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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

O que há em comum entre Rogério Ceni e Alexandre Pato?

O que há em comum entre Rogério Mücke Ceni e   Alexandre Rodrigues da Silva, mais conhecido como Alexandre Pato ou apenas Pato?

Todos sabem Rogério Ceni é goleiro do São Paulo Futebol Clube e Alexandre Pato é atacante do Corinthians.

 Na noite de quarta-feira, 23, Ceni surpreendeu a todos fazendo defesas espetaculares, em partida pela Copa Sul-Americana contra o Universidad Católica do Chile, no estádio San Carlos de Apoquindo, em Santiago. A partida terminou vitoriosa para o SPFC com o resultado de 4 a 3, e eliminou o adversário do campeonato. Ceni fez cinco defesas difíceis e levou os são-paulinos a vibrar muito. 

 Em Porto Alegre (RS), noite de quarta-feira, 23, Pato provocou a fúria de corintianos em partida contra o Grêmio às semifinais da Copa do Brasil. O tempo normal encerrou empatado em 0 a 0. Na etapa de pênaltis, quando marcar o gol era decisivo para seguir na competição, Pato cobrou o pênalti e lançou a bola aos pés do goleiro Dida, que já havia defendido três vezes. E assim o Corinthians foi eliminado do campeonato. 

O que há em comum? Todos sabem, os dois esportistas são destaques do futebol brasileiro jogando no Brasil. Também que são compatriotas, nasceram no Brasil, mas nem todos sabem que eles são conterrâneos, nascidos no estado do Paraná, ambos nasceram na cidade Pato Branco.

E.A.G.

Fidelidade e chamada ministerial

Conto o fato e não cito nomes. As duas pessoas do relato estão em meus relacionamentos online.

Um pastor evangélico pentecostal, muito conhecido dentro e fora do Brasil, inconformado com muitos deslizes gravíssimos da liderança em sua igreja, os quais foi testemunha ocular, passou a protestar internamente alertando para a necessidade do conserto. Não foi ouvido, pelo contrário, recebeu desprezo e foi colocado de lado em suas atribuições. Com o passar do tempo passou a usar a Internet como seu microfone, tentando alertar outros e dessa maneira mudar o caos instalado. Sempre polido, mas contundente. Encontrou muitos apoios em sua insatisfação e solicitação de acertos com Deus.

Em tom amigável, um colega de pastorado aproximou-se dele, à miúda, tal qual um dos “conselheiros” de Jó: “Pense em sua carreira, confrontando os que estão acima de nós o seu futuro não será promissor. Não terá espaço para publicar artigos em periódicos, não receberá convites para palestras oficiais...”.

No meu relato acima, aquele que está pensando apenas no sucesso da carreira dentro da denominação está equivocado. Observo as Escrituras de forma contextualizada para dizer isso.

Eu considero o pastor insatisfeito um profeta autêntico em atividade em nossa geração. E sei que nem todos os cristãos receberam de Cristo a chamada ministerial para ser profeta. Jesus estabeleceu na igreja alguns como apóstolos/missionários, outros, evangelistas, outros, mestres... Outros, pastores (Efésios 4.11).

No Antigo Testamento, os profetas levantaram a voz contra ungidos do Senhor! Não me lembro de nenhum profeta nas páginas bíblicas, na antiga e nova aliança, que tenha sido um bom “relações públicas”. Todos foram chamados por Deus para criticar pessoas equivocadas, que estavam afastados do Senhor. Muitos fizeram inimizades, muitos foram tidos como inconvenientes, perderam bens, perderam a liberdade, e até a própria vida.

Eu acho um erro calar quando temos a quem falar. Vejamos:
• Missionários e evangelistas, público-alvo: aqueles que ainda não aceitaram a Cristo;
• Pastores e mestres: os salvos;
• Profetas: os salvos e quem ainda não tiveram encontro com Jesus.

Enfim, apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres são seres humanos, e mesmo que bem intencionados cometem pecados em suas trajetórias ministeriais. Cabe a cada um de nós fazer exame criterioso de suas falas e atos usando como régua – para discernir a ética, a moral e a espiritualidade de cada um - a Bíblia Sagrada.

Seja ao chamado que o Senhor lhe deu. 

E.A.G.