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sexta-feira, 20 de junho de 2008

As Escrituras Sagradas versus o "eu acho"


Em 14 de agosto de 1945, Alfred Eisenstaedt registrou com sua câmera fotográfica um marinheiro beijando uma enfermeira na Times Square, minutos depois de ouvirem sobre a rendição do Japão aos Estados Unidos. Era o fim da Segunda Guerra Mundial. Duas semanas depois, a revista LIFE publicou a imagem, considerada até os dias atuais como uma das fotografias mais célebres já publicadas pela revista.

O beijo aconteceu entre dois desconhecidos entre si: a austríaca judia Greta Zimmer Friedman, auxiliar de dentista, e o marinheiro português George Mendonsa. O casal parecia feliz, porém, Mendonsa revelou em uma entrevista, para a rede CBS em 2012 [*] que havia saído de um bar sob o efeito do álcool, ao ouvir que a guerra havia terminado, encontrou Greta e a beijou, num gesto de comemoração. Ela, na mesma entrevista, porém, disse que Mendonza era muito forte e não retribuiu aquele beijo.
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Por Fernando Robledo

Uma reflexão sobre o bem-estar que Deus quer para nós dentro do casamento.

"Andarão dois juntos se não estiverem de acordo?" - Amós 3.3.

"Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo? Que ligação entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei seu Deus, e eles serão meu povo" - 2 Coríntios 6.14-16.

Você, leitor ou leitora solteiro(a), que vive a sua fé em Cristo, numa determinada igreja evangélica, se casaria com alguém não-evangélico (a)?

Algumas respostas:

a) Eu me casaria, sim, porque seria um jeito de convertê-lo;
b) Casaria, não vejo problemas. Minha mãe se casou e o casamento deu certo.

Como cristãos a nossa regra de fé e conduta são as Escrituras Sagradas, jamais o modelo de vida de nossos semelhantes. Mas, muitas vezes alguns exemplos, casos de exceções, são tomados como um sinal verde para caminhar fora da vontade de Deus.

Frases típicas das pessoas que não concordam com as diretrizes bíblicas quase sempre começam com um "eu acho..." É a opinião humana contra a Palavra de Deus.

Se o jovem que estiver pensando em se casar com um incrédulo fizer uma pesquisa verá quantos foram os casais que se uniram nessas condições e "deram certo". Aconselho que se faça um levantamento entre 100 casais da geração dos seus pais. Eu me arrisco a afirmar que desses 100 casais pesquisados 90 deles serão encontrados nas seguintes condições:

O marido/esposa não se converteu;

O marido/esposa, na época do casamento convertido, se afastou da igreja;

O casamento foi desfeito por infidelidade conjugal da parte descrente;

O lar foi desfeito e o descrente se casou com outra pessoa, deixando o (a) cristão (ã) com filhos sem pai/mãe presente.

Finalizando, quero dizer que Deus não proíbe o casamento em jugo desigual, mas mostra o melhor a ser feito. Existe a perspectiva de um alguém cristão.

É assim que se constitui o livre-arbítrio: escolha a vontade de Deus. Se escolher o que você quer Deus permitirá que siga o caminho da sua escolha, porém, arcará com o peso que existe nessa opção humana. É necessário crer no amor de Deus, mesmo naqueles momentos que a nossa mente não alcança a compreensão das razões divinas existentes para determinadas orientações bíblicas. Acredite, elas sempre são para o nosso bem-estar.


Texto usado e adaptado com permissão. 

* Atualizado em 28 de julho de 2021. Imagem e acréscimo de informação.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

PL 122/2006 - OS HOMOSSEXUAIS QUEREM DOMINAR O BRASIL?

Fortes indícios dizem que sim!

Se o PL 122/2006 for aprovado, o empregador não poderá, numa seleção de processo de admissão, recusar um gay por um hétero. Correrá o risco de processo e prisão.

Se o PL 122/2006 for aprovado, o patrão não poderá, num processo de demissão, mandar embora um gay. Correrá o risco de processo e prisão.

Se o PL 122/2006 for aprovado, o patrão, num processo de promoção, não poderá promover um hétero e deixar de promover um gay. Correrá o risco de processo e prisão.

Se o PL 122/2006 for aprovado, o humorista não mais poderá fazer piadas e nem fazer o tipo "desmunhecado". Correrá o risco de processo e prisão.

Se o PL 122/2006 for aprovado, numa sessão normal de cinema ou teatro, dois homens efeminados poderão meter a língua na boca de outro e com vozeirão dizer "I LOVE YOU" e todos os presentes terão que, por força de lei, ponderar: "que lindinhos". Quem reclamar poderá correr o risco de processo e prisão.

Se o PL 122/2006 for aprovado, poderá ser quebrada a rotina de um culto evangélico, culto judaico, ou missa, por dois homens afeminados. Eles poderão meter a língua na boca do outro e com vozeirão grave dizer "I LOVE YOU" dentro das igrejas e sinagogas e todos terão que dizer disso, por força de lei: "lindinhos". Quem reclamar, seja pastor, rabino, padre, ou religioso comum, poderá correr o risco de processo ou prisão.

Que vergonha do nosso Brasil!

E.A.G.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

TEORIA? EVOLUÇÃO? POR QUÊ?

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Por Charles McCombs - Ph.D. A evolução pretende ser biologia, contudo nos trata como tolos porque não fornece documentação de sucessos experimentais. Vejamos se há uma centelha de evidência científica que sustente a evolução. . Muitos livros-texto de biologia mostram um aparato de vidro onde os precursores dos aminoácidos foram aquecidos e submetidos a faíscas elétricas por uma semana e, sem dúvida, apareceram pequenas quantidades de uns poucos aminoácidos. A implicação é que se processos impensáveis semelhantes continuassem a acontecer, então evoluiria a partir disto uma célula viva. Tal lógica é como dizer que automóveis evoluíram há muito tempo por meio de seiva látex, areia, minério de ferro, e carvão caindo em um vulcão. O minério de ferro e o carbono do carvão geram o aço, a areia fundida gera o vidro, e a seiva vulcanizada a borracha. Então depois de bilhões e bilhões de tentativas e erros, o texto deve dizer, evoluem espontaneamente melhores e melhores pistões, cilindros, motores inteiros com plugs elétricos e transmissões, eixos nas quatro rodas com pneus de borracha sob corpos de aço com janelas de vidro, limpadores de pára-brisa, faróis, e tanques cheios de gasolina. O texto deve dizer que a primeira célula e toda a vida evoluíram de um modo semelhante. . Os cientistas notam que tal história exagerada é uma fantasia de um tipo peculiar. Se alguém disser que comprou um carro novinho em folha na noite anterior e de manhã o encontrou enferrujado e decomposto em uma pilha de pó, então nós notaríamos que sua história descreveu corretamente a direção das leis da física, mas ferrugem e decomposição não ocorrem tão rapidamente. Do contrário, se ele disser que uma pilha de areia e minério de ferro evoluiu para um carro novinho em folha, então nós reconhecemos isso como uma fantasia invertida porque é o exato oposto do que acontece na realidade. Então, os aminoácidos e carros vulcânicos exemplificados não são meras fantasias, mas sim fantasias invertidas. Não são histórias exageradas do tipo vaca-que-pula-até-a-lua, porque vacas podem pular uma cerca baixa. Elas são histórias exageradas do tipo a-grama-comeu-a-vaca, as invertidas, tipo de fantasia de cabeça-para-baixo. . Um modo pelo qual os cientistas rejeitam histórias exageradas é através da observação. Eles são persuadidos observando carros vindo das linhas de montagem em Detroit e notam que ninguém nunca viu um carro evoluindo espontaneamente, nem intencionalmente, saindo de um vulcão. Por essa razão os cientistas concluem inequivocamente que todos os carros foram criados por um projetista inteligente. Mas e a vida? A biologia é suficiente para explicar a vida ou deve ser suplementada pelos invertidos conceitos evolucionistas para descrever completamente o mundo biológico? Permita-nos procurar essa resposta examinando o ciclo de vida de um típico ser vivo. Fonte: Impacto.Org.Br . Publicado, originalmente no boletim Acts & Facts, do Institute for Creation Research, em sua edição de maio de 2004, com o título "Evolution Hopes You Don't Know Chemistry: The Problem with Quirality".Tradução do texto de Daniel Ruy Pereira.