famosa por seus cursos de criatividade, a Tilibra preparou estas dica para que você tenha  muitas ideias criativas e brilhantes.

21 maneiras de ser mais criativo


1. Saiba que há um tesouro em sua cabeça. Há uma mina de ouro entre suas orelhas. Construir um computador com as mesmas características do seu cérebro custaria mais do que 3 bilhões de dólares. Sabe como se escreve isso? Assim, um três e dezoito zeros: US$ 3.000.000.000.000.000.000,00.

2. Todos os dias escreva pelo menos uma ideia sobre esses assuntos: como eu posso fazer meu trabalho melhor; como eu posso ajudar outras pessoas; como eu posso ajudar minha empresa; como eu posso ajudar o meu país.

3. Escreva seus objetivos específicos de vida. Agora, carregue esta relação no bolso, sempre.

4. Faça anotações. Não saia sem papel e lápis ou algo eletrônico para escrever. Anote tudo, não confie na memória.

5. Armazene ideias. Coloque em cada pasta um assunto. Ideias para a casa, para aumentar a sua eficiência no trabalho, para ganhar mais dinheiro. E vá aumentando este banco de dados com leitura, viagens, conhecimento, filmes, competições esportivas, com novas pessoas, etc.

6. Observe e absorva. Observe tudo cuidadosamente. Aproveite o que você observa. E principalmente, observe tudo como se fosse a última vez que você fosse ver.

7. Desenvolva uma forte curiosidade sobre pessoas, coisas, lugares. Ao falar com outra pessoa, faça com que ela se sinta importante.

8. Aprenda a escutar e ouvir, tanto com os olhos como com os ouvidos. Perceba o que não foi dito.

9. Descubra novas fontes de ideias. Utilize-se de novas amizades, de novos livros, de assuntos diversos, e até de artigos como este que você está lendo.

10. Compreenda primeiro. Depois julgue.


11. Mantenha o sinal verde de sua mente sempre ligado, sempre aberto.


12. Procure ter uma atitude positiva e otimista. Isso ajuda você a realizar seus objetivos.

13. Pense todos os dias. Escolha uma hora e um lugar para pensar alguns minutos, todos os dias.

14. Descubra o problema. Ataque seus problemas com maneiras ordenadas. Uma delas é descobrir qual é realmente o problema, senão você não achará a solução. Faça seu subconsciente trabalhar. Ele pode e precisa de trabalho. Dia e noite. Fale com alguém sobre a ideia, não a deixe morrer.

15. Construa grandes ideias a partir de pequenas ideias. Combine. Adapte. Modifique. Aumente. Diminua. Substitua. Reorganize-as. E, finalmente, inverta as ideias que você tem.

16. Evite coisas que enfraqueçam o cérebro: barulho, fadiga, negativismo, dietas desequilibradas, excessos em geral.

17. Crie grandes metas. Tenha grandes objetivos.

18. Aprenda a fazer perguntas que desenvolvam o seu cérebro. Quem? Quando? Onde? O quê? Pór quê? Qual? Como?

19. Coloque as ideias em ação. Lembre-se que uma ideia razoável colocada em ação é muito melhor que uma grande ideia arquivada.

20. Use o seu tempo ocioso com sabedoria. Lembre-se de que a maior parte das grandes ideias, os grandes livros, as grandes composições musicais, as grandes invenções foram criadas no tempo ocioso dos seus criadores.

21. Compreenda as etapas do processo criativo:

Catherine Patrick descreve as fases do processo de criação em seu livro O Que é o Pensamento Criativo:

a) Preparação. É a fase de coleta e manipulação do maior número de dados e elementos pertinentes a um problema. Ler, anotar, escutar colecionar, consultar, rabiscar, cultivar sua concentração  no assunto.

b) Incubação. É quando o inconsciente entra em ação e, desimpedido pelo intelecto, elabora as inesperadas conexões que constituem a essência da criação.

c) Iluminação. O momento da gênese da ideia, a síntese ocorre para o homem criativo em incubação em momentos inesperados.

d) Verificação. Nesta fase, o intelecto termina a obra que a imaginação iniciou. O criador analisa, julga e testa sua ideia para avaliar sua adequação.

Postagens paralelas:

Fonte: Tilibra. www.tilibra.com.br

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Como falar melhor

Perder a inibição para falar, preparar aulas ou palestras, falar de improviso, evitar o "branco", dirigir ou participar de reuniões, são problemas de comunicação verbal que podem ser eliminados com técnica, disciplina e treinamento. O Prof. Reinaldo Polido, diretor e professor do curso de Expressão Verbal e autor do livro Como Falar Sem Inibições, preparou algumas dicas.

1. Seja você mesmo

Essa é a primeira e maior dica de como falar melhor: a naturalidade acima de tudo. Nenhuma técnica poderá ser mais importante que a sua naturalidade. Aprenda, aperfeiçoe, progrida, mas ao falar seja sempre natural.

2. Pronuncie bem as palavras

Pronuncie completamente as palavras. Principalmente não omita a pronúncia do "s" e "r" finais e do "i" intermediário. Por exemplo: fale primeiro, janeiro, terceiro, precisar, trazer, levamos, e não janero, tercero, precisá, trazê, levamo.

Pronunciando todos os sons corretamente, a mensagem será melhor compreendida pelos ouvintes e haverá maior valorização da imagem de quem fala. Faça exercícios para melhorar a dicção, lendo qualquer texto com o dedo entre os dentes e procurando falar da forma mais clara possível.

3. Fale com boa intensidade

Se falar muito baixo, as pessoas que estiverem distantes não entenderão suas palavras e deixarão de prestar atenção. Também não deverá falar alto porque, além de se cansar rapidamente, poderá irritar os ouvintes. Fale numa altura adequada, para cada ambiente. Nunca deixe, entretanto, de falar com entusiasmo e vibração. Se não demonstrar interesse por aquilo que transmite, não conseguirá também interessar sua platéia.

4. Fale com boa velocidade

Não fale rápido demais. Se a sua dicção for deficiente será ainda mais grave, já que dificilmente alguém conseguirá entendê-lo. 

Também não fale muito lentamente, com pausas prolongadas, para não entendiar os ouvintes. Use um aparelho gravador para conhecer melhor a velocidade da sua fala e decidir-se pelo seu estilo.

5. Fale com bom ritmo

Alterne a altura e a velocidade da fala para construir um ritmo agradável de comunicação. Quem se expressa com velocidade e altura constantes acaba por desinteressar os ouvintes, não pela falta de conteúdo, mas pela maneira "descolorida" como se apresenta.

6. Tenha um vocabulário adequado

Um bom vocabulário tem de estar isento do excesso de termos pobres e vulgares, como palavrões e gírias. Por outro lado, não se recomenda um vocabulário repleto de palavras difíceis e quase sempre incompreensíveis.

Evite também o vocabulário específico da sua profissão diante de pessoas não familiarizadas com esse tipo de palavreado. Evitando o vocabulário pobre e vulgar, não tendo a preocupação de se expressar com palavras difíceis e reservando o vocabulário profissional dentro da mesma área, você estará desenvolvendo um vocabulário simples, objetivo e suficiente para identificar todas as suas ideias e pensamentos.

7. Cuide da gramática

Um erro gramática dependendo da sua gravidade, poderá atrapalhar a apresentação e até mesmo destruir sua imagem. Toda a gramática precisa ser correta, mas principalmente, faça uma revisão de concordância e conjugação de verbos. Muitos hesitam na construção de frases porque têm dúvida sobre a concordância a fazer ou o verbo a conjugar. Além disso, aumente suas leituras de livros de bons autores e observe atentamente a construção de frases. A leitura é uma das melhores fontes de aprendizados.

8. Tenha postura correta

Fique sempre bem posicionado. Ao falar, procure não colocar as mãos nos bolsos, nas costas, cruzar os braços, nem se debruce sobre a mesa, cadeira ou tribuna. Deixe os braços naturalmente ao longo do corpo ou acima da linha da cintura e gesticule com moderação. O excesso de gesticulação é mais prejudicial que a falta.

Distribua o peso do corpo sobre as duas pernas, evitando o apoio ora sobre uma perna, ora sobre a outra. Essa atitude torna a postura deselegante. Também não fique se movimentando desordenadamente de um lado para o outro e quando estiver parado não abra demasiadamente as pernas. Só se movimente se pretender se aproximar dos ouvintes ou dar ênfase  determinada informação.

Não relaxe a postura do corpo com os ombros caídos. Poderá passar uma imagem negligente ou de excesso de humildade. Cuidado também para não agir de forma contrária, não levantando demasiadamente a cabeça, nem mantendo rígida a posição do tórax. Poderá passar uma imagem arrogante e prepotente.

Deixe o semblante sempre descontraído e, sendo possível, sorridente. Não fale em alegria com a fisionomia fechada, nem em tristeza com a face alegre. Lembre-se sempre que é preciso existir coerência entre o que falamos e o que demonstramo na fisionomia.

Ao falar, olhe para todas as pessoas para ter certeza de que estão ouvindo e prestando atenção nas suas palavras. Principalmente ao ler, este cuidado precisa ser redobrado, pois existe sempre a tendência de olhar o tempo todo para o texto, esquecendo a presença dos ouvintes.

9. Tenha início, meio e fim

Toda fala, seja numa simples conversa ou numa apresentação para uma grande plateia deve ter começo, meio e fim.

O início

Ao começar, procure conquistar os ouvintes desarmando suas resistências e conquistando seu interesse e atenção. Para isso, poderá usar algumas das seguintes dicas:

• Conte uma história que tenha estreita relação com o conteúdo da sua mensagem. Histórias normalmente despertam o interesse.
• Elogie sinceramente os ouvintes.
• Diga que não irá consumir muito tempo.

O meio

Na primeira parte do meio, prepara o tema a ser abordado:

• Conte numa única frase sobre a matéria que irá abordar. Por exemplo: "Vou falar sobre o lazer do homem moderno".
• Em seguida, faça um relato histórico do tema ou levante um problema para o qual dará solução.
• Finalmente, fale sobre as etapas do assunto que irá desenvolver. Por exemplo: se o tema fosse lazer , as etapas poderiam ser o lazer no campo, o lazer na praia e o lazer no clube. Na segunda parte, desenvolva o  assunto principal atendendo ao que foi preparado. Se fez um relato histórico, agora fale do presente; se levantou um problema, agora dê a solução; se dividiu o tema, agora cumpra as etapas prometidas.

Use comparações, exemplos, estatísticas, depoimentos, enfim, tudo o que puder para confirmar o conteúdo da sua exposição. Se sentir que alguém poderia fazer alguma objeção às suas afirmações, este é o momento de refutá-la.

O fim

No final faça uma breve recapitulação. Em apenas uma ou duas frases, faça o resumo do que apresentou.

Em seguida, para encerrar, use os mesmos recursos sugeridos para iniciar: elogiar o auditório, fazer uma citação, aproveitar uma circunstância, um fato bem humorado, levantar uma reflexão, etc. Além disso, poderá pedir que ajam de acordo com suas propostas. Não encerre dizendo "era isso que eu tinha que falar" ou outras formas vazias e sem objetividade.

10. Pratique bastante

Treine bastante e, sempre que puder, aproveite a oportunidade para falar. Não se esqueça também de que o bom comunicador deve saber ouvir.

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