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Arquivo | 14 anos de postagens

domingo, 31 de janeiro de 2016

Diferentes entendimentos da felicidade e suas consequências

Os antigos criam que a felicidade dependia de um deus ou deuses. Os gregos tinham deuses volúveis e cheios de vícios que ora favoreciam, ora desgraçavam as criaturas, bastando para isso um deslize do infeliz mortal.

Havia a deusa romana Fortuna. Segundo a crença pagã, era quem distribuía as riquezas e determinava os destinos. Mas sempre era representada com os olhos vendados, pois tomava suas decisões completamente ao acaso.

Ainda hoje, muitos têm uma visão de um Deus caprichoso e volúvel com o qual temos de barganhar para ganhar seu favor. "Eu faço o que você quer e você faz o que eu quero!"

Embora cheia de crendices, a Idade Média mantinha valores nobres e elevados do Cristianismo, apontando a felicidade como resultante da relação adequada com Deus. Quebrar esse relacionamento trazia infortúnios. A felicidade significava cumprir sua missão. Foi esta a atitude do apóstolo Paulo, que, mesmo sofrendo lutas, perseguição e morte violenta, foi feliz. Ele disse: "Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé" - 2 Timóteo 4.7.

O humanismo renascentista rejeitou os valores absolutos, centrados em Deus, e transformou o homem na medida de todos os valores. Surge o relativismo ético e moral: "Se interessa ao bem da humanidade, é certo!" A felicidade passou a ser a glória e a perfeição humana. Mas que glória em a criatura senão em seu Criador? Fez-se necessário dar novo sentido ao homem, agora sem Deus como referência. Contudo, o tempo e as guerras mundiais eliminaram todo o idealismo humanista: não somos seres gloriosos, somos feras que devoram outras feras. Assim resta apenas sobreviver e tirar o máximo da vida.

Sobre isso, basta ler sobre o pensamento dos positivistas anteriores às grandes guerras e sua crença na sublimidade humana e compará-los aos existencialistas do pós-guerra. Estes últimos afrmam que o homem é um nada, um vazo sem sentido e sem esperança. Notamos facilmente a mudança de pensamento.

Muitos, então, voltaram-se ao hedonismo, pensamento que diz que o sentido da vida está no prazer. "Comamos e bebamos porque amanhã morreremos" (Isaías 22.13; 1 Coríntios 15.32). O prazer e o capital acumulado tornaram-se a única esperança de felicidade no pós-modernismo.

O Cristianismo, porém, insiste que a felicidade se encontra na relação de amor com o Criador e na realização do propósito da vida que Ele nos deu. Deus não é volúvel, inconstante e cheio de caprichos, mas fiel e constantemente amoroso. Aliás, é o seu próprio Filho quem nos dá a receita da felicidade suprema.

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Nota: A palavra hedonismo tem sua raiz no idioma grego, está ligada à "hedoné", que significa prazer.

E.A.G.

Smilinguido - Agenda 2013, Josias Brepohl / Jaqueline J. Vogel Firzlaff, mensagem dedicada ao mês de fevereio, Curitiba (Luz e Vida).  Publicado no blog com adaptação.

O Espírito Santo, Ele comunica a verdade!

Se eu fosse pedir para você descrever seu Pai celestial, você me daria uma resposta. Se eu fosse pedir para você me contar o que Jesus fez por você, certamente você me daria uma explicação convincente. Mas, se eu pedisse para você falar do papel do Espírito Santo em sua vida…? Olhos desviariam. Haveria um aperto na garganta.




João 14:17 diz “O mundo não pode recebê-lo, porque não o vê nem o conhece. Mas vocês o conhecem, pois ele vive com vocês e estará em vocês.”

O que é que o Espírito faz? A Escritura diz que ele conforta e salva.
Ele traz convicção aos perdidos. Ele comunica a verdade.

Você já ficou convicto? Já sentiu o corte da tristeza pelos seus pecados? Compreendeu uma verdade?
Então você já foi tocado pelo Espírito Santo.

Já pensou? Ele já está trabalhando em sua vida.

mensagem de Max Lucado 
de“O Trovão Gentil”

sábado, 30 de janeiro de 2016

Voz da Verdade e a produção de seus DVDs


Pastor abraça casal
 (que não cedeu  permissão de
 veiculação de suas imagens)
"Em matéria de show, qualidade, não tem igual. Não estou falando da qualidade na questão de espiritualidade, nisso todos os irmãos que gravam DVDs são iguais. Falo de dinheiro aplicado no show, o valor que se propõe a aplicar no evento. Aí, não tem igual."

Pastor Carlos A. Moyses, do conjunto Voz da Verdade, no qual é compositor de praticamente todos os louvores e um dos vocalistas, falando aos seus telespectadores ao apresentar o mais novo trabalho.

Transmissão na grade de programação da emissora de televisão RedeTv!, hoje, 30 de janeiro de 2016, por volta de 13 horas.

E.A.G.