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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Agradabilidade

Por João Garcia

"Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor" - Romanos 5.20-21.

Rasputin, o "monge gênio do mal", viveu na corte dos czares da Rússia durante a última fase da dinastia Romanov. Ele fazia parte de uma seita segundo a qual a salvação era o resultado de experiências repetidas de pecar, arrepender-se, ter o perdão e graça de Deus. Assim, os que mais pecassem, mais precisariam ter o perdão e a graça de Deus! Ele acreditava que este era o ensino de Romanos 5.20. Ao que parece, ele não leu o capítulo seguinte de Romanos, onde Paulo explica que não se justifica, de modo algum, pecar mais para ter mais da graça de Deus.

"Assim também vós considerai-vos certamente mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências; nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça" - Romanos 6:11-14.

Na verdade, para agradar a Deus é preciso abandonar o pecado. A transgressão não pode dominar a vida do cristão, pois não há como agradar a Deus e ao mesmo tempo viver pecando. Paulo explicou que os cristãos deveriam parar de apresentar seus corpos ao pecado, ele usa o mesmo verbo para dizer que, em vez disso, deveriam apresentar-se a Deus. A vida nos foi dada para que fosse dedicada a Jesus e, para agradá-lo, nela não deve haver lugar para experiências constantes de pecado.

Essa é a essência do verdadeiro culto a Deus. Você se oferece, rende-se e apresenta-se a Ele a fim de adorá-lo (Romanos 12.1). Então você o adora e lhe agrada com tudo o que você é - seus olhos, mãos, pés, mente e personalidade. Assim como no sistema sacrificial do Antigo Testamento os animais precisavam ser perfeitos, sem mancha, para serem apresentados a Deus, também o cristão deve oferecer o seu corpo se, mancha, sem aquilo que o impede de adorar em espírito e em verdade. Deus quer que a sua vida toda - noventa e nove por cento não é o suficiente.

Agrade a Deus oferecendo sua vida toda a Ele e evitando o pecado.

Fonte: Pão Diário, nº 12, página dedicada ao dia 10 de julho (RTM).

Um comentário:

carloshenrique disse...

Ótimo artigo irmão Eliseu.
E só para complementar, em Romanos 6 versos 15 ao 16, diz o seguinte:
"E daí? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei, e sim da graça? De modo nenhum!
Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça?"

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Bola colorida na areia da praia. By Eliseu Antonio Gomes

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