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Arquivo | 14 anos de postagens

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Os dez mandamentos do Senhor

Por Eliseu Antonio Gomes

Depois de caminharem pelo deserto, experimentarem os cuidados do Senhor com a provisão de alimentos e água, os israelitas chegaram ao monte Sinai - que se localizava em território egípcio. Ali Deus entregou o Decálogo, que sem medo de errar, podemos afirmar ser o código de leis mais perfeito e justo da humanidade, estudado até os dias atuais pelos juristas (Deuteronômio 4.13).

Israel não era um povo excepcionalmente perverso; era antes uma amostra da humanidade. E mesmo assim, antes mesmo de entrar na Terra Santa, é exortado à obediência, avisado solenemente que por meio da rebeldia poderia perdê-la mais tarde.

Os israelitas deveriam manterem-se fiéis ao Deus que com eles estabeleceu  uma aliança, lhes revelou o seu mandamento e o conduziu desde o Horebe até a Terra Prometida (Deuteronômio 4.5, 23-26).

Qual é o propósito do Dez Mandamentos?

Os Dez Mandamentos não foram dados a Israel como meio de salvação, foram dados com a finalidade de ensinar ao povo israelita a viver segundo a vontade do Senhor (Êxodo 20.1-17; Deuteronômio 5.6-21). A instrução moral contida no Decálogo também não serve para a salvação do cristão, que é salvo pela fé, no entanto é importante observá-lo pelo prisma existente neotestamentário. Todos os mandamentos se repetem no Novo Testamento, menos o quarto, que se refere ao dia de descanso.

Os preceitos divinos foram entregues a Moisés em duas placas de pedras. Na primeira placa há quatro mandamentos, os quais tratam dos deveres das pessoas para com Deus; na segunda há seis mandamentos, que tratam dos deveres que temos para com as outras pessoas (Êxodo 34.28).

Ele serve para:

1 - Mostrar que sem Deus o homem não conseguiria obedecer plenamente à lei moral (Gálatas 3.11);
2 - Apontar para Jesus Cristo, que nos resgatou da maldição da Lei  (Gálatas 3.13);
3 - Sem lei não existe transgressão. O propósito dos Dez Mandamentos é expor e condenar os pecados dos israelitas e os nossos (Gálatas 3.24).

Conclusão:

Quando a Lei de Moisés era quebrada, impunha uma maldição - o juízo de Deus sobre o transgressor. Quando Jesus Cristo morreu na cruz, o episódio não era apenas sinal que alguém estava amaldiçoado (Deuteronômio 21.23), porém, muito mais do que isso, foi o sinal de que Ele recebeu a punição de Deus pelo nosso pecado.

Os Dez Mandamentos revelam o caráter de Deus, o que Ele valoriza e o que espera daqueles que dizem ser seus servos, portanto, são imutáveis.

Jesus Cristo não veio revogar a lei e os profetas. Ele resumiu os dez mandamentos em dois, ensinou que a lei de Deus é indivisível e pode ser resumida em uma palavra: amor. Primeiro a Deus e depois ao próximo. Rebelar-se contra a lei do amor é transgredir tudo (Mateus 22.34-40).

O cristão precisa vigiar sempre, para "amar de todo o coração " ao Senhor e ao próximo, pois pode perder as bênçãos espirituais se consentir com a prática de transgressões em sua vida.

E.A.G.

Consulta
A Bíblia Explicada/ S.E. McNair, edição 1983, páginas 71, 326. Rio de Janeiro (CPAD).
Bíblia de Estudo Almeida, página 206, Dicionário, página 33, edição 2006, Barueri - SP, (SBB)
Ensinador Cristão, página 39, ano 15, nº 57, 1º trimestre de 2014 Rio de Janeiro (CPAD).

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Pirraça de Fábio Porchat gera ameaça contra ele


O pseudo humorista Fábio Porchat escreveu e encenou esquete criticando jocosamente a corporação da Polícia Militar.. "Pseudo", porque fazer humor é a arte do autêntico palhaço, é a capacidade de fazer toda a plateia gargalhar, é muito mais que fazer metade do público sorrir e outra parte se contorcer de raiva. Humor é alegria total, jamais é pirraçar alguém ou alguns com o que se diz ser a piada.

Porchat, criticou a classe de policiais, sem nenhuma inteligência. Generalizou negativamente atacando todo um grupo de valor, composto de gente trabalhadora, pessoas honestas que colocam a vida em risco em favor da sociedade, tropa feita de pais e mães de família. Todos os profissionais são profissionais exemplares? Não, é sabido que em todo meio há maçã pobre. O exemplo clássico disso é o próprio Porchat, que é incapaz de fazer comédia de verdade e embaça o brilho de verdadeiros comediantes. 

A pirraça de Porchat contra policiais teria recebido uma resposta em forma de ameaça: “ele merece ter sua carinha totalmente furada por tiros de fuzil” - teria escrito um determinado internauta em site não oficial de apoio aos militares. Quem digitou, deletou a frase, segundo ele. Mas mesmo assim foi prestar queixa, numa delegacia de polícia - pediu socorro à polícia que ele mesmo estupidamente zombou.

É claro, nós cristãos, evangélicos e católicos, vítimas de sua pirraça algum tempo atrás, não desejamos o mal para ninguém. O crente em Cristo defende a paz, a liberdade de expressão. Sempre.

Tenha brio e mude de profissão, Porchat. Você não possui talento para criar humor de verdade.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Dilma empresta dinheiro a estrangeiros inconstitucionalmente

Em entrevista ao jornalista Heródoto Barbeiro, no programa Jornal da Record News, da Rede News, a professora de Relações Internacionais da USP, doutora em direito internacional, Maristela Basso, afirmou que os empréstimos secretos a Cuba e outros países são, além de inconstitucionais, questionáveis em sua viabilidade econômica, porque, em primeiro lugar, teria que ter aprovação do Congresso e Câmara.

Na opinião deste blogueiro, esses empréstimos são motivos mais do que suficientes para não votar no PT nas próximas eleições.

 

 Fonte: http://noticias.r7.com/jornal-da-record-news/