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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Aborto: Antibíblico, antiético, ilógico e imoral.

Aborto: Antibíblico, antiético, ilógico e imoral. Entenda porque são absurdos todos os argumentos dos defensores da legalização do aborto no Brasil.


Um dos assuntos mais revisitados nos últimos anos em nosso país tem sido a descriminalização do aborto, que volta a pauta neste ano aproveitando a comoção nacional com os casos de microcefalia, que supostamente estariam ligados ao Zika vírus. Apesar de todas as pesquisas apontarem que a maioria da população brasileira é terminantemente contra a descriminalização do aborto, grupos liberais e feministas tem feito constantemente pressão seja no Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal, para tentar liberar o assassinato de seres humanos ainda no ventre.

A Pesquisa Nacional de Aborto, feita em 2010 por grupos pró-descriminalização, é bastante questionada ainda hoje pela forma como como teria sudo feita, mas, a ser verdade o que aparece ali, cerca de 13% das jovens evangélicas brasileiras já teriam praticado o aborto, o que torna o assunto ainda mais urgente no meio evangélico.

A legislação brasileira permite, já há muito tempo, os abortos por causa de estupro e para salvar a vida da mãe, e desde 2012, também o aborto de anencéfalos, após decisão do Supremo Tribunal Federal. Porém, o que diz a Palavra de Deus sobre o assunto? Qual deve ser a posição do cristão, à luz da Bíblia, em relação ao aborto?

O que diz a Bíblia

Independente do motivo pelo qual a criança foi concebida, é Deus quem forma as crianças no ventre de suas respectivas genitoras (Jó 10.11-12; 33.4; Salmos 139.13-16). A Bíblia também afirma que os filhos devem ser tratados como presentes de Deus, dádivas divinas (Gênesis 33.5; Salmos 127.3). Ela declara que não devemos rejeitar uma criança, mas recebê-la como trataríamos ao próprio Jesus (Mateus 18.5; Marcos 9.36-37). O próprio Deus diz que ainda que uma mãe rejeitasse seu filho no ventre, Ele não o faria e que nunca se esquece dos seus filhos (Isaías 49.15-16).

A Bíblia ressalta que a vida foi criada por Deus. Esse ensino é afirmado tanto no Antigo quanto no Novo Testamento (Gênesis 1.27-28 e Atos 17.26). Portanto, somente Deus pode tirar a vida. Aliás, declara que não devemos assassinar, matar deliberadamente (Êxodo 20.13).

Quando a Bíblia ordena "Não matarás", em Êxodo 20.13, não está se referindo ao assassinato involuntário, acidental, mas a algo proposital. O verbo hebraico "ratsach" aparece 47 vezes em todo o Velho Testamento, sendo a primeira vez nesse texto dos Dez Mandamentos, e seu significado mais exato é "Não assassinarás" ou "Não cometerás assassinato", subtendendo no original hebraico a necessidade da intenção de matar. O verbo "ratsach" refere-se claramente ao homicídio premeditado. Nunca é usado para referir-se à pena de morte, isto é, à execução de um assassino (Gênesis 9.6) e nem para homicídio culposo, e muito menos para defesa própria ou em situações de guerra. Logo, os abortos natural e acidental não são imorais à luz da Bíblia, pois eles não são provocados, são involuntários. O aborto natural ocorre por doença ou morte do feto. Já o acidental é resultante de fatores como susto, queda etc; enfim, acidentes.

No caso do aborto para salvar a vida da mãe, a maioria dos cristãos tem  entendido historicamente, à luz da Bíblia, que embora seja doloroso e uma decisão muito difícil, não é pecado. Nessa situação, a maioria dos cristãos entende que há moralmente duas decisões possíveis: ou abortar a criança e salvar a vida da mãe ou a mãe decidir morrer para salvar a vida do filho. Nesses dois casos a decisão não seria imoral. Nem os pais estariam autorizando um assassinato nem a mãe estaria cometendo suicídio, porque o objetivo é salvar uma vida - no caso, um ou outro. É preciso, porém, frisar que há médicos hoje em dia que exageram na sua definição de gestações de risco, visando a um aborto; logo, é bom os pais ouvirem a opinião de mas de um médico. Nesses casos, até porque hoje em dia, devido aos avanços da ciência, a gravidez de risco torna-se cada vez mais contornável.

Os abortos pecaminosos são todos os que são provocados por razões totalmente egosístas ou eugênicas (para evitar nascer um filho com deficiência física). Esses abortos são um crime, uma covardia.

A Bíblia diz que é Deus quem dá a vida e que Ele abomina a morte de inocentes (1 Samuel 2.6; Jó 1.21; Provérbios 6.16-17; Deuteronômio 27.25; Gênesis 4.10; 1 Coríntios 3.17). Ela frisa também que entre os sangues inocentes está o das crianças (Salmos 106.38). Sem dúvida alguma, o sangue da criança não nascida é inocente. Não existe razão científica, médica, social, moral ou religiosa para colocar a criança no ventre  em uma classe inferior ao das crianças já nascidas.

A Bíblia ressalta que, em relação aos direitos fundamentais, não se pode dizer que alguém tem menos direitos do que outro, e sabemos que um direito fundamental é o direito à vida, que nos foi dada por Deus (Jó 31.13-15). A Bíblia também enfatiza que devemos não apenas não consentir na morte de inocentes, mas também nos opormos a ela, em vez de fecharmos os nossos ouvidos e olhos para essa matança (Provérbios 24.11-12; 29.7).

A Bíblia diz que devemos nos colocar em defesa dos mais fracos e indefesos, dos injustiçados e oprimidos (Êxodo  22.21-24; Salmo 82.3-4; Jeremias 22.3). e a criança no ventre, inocente por definição, que esteja sendo ameaçada de aborto por outras pessoas, está obviamente nessas condições. E não se pode justificar o aborto dizendo que todas essas crianças mortas irão para o Céu, porque não temos o direito de tirar a vida de ninguém, e não se pode fazer males visando a um bem (Romanos 3.8). E mais do que leviano: é imoral.

E mesmo se consideramos apenas a lógica, o aborto é imoral, porque se a criança no ventre é uma vida - e é -, logo o aborto não é a mutilação do corpo da mulher, mas assassinato, pois o feto não é uma extensão do corpo da mulher, mas outro corpo dentro dela.

[Este artigo continua: O embrião e o feto são vida 

Fonte: Revista Geração JC, páginas 13 e 14; março abril de 2016, Rio de Janeiro (CPAD).

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Postagens paralelas:

Aborto - a posição da Biologia, Ciência e Escrituras Sagradas são as mesmas? 


Amar o marido, para Cristo

Amar o marido, para Cristo. A Mulher Controlada pelo Espírito. Beverly LaHaye. Editora Betânia.
Por Beverly Laheye

Onde estão os homens crentes? Desde que a igreja começou, é provável que tenha havido milhões de mulheres crentes casadas com homens incrédulos. Parece-me que após casa palestra que faço sou procurada por cinco ou seis mulheres que pedem oração para seus cônjuges. Este tipo de esposa precisa de um amor especial, dado por Deus. Há ocasiões em que algumas delas chegam a espantar- se de ainda poderem continuar em frente; certamente, é preciso muita graça e sabedoria divinas para se poder viver com alguns homens de que tenho ouvido falar. Mas Deus é fiel! Nada é impossível! Ele ama com amor eterno, e seu amor se entristece por causa de um cônjuge não crente. Afinal, ele morreu pela alma daquele homem.

Viver uma vida santa

Muitos maridos têm sido conquistados para Cristo por causa da atitude de constante fidelidade da esposa para com ele. A mulher não deve tentar modificar o marido. A mulher não deve tentar modificar o marido; ela precisa aprender a aceitá-lo exatamente como é. Alguns maridos se tornam muito exigentes e até impertinentes quando o Espírito Santo começa a convencê-los de pecado. Geralmente, este período é de muito sofrimento e provação para a família, principalmente para a esposa. Ele precisa ser cercado por oração e compreensão; ela precisa da plenitude do Espírito Santo para permanecer firme e calma. É desígnio de Deus que a mulher se submeta ao marido, mesmo que ele não seja crente.

"Semelhantemente vós, mulheres, sede submissas a vossos maridos; para que também, se alguns deles não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavra pelo procedimento de suas mulheres, 2 considerando a vossa vida casta, em temor" - 1 Pedro 3.1-2.

"O vosso adorno não seja o enfeite exterior, como as tranças dos cabelos, o uso de jóias de ouro, ou o luxo dos vestidos, 4 mas seja o do íntimo do coração, no incorruptível traje de um espírito manso e tranqüilo, que és, para que permaneçam as coisas" - 1 Pedro 3.3-4. 

Compreenda-o

O marido incrédulo tem uma grande necessidade de compreensão e companheirismo - não tente competir com ele. Ele certamente não precisa de uma esposa murmuradeira; ele precisa ter a seu lado uma mulher de atitude positiva e construtiva. Procure ver o que o torna feliz e o que lhe causa sofrimento. Qual é a melhor maneira de reanimá-lo? Não converse sobre os problemas dele fora de casa. E, acima de tudo, não fique constantemente falando de Deus para ele - antes fale com Deus a respeito dele.

Procure agradá-lo

A mulher cujo marido não é crente deve ser a melhor dona de casa das redondezas. Ela deve cozinhar com o objetivo de agradar o marido. Seu trabalho de casa dever banhado em amor e oração. Alguns homens criticam muito a esposa crente. É dever dela fazer tudo que puder para agradar ao marido, e, ao fazê-lo, ela lhe transmitirá uma mensagem positiva. No entanto, mais importante do que o que ela faz, é a atitude que ela tem. Ela deve ser agradável, uma pessoa de agradável convívio. 

Respeite-o

Você precisa ser extremamente cautelosa em obedecer e respeitar seu marido. Existem alguns casos raros em que a esposa não pode submeter-se ou obedecer ao marido, e isto é quando ele lhe pede para fazer algo que é absolutamente contrário às Escrituras. Existem alguns exemplos disso: adultério, mentira, roubo, etc. Muitas vezes, algumas mulheres argumentam que Deus mandou-as desobedecer o marido em determinada questão. Contudo, não apresentam um mandamento definido das Escrituras sobre o assunto. Esta submissão pode implicar em que você seja obrigada a se desligar da classe da escola dominical ou até mesmo parar de frequentar os cultos. Mas lembre-se de que sua obediência e submissão, quando são inspiradas por uma atitude correta, serão de maior influência para ganhá-lo para Cristo, que sua assistência a um estudo bíblico.

Examine-se a si mesma

Você prega para ele? Será que você consegue entregar seu marido nas mãos de Deus e deixar as consequências das ações dele com o Pai celestial? Você ensina seus filhos a respeitar o pai? Será que você trabalha tanto na igreja, que acaba ficando fora de casa grande parte do tempo? Você o critica e é fria com ele? Talvez você precise confessar e pedir perdão ao seu marido pelas suas atitudes e atos errados.

Já pensou na outra faceta da submissão? Muitas mulheres ficam irritadas quando se toca neste assunto. Só conseguem pensar em seus direitos pisados. Será que nunca lhe ocorreu que Deus não teria pedido para submeter-se ao seu marido, a menos que ele tivesse necessidade de seu respeito e admiração? Os homens mais frustrados que conhecemos não são os que fracassaram na carreira ou nos estudos, mas, sim, aqueles cujas esposas não os respeitam e não se submetem a eles. Em muitos casos, o homem merece respeito da esposa, mas ela é tão dominadora, que recusa a submeter-se a ele. Ambos são um fracasso no casamento.

Eu e meu marido observamos certa vez uma santa mulher que amava seu marido para o Senhor. Primeiro, ela começou  a ir à igreja sozinha. Entrava e saía do salão despercebida, e não se demorava muito após o culto. Por isso era difícil travar conhecimento com ela. Mais tarde viemos a saber que ela assistia ao primeiro culto da manhã e depois saía logo para poder chegar em casa no momento de ser-lhe o desjejum. Ela passava o domingo todo com ele, "fazendo o que ele quisesse". Esta mulher ra uma crente silenciosa. Amava o Senhor profundamente, mas quando foi solicitada a ensinar uma classe de escola dominical, declinou polidamente. Aquela recusa não significava uma falta de interesse, mas, sim, que seu principal dever no momento era ser uma boa esposa e cônjuge para seu marido incrédulo. Ela se recusou também a unir-se à igreja, sem o marido, já que sentia que deveriam estar unidos na questão do arrolamento na igreja. Quer ela tivesse razão ou não ao tomar tal atitude, o certo é que ela demonstrou um belíssimo espírito e um grande desejo de ser uma mulher santa.

Ficamos a observá-la, e, durante quase sete anos, ela continuou assim, uma pessoa submissa, fiel e servidora. Num certo domingo de Páscoa, seu marido anunciou-lhe que iria levantar-se mais cedo que de costume para ir à igreja com ela. Esta iniciativa partiu inteiramente dele, e se constituiu no começo de uma nova vida para quele homem. Pouco depois, ele recebeu o Senhor Jesus, e o casal se tornou um em Cristo. Hoje eles são fiéis membros da igreja, e participam de várias de suas comissões. Essa senhora pode olhar para trás e contemplar sem remorso os anos de espera e adoração silenciosa. Ela não se lamuriou, nem pregou para o marido, nem o abandonou para ir aos cultos, em vez disso levou uma vida bela e condizente com sua fé, diante dele.

Fonte: Capítulo 6 do livro A Mulher Controlada pelo Espírito, Beverly LaHeye, páginas 56-59, quinta edição 1981, Belo Horizonte (MG), Editora Betânia. 

Acesse a loja virtual da Editora Betânia e adquira um exemplar de A Mulher Controlada pelo Espírito: http://goo.gl/rQhl6x 

sábado, 23 de abril de 2016

Nothing Compares 2 U (tradução)


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Nada se compara a você
(Nothing Compares 2 U)  
https://www.youtube.com/watch?v=1NarDEEhOsM

Já se passaram sete horas e quinze dias
Desde que você levou o seu amor embora
Eu saio toda noite e durmo durante o dia
Desde que você levou o seu amor embora
Desde que você se foi eu posso fazer o que quero
Posso ver quem eu quiser
Posso jantar num restaurante chique
Mas nada, eu disse nada, pode levar essa tristeza
Pois nada se compara
Nada se compara a você

Me sinto tão sozinho sem você aqui
Como um pássaro sem canção
Nada pode impedir essas lágrimas solitárias de caírem
Me diga, baby, onde eu errei?
Eu poderia abraçar cada pessoa que vejo
Mas elas só me fazem lembrar de você
Fui ao médico, sabe o que ele me disse?
Sabe o que ele me disse?
Ele disse: "rapaz, é melhor você tentar se divertir não importa como"
Mas ele é um bobo
Pois nada se compara
Nada se compara a você

Todas as flores que você plantou, Mamãe
Lá no quintal
Todas morreram quando você foi embora
Eu sei que viver com você às vezes era difícil
Mas estou querendo tentar outra vez
Pois nada se compara
Nada se compara a você.

Prince Rogers Nelson
Nascimeto: Minneapolis, 7 de junho de 1958.
Falecimento: Chanhassen, 21 de abril de 2016.
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A definição da palavra "artista"

Para mim, ser artista significa usar a comunicação com criatividade acima da média, é ter coragem para criar de acordo com o talento que faz parte de si mesmo. Ser artista é, com naturalidade, comunicar-se sempre com genuinidade, é ter coragem para ser autêntico, é ser o (a) apresentador (a) da novidade.

Cantor, compositor, instrumentista de diversos instrumentos, Prince conheceu o ápice do sucesso deste mundo e também retumbantes fracassos, porque não abria mão de sua originalidade para agradar gravadoras e público. Foi religioso, apresentou-se como testemunha-de-jeová e até ousou criticar práticas homossexuais publicamente.

Da minha parte, analisando sua trajetória artística tendo como fio condutor minhas convicções cristãs, adquiridas pelo conhecimento bíblico, não posso concordar com grande parte da mensagem deste artista da música pop contemporânea. Mas, como cristão, fui além da reprovação de algumas letras e as suas danças de cunho erótico; orei por ele, pedindo ao Senhor para que ele fosse salvo. E minha esperança é que tenha aberto seu coração para Cristo antes de falecer.

E.A.G.