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Arquivo | 14 anos de postagens

domingo, 12 de junho de 2011

Dízimo, templos, missões, prosperidade e Jesus Cristo

1ª Igreja Batista; Av. Major Carlos Pinto, nº 477, Rio Grande / RS - by Adriel Wailler.


O dízimo, o templo, as missões, a prosperidade e o arrebatamento da Igreja.

Já encontrei quem critique construções de bons templos, alegando que seria melhor o pastor usar o dinheiro do dízimo para fazer missões porque em breve Jesus voltará. Abaixo, a resposta que acostumei dar.

O templo é o local onde os cristãos têm condição de reunirem-se para juntos adorarem a Deus. Na unidade do cristão é que Deus ordena a bênção e a vida eterna (Salmo 133).

Templo com conforto é o ideal para mim e para você. Ao entrar no templo cujas dependências são confortáveis, o ofertante e o dizimista vê como o seu dinheiro foi administrado. Vê que o pastor se preocupa com o bem-estar das ovelhas de Cristo. É uma pena que algumas pessoas interpretem conforto como um luxo descartável.

Quando se fala em missões, logo é pensado no missionário que viaja ao longe. Mas missões também tem a ver com evangelismo urbano, evangelismo em nosso círculo social, em nosso bairro. O seu vizinho que ainda não aceitou a Jesus é alguém que precisa ser alcançado. E uma igreja bem construída e confortável poderá recepcioná-lo. Quando se constrói bons templos pensamos nisso: missões urbanas, missões em nosso círculo pessoal de amizades.

Ter conforto não é pecado, e oferecer conforto aos que são evangelizados e aceitam convites para vir em nossos templos também não.

É importante ter vida próspera, uma vida financeira estável, A estabilidade gera uma família feliz, em paz, saudável. É claro que não deveremos ir à igreja por coisas materiais. Mas, coisas materiais não devem ser satanizadas "porque Jesus vai voltar em breve".

E.A.G.

sábado, 11 de junho de 2011

Cuidado com os pastores do gado de Ló!

Não é difícil encontrar cristãos sonhando em ser líder de grandes ministérios, sonhando em ter sucesso ministerial segundo a perspectiva de alta visibilidade na televisão, oportunidade de pregar para concentrações de enomes multidões.

Mas, entendo que o tamanho e a visibilidade não importa muito. O importante é estar no lugar certo. E o lugar certo é o centro da vontade de Deus.

Ficar olhando tamanho de templos e tamanhos de ministérios me lembra os olhos de Ló, na ocasião em que houve briga por espaço entre os pastores do gado de Ló e os pastores do gado de Abraão na localidade entre Betel e Ai. Ló olhou o horizonte e  escolheu as campinas mais verdejantes, que se pareciam com o jardim do Senhor, e foi armar suas tendas em Sodoma, porque a sua visão só via o plano físico, não via nada espiritualmente (Gênesis 13.8-12; 19.1-38).

Tenho um testemunho sobre isso. Havia um diácono excelente em uma determinada igreja, e ele exerceu o diaconato, por mais de 15 anos, com a aprovação de todos os membros, Até as crianças gostavam dele (coisa raríssima). Mas, ao chegar novo pastor, o diácono foi passado à posição de presbítero e dirigente de igreja. E, como presbítero e dirigente esse mesmo irmão foi muito mal, tão péssimo que gerou escândalos sexuais.

Diante disso passei a olhar o que a Bíblia diz a respeito de ministérios. Analisei na Bíblia para tentar entender. E vi que alguns obreiros são chamados para um posto só. Vi que a missão de obreiro não se assemelha às carreiras profissionais, cheias de promoções. O sucesso ministerial cristão não é subir de posto, mas cumprir com excelência o posto a que foi chamado.

Estevão foi um excelente diácono, Filipe um execelente evangelista, Marcos andou com Pedro e Paulo, escreveu o evangelho que leva seu nome, e nem sabemos se teve um cargo eclesiástico! Todos foram homens de Deus! Pela perspectiva de fé, tiveram sucesso espiritual.

Uns foram escolhido para presidir e outros para serem presididos (Romano 12.8). Que fique cada um onde Deus o vocacionou.

E.A.G.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Você sabe quem foram e quem são os edomitas?

Edomita, alguns dizem edonista, é um adjetivo relativo a Edom, nome de Esaú, filho de Isaque que trocou a sua bênção da primogenitura por um prato de lentilhas na cor vermelho (Gênesis 36.1; 25.30). Edom significa vermelho.

Mas, edomita é um termo relativo à filosofia de vida de Esaú / Edom e de todos da sua linhagem. Eles faziam constantes guerras contra os israelitas, não tinham paz com os descendentes de Jacó / Israel. Ver: 2º Crônicas 28.17; Ezequiel 25.12.

Na caminhada do povo de Deus pelo deserto, saído da escravidão do Egito, o povo de Edom recusou ajuda, não permitiu que os israelitas encurtassem a viagem passando por dentro de suas cidades (Números 20.18).

Por faltar com o amor aos seus irmãos, os edomitas foram amaldiçoados por Deus (Isaías 34.5-15; 63.1-6; Joel 3.19; Jeremias 49.7-17; Lamentações 4.21; Ezequiel 25.14; Amós 1.11-12).

A maldição se cumpriu. Em cumprimento das profecias de maldição emitidas pelos profetas, o lugar de morada deles se tornou hostil para a sobrevivência humana. Hoje em dia arqueólogos falam de descobertas de ruínas, partes de muralhas destruídas em meio a montanhas e areia, o local transformou-se em deserto. É o deserto conhecido como Neguev. Ali se vê muitos granitos avermelhados... Localiza-se nas proximidades ao sul do Mar Morto e Mar Vermelho, com abrangência de 160 km de cumprimento e 32 de largura, alcançando o Vale do Arabá.

Na atualidade, o termo edomita é atribuído a quem é individualista, à pessoa que pensa apenas em si mesma, é contenciosa, pirracenta, esquece-se da Palavra de Deus e é capaz de trocar a bênção do Senhor por efemeridades, como um simples prato de lentilhas (Gênesis 25.23-34).

Segundo o Dicionário Bíblico Universal, a região dos edomitas era chamada de Idumeia na época de Jesus, palavra variante grega para Edom (Marcos 3.8).

E.A.G.