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Arquivo | 14 anos de postagens

terça-feira, 12 de maio de 2009

PASTOR NEWTON CARPINTEIRO REFLETE SOBRE AS CAMPANHAS DE SELOS IMPETRADA NA BLOGOSFERA EVANGÉLICA

“Existe a necessidade de Selos de Premiação? Por favor, não aceite estes prêmios! Eles não significam nada. Abram os seus olhos. Não aceitem este prêmio para valorizar o seu blog. O único que poderá premiá-lo será o Senhor, e pela sua dedicação e despreocupação em RECEBER PRÊMIOS. Recuse estes prêmios, que estarão aparecendo aos montes. E de montão” - Pr. Newton Carpinteiro (veja o artigo por inteiro: aqui).

Quem é Newton Carpinteiro? Em seu perfil, ele se identifica como o menor de todos, 57 anos e casado há 32, pais de três filhas e avô de três netas, residente na Flórida, Estados Unidos. Edita um segundo blog intitulado Jesus e você.
Eu estive no campo de comentários do artigo, e deixei meu recado sobre a argumentação dele:
"Dileto Pr. Newton.
Eu sou uma desses internautas que receberam alguns “prêmios”.
Nas primeiras três indicações eu recusei os selos. Foi meio sem jeito, pois sentia que de algum modo era um mimo que colegas blogueiros resolveram fazer para mim. Vieram com palavras de carinho, e também com instruções para “linkar” quem fazia a indicação. Não participei... Minha análise da situação era parecida com a sua.
Depois, vieram outros selos. Pensei mais, e pausadamente. Então, aderí à campanha.
Explico o porquê da minha mudança de atitude:
Ao analisar a obrigatoriedade de criar o vínculo em HTML, tive a sensação de que havia o interesse de promoção... E pensei: por que, não? A Internet é uma rede com tantas baixarias, pois o mundo jaz no malígno, e Paulo recomendou aos crentes da Galácia a levarem as cargas uns dos outros. Se nesta “teia de pecados” os cristãos fizerem elos e mais elos de ligações uns com os outros, haverá melhor condição de os internautas não-convertidos navegarem em blogs e sites cristãos e acabarem conhecendo a Jesus por intermédio das postagens de blogueiros evangélicos.
Três anos atrás, ao acessar o Google, eram poucas as indicações daquele site quando fazíamos buscas por conteúdos cristãos-protestantes. Hoje tudo está melhor, e uma dessas causas à condição melhor são os links que nós, blogueiros evangélicos, criamos uns com os outros.
Os sites de pesquisas, como o Google, citam os blogs quando eles fazem elos. Indiquei 7 blogs na minha última “premiação”. E todos eles estão citados pelo Google neste passo que dei... Por conta disso, agora, coisas daqueles blogs indicados por mim surgem na resposta de um internauta que solicita algo que está em meu blog, e vice-versa.
De pronto, pode parecer que a minha intenção é estar na vitrine. Mas, diante de Deus, lhe afirmo que o que desejo fazer é a exposição da Palavra de Deus virtualmente. E para este fim, é necessário aparecer mais e mais na Internet. O selo é uma das maneiras de propiciar isto.
Respeitando a sua posição, eis aí o meu modo de pensar e porque penso assim sobre os selos.
Em Cristo,"
E.A.G.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

FELICIANO AMARAL EM ATIVIDADE AOS 88 ANOS DE IDADE

Imagem: YouTube.
Feliciano Amaral, no dia 10, domingo do Dias das Mães, esteve na Igreja Batista da Comunhão, em Maceió, Jatiúca, e brindou as irmãs daquela congregação entoando a canção “Cantando nossa fé e gratidão”.

Ele é verbete do Guinness Book (livro dos recordes), como o cantor em atividade mais antigo do mundo. E está na História da discografia gospel brasileira como o primeiro cantor evangélico deste País a entrar num estúdio de gravação para colocar sua voz num acetato de vinil de 78 rotações. O louvor, cantado na década de 40, era “Sou forasteiro aqui”. Um hino que ainda hoje toca corações e edifica almas.

E.A.G.

Fonte: Alagoas 24 Horas

Voltaire e a sua infeliz declaração sobre a Bíblia e a religião

Voltaire, é o pseudônimo de François-Marie Arouet, pensador francês nascido em Paris, que viveu de 1694 à 1778. Ele foi uma das figuras que através das suas obras e ideias conseguiu influenciar os maiores pensadores franceses e americanos da sua geração. Foi conselheiro de reis. Escreveu obras em quase todas as formas literárias: obras científicas e históricas; poemas; peças de teatro; romances; panfletos; ensaios; e mais de 20 mil cartas.

Filho de um tabelião parisiense, foi educado pelos jesuítas no Colégio de Clermont, onde destacou-se entre os demais alunos.

Como surgiu o ceticismo de Voltaire

Ao escrever versos irreverentes contra os governantes, foi preso na Bastilha, entre 1717 a 1718.

Devido uma discussão com o príncipe, por volta de 1718, voltou a ser preso e obrigado a exilar-se na Inglaterra. Ali, em 1733, apresentou a obra Epístola a Urânio, que continha críticas contra os dogmas cristãos.

Em 1746, obteve um lugar na Academia Francesa e foi para a corte na condição de historiógrafo real, em consequência direta a Poemas de Fontenoy, publicado um ano antes.

Em 1755, fixou-se nas proximidades de Genebra. onde chocou ao mesmo tempo católicos A Donzela de Orleans, de 1755) e protestantes (Ensaio sobre os costumes, 1756).

Refugiado em Fernay, recebia a elite européia, da qual se tornou uma espécie de consciência. Aos 84 anos de idade, foi chamado a Paris para receber um busto em sua homenagem, concedido pela Academia e Comédie Française. Cansado, morreu naquele mesmo ano.

Você sabia?

Voltaire, viveu rico e como uma celebridade. Deu preferência a sua produção épica e trágica, mas foi nos contos e nas cartas que se impôs, sendo porta-voz dos iluministas. Certa vez ele afirmou que a Bíblia Sagrada e a religião não seriam aceitas no prazo de 100 anos. Um século depois desta afirmação, a Sociedade Bíblica de Genebra comprou a editora e a residência que haviam sido de Voltaire e ali começou a imprimir as Escrituras Sagradas.

E.A.G.

Atualizado em 13 de dezembro de 2017, às 14h30.

Fontes:
Força Para Viver,  Jamie Buckingham, página 98; 1ª impressão 1987, Venda Nova, Belo Horizonte/MG - oferecido por Arthur S. DeMoss Foundation e impresso pela Editora Betânia;
Wikipédia Brasil -  https:// pt. wikipedia . org/ wiki/ Voltaire
Grande Enciclopédia Larousse Cultural, volume 24, página 5981, edição 1998, Nova Cultural Ltda.