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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Sete "ses"

Tom M. Olson

Se um cético quiser negar que os mortos irão ressuscitar, primeiro terá de considerar seriamente todos os fatos envolvidos na questão.

"Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsos testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somo os mais infelizes de todos os homens" - 1 Coríntios 15.12-19.

1. Se ninguém irá ressuscitar, "então Cristo não ressuscitou".

Sempre que Jesus mencionava a sua morte - e falou dela várias vezes - citava também a sua ressurreição dentre os mortos. Ele inclusive definiu o dia que ressuscitaria: o terceiro dia (Mateus 16.21; Marcos 8.31; Lucas 9.22). Se não ressuscitou dentre os mortos, então sua palavra não vale nada. Se não deixou as trevas e o silêncio do sepulcro, Satanás obteve sua maior vitória, e Deus não colocou seu selo de aprovação sobre o supremo sacrifício de seu amado Filho.

2. Se Cristo não ressuscitou, então toda a pregação apostólica foi inútil. 

Os discípulos pregaram o evangelho de Cristo - a boa nova de que morrera pela redenção de nossos pecados, fora sepultado e afinal ressuscitara. Tudo isso se apoiava na ressurreição do Senhor. Portanto, se ele não ressuscitou, a mensagem deles era destituída de valor. Ao invés de ser uma boa nova trazendo alegria ao coração dos homens, a pregação deles era uma mentira que só serviria para contristá-los.

3. Se Cristo não ressuscitou, é "vã a vossa fé".

Muitos dos coríntios que tinham ouvido a pregação de Paulo, creram no testemunho dele acerca da morte  e ressurreição de Paulo, creram no testemunho dele acerca da morte e ressurreição do Senhor. Contudo, se Cristo não ressuscitou dentre os mortos, sua fé não possuía conteúdo. Eles tinham crido numa mentira. Que valor tem a fé de quem crê numa mentira?

4. Se Cristo não ressuscitou, os apóstolos eram falsas testemunhas.

Várias vezes eles afirmaram que o Senhor havia ressuscitado. Esse fato era o ponto vital de tudo, que conferia validade ao testemunho deles. Se ele não ressuscitou, de onde provinha o grande poder demonstrado pelos apóstolos ao dar "testemunho da ressurreição do Senhor Jesus" (Atos 4.33). Será que provinha de Satanás? Estariam eles sendo instrumentos do diabo?

5. Se Cristo não ressuscitou, "ainda permaneceis nos vossos pecados".

E como aqueles corintios tinham sido impios! Paulo cita uma lista de pecadores, impuros, idólatras, adúlteros, efeminados, sodomitas, ladrões, avarentos, bêbados, maldizentes, roubadores. E em seguida afirma: "Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes" (1 Coríntios 6.11 a) Aqui ele diz que, se Cristo de fato não tinha ressuscitado, todos eles ainda se achavam debaixo da culpa e das trevas do pecado. Se o Senhor Jesus ainda se encontrasse preso na morte, não poderia redimir ninguém de seus erros.

6. Se Cristo não ressuscitou, aqueles que dormiram em Cristo estão perdidos.

É possível que estejamos pensando que os que morreram na fé se acham no reino eterno. Contudo, se o Senhor não ressuscitou, todas as esperanças que eles tinham de ir para o céu se frustraram. Um Cristo que está morto, para sempre não pode receber ninguém na glória.

7. Se Cristo não ressuscitou, os crentes são as pessoas mais infelizes da terra.

É que, pela cruz de Cristo, eles estão crucificados para o mundo, e entendem que têm de viver aqui com os olhos voltados para o gloriosa eternidade que os aguarda no futuro. Eles sabem o que é sofrer perseguição por causa da justiça. E se o mundo não contém atrativos para eles, e se também não têm esperança de uma vida melhor após a morte, não há dúvida de que são "os mais infelizes de todos os homens".

Conclusão

Analisando estes sete "ses", concluímos que, se Cristo não ressuscitou de entre os mortos, tudo que é de importância vital para nós, tudo que é valioso, tudo que constitui o cristianismo, acha-se envolto no manto da morte, sem a menor possibilidade de despertar dela.

Entretanto, nós rejeitamos a palavra de todos que negam a ressurreição, e até a dos que apenas levantam dúvidas quanto a ela. Preferimos dar ouvidos ao apóstolo Paulo que, divinamente inspirado e sem o menor temor de se desmentido, afirma:

"Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem" - 1 Coríntios 15.20.

"E apareceu a Cefas e, depois, aos doze. Depois, foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maioria sobrevive até agora, porém alguns já dormem" - 1 Coríntios 15.5, 6.

A maioria ainda estava viva quando Paulo escreveu essas palavras. Portanto a pregação apostólica não foi em vão. Nossa fé pessoal em Cristo não é inútil. Os apóstolos não eram falsas testemunhas. E os crentes podem, sim, ter as esperanças em Cristo para depois desta vida.

Aleluia! Jesus Cristo ressuscitou!

Message of the Cross via Mensagem da Cruz, nº 108, páginas 14 e 15, 1º trimestre de1996 (Editora Betânia).

Um comentário:

Flávio da Cunha Guimarães disse...

Excelente conteúdo e ainda podemos acrescentar mais uns "ses". Se Cristo não ressuscitou, a sua igreja não tem missão. Se Cristo não ressuscitou não temos base para a nossa esperança. Um abraço em Cristo.
Pr Flávio da Cunha Guimarães

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