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Arquivo | 14 anos de postagens

quarta-feira, 29 de julho de 2015

A transformação num abrir e fechar de olhos

"Eis que eu lhes digo um mistério: nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta. Pois a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós seremos transformados. Pois é necessário que aquilo que é corruptível se revista de incorruptibilidade, e aquilo que é mortal, se revista de imortalidade. Quando, porém, o que é corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal, de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: "A morte foi destruída pela vitória" 1 Coríntios 15.51-54. 

terça-feira, 28 de julho de 2015

A declaração de amor de Cintia Kenashigue

"Ontem, dia 23, foi o meu aniversário de casamento, 13 anos casada com o Marcelo.

E juntos durante esse tempo, passamos por muitas coisas: terremotos, tsunamis, crise nuclear, crise familiar. Crises!

Também passamos por muitas alegrias: conhecemos a Deus juntos e buscamos a Ele juntos. nos tornamos mãe e pai, presenciamos o casamento de nossos amigos, os filhos deles recém-nascidos, vimos sobrinhos nascendo e crescendo, acompanhamos amigos que conheceram Jesus através de nós, batismos...

Nós já fizemos tantas coisas como casal. Caretas, fantasias, brigas de undokai, esquibunda. Já viramos até ET (tenho foto) já colocamos meio mundo entre nós por vezes! 

A nossa mais recente aventura foi nos mudar para o Brasil. 

E sabe, depois disso tudo só posso dizer que quero mais 13, mais 26, mais 52 anos com você. Para frente disso não sei multiplicar kkkk.

Te amo mais hoje do que ontem e quero te amar ainda mais amanhã, mesmo que essa bolinha nunca mais desapareça do seu olho!!! Só não me faça beijá-la kkkkkkkk."

O conteúdo entre aspas é o primeiro artigo do blog Vivendo no Brasil com Fé.

domingo, 26 de julho de 2015

O arco-íris e sua simbologia na Bíblia Sagrada

Por Eliseu Antonio Gomes

O arco-íris, também chamado de arco celeste e arco da chuva no idioma inglês, é o mais belo fenômeno meteorológico que conhecemos. É composto pelo conjunto de arranjos de feixes de raios de luzes coloridas que se refletiram nos pingos d’água, cores estas que são o resultado da reflexão de tudo que há ao derredor deste pingo d’água. Ele aparece quando a luz solar passa pela refração de gotículas de água, isto é, quando os raios de luz são refletidos e no reflexo mudam o ângulo da sua linha reta ao encontrarem os minúsculos espelho-d’água e nesta mudança de direção vários raios de luz cruzam-se entre si e seus tons de cores iniciais, misturados com outros tons coloridos transformam-se em nova cor no ponto de cruzamento dos feixes brilhantes.

O espectro de cores pode surgir quando minúsculas porções de águas estão suspensas na atmosfera, ou são arremessadas pela força da queda de cachoeiras - e até num tanque de lavar roupas, cena incorporada em minha memória, observada em meus áureos tempos de criança no quintal em que eu vivi a minha infância.

A faixa multicolorida tem as seguintes cores: vermelho, laranja, azul, anil ou índigo, e violeta.

Ao ler a Bíblia, precisamos levar em conta que não existia o conhecimento da Ciência que existe hoje. O escritor observou o fenômeno meteorológico e o descreveu como "o arco'. Acredito que os cientistas incorporaram o "íris" porque trata-se de um fenômeno ótico. Então, fizeram uma associação com a íris do olho humano, que também é multicolorida, tal qual a maravilha extraordinária que Deus criou sobre as nossas cabeças.

Temos o relato bíblico sobre a origem do arco-íris no capítulo 9 e versículo 13 do livro de Gênesis, quando ele é apresentado como um pacto entre o Criador e o ser humano. Este  é o  primeiro  entre outros sinais ou símbolos registrados nas Escrituras Sagradas. Exemplos: o pão e o vinho representam a Ceia do Senhor e a água representa o batismo. 

O arco-íris era e ainda é um sinal visível da eterna promessa que Deus fez com os habitantes da terra. É o sinal divino e o memorial perpétuo da sua aliança com o gênero humano, no sentido de nunca mais destruir todos os habitantes da terra com um dilúvio (Gênesis 9.8-17).

É muito interessante saber que o Criador de todo Universo deixou às suas criaturas o sinal de sua aliança, que fez com que sempre que a chuva caia apareça no horizonte o arco-íris nos faça lembrar da sua misericórdia e da sua fidelidade, e do seu compromisso empenhado de moderar sua ira em face da índole pecadora da humanidade.

Deus providenciou aos homens o plano da salvação, colocou entre a raça humana e sua santidade Jesus Cristo como mediador, o seu filho que se fez gente como a gente, jamais pecou e aceitou sacrificar-se em morte de cruz, em substituição a todos os pecadores, para assim aplacar a ira divina do Criador, cuja natureza santa não aceita o pecado (1 Timóteo 2.5; João 1.14; 3.16-21). Quem recebe ao Mediador em seu coração como Senhor e Salvador, recebe também capacitação eficaz para superar o estilo de vida do pecado e tem a oportunidade de escapar do juízo implacável do Criador (João 8.36).

A próxima destruição desencadeada pelo Criador será da terra e do céu que agora conhecemos, será realizada através  do  fogo, quando todos os elementos no céu envolto em 
chamas desfarão com grande estrondo e a terra, com todas as coisas que o ser humano produziu nela, se queimarão. No Dia do Juízo, Jesus Cristo - que agora exerce o papel de Advogado do pecador arrependido - agirá como Juiz. O juízo atesta que o Criador não tem o objetivo de permitir que a disposição de se viver na prática cotidiana do pecado fique impune para sempre. Na ocasião, que ocorrerá num momento de grande surpresa, tal qual a ação de um ladrão que nunca avisa o momento do assalto, serão consumidos também  os  ímpios, que contaminam a  criação (2 Pedro 3.7, 11-12).

O fogo não fará com que as pessoas envolvidas nele deixem de existir, mas será parte do processo de castigo na ocorrência da condenação eterna das almas impenitentes. "Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniquidade. E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes. Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça" - Mateus 13.41-43.

É impossível escapar do julgamento divino, mortos em situação de pecado e vivos pecadores serão convocados a comparecer e se curvarem perante o Rei dos reis (Hebreus 9.27; Salmo 22.29; Filipenses 2.10). O único modo de evitar receber a sentença condenatória estabelecida pelo Criador é abraçar a graça e salvação divinas, oferecidas através de Jesus Cristo enquanto age como Mediador, antes que você deixe de existir neste plano físico, antes que o Acerto de Contas do Criador aconteça, e Jesus passe a tomar medidas irreversíveis como Juiz (Mateus 25.31-46).