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domingo, 20 de novembro de 2011

Calligaris e o minuto-bobeira na Ilustrada

No dia 10 de novembro, quinta-feira, pudemos ler a seguinte frase no encarte Ilustrada, da Folha da São: "Homofóbicos têm excitação com estímulos gays".

Contardo Calligaris, italiano, e colunista da Folha, onde é apresentado como alguém que pretende refletir sobre a cultura e a modernidade, tem em seu seu curriculo o seguinte: psicanalista, doutor em psicologia clínica, ensaísta; ensinou estudos culturais na New School de Nova York e antropologia na Universidade da Califórnia em Berkeley.

Algum tempo atrás, assisti Calligaris no programa Roda Viva, em sua nova fase, já com o comando de Marília Gabriela. Ao ouví-lo, talvez seja uma impressão errada minha, senti nele uma aura de iconoclasta, alguém que sente prazer em quebrar paradigmas. Mas não captei a razão disso.

Homofóbicos têm exclitação por estímulos gays? A afirmação de Calligaris diz que sim. Está lá no artigo que escreveu à Folha de São Paulo. Pobres leitores! Nitidamente essa frase é uma provocação. Provavelmente, devido sua raiva contra héteros religiosos, defensores da família aos moldes apresentados pelas Escrituras.

Inconscientemente, Calligaris foi acometido por um "minuto-bobeira", quando abdicou da inteligência. Seria ele mais um pobre heterofóbico?!

E.A.G.

Fonte: Belverede | Cosmovisão

Neemias 10.28 - Netineus ou netinins, quem eram eles?

Quem são os netineus ou netinins?
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"E o restante do povo, os sacerdotes, os levitas, os porteiros, os cantores, os servidores do templo, todos os que se tinham separado dos povos das terras para a lei de Deus, suas mulheres, seus filhos e suas filhas, todos os que tinham conhecimento e entendimento, firmemente aderiram a seus irmãos os mais nobres dentre eles, e convieram num anátema e num juramento, de que andariam na lei de Deus, que foi dada pelo ministério de Moisés, servo de Deus; e de que guardariam e cumpririam todos os mandamentos do SENHOR nosso Senhor, e os seus juízos e os seus estatutos; E que não daríamos as nossas filhas aos povos da terra, nem tomaríamos as filhas deles para os nossos filhos."
- Neemias 10.28-30.
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Na tradução Almeida Revista e Corrigida - 4ª edição (SBB), e suas correções anteriores, na passagem bíblica Neemias 10.28, encontramos a palavra "netineus", após o substantivo "cantores". E na tradução Almeida Revisada (Imprensa Bíblica Brasileira), encontramos o termo "netinins. As outras traduções bíblicas correntes, em português, podemos ler "servidores do templo".
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No idioma hebraico, para netineus/netinins, encontramos  נָתִין . A palavra está no plural.
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Quem eram eles? Eram grupo de escravos, trabalhavam no templo, atendiam às atribuições dos levitas. Referências bíblicas: 1 Crônicas 9.2; Esdras 2. 43, 58, 70; 7.7; 8.17, 20; Neemias 3.26, 31; 7.46, 60, 73; 10.28; 11.3, 21.
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Fonte: Hebrew Word Study (Transliteration-Pronunciation Etymology & Grammar); Brown-Driver-Briggs (Old Testament Hebrew-English Lexicon); Strong's (Hebrew & Chaldee Dictionary of the Old Testament); Exhaustive Concordance (KJV Translation Frequency & Location).


Consultas online: Hebrew Dictionay (Lexicon- Concordance) ; Chat Bible .

sábado, 19 de novembro de 2011

A fama de evangelistas da televisão



Antes de tudo, é importante ressaltar que usar a televisão é uma atividade muito cara. Caríssima. Não há uma só pessoa que tenha condições de bancar programações televisivas sozinho. Nem os próprios donos de televisão, eles se sustentam com os patrocínios, espaços vendidos em forma de comerciais.

Na época dos apóstolos, não existia televisão. Se houvesse, acredito que Pedro, João e Paulo usariam esse meio de comunicação em massa para fazer evangelismo.

Jesus e a fama

Algumas pessoas observam os evangelistas que usam a televisão e criticam a alta exposição deles na mídia, acusando de serem vaidosos, gostarem de aparecer. Alegam que Jesus evitava a fama, lembrando que Ele realizou milagres e pediu para não contar a ninguém. Tais críticos cogitam que tal solicitação era gesto de humildade.

É preciso contextualizar o texto. Quando Jesus pediu para não contar para ninguém, alguns líderes judeus queriam prendê-lo. Cristo estava sendo perseguido, a intenção era prendê-lo e matá-lo. Então, o Filho de Deus não desejava chamar atenção da multidão, evitava ser aprisionado pelos perseguidores antes de realizar toda a sua missão aqui na Terra.

Os milagres que Jesus fez, na maioria das vezes ocorreram em espaços públicos, Ele não escondia as ações de curas que realizava.

Ser e fazer

Ser evidente não significa algo positivo ou negativo. O que se faz ao ser evidenciado é que determina a qualidade da condição da fama. Eu não faço juízo de valor quanto a isso.

É claro, os evangelistas que apresentam milagres na televisão não devem usar os dons de cura para exibicionismo pessoal e gratuito. Eles devem usá-lo para abençoar pessoas e glorificar a Deus.

É vontade de Deus que hajam milagres. Os sinais acompanham aos que creem (Marcos 16.15-18). E quando há uma cura, a operação do Espírito manifesta o poder divino, age de maneira completa, atinge tanto a parte física e também a alma. A pessoa curada é perdoada (Tiago 5.14-15).

Equilíbrio

Quando falo em equilíbrio não falo no que fazer, mas como fazer. A questão é "como" e não "o quê" usamos e fazemos.

Onde quero chegar? Na santidade. A santidade não é o estado de alienação. Estar separado de assuntos da atualidade não significa santificação. É preciso ser santo interagindo com quem não é. Usar assuntos referentes à atualidade, para causar interesse, e analisá-las com base bíblica. Só interagindo com telespectadores e internautas, que estão com o coração no mundo, temos condição de apresentar o Evangelho a eles.

Uso Internet para propagar a Palavra de Deus há quase cinco anos, consecutivamente. No Orkut, no Facebook, em blogs... Minha atividade gerou alguma notoriedade. Outras pessoas usam esses mesmos meios para outras finalidades. Muitas ações diferentes, que até não são evangelismo. Algumas navegações virtuais são aceitáveis, enquanto outras ações são condenáveis pelas Escrituras. De igual forma acontece com quem está na frente das câmeras. É preciso cuidado para não esquecer a razão de estarem em estúdios, não esquecem a pauta principal, que é abordar mensagens evangelísticas.

Acho falta de equilíbrio proibir uso de coisas, desprezar a televisão e outros meios de comunicação. É preciso ensinar usar bem as coisas. Esse é o meu pensamento sobre equilíbrio. E tem a ver com o mandamento de Cristo, que manda evangelizar, fazer discípulos, ensinar a todos o que diz respeito à vida e piedade.

E.A.G.